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    Propagação vegetativa de tabebuia Aurea (Silva Manso) Benth. & Hook. F. Ex. S. Moore pela Miniestaquia

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    MonografiaNão possuiO presente estudo teve como objetivo avaliar a miniestaquia como metodologia de propagação vegetativa para a espécie Tabebuia aurea (silva manso) benth. & hook. f. ex. s. moore, de nome popular Craibeira. Os experimentos foram desenvolvidos na Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA). Foi adotado o sistema de minijardim na sobrevivência das minicepas e na produção das miniestacas, avaliando nesses o efeito do ácido Indolbutirico (AIB), tipos de substratos, e a redução foliar. Foram testadas quatro doses do ácido Indolbutirico (0, 2000, 4000 e 6000 mg.L-1); três tipos de substrato (100% de fibra de coco; 50% de fibra de coco e 50% de composto orgânico comercial; 100% de composto orgânico comercial); Já para redução foliar foram aplicadas quatro percentagens (0, 50, 75 e 100%). Os tratamentos conduzidos apresentaram três repetições e dez plantas por parcelas e foram avaliados em delineamento estatístico em blocos inteiramente casualizados. Os resultados estatísticos foram obtidos a partir do software SISVAR® (teste de Tukey a 5% de probabilidade). O tempo de enraizamento, de 40 dias foi suficiente para mais de 50% das miniestacas enraizarem. Quanto as doses de AIB testadas, não foram observadas diferenças estatísticas, indicando que a Craibeira apresenta um balanço endógeno de citocinina e auxina suficiente para induzir o enraizamento. Quanto aos substratos, nas miniestacas apicais o tratamento constituído apenas por composto orgânico comercial apresentou menor desempenho para a característica número de raízes (4,66) e comprimento médio radicular (6,75). Comportamento semelhante foi observado para as miniestacas intermediárias, entretanto, apenas para a característica número de raízes (4,94). Já para a redução foliar, não existiram diferenças estatísticas para as percentagens testadas. Constatou-se eficiência do sistema de minijardim na sobrevivência das minicepas e produção de miniestacas de Craibeira. Recomenda-se o uso de fibra de coco na produção de mudas de Craibeira a partir da miniestaquia. A redução foliar, assim como o uso de AIB, não são necessários na produção de mudas de Craibeira a partir da miniestaquiaTrabalho não financiado por agência de fomento, ou autofinanciad

    Potamotrygon marquesi Silva & Loboda 2019

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    Potamotrygon marquesi Silva & Loboda, 2019 Holotype: MZUSP 117790; adult female, 226 mm DW (approximately the same DW as cited in Silva & Loboda, 2019); (Fig. 14); Rio Tarauacá, municipality of Tarauacá, Acre State, Brazil, 8º4’5.88”S, 70º43’4.8”W; depth not listed; F. P. L. Marques et al.; July 2006. Notes: Ventral skin removed. Right lateral line canals with black ink dots for drawings on original publications. Field no. AC 06-106. Paratypes: MZUSP 117787: AC 06-95; one adult male, 216 mm DW (approximately the same DW as cited in Silva & Loboda, 2019); Rio Tarauacá, municipality of Tarauacá, Acre State, Brazil, 8º4’5.88”S, 70º43’4.8”W; depth not listed; F.P.L. Marques et al.; July 2006. Notes: Cut between gill openings. Cut on right portion abdomen. MZUSP 117795: AC 06-92; one adult male, 207 mm DW (approximately the same DW as cited in Silva & Loboda, 2019); Rio Tarauacá, municipality of Tarauacá, Acre State, Brazil, 8º4’5.88”S, 70º43’4.8”W; depth: not listed; Collection date: F. P. L. Marques et al.; July 2006. Notes: Cut between gill openings; cut on right portion of abdomen. MZUSP 117798: AC 06-107; one adult female, 244 mm DW (approximately the same DW as cited in Silva & Loboda, 2019); Rio Tarauacá, municipality of Tarauacá, Acre State, Brazil, 8º4’5.88”S, 70º43’4.8”W; depth not listed; F. P. L. Marques et al.; July 2006. Notes: Cut on right portion of abdomen.Published as part of Lima, Arthur De, Loboda, Thiago Silva, Gianeti, Michel Donato, Silva, João Paulo Capretz Batista Da & Pinna, Mario De, 2023, Type specimens of Elasmobranchii in the Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP), pp. 301-332 in Zootaxa 5296 (3) on page 318, DOI: 10.11646/zootaxa.5296.3.1, http://zenodo.org/record/798382

    Evidence for the decay B0→J/ψω and measurement of the relative branching fractions of meson decays to J/ψη and J/ψη′

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    First evidence of the B 0 → J / ψ ω decay is found and the B s 0 → J / ψ η and B s 0 → J / ψ η ′ decays are studied using a dataset corresponding to an integrated luminosity of 1.0 fb -1 collected by the LHCb experiment in proton-proton collisions at a centre-of-mass energy of sqrt(s) = 7 TeV. The branching fractions of these decays are measured relative to that of the B 0 → J / ψ ρ 0 decay:frac(B (B 0 → J / ψ ω), B (B 0 → J / ψ ρ 0)) = 0.89 ± 0.19 (stat) - 0.13 + 0.07 (syst),frac(B (B s 0 → J / ψ η), B (B 0 → J / ψ ρ 0)) = 14.0 ± 1.2 (stat) - 1.5 + 1.1 (syst) - 1.0 + 1.1 (frac(f d, f s)),frac(B (B s 0 → J / ψ η ′), B (B 0 → J / ψ ρ 0)) = 12.7 ± 1.1 (stat) - 1.3 + 0.5 (syst) - 0.9 + 1.0 (frac(f d, f s)), where the last uncertainty is due to the knowledge of f d / f s, the ratio of b-quark hadronization factors that accounts for the different production rate of B 0 and B s 0 mesons. The ratio of the branching fractions of B s 0 → J / ψ η ′ and B s 0 → J / ψ η decays is measured to befrac(B (B s 0 → J / ψ η ′), B (B s 0 → J / ψ η)) = 0.90 ± 0.09 (stat) - 0.02 + 0.06 (syst)

    Mirador Martins, Santos-Silva, Galileo

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    Mirador Martins, Santos-Silva, Galileo & Limeira-de-Oliveira, 1998 bravoi Nascimento & Santos-Silva, 2018: 5, Figs 5–9 Holotype: ♂, BRAZIL, Bahia: Iaçu (“Fazenda Sossego; 12°43’29.3”S / 40°11’13.9”W, 240 m ”), 6. xii.2013, J. R. Carvalho, F. Bravo, E. Menezes & F.E. Nascimento leg.Published as part of Ferreira, André Da Silva, Araújo, Maíra Xavier, Vilarinho, Naiara Thaís, Silva-Neto, Alberto Moreira Da & Bravo, Freddy, 2020, Catalogue of type specimens of Insecta (Arthropoda: Hexapoda) deposited in the entomological collection of the Museum of Zoology of Universidade Estadual de Feira de Santana, Brazil, pp. 501-546 in Zootaxa 4728 (4) on page 509, DOI: 10.11646/zootaxa.4728.4.10, http://zenodo.org/record/362654

    Enna trivittata Silva & Lise 2009

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    Enna trivittata Silva & Lise, 2009 Enna trivittata Silva & Lise, 2009 b: 49, figs 1, 5– 7, female holotype from Fazenda Santa Maria do Meio, São Pedro, São Paulo, Brazil [22 ° 33 ’S, 47 ° 57 ’W], 29.V. 2001, R. M. C. Castro (IBSP 57336) (examined). New record. PERU, Madre de Dios: 15 km E from Puerto Maldonado [12 ° 33 ’S, 69 °03’W], elevation 200m, 1 Ƥ, 19.VII. 1989, D. Silva (MUSM 50055). Distribution. Peru and Brazil.Published as part of Cruz, Estevam L., Silva, Da, Viquez, Carlos & Lise, Arno A., 2012, On the Neotropical spider genera Enna O. Pickard-Cambridge, 1897 and Syntrechalea F. O. Pickard-Cambridge, 1902 (Araneae, Lycosoidea, Trechaleidae): descriptions, taxonomic notes and new records, pp. 55-62 in Zootaxa 3334 on page 60, DOI: 10.5281/zenodo.28129

    Scybalocanthon korasakiae Silva 2011

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    1. S. korasakiae Silva, 2011 New material examined (apart from those mentioned by Silva 2011). Non-type material. BRAZIL: MINAS GERAIS: Conceição dos Ouros, Rio Sapucaí, [45°45'50"W, 22°25'22"S], 25-28.II.1995, pitfall hum. faeces, G.P. Almeida (2 CEMT); Cordisburgo, Fazenda Pontinha, [44°19'22"W, 19°07'22"S], XII.1997, F. Vaz-de-Mello (1 CEMT); Igarapé, [44°17'59"W, 20°04'16"S], 3.I.1995, W.W. Koller (1 CEMT); Lavras, Mata do Capivari, (44°16'57"W, 21°16'25"S), XII.2001, G. Schiffler (1 CEMT); SÃO PAULO: Campos do Jordão, [45°35'46"W, 22°44'36"S], X.2002, G.P. Almeida (1 CEMT). Distribution. S. korasakiae is distributed in the areas of Atlantic forest in the continental slope of Mantiqueira mountain range and other areas of forest inside Cerrado dominion but related to Atlantic tributaries (Fig. 3).Published as part of Vaz-De-Mello, Fernando Z. & Silva, Fernando A. B., 2017, A new species of the genus Scybalocanthon (Coleoptera, Scarabaeidae, Scarabaeinae) from the Atlantic rainforest, with an identification key to the species from South America south of the Amazon basin, pp. 142-146 in Zootaxa 4300 (1) on page 145, DOI: 10.11646/zootaxa.4300.1.9, http://zenodo.org/record/83722

    Potamotrygon tatianae Silva & Carvalho 2011

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    <i>Potamotrygon tatianae</i> Silva & Carvalho, 2011 <p> <b>Holotype:</b> MZUSP 107673; adult male, 343 mm DW (approximately the same DW as cited in Silva & Carvalho, 2011) (Fig. 17); Rio Madre de Díos, municipal district of Boca Manu, upper Amazon basin, Madre de Dios State, Peru, 12°40’S, 71°04’06”W; depth not listed; F. B. Reyda; 15 Jan 2002.</p> <p>Notes: Field no. PU-23.</p> <p> <b>Paratypes:</b> MZUSP 107667: PU-07; one adult male, 362 mm DW; Rio Madre de Díos, municipal district of Boca Manu, upper Amazon basin, Madre de Dios State, Peru, 12°40’S, 71°04’06”W; depth not listed; F. B. Reyda; 27 May 2001.</p> <p> <b>Notes:</b> Specimen donated to MUSM. DW provided here cited on Silva & Carvalho, 2011.</p> <p>MZUSP 107668: PU-13; one preadult female, 262 mm DW (approximately the same DW as cited in Silva & Carvalho, 2011); Rio Madre de Díos, municipal district of Boca Manu, upper Amazon basin, Madre de Dios State, Peru, 12°40’S, 71°04’06”W; depth not listed; F. B. Reyda; 30 May 2001.</p> <p> <b>Notes:</b> Digestive tract removed.</p>Published as part of <i>Lima, Arthur De, Loboda, Thiago Silva, Gianeti, Michel Donato, Silva, João Paulo Capretz Batista Da & Pinna, Mario De, 2023, Type specimens of Elasmobranchii in the Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP), pp. 301-332 in Zootaxa 5296 (3)</i> on pages 321-322, DOI: 10.11646/zootaxa.5296.3.1, <a href="http://zenodo.org/record/7983829">http://zenodo.org/record/7983829</a&gt

    APC/C and SCFcyclin F Constitute a Reciprocal Feedback Circuit Controlling S-Phase Entry

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    SummaryThe anaphase promoting complex/cyclosome (APC/C) is an ubiquitin ligase and core component of the cell-cycle oscillator. During G1 phase, APC/C binds to its substrate receptor Cdh1 and APC/CCdh1 plays an important role in restricting S-phase entry and maintaining genome integrity. We describe a reciprocal feedback circuit between APC/C and a second ubiquitin ligase, the SCF (Skp1-Cul1-F box). We show that cyclin F, a cell-cycle-regulated substrate receptor (F-box protein) for the SCF, is targeted for degradation by APC/C. Furthermore, we establish that Cdh1 is itself a substrate of SCFcyclin F. Cyclin F loss impairs Cdh1 degradation and delays S-phase entry, and this delay is reversed by simultaneous removal of Cdh1. These data indicate that the coordinated, temporal ordering of cyclin F and Cdh1 degradation, organized in a double-negative feedback loop, represents a fundamental aspect of cell-cycle control. This mutual antagonism could be a feature of other oscillating systems

    Maturation of seeds of craibeira [Tabebuia aurea (Silva Manso) Benth. & Hook. f. ex S. Moore]

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    Tabebuia aurea (Silva Manso) Benth. & Hook. f. ex S. Moore, better known in the Northeast as craibeira, has fruit of the dehiscence type, occurring the natural dispersion of the seeds by the wind, making it difficult to harvest. Thus, studies involving the physiological maturity of the seeds are necessary to assist in the best harvesting season, thus obtaining seeds in maximum quantity and quality. The objective of this study was to evaluate the maturation of seeds of the craibeira, through physical, biochemical and physiological indexes to aid in the scheduling of these seeds. For this, 200 fruits were harvested on approximately twenty trees located in the municipality of Mossoró-RN, in September 2016, classified in three stages of maturation according to the epicarp color: dark green (stage I), light green (stage II) and beige (stage III). Part of the fruits and seeds harvested were initially evaluated for physical characteristics of length, width and weight of fruits, length, width and thickness of the seeds, weight of one thousand seeds, degree of humidity, as well as biochemical characteristics of electrical conductivity and chemical composition of the seeds. The remaining fruits remained in plastic trays covered with filo sacks, in post-harvest repose for 0, 5, 10 and 15 days in environmental conditions (30 °C, 45% RH), being evaluated in each period the degree of humidity and physiological characteristics of germination, germination speed index, mean germination time, root length, shoot length and dry mass of seedlings. Thus, the experimental design was completely randomized in a 3 x 4 factorial scheme (maturation stages x rest periods), with four replicates of 50 seeds. The physical and biochemical indexes can be used as indicators of the maturation of seeds, except fruit length, seed thickness, electrical conductivity and protein content. Seeds harvested at stage I require a post-harvest rest period of at least five days to complete the maturation process and reach maximum quality, however it still presents a high degree of humidity, post-harvest rest of 15 days aiming the storage of the seeds. Seeds harvested from stage II probably had already reached physiological maturity, since they already presented maximum germination and vigor in the newly harvested seeds, but also required post-harvest rest of 15 days in the environmental conditions of this study, for reduction degree of moisture, without compromising seed quality. Postharvest rest after five days impaired the physiological quality of the seed of the craibeira harvested at stage IIITabebuia aurea (Silva Manso) Benth. & Hook. f. ex S. Moore, mais conhecida no Nordeste como craibeira, possui fruto do tipo deiscente, onde ocorre a dispersão natural das sementes pelo vento, dificultando sua colheita. Dessa forma, estudos envolvendo a maturidade fisiológica das sementes são necessários para auxiliar na melhor época de colheita, obtendo sementes em máxima quantidade e qualidade. Diante disto, objetivou-se avaliar a qualidade de sementes de craibeira por meio de índices de maturação físicos, fisiológicos e bioquímicos para auxiliar na programação de colheita destas sementes. Para isso, foram colhidos em média 200 frutos em aproximadamente vinte árvores situadas no município de Mossoró, RN, no mês de setembro de 2016, classificados em três estádios de maturação de acordo com a coloração do epicarpo em: verde-escuro (estádio I), verde-claro (estádio II) e bege (estádio III). A pesquisa foi realizada em dois ensaios experimentais, onde no primeiro ensaio 100 frutos e 100 sementes recém-colhidas foram avaliados inicialmente com relação a características físicas de comprimento, largura e peso dos frutos, comprimento, largura e espessura das sementes, peso de mil sementes, grau de umidade, além de características bioquímicas de condutividade elétrica e composição química das sementes. Para isso, utilizou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado simples, com quatro repetições de 50 sementes. Os demais frutos permaneceram em bandejas plásticas cobertos com saco de filó, em repouso pós-colheita por 0, 5, 10 e 15 dias em condições ambientais (30 °C, 45% U.R), sendo avaliado em cada período o grau de umidade e características fisiológicas de germinação, índice de velocidade de germinação, tempo médio de germinação, comprimento de raiz, comprimento da parte aérea e massa seca de plântulas. Com isso, trabalhou-se com o delineamento experimental inteiramente casualizado em esquema fatorial 3 x 4 (estádios de maturação x tempos de repouso), com quatro repetições de 50 sementes. Os índices físicos e bioquímicos podem ser utilizados como indicadores da maturação em sementes de craibeira, com exceção do comprimento dos frutos, espessura das sementes, condutividade elétrica e teor de proteínas. As sementes colhidas nos estádios I, II e III necessitam de um período de repouso pós-colheita de no mínimo cinco, quinze e cinco dias, respectivamente, para completar o processo de maturação, atingindo sua máxima qualidade fisiológicaCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPE
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