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Apontando os tópicos
Resenha de: BRITES, Blanca, TESSLER, Elida (organizadoras). O meio como ponto zero. Metodologia da pesquisa em artes plásticas. Porto Allegre: Editora da Universidade UFRGS,2002. O livro “O meio como ponto zero”, apresenta diferentes conceitos de pesquisadores na área das artes plásticas no âmbito universitário. Tecendo idéias, sugestões, conceitos a fim de articular a construção de um pensamento prático-teórico que envolve o artista- pesquisador. Nesse texto vou citar algumas colocações relevantes de alguns dos pesquisadores participantes.
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
VOCÊ ME DÁ A SUA PALAVRA? DO SILÊNCIO AO MURMÚRIO UTÓPICO DO ARTISTA
O presente texto apresenta a noção de autoria em um processo de criação artística cujo procedimento inclui a palavra escrita de forma anônima. A partir de um objeto comum como um prendedor de roupas de madeira, procuramos abordar as relações entre artes visuais e o cotidiano, incluindo reflexões acerca das aproximações entre a literatura e a arte contemporânea
Faço minhas as suas palavras: da apropriação à invenção de novos sentidos para a crítica na/da arte
"escrever sobre o escrever é o futuro do escrever
Word Work World: o universo da palavra dada
This text, accompanied by a short visual essay, aims to present an artistic proposition entitled “Do you give me your word?”. In this context, I intend to establish relations between the artist and the spectator, when he is a participant in the work. “Do you give me your word?” is a work started by me in 2004 in the city of Macapá (AP / Brazil) and has been developing as a work in progress, hence forth renamed word in process, which includes its developmentsin recent years, such as installations, artist’s books and written narratives. The procedure I have been keeping is simple: I ask for the word, requesting it to be written on a wooden clothespin in the speaker’s mothertongue. The Word is given and gives rise to
open writing. The line of the clothesline is the line of one anonymous poem, na contour of a probable horizon, verse and reverse of every Day manuscript. Here arises the attribute of choice: one word among as many as possible, where a signifiers lips from hand to hand. I have been asking for those who I come across in the most common and diverse situations of everyday life. These people make life a delicate thread that supports the imagination to each of us.
Article by invitationEste texto, acompanhado por um pequeno ensaio visual, visa apresentar uma proposição artística intitulada “Você me dá a sua palavra?”. Neste contexto, pretendo estabelecer relações entre o artista e o espectador, quando este é participante da obra. “Você me dá a sua palavra?” é um trabalho iniciado por mim em 2004 na cidade de Macapá (AP/Brasil) e vem se desenvolvendo como um work in progress, de agora em diante renomeado word in process, o que inclui seus desdobramentos nos últimos anos, como instalações, livros de artistas e narrativas escritas. O procedimento que venho mantendo é simples: peço a palavra, solicitando que esta seja escrita em um prendedor de roupas de madeira, na língua materna do interlocutor. A palavra é dada e origina uma escrita aberta. O fio do varal é a linha do poema anônimo, contorno de um horizonte provável, verso e reverso do cotidiano manuscrito. Surge aqui o atributo da escolha: uma palavra entre tantas possíveis, onde um significante escorrega de mão para mão. Venho pedindo a palavra àqueles com quem me deparo nas mais comuns e diversas situações do dia-a-dia. Estas pessoas fazem da vida um delicado fio que sustenta o imaginário de cada um de nós.
Artigo por convit
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