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Descida poetica no mundo infernal de Cruz e Sousa e Baudelaire
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e ExpressãoEste estudo, um trabalho temático sobre a questão do satanismo, pretende mostrar as relações intertextuais da obra de dois escritores, o brasileiro João da Cruz e Sousa e o francês Charles Baudelaire. Trata-se, ao longo do estudo, de tentar provar minha hipótese de trabalho: que ambos os poetas se basearam em 'princípios satânicos' no momento do ato da criação. Isto me levou a estabelecer a existência de uma teoria satânica no âmbito de suas poesias, marcando assim o início da poesia moderna
Entrevista com Rui Sousa Martins
Rui Sousa Martins. Entrevista realizada no Museu de Vila Franca do Campo (S. Miguel, Açores), a 6 de Agosto de 2013 © Ana Carvalho A paixão de Rui Sousa Martins pela Antropologia e pelos museus fizeram dele o grande obreiro do Museu de Vila Franca do Campo, um museu local situado a poucos quilómetros de Ponta Delgada, que reivindica como sendo o laboratório da Antropologia da Universidade dos Açores. Da experiência no terreno fica-lhe a convicção de que o museólogo é antes de mais um gestor d..
Recensão: A PRESENÇA DO ABJECTO NO SURREALISMO PORTUGUÊS - RUI SOUSA
Recensão crítica de A PRESENÇA DO ABJECTO NO SURREALISMO PORTUGUÊS, RUI SOUSA. Lisboa, Esfera do Caos, 2016. 171 páginas, ISBN 978989680194
A Cor e a forma: história e literatura na obra do jovem Cruz e Sousa (1861-1888)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em HistóriaEsta dissertação analisa a trajetória de João da Cruz e Sousa (Desterro, 1861 - Rio de Janeiro, 1898) privilegiando o estudo dos seus textos de juventude e, em especial, a sua produção abolicionista. A sua estrutura está organizada em três partes: no capítulo 1, trata das origens familiares e dos primeiros contatos de Cruz e Sousa com a cultura dominante no seu tempo; no capítulo 2, aborda os anos de formação político-intelectual do escritor; por último, no capítulo 3, reconstrói a militância abolicionista de Cruz e Sousa em Desterro e reflete sobre as relações entre produção intelectual e engajamento político na experiência de escritores negros no Brasil do final do século XIX
O trágico na poética de Cruz e Sousa
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2014.Este trabalho elabora uma leitura que destaca uma emergência trágica nos textos poéticos de João da Cruz e Sousa (1861?1898). Na linhagem de Nestor Vítor, a crítica do poeta utiliza reiteradamente o significante "tragédia" - na acepção do senso comum -, normalmente adjetivando sua vida. Deixando ressoar esse vocábulo e apoiando-se nas imagens que os poemas evocam, esta pesquisa opera um deslocamento de sentido no significante "trágico" e o utiliza enquanto gênero que adjetiva, não mais a vida, mas os textos de Cruz e Sousa. Para tanto, optou-se por realizar uma comparação capaz de colocar em confronto temporalidades distintas; um contraponto com as estéticas surrealista, romântica e barroca. Foram percebidos contatos relevantes com os textos cruzesousianos tanto na imagem do Ângelus, de Millet, e na leitura surrealista que Salvador Dalí fez da obra, quanto no uso reiterado do mito cristão e sua aparição em outras modalidades artísticas ? como na ópera de Parsifal, ou ainda, no drama trágico alemão e no estudo que fez dele Walter Benjamin. A afinidade reside na tônica dada ao sacrifício, à morte, ao rito religioso. E, a partir daí, se desenha uma hipótese de leitura que faz dessa emergência trágica um modo de conceber a história. Precisamente essa forma de pensar é que caracteriza o decadentismo do fim do século XIX como um momento no qual se privilegiou a reencenação do rito, adotando uma postura crítica ao mito
RUI SOUSA E O MUNDO DAS MARIONETAS
A mensagem Marionetas da Feira é aquela que teve maior número de visitantes nos últimos dois anos do blogue. Escrito a 15 de Janeiro de 2009, o texto começa do seguinte modo: "Não conheço directamente as Marionetas da Feira, mas sei que houve um espectáculo no passado dia 9, na Tertúlia Castelense, e que Rui Sousa, o seu director, vai estar no dia 18, pelas 11:30, na FNAC do Mar Shopping (Matosinhos), na construção de uma marioneta de manipulação directa, utilizando fita-cola crepe, papel de ..
Rui Afonso, Um homem bom. Aristides de Sousa Mendes, o "Wallenberg português"
Guichard Francois. Rui Afonso, Um homem bom. Aristides de Sousa Mendes, o "Wallenberg português". In: Lusotopie, n°3, 1996. L'oppression paternaliste au Brésil. p. 407
ENTREVISTA COM HELDER MACEDO
ENTREVISTA COM O POETA, ESCRITOR DE PROSA DE FICÇÃO, ENSAÍSTA E PROFESSOR HELDER MACEDO (POR ANA CRISTINA JOAQUIM E RUI DANIEL NASCIMENTO SOUSA)
Relatório de estágio : [estágio realizado entre Março e Setembro de 2007 na empresa] Rui Costa e Sousa & Irmão S.A.
Relatório de estágio no âmbito do mestrado em Gestão pela Faculdade de Economia da Universidade de CoimbraO presente relatório foi desenvolvido no âmbito da unidade curricular “Estágio Curricular”, com vista à conclusão do Mestrado em Gestão da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. O estágio tem como objectivo primordial complementar a formação académica na medida em que proporciona ao estudante universitário a oportunidade de um primeiro contacto com o mundo empresarial, assim como a oportunidade de poder aplicar os seus conhecimentos adquiridos no percurso da licenciatura e mestrado. O projecto desenvolveu-se durante sete meses, de Março a Setembro de 2007 inclusive e, teve como tema a internacionalização, na empresa Rui Costa e Sousa e Irmão S.A (adiante também designada por RCSI), repartido entre Brasil (na sua filial Brascod) e Portugal, devido a questões de segurança. Este estágio teve como orientadores o Prof. Doutor Fernando Carvalho, orientador científico e docente na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e o Dr. Paulo Amaral, Director Geral da Brascod, filial do grupo Rui Costa e Sousa e Irmão S.A no Brasil.
O presente relatório está dividido em cinco partes. A primeira é dedicada ao diagnóstico da situação actual, em que começo por fazer uma abordagem ao historial da empresa, passando a uma análise estratégica, quer interna quer da envolvente sectorial, concluindo a primeira parte com a definição de negócio da empresa. Na segunda parte faço a análise internacional levada a cabo pela RCSI, de salientar que o relatório de estágio destina-se não só a descrever actividades realizadas ao longo do tempo, como enquadrar o trabalho efectuado com todo o conhecimento adquirido durante a licenciatura e mestrado. Assim, passo em revista a prática de exportações da empresa, e caracterizo o processo de investimento directo no Brasil, quer através da análise de distâncias, quer pelo marketing mix desenhado para esta internacionalização. Termino esta parte com a síntese de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças para a empresa no seu contexto actual de presença internacional. A terceira parte é dedicada as tarefas desempenhadas durante o estágio, tendo como principais áreas de trabalho a Administrativa e Comercial, tendo participado também em feiras internacionais. Tendo em conta os planos futuros de alargamento da presença internacional, na quarta parte do trabalho apresentei pistas para a abordagem a futuros processos de internacionalização que me parecem mais adequados e oportunos. Na quinta e última parte apresento uma análise crítica, conclusão e articulação do estágio com cadeiras leccionadas durante a licenciatura e mestrado. São várias as fontes de informação indirecta apresentadas ao longo deste relatório, que foram obtidas em sites da internet destacando-se os da RCSI e do INE, acrescidos de meios de comunicação social e associações empresariais portuguesas e internacionais
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