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    Maria Eduarda Mota Rocha (Org). Bourdieu à Brasileira

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    Resenha do livro organizado por Maria Eduarda Mota Rocha, Bourdieu à Brasileira, Rio de Janeiro, Confraria do Vento, 2022.Book review: Bourdieu à Brasileira, Rio de Janeiro, Confraria do Vento, 2022, ed. by Maria Eduarda Mota Rocha

    O processo de transmutação de Maria Eduarda em Os Maias: da literatura à adaptação televisiva

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    Neste trabalho, investigamos a construção da personagem Maria Eduarda no romance Os Maias (1888), do escritor português Eça de Queirós, e na minissérie homônima, exibida pela primeira vez em 2001 pela Rede Globo de Televisão. Para isso, inicialmente, analisamos a estética do movimento literário ao qual o livro pertence, a fim de compreender a abordagem estilística do autor e, assim, avaliar a personagem em seus requisitos físicos e psicológicos. Sob essa perspectiva, abordamos conceitos relacionados à construção de personagens e os pressupostos da adaptação, recorrendo às teorias de Moisés (2013), Aguiar e Silva (1988, 2004), Brait (2017), Candido (2007) e Hutcheon (2013). A partir de uma metodologia crítico-interpretativa, consideramos as particularidades da personagem e as alterações necessárias no romance durante o processo adaptativo. Assim, exploramos a relação entre literatura e cinema, especialmente no contexto da televisão, evidenciando como essas duas formas de arte dialogam na transmutação de textos literários para o formato audiovisual

    O corpo-abismo: representação imagética de Maria Eduarda de Os Maias

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    O presente artigo visa problematizar a representação imagética da personagem Maria Eduarda da minissérie Os Maias, uma (re)leitura imagética, baseada no romance homônimo de Eça de Queiroz (1888). O ponto de partida do estudo é a investigação da caracterização da personagem Maria Eduarda na narrativa visual (minissérie). O estudo será conduzido a partir das seguintes perguntas: Como Maria Eduarda é representada na minissérie? O que há por trás das escolhas na composição das imagens (figurino) dessa personagem? O que a corporeidade de Maria Eduarda expressa? Como se estabelece a relação entre corpo, poder e silêncio

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA, LETRAMENTO CIENTÍFICO E AÇÕES EDUCACIONAIS: UMA ENTREVISTA COM A PROFESSORA MARIA EDUARDA GIERING

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    Entrevista com a professora Maria Eduarda Giering, do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da Unisinos

    Quem tem medo de gente?

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    Imagens do espetáculo: Quem tem medo de gente?, com direção de: Fabiana Lazzari e Maria Eduarda Schapp

    Artigo | Estudante de Arquivologia, Daiane Maciel Matias destaca a importância do relato oral de Naiara Silveira, filha do ativista, para humanizar os eventos históricos e tornar mais completo o conhecimento sobre o coletivo negro

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    O Grupo Semba, coletivo que difundia a cultura negra no Rio Grande do Sul, tem sua memória preservada a partir da história oral.Colagem com fotografia de Oliveira Silveira sorrindo, em uma das janelas da Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, sobre um fundo amarelo, enfeitada com um rolo de filme e flores. Por Maria Eduarda Pacheco Fernandes, do Programa de Extensão Histórias e Práticas Artísticas, do Instituto de Artes

    Artigo | Estudante de Jornalismo, Andrielle Prates da Silva Machado reflete sobre as contribuições do documentário AmarElo para a luta contra o racismo

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    Apresenta o Trabalho de Conclusão de Curso que refletiu sobre as contribuições do documentário' AmarElo – É Tudo Pra Ontem', do rapper Emicida, para a libertação do pensamento negro.Ilustração colorida de Maria Eduarda Pacheco Fernandes, do Programa de Extensão Histórias e Práticas Artísticas, do Instituto de Artes, mostra, em primeiro plano, um menino sorridente com fachos amarelos que partem de trás de sua cabeça. Ele usa camiseta branca e óculos pretos e grandes, formato redondo. Livros abertos flutuam em torno dele

    Artigo | Isaias Maraschin Pavan, licenciando em História, reflete sobre os parâmetros que determinavam o valor de uma conduta erótica entre os gregos do período Clássico

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    Aborda os critérios que definiram o valor de uma prática erótica entre os gregos, durante o período Clássico, e a relação com a formação de uma sociedade falocêntrica.Sobre um fundo cinza, três colunas gregas com um círculo no topo que apresenta listras nas cores do arco-íris. Ilustração de Maria Eduarda Pacheco Fernandes, do Programa de Extensão Histórias e Práticas Artísticas, do Instituto de Artes/UFRGS
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