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Ora Compêndios, ora Livros Escolares, ora Livros Didáticos...sempre necessários na Geografia Escolar
Nossas primeiras conversas a respeito dos chamados compêndios, ora livros escolares, ora livros didáticos na geografia escolar, aconteceram na primavera de 2010 na Faculdade de Filosofia e Letras, da Universidade de Buenos Aires. Nas trocas de idéias, leituras de textos, indagações e perguntas buscávamos autores que ajudassem em novas interpretações das diferentes abordagens. Nesse ínterim aprendemos que escrever sobre os livros escolares é falar de um mundo diverso e delicado para se definir. Os artigos deste dossiê compartilham a preocupação por conhecer os modos nos quais os livros escolares intervêm no processo pelo qual aprendemos a olhar para alguns conteúdos escolares por meio dos compêndios, já que estes são vistos em muitos casos como os donos do saber. A discussão sobre o livro didático, além de permitir um leque de possibilidades, torna possível um alinhamento com outras áreas do conhecimento, como História, Antropologia, por exemplo. Pode-se pensar o livro didático do ponto de vista das diferentes linhas de pesquisa em que está inserido, do seu projeto editorial, de seu conjunto iconográfico, ou mesmo investigar as diferentes concepções da disciplina escolar que ele propaga, suas propostas didáticas e a adequação da linguagem utilizada ao público-alvo e sua faixa etária. Os livros escolares, como parte do discurso escolar, tornam-se uma fonte de pesquisa para a identificação e análise das rupturas e continuidades na Geografia escolar: nos conteúdos, nas suas formas de apresentação, na organização e sequências de ensino propostas, nos modos de olhar e nas atividades sugeridas, nos pressupostos epistemológicos. Acreditamos que cada um de estes artigos e também nos diálogos que os leitores estabeleceram entre eles abrirão novas perguntas para continuar pesquisando a produção, conteúdo e usos dos livros escolares, mas também a sua própria contribuição na produção e comunicação do conhecimento geográfico.Fil: Ferracini, Rosemberg. Universidade de Sao Paulo; BrasilFil: Hollman, Verónica Carolina. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas; Argentina. Universidad de Buenos Aires; Argentina. Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales; Argentin
Uma experiência de cartografia social: com o povo indígena apinajé do Estado Tocantins
The present monograph aims to report the importance of collective construction of maps and
models, as a form of information empowerment regarding the territory of traditional communities
or indigenous peoples. These peoples are often forgotten by the state, which ends up having their
essential rights denied and their lands invaded. Therefore as a way to help these people, I decided
to go deeper in this work, which made possible many more elements to contribute to the
formation of peoples. This work also aims to show the meaning of the land and its importance to
the Apinajés. Therefore, in general terms, it aims to demonstrate the social cartography in the
indigenous people Apinajé of the state of Tocantins.O presente artigo almeja relatar a importância da construção coletiva de mapas e maquetes, como
forma de empoderamento de informação a respeito do território de comunidades tradicionais ou
povos originários. Esses povos muitas das vezes são esquecidos pelo estado, o que acaba por
terem seus direitos essenciais negados e suas terras invadidas. Portanto como forma de ajudar
esse povo, que me decidir aprofundar nesse trabalho, o que possibilitou muito mais elementos
para contribuir com a formação dos povos. Esse trabalho almeja também, mostrar o significado
da terra e sua importância para os Apinajés. Por tanto, em termos gerais, objetiva-se demonstrar a
cartografia social no povo indígena Apinajé do estado do Tocantins
RESENHA: ÁFRICAS E SUAS RELAÇÕES DE GÊNERO, ORG. MARIANA BRACKS E FERNANDA CHAMARELLI. RIO DE JANEIRO: EDIÇÕES ÁFRICAS/ANCESTRE, 2019. 210 P. E-BOOK .
O livro aqui resenhando faz parte da publicação do Grupo de Pesquisa ÁFRICAS: SOCIEDADE, POLÍTICA E CULTURA, coordenado pelos professores doutores Silvio de Almeida Carvalho Filho (UFRJ) e Washington Santos Nascimento (UERJ), estando disponível em pdf no site https://grupoafricas.wixsite.com/site/edicoes-africas-lacamentos
A velha roupa colorida: Brasil e África na Geografia escolar
The present text has as objective to discuss the proximal curricular theories and the disparities practiced -Brazilian- with respect to the African continent. After ten years of conquest some themes were settled, others broken, few forgotten and many remain in school practices. We will present how some rapprochements of Brazil with the African continent that pass through the discussion in the teaching of the political discourse as the 'territorial policies', of economy via 'economic transactions', and by the culture with the human exchanges 'Africa-Brazil'. The significant point is to analyze that the colonial past has not ended, but rather has changed clothes and needs to be carefully analyzed in the teaching and learning practicesO presente texto tem como objetivo discutir as proximidades teóricas curriculares e as disparidades praticadas –brasilianas- com relação ao continente africano. Passados dez anos de conquista alguns temas foram sedimentados, outros rompidos, poucos esquecidos e muitos permanecem nas práticas escolares. Apresentaremos como algumas reaproximações do Brasil com o continente africano que passam pelo debate no ensino do discurso político como as ‘políticas territoriais’, de economia via ‘transações econômicas’, e pela cultura com as trocas humanas ‘África-Brasil’. O ponto significativo é analisar que o passado colonial não acabou, apenar trocou de roupagem e necessita ser analisado com cuidado nas práticas de ensino e aprendizagem
Legalidade territorial: a Capoeira Angola na Cidade de Goiás. DOI: 10.5212/TerraPlural.v.6i2.0003
O presente texto apresenta como o conjunto de ações ritualísticas angoleiras construiu sua territorialidade legalmente na Cidade de Goiás. Estudamos a escala do corpo como demarcação territorial do grupo na praça central Vilaboense composta por cantigas de louvação, danças, toques de instrumentos negros e mediações contra a opressão de grupos de comerciantes. A autonomia do território da roda é composta pela corporalidade do grupo, crenças fundantes da arte negra denominada capoeira Angola e pelo bispo local. Suas aparições semanais apresentaram uma identidade territorial que ultrapassou os integrantes do grupo que está relacionado com o universo múltiplo da sua religiosidade
A África na Geografia Escolar: algumas proposições
Com base na “perspectiva africanista interna”, apresentaremos algumas possibilidades de abordagens da África na Geografia escolar e acadêmica no processo de ensino e aprendizagem
Aprendendo Comsaúde, Ensinando Semdoença e Equidade Racial
In this paper we place a set of anti-racist scalar actions carried out by the institution Health, Development and Education Community (in Portuguese: Comunidade de Saúde, Desenvolvimento e Educação) in 2019 in the city of Porto Nacional, Tocantins, Brazil. The research methodology compares the data of the Brazilian Institute of Geography and Statistics with those of the authors of epidemiology, health geography, documental sources, informal interviews, and with the own reality of Porto Nacional. We noted that the activities of the Health, Development and Education Community take place in schools, kindergartens, hospitals, and health centers by articulating education and nutrition since its creation. We concluded that its community actors articulate a set of reparations for racial equality, bringing together social movements, health professionals, teachers, and artists. The connections of the Health, Development and Education Community go through food and sanitation, income, education level and birth rates, housing and nutrition.
KEYWORDS: health, education and anti-racist scales.
L'objectif de cet article est de contextualiser un ensemble d'actions scalaires antiracistes développées par l'institution Comunidade de Saúde, Desenvolvimento e Educação en l'an 2019 dans la ville de Porto Nacional, Tocantins. La méthodologie de recherche compare les données de l'Institut brésilien de géographie statistique avec celles des auteurs de l'épidémiologie, de la géographie de la santé, des sources documentaires, des entretiens informels et de la réalité de Porto. Il est à noter que les activités de la Communauté de santé, de développement et d'éducation se déroulent dans les écoles, les crèches, les hôpitaux et les postes de santé, liant éducation et nutrition depuis sa création. Il est conclu que ses acteurs articulent un ensemble de réparations pour l'équité raciale, en réunissant des mouvements sociaux, des professionnels de la santé, des enseignants et des artistes. Les liens de la communauté de la santé, du développement et de l'éducation comprennent l'alimentation et l'assainissement, les revenus, la scolarisation et la naissance, le logement et la nutrition.
MOTS-CLÉS: la santé, l'éducation et les échelles antiracistes.O objetivo deste artigo é contextualizar um conjunto de ações escalares antirracistas desenvolvidas pela instituição Comunidade de Saúde, Desenvolvimento e Educação no ano de 2019 no município de Porto Nacional, Tocantins. A metodologia de pesquisa confronta os dados do Instituto Brasileiro Geografia Estatística com os dos autores de epidemiologia, geografia da saúde, fontes documentais, entrevistas informais e com a realidade portuense. Nota-se que as atividades da Comunidade de Saúde, Desenvolvimento e Educação ocorrem em escolas, creches, hospitais e postos de saúde, amarrando educação e nutrição desde a sua criação. Conclui-se que seus atores articulam um conjunto de reparações em prol da equidade racial, reunindo movimentos sociais, profissionais da saúde, professores e artistas. As conexões da Comunidade de Saúde, Desenvolvimento e Educação passam por alimentação e saneamento, renda, escolaridade e natalidade, moradia e nutrição.
PALAVRAS-CHAVE: saúde, educação e escalas antirracistas
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
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