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Entrevista com Prof. José maria da Silva Rosa de Celso João Carminati
Revista Linhas: Professor José Maria Silva Rosa, é um prazer recebê-lo e podermos realizar esta entrevista. Inicialmente, o senhor poderia apresentar-se dizendo-nos sobre sua formação e áreas de atuação como professor e investigador? [...]info:eu-repo/semantics/publishedVersio
ENTREVISTA COM O PROF. JOSÉ MARIA DA SILVA ROSA
ENTREVISTA COM O PROF. JOSÉ MARIA DA SILVA ROS
Assistência de enfermagem a mulheres mastectomizadas com base nos conceitos e pressupostos de Joyce Travelbee
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Enfermagem.O presente estudo tem como foco principal a compreensão dos significados expressos pelas mulheres submetidas a mastectomia. Por meio do cuidado à mulher, pode-se estabelecer uma interação pessoa-pessoa para encontrar os significados na sua experiência, a partir do sentido encontrado na doença e no sofrimento. Portanto, o objetivo deste trabalho é identificar e compreender os significados da experiência vivida pelas mulheres mastectomizadas, durante o processo de diagnóstico e tratamento de câncer, com base nos conceitos de Joyce Travelbee. O estudo é descritivo-exploratório, com abordagem qualitativa, e foi desenvolvido em um Abrigo Assistencial, na cidade de Santa Maria - RS. A população constituiu-se de mulheres mastectomizadas que estavam em tratamento radioterápico e quimioterápico. A partir dos resultados obtidos neste estudo, foram explicitadas e discutidas outras questões sobre o cuidado, além daquelas que me levaram a iniciar este estudo, contribuindo para uma prática mais humanística. Este aspecto foi observado, pela magnitude da sensibilidade das mulheres e, avaliando os significados expressos, percebi que estão relacionados tanto ao momento em que ocorre a experiência, como a fatores relacionados às expectativas e possibilidades que a mulher tem quanto à sua vida futura, com seus familiares e com seu mundo sociocultural
Ensayo Visual Cláudia Zanatta, Miki Yokoigawa e Rosa Blanca (Orgs)
En la primavera austral de 2018, ha tenido lugar el I Simposio de Investigación en Arte: Interviniendo, Migrando y Deslocalizando (Se), en el Centro de Cultura de la Universidade Federal do Rio Grande do Sul y en el espacio autónomo Planta Baja, en Porto Alegre, Brasil, con la participación de distintas(os) artistas e investigadoras(es) del mundo, como Alexandre Copês (UFRGS/Brasil), Alex Schlenker (UASB/Ecuador), Ariane Oliveira (UFRGS/Brasil), Anna Maria Guasch (UB/España), Cristiano Sant Anna (UFRGS/Brasil), Daniela Kern (UFRGS/Brasil), Desirée Ferreira (UFRGS/Brasil), Maria Ivone dos Santos (UFRGS/Brasil), Mau Monleón (UPV/España), Mayra Huerta Jiménez (UABC/México), Vicente Carcuncinski (UFRGS/Brasil) y William Silva (UFSM/Brasil). La acción ha sido coordinada por la Prof.ª Dr.ª Cláudia Zanatta, de la Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Brasil), por la Prof.ª Dr.ª Miki Yokoigawa, de la Universidad Autónoma de Hidalgo (México) y, por la Prof.ª Dr.ª Rosa Blanca, de la Universidade Federal de Santa Maria (Brasil). El ensayo visual se propone como una constelación migrante en una condición Sin-Estado
Movimento Cascavel Rosa - Na luta contra o câncer
Trabalho apresentado no 31º SEURS - Seminário de Extensão Universitária da Região Sul, realizado em Florianópolis, SC, no período de 04 a 07 de agosto de 2013 - Universidade Federal de Santa Catarina.A Organização Mundial da Saúde estima que, por ano, ocorram mais de 1.050.000 casos novos de câncer de mama em todo o mundo, o quê o faz o câncer mais comum entre as mulheres. No Brasil, não tem sido diferente. Informações processadas pelos Registros de Câncer de Base Populacional, disponíveis para 16 cidades brasileiras, mostram que na década de 90, este foi o câncer mais frequente no país. Visando a diminuição da incidência do câncer, em 1990 iniciou nos Estados Unidos a mobilização denominada Outubro Rosa, que alcançou o mundo, chegando aqui em Cascavel, por iniciativa de pessoas que passaram pela experiência da doença, ou tiveram algum familiar atingido por ela. A Unioeste participou com representantes nas reuniões do movimento, nas palestras nas escolas e meios de comunicação, no envolvimento de acadêmicos, docentes e funcionários utilizando vestuário na cor Rosa no mês de outubro e auxiliando na organização de uma caminhada. A participação da Unioeste neste movimento possibilitou ampliar a atuação da instituição, mobilizando não apenas acadêmicos e professores, mas também os funcionários, que colaboraram com o desenvolvimento da atividade de forma efetiva
O Páramo é do tamanho do mundo: Guimarães Rosa, Bogotá, Iauratê
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2014.A obra de João Guimarães Rosa tem sido tradicionalmente lida entre aquelas que melhor sintetizaram, representaram e universalizaram no século XX determinadas realidades latino-americanas. Dessa maneira, tanto para a crítica como para a história literária, Guimarães Rosa figura entre aqueles autores que -antes da explosão mercadológica que conhecemos como boom- reativaram os assuntos, linguagens, personagens e espaços regionais ou interiores da América Latina, levando-os às formas literárias ditas universais. Para uma boa parte da crítica contemporânea, entretanto, a literatura que promoveu uma celebração do identitário nas décadas de 1960 e1970 na América Latina, teria servido como assassinato edípico substitutivo do pai europeu, como compensação simbólica perante aquilo que não se conseguiu além do literário. Nesse sentido, a literatura seria certamente um operador de barbárie, teria um papel fundamental na transição do Estado ao Mercado ao criar a impressão de uma autonomia que estava muito longe de se alcançar em tempos de atraso, dependência e opressão capitalistas. Entretanto, como esta tese tentará demonstrar, essa compensação simbólica não é atribuível exclusivamente à escritura literária, mas depende em grande medida dos protocolos que a interpretam. O arquivo do autor mineiro permite e exige uma leitura diferente desse corpus -portador de um mal-estar cultural que, longe de elaborar uma representação triunfalista de identidades nacionais, porta indícios de um saber trágico em que a razão e a loucura não são antitéticas mas complementares, assim como nele cultura e barbárie, vida e morte, trauma e sintoma, não estão claramente diferenciados. Há lugares da obra de Rosa que, longe de permitirem uma leitura autônoma, afirmam o seu valor pela contaminação ?não pela representação? de outros textos, eventos e culturas "periféricos" que exigem leituras em filigrana. O que há nesses textos, lido o conjunto a partir desses lugares? Afirmar-se-á à maneira de hipótese: diferimentos ativos sem um fundamento prévio, uma leitura da história como catástrofe que retorna tragicamente, uma compreensão do identitário como trânsito incessante entre o familiar e o estranho, como uma profunda e permanente comoção de tudo que corriqueiramente se associa ao próprio. Se pensada a escritura rosiana nesses termos, haverá também que pensá-la como o semblante de algo que porta marcas provindas das ordens da sensibilidade e da percepção, ou seja, como imagem receptora/emissora de experiência. A partir de um deslocamento do interesse crítico, do representacional ao vestigial, esta tese pretende evidenciar a maneira em que, muito além da criação de fábulas ou símbolos, ou da expressão da pura subjetividade -em tensão com uma realidade (histórica, política, social) de que o texto seria a ficção- Rosa faz a junção de elementos díspares em campos operatórios que reclamam os seus materiais a partir de presentes de urgência. Caracterizar-se-á, assim, a escritura de Rosa como um espaço intersticial, crivado de silêncios, de sintomas, de murmúrios subterrâneos que se dá como tarefa -à maneira benjaminiana- dar voz aos sem nome, multiplicar as singularidades que toca ou pelas que foi tocado. Em explosão, cruzado pelo desastre, ou seja, tão astral quanto monstruoso, o texto rosiano partilha com literaturas contemporâneas, ou com valores a elas atribuídos, numerosas características, dentre as quais se destacam: as marcas vestigiais de gentes liminares e singulares; a alegorese ou metonímia que circunscreve esses seres de maneira tal que tende a espectralizá-los como referentes; a colocação em crise das fronteiras entre noções como realidade e ficção (vida e morte, alto e baixo, próprio e estranho); e, finalmente, uma montagem de materiais heterogêneos que tende a manifestar sintomaticamente o mal-estar acima mencionado. Dessa maneira, mostrar-se-á que o corpus estudado é semblante de um real traumático e não simbolizável, e assim opera de uma maneira extática -levando o identitário ao umbral do alter, a literatura ao limite do sensível ou da imagem, a história a se revelar como retorno de uma catástrofe sem sentido
O profeta São João Maria continua encantando no meio do povo: um estudo sobre os discursos contemporâneos a respeito de João Maria em Santa Catarina
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social.Este é um estudo sobre os discursos contemporâneos a respeito de João Maria em Santa Catarina, sul do Brasil. Partindo da noção de discurso como ação humana significativa (Ricoeur), afirmo que os discursos a respeito de João Maria são construídos pelos joaninos a partir de sua cultura histórica (formada por valores, símbolos, imagens, personagens, eventos contextuais e um catolicismo difuso), possuem temporalidade, expressam algo e são disponibilizados para outras leituras e interpretações. É o próprio discurso dos joaninos que serve como mecanismo de legitimação de João Maria, dos discursos atribuídos a ele, dos próprios discursantes (joaninos) e de sua cultura histórica. João Maria é visto, neste trabalho, como evento fundante, em torno do qual gravitam muitos sentidos, e como entidade multivalente, identificado como Deus, Jesus Cristo, Profeta, Santo ou símbolo da luta pela terra. Legitimados, os discursos a respeito de João Maria apresentam-se como adequados na interpretação do mundo dos joaninos, no controle da indeterminação do mundo, para anunciar e acabar com o mal, reagir contra aquilo que não está de acordo com sua cultura, estimular a luta política ou anunciar o mundo desejado
Imagens de Otto Maria Carpeaux: esboço de biografia
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História, Florianópolis, 2015.Este esboço de biografia procura citar algumas imagens de Otto Maria Carpeaux: construções biográficas de naturezas múltiplas, elaboradas em contextos, por atores e sob condições igualmente díspares. Está constituído a partir de uma visão crítica da História, o que permite que ?outras imagens?, fragmentárias e não monumentais, também tenham espaço. Em diálogo com o princípio da montagem, este esboço apresenta-se em duas partes. Na primeira, Imagens possíveis, estão citadas as imagens elaboradas em vida e post mortem acerca do austríaco-brasileiro que nasceu em Viena em 1900, se exilou no Brasil em 1939 e morreu no Rio de Janeiro, em 1978. Na segunda, Montagens possíveis, apresentam-se duas possibilidades de exercício biográfico: pela leitura alegórica do documentário O velho e o Novo (Otto Maria Carpeaux), entendido como instrumento de intervenção no contexto ditatorial brasileiro e de uma reelaboração biográfica concernentes às suas experiências europeias; e pelo Caderno de imagens críticas, registro dos encontros em Carpeaux pelo meio de imagens críticas produzidas a partir da cesura do presente.Abstract : This biographical sketch attempts to quote some images of Otto Maria Carpeaux: various types of biographical constructions, carried out in different contexts by disparate authors under conditions just as distinct. It stems from a critical view of history, allowing for ?other images? fragmented and non-monumental ? to share the space.In dialogue with the montage principle, this sketch has two parts. The first, Possible Images, quotes the images produced during and after the life of the Austrian-Brazilian, who was born in Vienna in 1900, went to Brazil in exile in 1939 and died in Rio de Janeiro in 1978. The second part, Possible Montages, presents two possibilities of a biographical exercise: through the allegorical reading of documentary O Velho e o Novo (Otto Maria Carpeaux), understood as an instrument of intervention in the Brazilian dictatorship context and as a biographical retelling of the author?s European experiences; and through my Scrapbook of Critical Images, a record of the encounters in Carpeaux through critical images produced from the caesura of the present
Vilela, Ana Luísa; Silva, Fábio Mário da; Pedrosa, Inês; fina, Rosa (orgs.). A crítica e a poetisa. Estudos sobre Maria Lúcia dal Farra
Recensão crítica da coletânea de estudos sobre a obra de Maria Lúcia Dal Farra, organizada por Ana Luísa Vilela, Fábio Mário da Silva, Inês Pedrosa e Rosa Fina
Le projet INVENT.ARQ : Archives Familiales (Portugal XV-XVII siècle) : conserver et inventorier pour bien gérer
Conferència a càrrec de Maria de Lurdes Rosa i Filipa Silva Lopes de la Universidade Nova de Lisboa sobre la gestió dels arxius familiars dels segles XV a XVII a Portugal3717.mp4
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