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    Crise, documentário e representação: uma análise do filme “Capitalismo: uma história de amor”, de Michael Moore

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    TCC (Graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Socioeconômico. Curso de Administração.Crises econômicas não se limitam aos aspectos financeiros, afetam a vida de muitos cidadãos despertando nestes o questionamento acerca do próprio sistema econômico. Neste sentido Michael Moore procura fazer uma análise do sistema capitalista em seu filme: “Capitalismo: Uma História de Amor” (2009), tendo como âncora a crise americana de 2008. Filmes documentários possuem certa intenção de verossimilhança com o real, informando e despertando seus espectadores para a reflexão acerca do tema. Desta forma, constituem-se como uma forma de representação da realidade social do sujeito que o produz. Este trabalho, de caráter descritivo, busca identificar uma “visão de mundo” do diretor Michael Moore a partir de seu filme, fazendo aporte a teoria das representações sociais de Moscovici. Desta forma, foram levantadas 4 categorias de análise, a saber: capitalismo, crise de 2008, comportamento das organizações (casos de fraudes, escândalos) e Wall Street. Ao final, há indícios uma “visão de mundo” de Moore, que seria perpassada por elementos que fogem as categorizações da pesquisa, estando presentes em todas elas. Como sua a ideia de igualdade e justiça; a face inescrupulosa das organizações e de certos conglomerados como Wall Street

    O paradoxo de Moore e a declaração: consequências do choque de acessos de primeira e terceira pessoas

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Humanas. Programa de Pós-graduação em FilosofiaNeste trabalho, defendemos uma proposta de solução alternativa ao Paradoxo de Moore (PM). Para isso, no primeiro capítulo, após apresentarmos o PM em sua caracterização mais geral, estabelecemos um conjunto de condições que julgamos necessário para uma análise do problema. Com essas condições, pretendemos analisar diferentes soluções encontradas na literatura sobre o problema, criticando-as. No segundo capítulo, procuramos rejeitar aquelas que denominamos 'soluções assercionistas' ao PM, mostrando que discutir o problema em cenários que recorrem a teorias de atos de fala é improdutivo. No terceiro capítulo, a crítica recai sobre soluções que identificamos como 'mentalistas'; procuramos identificar que não são soluções produtivas ao PM, principalmente por necessitarem defender princípios doxásticos e epistêmicos demasiado 'fortes' em suas tentativas de garantir a racionalidade epistêmica. No quarto capítulo, mudamos a rota de investigação. Nossa crítica recai sobre um tipo de solução witgensteiniana ao PM, cuja característica geral é identificar as sentenças Moore-paradoxais como 'contradições disfarçadas'. Procuramos apontar uma lacuna presente neste tipo de análise, o que torna as referidas soluções vulneráveis à crítica. No quinto e último capítulo, defendemos uma proposta de solução a partir de R. Moran, para quem, ao reler certas passagens das Investigações Filosóficas de Wittgenstein, as sentenças Moore-paradoxais revelam um choque de acessos de primeira e terceira pessoas. Defendemos que esse choque de perspectivas faz com que as pessoas, em estado akrático (akrasia epistêmica) comprometam as suas participações racionais em determinados jogos de linguagem. Por fim, com essa leitura em vista, procuramos responder as condições de análise que propusemos no início do trabalho

    O Fim está próximo: poder, tensão e nostalgia na visão da Guerra Fria a partir de Watchmen

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História, Florianópolis, 2011A presente dissertação procura estabelecer uma relação da História em Quadrinhos Watchmen, escrita por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons, com o contexto na qual ela foi produzida, mais precisamente os anos 1980 e a Guerra Fria. Primeiramente é realizada uma abordagem geral dos temas-base nos quais a pesquisa irá se apoiar, como os conceitos de História em Quadrinhos, a Guerra Fria e seus reflexos na produção cultural da época. Em seguida, são abordados os elementos da linguagem dos quadrinhos, inserindo-os no contexto da Indústria Cultural. Finalmente, parte-se para a análise da obra e suas relações com o contexto, primeiramente com foco nas narrativas de poder presentes em Watchmen e suas relações com a Guerra Fria, como a superioridade estadunidense, o neoliberalismo e os conflitos entre EUA e URSS, e depois, focando no sentimento e no imaginário de época, indo da corrida armamentista até o medo e tensão provocados pela possibilidade de um holocausto nuclear.The present thesis tries to establish a relation of the comic book Watchmen, written by Alan Moore and drawn by Dave Gibbons, with the context in which it was produced, more precisely the 1980 years and the Cold War. Firstly there is carried out a general approach of the subjects-bases in which the inquiry will be going to support, like the concepts of Comic Books, the Cold War and his reflexes in the cultural production of the time. Next, broach some elements of the language of the comics, trying to insert in the context of the Cultural Industry. Finally, it goes to the analysis of the work and his relations with the context, firstly with focus in the narratives of power in Watchmen and his relations with the Cold War, like the North American superiority, the neoliberalism and the conflicts between USA and USSR, and then, focusing the feeling and in the imaginary of time, going of the arms race up to the fear and tension provoked by the possibility of a nuclear holocaust

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    Entrevista com Denny Moore (DM) por Luciana Storto (LS)

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    Denny Moore (Dennis Albert Moore) is a North American linguist based in Brazil who works on the description and analysis of Gavião (an indigenous language of the Mondé branch of the Tupian Family) and who dedicated his career to the institutional development of the area of indigenous linguistics at the Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) in Belém, Pará, as well as to economic and educational projects for indigenous peoples. Denny has contributed, still, to the development of human resources by advising and helping 23 students to graduate in indigenous linguistics at Masters and PhD levels. He came from the United States during his Ph.D. and lived among the Gavião people of Rondonia for two and a half years until he learned their language and concluded his Ph.D, which is a formal analysis of the grammar of the Gavião language, in 1984. After his Ph.D., he decided to settle in Brazil and contribute to the scientific and institutional development of the area of linguistics. In this informal conversation with Luciana Storto, one of the linguists he advised as a junior researcher in linguistics at the MPEG and helped during her post-graduate studies in the 1990s, he tells us how he became interested in doing research in indigenous linguistics and how his career developed since then until now.Denny Moore (Dennis Albert Moore) é um linguista norte-americano radicado no Brasil que trabalha com a descrição e análise de Gavião (uma língua indígena do ramo Mondé da família Tupi) e que dedicou sua carreira ao desenvolvimento institucional da área de linguística indígena do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG)em Belém, Pará, bem como a projetos econômicos e educacionais junto a povos indígenas. Denny contribuiu, ainda, para a formação de recursos humanos ao orientar e ajudar 23 alunos a se formarem em nível de pós-graduação em linguística indígena. Ele veio dos Estados Unidos durante seu doutorado e viveu entre os recém-contactados Gavião de Rondônia por dois anos e meio até aprender a falar a língua e concluir seu doutorado, que é uma análise formal da gramática da língua Gavião, em 1984. Depois do doutorado, decidiu viver no Brasil e contribuir para o desenvolvimento científico e institucional da área de linguística. Nesta conversa informal com Luciana Storto, uma das linguistas que orientou no estágio em linguística do MPEG e ajudou a formar na década de 1990, ele conta como se interessou pela pesquisa em linguística indígena e do rumo que tomou a sua carreira desde então até os dias atuais

    Depois da última página: intertextualidade entre hqs e literatura na graphic novel a liga extraordinária

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2013Abstract: The current work proposes a deeper analysis of the first volume of The League of Extraordinary Gentlemen graphic novel (1999), a comic book series written by the British Alan Moore and illustrated by Kevin O?Neill, which narrates a story led by a heroes? team composed by literary characters from the 19th century. Based on the literary concepts of dialogism and intertextuality presented by Mikhail Bakhtin and Julia Kristeva respectively and Gérard Genette?s similar analytical categories, this study analyses how the authors elaborated a dense and complex ficcional universe where intertextual relations are not just a resource recurrently employed, but the proper leitmotiv of the literary work, impregnating it in all levels. Since the option elected for the comic books visual-verbal language and for the traditional superheroes genre, it has been analysed how the authors selected literary books from the end of the 19th century and the beginning of the 20th century amongst popular adventure, horror, and science-fiction novels and, following that, how they redesigned selected characters and elements in order to integrate them in a coherent plot novel. It is found that the main characters explored are not merely juxtaposed except that they were hipertextualy redesigned, each one being constituted not only by other texts quotes but also in intertextual relation with the original literary works, promoting permanencies and ruptures settled by other intertextual relations with the superheroes comic books, and with specific social roles the authors criticize

    Paisagens do Medo em ‘A Linha da Selva’ (1985) de Alan Moore

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    he objective of this monograph is to analyze the construction of terror in the story "The Jungle Line", 1985, written by Alan Moore and drawn by Rick Veich, understanding the ways in which the British author created the sensation of fear and terror in his narrative, using among other elements, the place and the space. As a theoretical base, we will use the definitions of terror by authors contemporary to Moore, such as Stephen King and Noell Carroll, as well as the work of topophobia by researcher Yi-Fu Tuan (2005), through a content analysis, identifying which choices Moore made to construct terror in his story and how they converge with Tuan's work.O objetivo da presente monografia se encontra em analisar a construção do terror na história “A linha da selva”, de 1985, escrita por Alan Moore e desenhada por Rick Veich, entendendo as formas pelas quais o autor britânico criou a sensação de medo e terror em sua narrativa, utilizando entre outros elementos, o lugar e o espaço. Como base teoria, usaremos as definições de terror de autores contemporâneos a Moore, como Stephen King e Noell Carroll, assim como o trabalho de topofobia do pesquisador Yi-Fu Tuan (2005), através de uma análise de conteúdo, por meio da análise conteúdo, identificando quais as escolhas realizadas por Moore para construir o terror em sua história e como elas convergem com o trabalho de Tuan

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