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Verdade e coragem: cinismo na ficção de Rubem Fonseca
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura Brasileira, Floriaqnópolis, 2013Minha dissertação faz uma leitura de um mo(vi)mento de escrita e da produção ficcional de Rubem Fonseca, autor brasileiro, na medida em que este assume seu antagonismo diante da cena social, de forma a propor textos ficcionais focados em seu tempo, nas grandes cidades e nos sujeitos que nelas circulam. Assim, sugiro uma aproximação entre a condição de engajamento do autor, que transpõe esse compromisso a personagens e situações ficcionais que problematizam a verdade sobre sociedades e sujeitos ambíguos, e uma importante noção apresentada a nós por Michel Foucault em A coragem da verdade: a parresía cínica. Para isso seleciono, dentro da ainda ativa produção ficcional de Rubem Fonseca, três narrativas presentes na reunião de contos Feliz ano novo, publicada originalmente em 1975 e integralmente censurada no ano seguinte: o conto que dá nome à obra, Feliz ano novo; Passeio noturno (parte I); e Intestino grosso; por apresentarem personagens e situações característicos do que podemos enquadrar nas definições de parresía cínica e especialmente do cinismo moderno. Para articulação do estudo, evoco então a conceituação apresentada por Michel Foucault para a noção de parresía, importante forma de veridição que surge na antiguidade e abarca em si uma caracterização fundamental sobre a forma como se dá, nesse momento, a constituição do sujeito em relação a si e ao outro através de seus atos e de seu dizer. No entanto, é especialmente na modalidade cínica de parresía que busco escopo para este estudo, uma prática que abarca a bíos como objeto de preocupação estética. Diante da elucidação desses conceitos, aproximo a discussão a nosso tempo lembrando a proposição de Peter Sloterdijk sobre como se constitui o cínico moderno, a nova configuração do modo de existência desse sujeito diante de um tempo de diferentes e múltiplas dissimulações, de forma a buscar nos personagens e situações ficcionais delineados nos contos de Rubem Fonseca a articulação entre elementos da parresía cínica moderna e da desenvolvida na antiguidade. <br
De Rubem Fonseca a Paulo Lins: a violência na literatura dos 90
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2011Este trabalho procura verificar a forma pela qual se dá a presença da violência na literatura brasileira dos anos 1990, buscando entender o significado social dessa violência, passo necessário para se entender, inclusive, a relação entre a forma literária assentada na violência e a formação social do Brasil contemporâneo. Procuramos analisar o romance Agosto de Rubem Fonseca e entender seu significado como romance histórico nos anos 90, década em que se tentava encerrar de vez as aspirações nacionais dos anos 50, época narrada no livro. Igualmente imerso na temática da violência e revelador das características fragmentárias dos anos 90, temos o romance Cidade de Deus, de Paulo Lins, que, como romance etnográfico, procura dar voz a uma população normalmente silenciada e vítima do próprio processo de violenta modernização e falta de perspectivas dos anos 90. Diante das questões sobre a violência na literatura e em nossa própria sociedade, em sua faceta interpessoal e cotidiana, o estudo desses dois romances é importante para compreendermos não só os caminhos de nossa literatura, em termos de uma tradição literária, mas também a maneira como sua estrutura pode nos ajudar a entender a dinâmica de nossa própria sociedade nos anos 90.This work intends to verify the form in which violence is present in the Brazilian literature of the 1990´s, aiming to understand the social meaning of this violence, step required to also understand the relation between the literary form grounded on violence and the social formation of contemporary Brazil. We proceed to analyze the Rubem Fonseca´s Agosto novel trying to understand its meaning as an historic novel written during the 90´s, a decade where it was bound to finish the national aspirations so the 50´s, the narrated period. Equally immersed in the violence theme and revealing the fragmentary characteristics of the 90´s, we have Paulo Lins´s novel Cidade de Deus, which, as an ethnographic novel, intend to give voice to a population usually silenced and victim of a process of violent modernization and lack of perspectives in the 90´s. Facing questions about violence in literature and violence in our own society, in its daily interpersonal display, the study of these novels are important for the comprehension of not only the paths of our literature, in terms of a literary tradition, but also the way in which its structure can help us understand the dynamics of our own society in the 90´s
Professor Doutor Fernando Fonseca
A decisão de construir um Hospital na zona ocidental
de Lisboa remonta ao ano de 1971, sendo então secretário de estado da saúde o Prof. Gonçalves Ferreira. Para
a sua localização foi escolhida uma zona urbanizável do
Parque de Monsanto. Após concurso público, o conselho
de ministros de 5 de Fevereiro de 1974, presidido pelo
professor Marcelo Caetano adjudicou a sua construção
ao consórcio Teixeira Duarte. Mas a 25 de Abril desse
ano eclodiu a revolução que restituiu a democracia a
Portugal. Os primeiros anos foram muito agitados, pelo
que só no dealbar dos anos 80 se excluiu a localização
no Parque de Monsanto e se optou pelo local actual de
forma a poder atender os cerca de 600.000 habitantes
de Sintra e Amadora. Numa portaria de 17 de Agosto,
subscrita pelo ministro Maldonado Gonelha, foi atribuído o nome de Prof. Doutor Fernando Fonseca ao futuro
Hospital Ocidental de Lisboa
Ixodes amarali Fonseca 1935
7. Ixodes amarali Fonseca, 1935b. A Neotropical species, all of whose known parasitic stages are usually found on Didelphimorphia: Didelphidae, but immature stages are also commonly collected from Rodentia: Cricetidae. Nymphs alone have been recovered from Rodentia: Muridae, while larvae alone have been recorded from Rodentia: Echimyidae. There are no records of Ixodes amarali causing human parasitism. M: Martins et al. (2019a) F: Fonseca (1935b) N: Fonseca (1958) L: Fonseca (1958) Redescriptions F: Onofrio et al. (2006 a, 2009) N: none L: Sénevet and Ripert (1967a)Published as part of Guglielmone, Alberto A., Petney, Trevor N. & Robbins, Richard G., 2020, Ixodidae (Acari: Ixodoidea): descriptions and redescriptions of all known species from 1758 to December 31, 2019, pp. 1-322 in Zootaxa 4871 (1) on pages 7-8, DOI: 10.11646/zootaxa.4871.1.1, http://zenodo.org/record/442334
Sviluppo di un biosensore enzimatico ad enzimi immobilizzati per la misura di acido l-Lattico in sistemi FIA (Flow Injection Analysis).
La misura in tempo reale della concentrazione di acido L-Lattico può essere di rilevante importanza nell’industria alimentare e nella medicina. L’impiego di biosensori enzimatici combinato con i vantaggi dei sistemi per analisi di tipo Flow Injection (FIA) può soddisfare il bisogno di analisi rapide ed accurate. La stabilità dei biosensori aumenta significativamente se gli enzimi sono immobilizzati su supporti inerti. In questo studio è stato quindi sviluppato un biosensore enzimatico per la misura di acido L-Lattico immobilizzando su vetro a porosità controllata gli enzimi lattato ossidasi e horseradish perossidasi, che a partire da acido lattico ed in presenza di un determinato sistema reagente catalizzano due reazioni consecutive che portano alla formazione di un prodotto colorato rilevabile in spettrofotometria. Il biosensore sviluppato ha permesso analisi in FIA estremamente riproducibili ma si è dimostrato instabile per lunghi periodi di esercizio
Prefácio
Preface of the collection: FREITAS, L. S.; CAMPOS, L. M.; MATTOS, R.; FONSECA, V. M. M. Tendências de pesquisa no PPGCI/UFF: abordagens e perspectivas. São Paulo: Tikinet, 2020
Homenagem Dr. Gabino da Fonseca
Foto do Dr. Gabino da Fonseca, presidente da Sociedade de Medicina de Porto Alegre
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
Sviluppo di un biosensore enzimatico ad enzimi immobilizzati per la misura di acido l-Lattico in sistemi FIA (Flow Injection Analysis)
La misura in tempo reale della concentrazione di acido L-Lattico può essere di rilevante importanza nell’industria alimentare e nella medicina. L’impiego di biosensori enzimatici combinato con i vantaggi dei sistemi per analisi di tipo Flow Injection (FIA) può soddisfare il bisogno di analisi rapide ed accurate. La stabilità dei biosensori aumenta significativamente se gli enzimi sono immobilizzati su supporti inerti. In questo studio è stato quindi sviluppato un biosensore enzimatico per la misura di acido L-Lattico immobilizzando su vetro a porosità controllata gli enzimi lattato ossidasi e horseradish perossidasi, che a partire da acido lattico ed in presenza di un determinato sistema reagente catalizzano due reazioni consecutive che portano alla formazione di un prodotto colorato rilevabile in spettrofotometria. Il biosensore sviluppato ha permesso analisi in FIA estremamente riproducibili ma si è dimostrato instabile per lunghi periodi di esercizio
Edilizia religiosa e civile dell'età angioina e aragonese
La collana della Storia della Basilicata è nata con l’intento di avviare un processo di revisione critica delle vicende storiche, politiche, economiche, culturali ed artistiche della regione che hanno contribuito, nonostante la non uniforme caratterizzazione geografica, alla costituzione di una identità culturale, nella profonda articolazione della sua storia civile e religiosa. Il volume sul Medioevo, curato da Cosimo Damiano Fonseca, ridiscute criticamente la visione storica derivante dalle ispirazioni ideali del meridionalismo classico di Racioppi, articolandosi in un percorso che va dall’VIII al XV secolo attraverso uno sviluppo tematico e cronologico.
Una storia della Basilicata in età angioina e aragonese è impresa assai ardua tenendo presente una serie di fattori che hanno determinato nelle vicende della regione una situazione del tutto particolare. Innanzitutto manca una storiografia artistica che coniugando l’analisi dei monumenti alle fonti e alla storia dei restauri restituisca ai singoli episodi artistici il giusto ruolo nella Storia. Monumenti, fonti e restauri sono tre variabili indipendenti legate al passato di questa regione da sempre terra di frane, terremoti, ruberie, incurie che hanno portato ad una “perdita della memoria”, in un contesto che ogni qualvolta si analizza rivela dinamiche comuni a numerose altre aree culturali del Mezzogiorno.
Se l’interesse degli studi si è concentrato sugli episodi più caratterizzanti della regione, legati al periodo altomedievale e medievale (si pensi alla SS. Trinità di Venosa o alla cattedrale di Acerenza), invece man mano ci si avvicina al periodo angioino ed aragonese comincia a crearsi un vuoto in cui trovano spazio solo alcune voci solitarie di cultori locali, con i relativi meriti e demeriti.
In tale contesto bisogna riconoscere che il versante della pittura e della scultura risultano in questi ultimi anni più indagati e conosciuti, perché più ricchi, rispetto a quello dell’architettura, oggetto di questo contributo. Nell'ambito degli studi di storia dell’architettura molte e sostanziali sono state le trasformazioni di età moderna, anche a causa dei terremoti che da sempre hanno lacerato la regione giocando, come è facile immaginare, un ruolo centrale per la conservazione del patrimonio artistico. Un’esempio di questa situazione è la valle del Vulture, con l’eccezione di Rapolla, Atella e, nel periodo aragonese, di Venosa. L’analisi dell’edilizia sacra e civile non può prescindere dalla storia dei restauri, molto spesso vere e proprie ricostruzioni.
L’età angiona si caratterizza per il cospicuo numero di insediamenti francescni e domenicani. Tra le poche originali testimonianze quelle di Banzi, Tricarico, Miglionico, Genzano, Irsina per scendere poi verso valle, verso il mare, dove la città di Matera testimonia con le sue belle architetture e cicli d’affreschi una cultura di segno diverso, fortemente integrata ai territorio della Terra d’Otranto.
Il fiorire di questi episodi si diffonde con capillarità all’interno di singole realtà territoriali di proprietà di grandi feudatari legati alla corte angioina, come i Del Balzo ed i Sanseverino. Anche nell’età aragonese i due casi più significativi della regione sono dovuti a due grossi e potenti feudatari, Pirro del Balzo a Venosa, che trasforma l’antica città prima romana, poi benedettina in un territorio urbano fortificato, e Innico de Guevara, un nobile uomo d’armi catalano, il quale ricevuta in feudo Potenza nel 1445, insieme alle terre di Vignola, Anzi, Vietri e Rivisco, avviò un processo di profonda trasformazione urbana, mostrandosi attento e munifico committente nei confronti della chiesa locale. Alla sua morte, gli successe il figlio Antonio, Gran Siniscalco del Regno, come il padre, e conte di Potenza dal 1471 al 1514, completando quel processo di ammodernamento dell’immagine urbana ancora chiaramente leggibile, sia pure poco valorizzata
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