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    Sobre "Meshugá", de Jacques Fux

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    Resenha de: FUX, Jacques. Meshugá: um romance sobre a loucura. São Paulo: José Olympio, 2016.On Meshuga, by Jacques Fux - Review of the book: FUX, Jacques. Meshugá: um romance sobre a loucura. São Paulo: José Olympio, 2016

    Antiterapias, de Jacques Fux: uma ode ao texto infinito

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    Jacques Fux criou um método restritivo para citar e revisitar a literatura em Antiterapias (2012). Assim, o autor insere citações que vão se incorporando ao texto, vão “plagiando por antecipação” (FUX, 2014, p.13). De acordo com Gerard Genette em Palimpsestos (1982), há dois tipos de relação textual: a intertextual e a hipertextual. A primeira refere-se ao eixo da intertextualidade, que é a presença efetiva de um texto no outro “sob sua forma explícita e mais literal” (GENETTE, 1982, p. 9). A segunda, por sua vez, refere-se ao eixo da hipertextualidade, que é “todo texto derivado de um texto anterior por simples transformação” (GENETTE, 1982, p. 15). Dessa forma e evocando Tiphaine Samoyault, Laurent Jenny, Jorge Luís Borges e, sobretudo, Genette, pretendo observar a intertextualidade a partir da memória e a hipertextualidade a partir da revisitação literária para vislumbrar o que eu chamo de texto infinito na obra de Jacques Fux

    Meshugá, de Jacques Fux: à roda de perguntas sumamente delicadas

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    In this article, I analyze the novel Meshugá, by Brazilian writer Jacques Fux, looking for understand how are three main movements made in its literary constitution: a creating of an author’s mask, a dialogue with nonspecificities of literary genres, typical in contemporary literature, as well as an ethical thinking about the currently challenges and possibilities for the literature associated to memories of Holocaust and the persecutions to Jews throughout the history.En este artículo se analiza la novela Meshugá, del brasileño Jacques Fux, con lo que se busca deslindar los tres principales senderos que se despliegan en la obra: la creación de una figura de escritor, el diálogo con las indefiniciones típicamente contemporáneas de los género escriturales, así como la reflexión ética en torno a las literaturas relacionadas con la memoria del holocausto y la historia de persecuciones a los judíos.Neste artigo, analisamos o romance Meshugá (2016), de Jacques Fux, procurando compreender como, em sua textualidade, operam-se três movimentos fundamentais, a saber: a criação de uma persona de escritor, o diálogo com as indefinições genéricas típicas da literatura contemporânea, e uma reflexão ética sobre os desafios e as possibilidades atuais para as literaturas ligadas à memória do holocausto e da perseguição aos judeus ao longo da história

    “Herança” familiar: o mal-estar da transmissão em Meu pai e o fim dos judeus da Bessarábia, de Samuel Fux e Jacques Fux

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    This study aims to analyze the memorialistic “discomfort of transmission” in Samuel Fux and Jacques Fux’s Meu pai e o fim dos judeus da Bessarábia (2023). The narrator, Samuel, focuses on the reconstruction of the past of his father, Jacques’ grandfather, in order to understand himself profoundly. In this sense, this bibliographic-exploratory research, with a qualitative approach, is based on Bernd (2018) and Figueiredo (2020) to address the theory of prequel novels, transmission and their relations with memory, in addition to the memory according to Assmann (2011), Candau (2016) and Pollak (1989). The results of the investigation demonstrate that the process of returning to the past through the (re)writing of the paternal history intertwines the narrator with the father, whose search for the son can be understood not only as a way of finding answers about his ancestry, but also as a way of breaking the silence of his predecessors, providing the possibility of other forms of family relationships for future generations.Este estudio tiene como objetivo analizar el “malestar de la transmisión” memorístico en Mi padre y el fin de los judíos de Besarabia (2023), de Samuel Fux y Jacques Fux. El narrador, Samuel, se vuelve a la reconstrucción del pasado del padre, abuelo de Jacques, con el fin de comprenderse mejor. La investigación es de enfoque cualitativo, de carácter bibliográfico y de índole exploratoria, con base teórica en Bernd (2018) y Figueiredo (2020) para abordar la teoría de las novelas de anterioridad, la transmisión y sus relaciones con la memoria; Assmann (2011), Candau (2016) y Pollak (1989), para las discusiones sobre la memoria. Se comprueba que el proceso de retorno al pasado a través de la (re)escritura de la historia paterna, entrelaza el narrador al genitor, cuya búsqueda del hijo puede ser entendida no sólo como una forma de encontrar respuestas sobre su ascendencia, sino también como una manera de romper el silencio de sus predecesores, brindando a las generaciones futuras la posibilidad de otras formas de relación familiar. Neste estudo objetiva-se analisar o “mal-estar da transmissão” memorialística em Meu pai e o fim dos judeus da Bessarábia (2023), de Samuel Fux e Jacques Fux. O narrador, Samuel, volta-se para a reconstrução do passado do pai, avô de Jacques, com vista a entender-se melhor.  A pesquisa é de abordagem qualitativa, do tipo bibliográfica e de cunho exploratório, com fundamento teórico em Bernd (2018) e Figueiredo (2020), para tratar sobre a teoria das narrativas de anterioridade, a transmissão e suas relações com a memória; Candau (2016), Assmann (2011) e Pollak (1989), para as discussões sobre memória. Constata-se que o processo de retorno ao passado por meio da (re) escrita da história paterna, entrelaça o narrador ao genitor, cuja busca do filho pode ser entendida não somente como uma forma de encontrar respostas sobre a sua ancestralidade, mas também uma maneira de quebrar o silêncio de seus antecessores, proporcionando às futuras gerações a possibilidade de outras formas de relação familiar

    Louis Laneau, Rencontre avec un sage bouddhiste. Traduit du siamois d'après un manuscrit conservé aux archives des Missions étrangères de Paris. Introduction et notes de Pierre-Yves Fux, 1998

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    Scheuer Jacques. Louis Laneau, Rencontre avec un sage bouddhiste. Traduit du siamois d'après un manuscrit conservé aux archives des Missions étrangères de Paris. Introduction et notes de Pierre-Yves Fux, 1998. In: Revue théologique de Louvain, 30ᵉ année, fasc. 1, 1999. pp. 113-114

    Louis Laneau, Rencontre avec un sage bouddhiste. Traduit du siamois d'après un manuscrit conservé aux archives des Missions étrangères de Paris. Introduction et notes de Pierre-Yves Fux, 1998

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    Scheuer Jacques. Louis Laneau, Rencontre avec un sage bouddhiste. Traduit du siamois d'après un manuscrit conservé aux archives des Missions étrangères de Paris. Introduction et notes de Pierre-Yves Fux, 1998. In: Revue théologique de Louvain, 30ᵉ année, fasc. 1, 1999. pp. 113-114

    Nobel

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    Review of the Nobel work, by Jacques Fux (2018). In this novel, miner Jacques Fux performs an act of self-fiction, speaking, after receiving the Nobel Prize for Literature.Resenha da obra Nobel, de Jacques Fux, lançada em 2018. Neste romance, o mineiro Jacques Fux realiza um ato de autoficção, discursando, ao ser laureado com um Nobel de Literatura

    Derrida - Artaud

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    A conference on Antonin Artaud by Jacques Derrida. Seminar In homage to Antonin Artaud organised in New Delhi by the National School of Drama, Delhi University and the French Embassy, 23 January 1997.Conferencia de Jacques Derrida sobre Antonin Artaud. Seminario In homage to Antonin Artaud, organizado en New Delhi por National School of Drama, Delhi University y la Embajada de Francia, el 23 de enero de 1997.Conférence de Jacques Derrida sur Antonin Artaud. Séminaire In homage to Antonin Artaud organisé à New Delhi par National School of Drama, Delhi University et l'Ambassade de France, le 23 janvier 1997

    Nobel

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    Resenha da obra Nobel, de Jacques Fux, lançada em 2018. Neste romance, o mineiro Jacques Fux realiza um ato de autoficção, discursando, ao ser laureado com um Nobel de Literatura

    Dear Jacques ... Lecoq in the twenty first century

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    This essay considers Jacques Lecoq's influence almost 20 years after his death. Arguing that Lecoq's pedagogy is largely as relevant today as it was when he was still alive, the author speculates whether Lecoq would have welcomed developments in the use of digital technology within live performance. The essay proposes that much of Lecoq's teaching with its emphasis on play, complicite, invention, imagination and the creative actor remains relevant to contemporary developments in site-specific, immersive and postdramatic theatre. The essay is constructed in the form of a posthumous letter to Jacques Lecoq
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