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AS CIDADES “ILEGÍVEIS” E A LEITURA DOS POETAS CONTEMPORÂNEOS
As metrópoles contemporâneas se confundem com a imagemmítica de Babel. Diante da cidade em constante movimentação, os acenosda poesia não viriam mais da recordação e do apelo anímico pessoal,mas dos ruídos da rua, como matéria viva captada sobretudo pelo olhar.Este artigo aborda aspectos dessa questão, demonstrando como a cidade“ilegível” é o grande desafio para o poeta contemporâneo, que, paradoxalmente,tenta traduzir e reinscrever sua condição lírica atravésde palavras e imagens urbanas
Nas trilhas de Rosa travessia do rio perigoso
Neste texto, o autor revela sua formação cultural e literária, refletindo sobre as relações de sua narrativa com a obra do escritor Guimarães Rosa. Ele desenvolve um processo consciente de intertextualidade, em que utiliza elementos do universo e da linguagem de Rosa como fontes e referências diretas e indiretas para a criação de novos textos. Seu objetivo é representar novos aspectos da vida e da cultura do sertão, a partir de referências do grande escritor brasileiro. Este diálogo transforma a criação literária em jogo intertextual, confirmando a vitalidade dos temas da obra de Guimarães Rosa.Palavras-chave: Narrativa; Criação literária; Intertextualidade
Nas trilhas de Rosa travessia do rio perigoso
Neste texto, o autor revela sua formação cultural e literária, refletindo sobre as relações de sua narrativa com a obra do escritor Guimarães Rosa. Ele desenvolve um processo consciente de intertextualidade, em que utiliza elementos do universo e da linguagem de Rosa como fontes e referências diretas e indiretas para a criação de novos textos. Seu objetivo é representar novos aspectos da vida e da cultura do sertão, a partir de referências do grande escritor brasileiro. Este diálogo transforma a criação literária em jogo intertextual, confirmando a vitalidade dos temas da obra de Guimarães Rosa.Palavras-chave: Narrativa; Criação literária; Intertextualidade
Guimarães Rosa, un personnage de roman
La fiction chez Guimarães Rosa (1908-1968) est une jungle impénétrable, une végétation de mots et de phrases enchevêtrées, dont l’accès est à première vue difficile pour ceux qui débutent dans sa lecture. Pour bien l’apprécier il faudra, avant toute chose, passer par un exercice d’initiation. Afin de ne pas se perdre dans son labyrinthe, il sera nécessaire de trouver et de repérer, à travers des sentiers ardus et tortueux, le bon chemin de sa compréhension. C’est alors seulement que les beaut..
O DIÁLOGO DAS ARTES: A POESIA DE HELOÍSA PRAZERES E A FOTOGRAFIA DE JAMISON PEDRA
ABSTRACT: The different artistic forms can be associated, intertwining with the set of imaginaries that make up the subject's consciousness, its intellectual content and its mnemonic references. Among these arts, poetry and photography often intersect in the creative experience of the authors. My main goal was to to demonstrate the approximations and correspondences between the poetry of Heloísa Prazeres and the photography of Jamison Pedra. For that, I compared poems and photos inserted in their books, to identify points of convergence of meanings that they shared as artistic representations. I observed that the poems and photographs established, in an integrated and interrelated way, a bundle of plural imagery readings, representing journeys, records, passages, projections, decipherings. Heloísa Prazeres performed the poiesis of the images she captured on her travels. Meanwhile, Jamison Pedra represented the aesthetic record of the images, cutting them from the empirical universe and covering them with a _poiesis_ of photography, in black and white, as an art object.
RESUMO: As diversas formas artísticas podem-se associar, imbricando-se no conjunto de imaginários que compõe a consciência do sujeito, o seu conteúdo mental e as suas referências mnemônicas. Entre essas artes, a poesia e a fotografia muitas vezes se cruzam na experiência criativa dos autores. Neste ensaio, temos como objetivo demostrar as aproximações e correspondências entre a poesia de Heloísa Prazeres e a fotografia de Jamison Pedra. Para tanto, comparamos poemas e fotos inseridos nos seus livros, para identificar pontos de convergência de sentidos que compartilham enquanto representações artísticas. Observamos que os poemas e as fotografias estabelecem, de forma integrada e interrelacionada, um feixe de leituras imagéticas plurais, representando viagens, registros, passagens, projeções, decifrações. Por este caminho, Heloísa Prazeres realiza a poiesis das imagens que capta em suas itinerâncias. Enquanto isso, Jamison Pedra realiza o registro estético das imagens, recortando-as do universo empírico e revestindo-as de uma poiesis da fotografia, em preto e branco, como objeto de arte.
Palavras-chave: Poesia; Fotografia; Correspondência das artes
 
O entre-lugar da vida/linguagem: a viagem lírica. Entre a estrada e a estrela, de José Inácio Vieira de Melo
Em Entre a estrada e a estrela, José Inácio Vieira de Melo explora a poesia em suas dimensões de deslocamento e indagação. Ciente da impossibilidade de plenitude, nem por isso o eu lírico esmorece diante do duplo desafio de instaurar a linguagem e existir em trânsito, à mercê da efemeridade. É o que aponta Aleilton Fonseca, em texto no qual sublinha a arquitetura do livro e a singularidade da busca de transcendência lírica empreendida pelo poeta
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
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