165,784 research outputs found

    Villagarcía. Puente de San Roque

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    Reverso da postal sen dividir.Nº 14.Tarxeta manuscrita polo recto e o reverso, circulada (destino A Coruña), con cuño e selo.No recto, na parte inferior: "Narciso González, Villagarcía"No reverso, anagrama de Hauser y Menet.Resumen: Imaxe da vida cotiá nos lavadoiros da Ponte de San Roque de Vilagarcía de Arousa.Fuente de ingreso: Compra

    Contemplando Narciso: o mito de Narciso no De Amore de Marsílio Ficino

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    Por volta de 1469, Marsílio Ficino compôs o Commentarium in Convivium Platonis, também conhecido por De Amore, um extenso e complexíssimo comentário ao Symposium de Platão. No sexto discurso da referida obra o nosso pensador insere e desenvolve uma brevíssima referência à figura de Narciso, ao mito de Narciso. Pretende-se neste artigo desenvolver uma apresentação da interpretação de Marsílio Ficino do mito de Narciso. Pretende-se igualmente analisar a questão da inserção do mito de Narciso na obra de Ficino

    O ENCONTRO IMPOSSÍVEL DE ECO E NARCISO

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    O ENCONTRO IMPOSSÍVEL DE ECO E NARCISO.

    Poesías de Narciso Campillo

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    En carta de 21 de Diciembre de 1898 Campillo envió a Luis Montoto estas poesías para que las conservase y publicase tras su fallecimiento. Incluye recortes de prensa.Contiene: La Monja; fantasía. -- Un astro. -- En El Escorial: soneto. -- Fragmento de un poema. -- La desesperación. -- A la impresión de un libro. -- Los prostituidos: dos gémelos. -- Romance. -- Los dos fetos. -- A mi hija. -- La Providencia al Hombre (traducción de Lamartine). -- Al insigne José Lamarque. -- Contra un doctor materialista. -- Epitafio. -- Soneto. -- A Tassara. -- Oh, nación infeliz Oh, pobre España!. -- El viaje: soneto ferro-camilesco-recreativo. -- Semblanza de Capoamor. -- Semblanza de Antonio Sánchez Moguel. -- Semblanzas de Narciso Campillo y Antonio Sánchez Moguel. -- A la inopinada y párvula muerte de mi sobrino Andresito. -- Plegaria de los libros. -- A Calderón. -- En el álbum de Luis Navarrete. --Disparate, que quizás pueda llamarse fotografía. -- Noche gaditana. -- Memoria antigua. -- A mi hija. -- Pensando como discreta... -- A unos ojos. -- A Emilia la Grua. -- A la muerte de la ilustre poetisa Antonia Diaz. -- Conversación. -- La muerte de un ángel. -- Cobntraste. -- Traducción de la oda de Horacio "Pastor cum traheret". -- La muerte de Lanuza. -- Al Cardenal Cisneros. -- Prejuicio o perjuicio. -- En el álbum de Mercedes. -- Receta para hacer Mariquitas Caracenas. -- A mi hija. -- A los alumnos del Instituto Cardenal Cisneros. -- Juan Expósito. -- A Calderón. -- El Verano. -- Contestación. -- Al sueño. -- El grito de Polonia. -- Ángel y mujer. -- A mi amigo el excelente poeta Juan Valera. -- A Juan Varela. -- Prólogo al lector. -- La playa de Sanlúcar.A Mont. Ms. C07/

    O letreiro invisível

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    «Duas Linhas» é um sítio informativo em formato digital, não tendo, por esse motivo, nem sequência numérica nem numeração de páginas. As publicações são submetidas à apreciação do responsável, Carlos Narciso, que as aceita ou não. Tem o endereço https://duaslinhas.pt/Faz-se um letreiro para ser lido. Assim o pensavam os Romanos e, para isso, adotaram as melhores técnicas de gravação. Exemplifica-se também com um caso da atualidade: um letreiro público que passa despercebido

    Narciso barroco

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    O que é pintar? O que é um quadro? Como inscrever a singularidade de uma obra sob a afirmação genérica de "arte" ou sob o título de um estilo? Para Alberti, que vê em Narciso "o inventor da pintura", pintar é "abraçar a superfície da fonte". Transpassado por essas interrogações, o texto analisa pelo método comparativo duas obras que têm em comum o tema (ou motivo) da fábula de Narciso: o quadro Narciso, atribuído a Caravaggio, e Eco e Narciso, de Poussin. Duas obras que se opõem, na aparência e no modo de funcionamento simbólico: uma se apresenta de imediato como figura, fazendo dobras, procedendo de uma dobra especular (as dobras do barroco?); a outra apela paro a leitura, correspondendo a uma posição de discurso (a representação clássica?).

    O mito de Narciso na poética de Alice Ruiz S.

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    “Mirando-se nas águas, Narciso apaixona-se por si.” Tal mito deu origem a uma série de simbologias que se fazem presentes nas artes em geral. Alice Ruiz S. possui várias obras que abordam o Mito de Narciso. O objetivo deste artigo é  analisar as recorrências  de imagens do Mito de Narciso na lírica de Alice Ruiz S.. O embasamento teórico deste estudo inclui as abordagens de Durand, Eco, Chevalier; Gheerbrant, Brunel Bachelard, dentre outros. As poesias analisadas possuem a mesma temática: a busca interior, a introspecção, o despertar da consciência de sua feminilidade, a busca de reconhecer-se e entender-se como ser humano, a efemeridade da vida

    O MITO DE NARCISO NA POÉTICA DE ALICE RUIZ S.

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    Resumo: “Mirando-se nas águas, Narciso apaixona-se por si.” Tal mito deu origem a uma série de simbologias que se fazem presentes nas artes em geral. Alice Ruiz S. possui várias obras que abordam o Mito de Narciso. O objetivo deste artigo é  analisar as recorrências  de imagens do Mito de Narciso na lírica de Alice Ruiz S.. O embasamento teórico deste estudo inclui as abordagens de Durand, Eco, Chevalier; Gheerbrant, Brunel Bachelard, dentre outros. As poesias analisadas possuem a mesma temática: a busca interior, a introspecção, o despertar da consciência de sua feminilidade, a busca de reconhecer-se e entender-se como ser humano, a efemeridade da vida

    Influência da coloração do substrato, espessura e translucidez da cerâmica na cor de facetas laminadas produzidas com o sistema CEREC inLab

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Odontologia.O objetivo deste estudo in vitro foi investigar, espectrofotométrica e visualmente, a cor de facetas produzidas com um sistema CAD/CAM, com diferentes níveis de descoloração de substrato, espessuras de material e graus de translucidez das cerâmicas. Para isso, incisivos centrais superiores esquerdos de um modelo dental acrílico foram preparados para facetas com 0,4, 0,7 e 1,00mm de desgaste axial. Esses foram replicados em três diferentes colorações que simulavam substratos normal, escurecido e severamente escurecido. As facetas cerâmicas foram produzidas com o sistema CEREC inLab pelo método de correlação à anatomia hígida para cada tipo de preparo, com blocos dos materiais EmpressCAD HT (HT), EmpressCAD LT (LT) e EmpressCAD Multi (MU) e e.maxCAD HT (EH). Todas as restaurações receberam caracterização extrínseca e glazeamento padronizados. A união das facetas aos preparos foi simulada com um gel try-in padrão. As diferentes combinações de profundidade e preparo, coloração do substrato e cerâmica foram estandardizadamente fotografadas e tiveram sua cor mensurada por um espectrofotômetro clínico. As coordenadas de cor (CIELAB) instrumentalmente mensuradas foram comparadas às de uma restauração-referência (preparo normal, 0,7mm de espessura e cerâmica HT), para a determinação da diferença de cor (?E). As fotografias foram analisadas por 7 avaliadores que determinaram se a diferença de cor entre espécimes e restauração-padrão era aceitável ou inaceitável. Os resultados das análises espectrofotométrica e visual permitiram estabelecer um limite de aceitabilidade de diferença de cor para o estudo igual a ?E=3,3. Substratos normais foram restaurados de maneira aceitável com preparos conservadores (0,4mm) e cerâmicas translúcidas (HT, EH e MU). Substratos escurecidos obtiveram bons resultados com 0,4mm de espessura e cerâmica LT ou 0,7mm e cerâmicas MU e LT. O escurecimento severo só foi mascarado adequadamente com espessura de 1,0mm e cerâmica LT. Cor do substrato, espessura e grau de translucidez da cerâmica afetam significativamente a cor final de facetas laminadas. Cerâmicas menos translúcidas e preparos mais invasivos colaboram no poder de mascaramento das facetas sobre substratos escurecidos.The aim of this study was evaluating, spectrophotometric- and visually, the color of veneers fabricated by a CAD/CAM system, with different levels of stump discoloration, material thickness and translucency degrees of the ceramics. Acrylic upper-left central incisors of a dental model received veneer preparations with 0.4, 0.7 or 1.0mm of axial reduction and were reproduced in three different levels of discoloration, simulating normal, discolored and severely discolored stump shades. The ceramic veneers were produced by the CEREC inLab system using correlation mode. Milling blocks used were EmpressCAD HT (HT), EmpressCAD LT (LT), EmpressCAD Multi (MU) and e.maxCAD HT (EH). All restorations were standardly stained and glazed. Cementation was simulated with a standard try-in paste. The different combinations of preparation depth, stump shade and ceramic translucency degree were standardly photographed and analyzed by a clinical spectrophotometer. The measured CIELAB coordinates were compared to a reference-restoration (normal stump shade, 0.7mm thickness and HT ceramic) to determine de color difference (?E). The photographs were analyzed by seven observers that judged the color difference between test-specimens and reference-restoration acceptable or not. Results from instrumental and visual analysis allowed an acceptability threshold of ?E=3,3 to be determined for this study. Normal stump shades were acceptably restored with conservative preparations (0.4mm) and translucent ceramics (HT, MU and EH). Discolored stumps presented good results with 0.4mm/LT, and 0.7mm/MU or 0.7mm/LT. Severe discoloration was only masked by 1.0mm preparation and LT. Stump shade, thickness and translucency degree of the ceramic significantly affect the final color of laminate veneers. Less translucent ceramics and more invasive preparations increase the masking power of veneers on discolored substrates
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