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    Editorial

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    Muito se tem alarmado sobre o futuro da educação no âmbito mundial. Teorias são tecidas sob a forma de não mais limitar padrões de conhecimento. Essa postura tem fornecido fundamentação para o discurso da interdisciplinaridade. No Brasil, as iniciativas em relação ao caráter da educação em questão é uma prática estruturada nos PCN’s no qual orienta que reorganização curricular seja determinada em áreas de conhecimento, estruturada pelos princípios pedagógicos da interdisciplinaridade, da contextualização da identidade, da diversidade e autonomia visando, sobretudo, proporcionar uma influência mútua entre as áreas curriculares e a contextualização do saber. O que podemos refletir sobre essa prática

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    O argumento contratualista moderno de Hobbes e a perspectiva contratualista contemporânea de Rawls: Hobbes ‘modern contractualist argument and Rawls’ contemporary contractualist perspective

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    O objetivo do artigo consiste evidenciar, com base numa análise dos elementos fundamentais do contratualismo clássico e contemporâneo e, portanto, de Hobbes e Rawls, os elementos constitutivos da argumentação contratualista em ambos os filósofos em questão. Em virtude dessa perspectiva, privilegia-se uma discussão que pressupõe um percurso argumentativo pelo qual seja possível ressaltar determinações peculiares que sirvam respectivamente como marco teórico de uma possível comparação entre os modelos de contratualismo

    O contratualismo contemporâneo de Rawls e o contratualismo moderno: A justificação como “princípio de homogeinização”

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    O objetivo desse artigo consiste em demonstrar o elemento da justificação como problema central na constituição argumentativa do contratualismo moderno e contemporâneo. Nesses termos, busca-se examinar o elemento em questão de modo a verificar o seu funcionamento teórico como “princípio de homogeneização” entre as duas vertentes.  Trata-se, portanto, de conceber determinadas particularidades entre ambas as vertentes do argumento que evidencie a possibilidade de conceber no âmbito da argumentação a utilização sistematizada da categoria da justificação para fundamentar determinados princípios que, consequentemente, sustentam a utilização do argumento do contrato em ambas vertentes desse argumento

    Níveis e articulações do argumento contratualista de Hobbes

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    Em muitos casos, a argumentação contratualista de Hobbes é descrita de forma superficial e generalizada, ou seja, sem atentar para os níveis e articulações que envolvem o seu discurso. Este tipo de exposição torna-se absolutamente falha ao descaracterizar o cerne do empreendimento teórico-político do filósofo, pois sinaliza para distorções interpretativas a respeito do que ele verdadeiramente pretende fundamentar. Baseado neste aspecto, este artigo propõe discutir as nuances e tramas que constituem o argumento contratualista hobbesiano a fim de explicitar que a base deste argumento está intimamente relacionada às noções de deliberação e vontade e, por outro lado, à de transferência e autorização e como, por intermédio, destes dois últimos é possível demonstrar a estreita relação de “dependência e necessidade’ entre o artifício (Commonwealth) e seus construtores (artifex) que justifica o sentido e as ações do poder soberano

    Representação e autoridade política em Hobbes: justificação e sentido do poder soberano

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    The aim of this paper is to examine the notions of representation and authority in Hobbes�s argument. These notions are important to the understanding of how the sovereign acts in relation to its members. Thus, demystifies itself to the interpretation which highlights the political state proposed by the philosopher is contrary to individual rights.O objetivo desse artigo consiste em analisar as noções de representação e autoridade presente no argumento contratualista de Hobbes. Essas noções são fundamentais para o entendimento do modo como o poder soberano age em relação aos membros que o constitui. Assim, desmitifica-se a interpretação no qual evidencia o Estado político proposto pelo filósofo em questão contrário aos direitos individuais

    EDITORIAL: A arte de viver na Pós-modernidade

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    Na atualidade, na concepção de Bauman, a referência para toda a ação moral está irremediavelmente baseada nas concepções do “direito natural racional” que, segundo ele, em vez de proclamar e reafirmar a autonomia do indivíduo perante as normas das instituições parece reforçar ainda mais a sua dependência de parâmetros externos provenientes de outras fontes, assim impossibilitando a reflexão e a decisão própria do sujeito moral

    Razão e Historicidade em Hegel

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    A relação entre razão e história é uma temática comum no pensamento de Hegel. Para pensar essa relação, o presente artigo pretende expor o desenvolvimento da razão na história. Baseado nesse aspecto discute-se, sobretudo, o modo pelo qual o filósofo determina os pressupostos fundamentais do desenvolvimento do espírito no mundo. Cabe, portanto, a esse desenvolvimento a tarefa de explicitar a relação entre filosofia e história através auto compreensão racional mediada por uma sistematização filosófica
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