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Ese día. Experiencia y hostilidad del poema en Jaramagos de Nadia Prado. Sobre Nadia Prado. Jaramagos. Santiago de Chile: Lom, 2016.
Fil: Karmy Bolton, Rodrigo. Universidad de Chile; Chile
Biopolítica, Gobierno y Salud Pública. Miradas para un diagnóstico diferencial de Tuillang Yuing y Rodrigo Karmy
Tuillang Yuing y Rodrigo Karmy (editores).
Participan: Rodrigo Karmy, Philippe Monti, Mariela Cecilia Ávila, Tuillang Yuing, Miguel Kotow, Jimena Carrasco, Sandra Caponi, Luis David Castiel, Yuri Carvajal, Jorge Gaete.
Escuela de Salud Pública- Ocho Libros Ediciones
Octubre 2014, 206 pp.
ISBN: 978-956-335-213-
Biopolítica, Gobierno y Salud Pública. Miradas para un diagnóstico diferencial, de Tuillang Yuing y Rodrigo Karmy
Tuillang Yuing y Rodrigo Karmy (editores).Participan: Rodrigo Karmy, Philippe Monti, Mariela Cecilia Ávila, Tuillang Yuing, Miguel Kotow, Jimena Carrasco, Sandra Caponi, Luis David Castiel, Yuri Carvajal, Jorge Gaete.Escuela de Salud Pública- Ocho Libros EdicionesOctubre 2014, 206 pp.ISBN: 978-956-335-213-
Rodrigo Karmy Bolton. Averroes. Gusto, risa, política. Santiago: DobleA Editores, 2024, 114 pp.
Para la filosofía, Averroes constituye el vocativo de una clausura, pero también aquel de una cesura que escande la tradición de pensamiento occidental; especie de signatura que señala el sistema de exclusión que recorre su propia producción discursiva. En su interpretación del pensador árabe, Rodrigo Karmy acomete la tarea de pensar un paréntesis: “habitar un momento en el que se ha suspendido esa monumental historia de la filosofía” (p. 25). Su trabajo de lectura, revela la tentativa de un contrapunto, así como la constitución de un nuevo territorio de habla que permita abrir espacio a un pensamiento descalificado y proscrito. Pese a esto, su lectura no busca solo, ni fundamentalmente, restituir el valor filosófico del pensamiento de Averroes, puesto que su ensayo no se organiza según la precisión exegética del filólogo, sino de un modo especulativo, al modo de un comentario –gesto genuinamente averroísta (Agamben, 2007)– que transita por la selección de nociones y problemas planteados por la filosofía de Averroes para volverla intempestiva (Nietzsche, 2011), vale decir, introducir una discronía en el discurso filosófico que deje asomar las posibilidades inactuales e inciertas de otras lecturas, pero también de otros tiempos. Un movimiento tal, implica necesariamente un esfuerzo por desactivar el arte de la tradición que es la filosofía, puesto que pensar, siempre supone un enfrentamiento con la tradición y su herencia. En esta clave es que la interpretación averroísta de Karmy intenta pensar el porvenir de un mundo a través del uso de un pensamiento. Porque Averroes funciona en este ensayo como un personaje conceptual (Deleuze, 2015), allí donde la imaginación recusa la hermenéutica empirista en que se han fundado los protocolos de lectura de la tradición aristotélica. En consecuencia, antes que un tratado filosófico, lo que la lectura de Karmy nos propone es un pensamiento estético, precisamente aquel de la imaginación
As regras monásticas como paradigma de compreensão da relação entre vida e regra: uma leitura da inoperosidade em Giorgio Agamben
TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Jurídicas. Direito.O presente trabalho propõe-se a analisar a relação que Giorgio Agamben estabelece entre vida e regra a partir do desenvolvimento de uma teologia econômica, principalmente nas obras O Reino e A Glória, Opus Dei e Altíssima Pobreza. O percurso do trabalho é atravessado pela perspectiva de articulação com o conceito de inoperosidade, concebido enquanto forma de desativar os dispositivos de poder e retomar a vida ao seu uso comum. A máquina governamental, revelada na polaridade entre Reino e Governo, é resultado da fratura do ser que se abre a uma multiplicidade de atores. No âmbito da liturgia, a prática sacerdotal, compreendida enquanto officium, apresenta uma relação de indiscernibilidade entre seu agir e os efeitos que dele resultam, estabelecendo um paralelo com a ética moderna. Almeja-se evidenciar a abordagem segundo a qual vida e regra se indiferenciam nas regras monásticas como consequência do contraste entre as fórmulas promittere regulam (prometer a regra) e promittere vivere secundum (prometer viver segundo a regra). Este percurso só é possível mediante a definição da forma de vida como potência de pensamento, buscada no modelo do franciscanismo. Trata-se de desdobrar a passagem da potência ao ato; mas, principalmente, de encontrar nesta relação uma perspectiva de inoperosidade enquanto potência de fazer ou de não fazer
Reseña de “Fragmento de Chile”
Rodrigo KARMY BOLTONDobleAEditores2019, 146 pp.Santiago de ChileISBN: 978-956-09352-0-
Reseña de “Fragmento de Chile”
Rodrigo KARMY BOLTON
DobleAEditores
2019, 146 pp.
Santiago de Chile
ISBN: 978-956-09352-0-
Entrevista com Rodrigo Pederneiras, coreógrafo do Grupo Corpo (MG - Brasil)
Entrevista realizada em 21 e 22 de setembro de 2012, quando da vinda do Grupo Corpo a Porto Alegre, como parte de sua turnê nacional. Constituiu instrumento de pesquisa na dissertação de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul: “COREOGRAFIA ‘21’ DO GRUPO CORPO: 21 percepções sobre o processo de criação cênica”. Acomodados nas poltronas da plateia do Teatro do SESI, enquanto os bailarinos faziam aula no palco, o entrevistado e a autora aprofundam o objeto de estudo (o processo coreográfico do balé “21”) e visitam outros temas que mostram alguns pontos de vista do coreógrafo do Grupo Corpo, Rodrigo Pederneiras. A entrevista foi editada para fins de adequação ao espaço editorial, sem prejuízo ao conteúdo.Interview conducted on 21 and 22 September 2012, when Grupo Corpo came to Porto Alegre (south of Brazil), as part of its national tour. This interview constituted a research instrument in the master’s degree dissertation of the Performing Arts Program at the Federal University of Rio Grande do Sul: “CHOREOGRAPHY ‘21’ BY GRUPO CORPO: 21 insights into the process of scenic creation.” Taking place in the seats of Teatro do SESI, while dancers were on stage class, the respondent and the author deepen the object of study (the choreographic process of “21”) and visit other issues that show some views of Grupo Corpo’s choreographer, Rodrigo Pederneiras. (Edited in order to be appropriated to editorial rules, no prejudice to the content)
Entrevista com Rodrigo Pederneiras, Coreógrafos do Grupo Corpo (MG – Brasil)
Entrevista realizada em 21 e 22 de setembro de 2012, quando da vinda do Grupo Corpo a Porto Alegre, como parte de sua turnê nacional. Constituiu instrumento de pesquisa na dissertação de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul: “COREOGRAFIA ‘21’ DO GRUPO CORPO: 21 percepções sobre o processo de criação cênica”. Acomodados nas poltronas da plateia do Teatro do SESI, enquanto os bailarinos faziam aula no palco, o entrevistado e a autora aprofundam o objeto de estudo (o processo coreográfico do balé “21”) e visitam outros temas que mostram alguns pontos de vista do coreógrafo do Grupo Corpo, Rodrigo Pederneiras. A entrevista foi editada para fins de adequação ao espaço editorial, sem prejuízo ao conteúdo.Interview conducted on 21 and 22 September 2012, when Grupo Corpo came to Porto Alegre (south of Brazil), as part of its national tour. This interview constituted a research instrument in the master’s degree dissertation of the Performing Arts Program at the Federal University of Rio Grande do Sul: “CHOREOGRAPHY ‘21’ BY GRUPO CORPO: 21 insights into the process of scenic creation.” Taking place in the seats of Teatro do SESI, while dancers were on stage class, the respondent and the author deepen the object of study (the choreographic process of “21”) and visit other issues that show some views of Grupo Corpo’s choreographer, Rodrigo Pederneiras. (Edited in order to be appropriated to editorial rules, no prejudice to the content)
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