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Estudo da extração de antocianinas em Colunas recheadas
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia QuímicaOs corantes naturais são usados como forma de manter a coloração dos alimentos. Frequentemente os corantes dos alimentos sofrem séria degradação durante o processamento, e a restituição da cor perdida é uma maneira de manter o aspecto de frescor dos alimentos. Conhecer, quantificar e monitorar o processo de extração das antocianinas do repolho roxo permitirá novos avanços para a obtenção de um processo rentável e viável. Este trabalho tem como foco determinar as condições ótimas de extração em coluna das antocianinas do repolho roxo, traçando um paralelo com o processo de extração em batelada através do levantamento dos coeficientes de transferência de massa envolvidos nestes dois processos. Os estudos preliminares em batelada serviram para indicar o pH ideal para a padronização das amostras e leitura espectrofotométrica, o tipo de solvente e a concentração a ser usada na extração das antocianinas do repolho roxo e a relação massa de repolho : volume de solvente que permite o melhor contato entre as fases. De posse destas informações, foi construída uma coluna de vidro e realizada a extração das antocianinas a partir de um leito de repolho misturado com pérolas de vidro, de forma a se obter uma boa distribuição do fluxo de solvente e maior estabilidade estrutural do recheio da coluna. Os testes em coluna de extração contínua sem recirculação do solvente foram conduzidos com uma massa de 70 g de repolho roxo. O objetivo deste teste foi esgotar completamente a fonte de antocianinas e quantificar o máximo de antocianinas que pode ser extraída do tecido vegetal. O produto final (repolho exaurido de corante) serviu para testar a reabsorção de antocianinas em solução a partir de diferentes concentrações coletadas na saída da coluna durante a extração. Através da técnica de planejamento experimental, os ensaios em coluna foram conduzidos para avaliar a influência da concentração de NaCl, pH, vazão de recirculação do solvente, volume de solvente e massa de repolho roxo. Os resultados mostraram que o pH, o volume de solvente e a massa de repolho roxo tiveram efeitos estatisticamente significantes, onde a condição ótima de operação encontrada para o processo foi pH 2,3, Volume de solvente recirculado 0,83 L e massa de repolho roxo 50 g. Durante a reabsorção de antocianinas, o objetivo foi estabelecer uma relação de distribuição no equilíbrio para o corante entre as fases líquida e sólida, o que juntamente com os modelos de transferência de massa permite estudar o deslocamento das antocianinas entre o tecido vegetal e o solvente sob diferentes condições de operação. Finalmente modelaram-se os processos de extração em batelada e em coluna. Para a avaliação dos modelos, além de critérios de estabilidade numérica e convergência, foram efetuados experimentos cinéticos em batelada e em coluna de extração. Nos ensaios em batelada foram testados diferentes níveis de agitação e em coluna diferentes vazões de recirculação. Também foi investigada nestes ensaios a relação massa de repolho:volume de solvente em quatro diferentes proporções: 0,15, 0,20, 0,25 e 0,30 g mL-1. A modelagem dos dados experimentais através do ajuste dos diferentes parâmetros envolvidos, permite quantificar e comparar a transferência de massa ocorrida em cada um dos processos. Os resultados apresentados ao longo deste trabalho comprovaram que a extração de corante em coluna é um processo mais dinâmico e flexível do que a operação em batelada. Entre as vantagens encontradas podemos destacar a possibilidade de controlar independentemente as condições de processo para o leito de partículas e para o solvente de recirculação, a alta relação de contato sólido líquido e o menor volume ocupado que permite melhor manuseio das matérias-primas, partículas, solventes e aditivos. Para 360 minutos de extração em coluna, foi possível atingir 95% da concentração de equilíbrio, extraindo-se 12% a mais de massa corante do que o processo em batelada no mesmo período
Ipê-roxo: Tabebuia heptaphylla.
NOMES VULGARES NO BRASIL: cabroé; graraíba; ipê, no Estado do Rio de Janeiro e em Santa Catarina; ipê-cabroé; ipê-de-flor-roxa; ipê-piranga; ipê-preto, no Estado do Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul; ipê-rosa, em Minas Gerais, e no Estado do Rio de Janeiro; ipê-roxo-anão, no Estado de São Paulo; ipê-uva; pau-d'arco e pau-d'arco-rosa, na Bahia; pau-d'arco-roxo, na Bahia e em Minas Gerais; peúva, em Mato Grosso do Sul; piúva, em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul. NOMES VULGARES NO EXTERIOR: lapacho, na Argentina e, lapacho negro, no Paraguai
Teores de antocianinas em manjericão roxo e vitamina C em alface cultivados em hidroponia sob iluminação artificial.
Esse estudo teve como objetivo avaliar o efeito de iluminação artificial sobre os teores de antocianinas em manjericão roxo e vitamina C em alface, cultivados em ambiente controlado
Euclides Roxo e o movimento de reforma do ensino de matemática na década de 30
10p. ISSN 0034-7183Mostra como as idéias do educador brasileiro Euclides
Roxo, determinantes para a elaboração dos programas de
Matemática das reformas Campos e Capanema, enquadram-se no movimento renovador da Escola Nova e seguem as idéias do matemático alemão Felix Klein sobre a modernização do ensino da Matemática. Euclides Roxo contrapõe à orientação geral do ensino de Matemática da época, caracterizado por uma apresentação seca, abstrata e lógica, uma proposta pedagógica que leva em conta os interesses do aluno e seu estágio de desenvolvimento cognitivo e enfatiza a intuição, além de contextualizar a Matemática, deixando o tratamento rigoroso do assunto para níveis mais avançados da aprendizagem.Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).SimThe purpose of this paper is to show how the ideas of the Brazilian educator Euclides
Roxo, which were decisive for the educational reforms made by Francisco Campos and
Gustavo Capanema belong to the "Escola Nova" movement and also follow the ideas of the
German mathematician Felix Klein about the modernization of mathematics teaching. Euclides
Roxo, contrary to the accepted mathematics teaching methods of his time, which were
formal abstract and logic, proposes to take in account the students' interests, their cognitive
level and stresses intuition and contextualization, postponing a rigorous treatment of the
subject to more advanced school levels
Comment on “Lipo-Bodylift Reconstruction Following Massive Weight Loss: Our Experience with 100 Consecutive Cases”
Commnet on https://doi.org/10.1007/s00266-020-02118-x,Jan25,202
Produção de cará-roxo (Dioscorea trifida): efeitos de tamanho do tubérculo-semente, tipo de tutor e adubação de plantio.
O objetivo desta publicação é apresentar resultados de práticas de cultivo de cará-roxo, usando diferentes tipos de tutor, tamanho de tubérculo-semente, corretivo e fertilizantes de solo. Existem mais de 1.500 espécies e cultivares de cará conhecidas (The Plant List, 2019), mas o consumidor amazonense prefere o cará-roxo, espécie Dioscorea trifida, originária da América do Sul, cultivado desde Santa Catarina até o Amazonas.ODS
Matemática ginasial de Euclides Roxo
No presente artigo, buscamos analisar o livro Matemática Ginasial – 1a série”, edição de 1947, escrito por Euclides Roxo, ecil Thiré e Júlio Cesar de Mello e Souza, identificando os elementos que comprovem os ideais de Roxo na época em que propôs a unificação dos diferentes componentes (aritmética, álgebra e geometria), criando a disciplina matemática no Colégio Pedro II. Esperamos, através dessa análise sensibilizar a atual e futura geração de professores de matemática para a importância de se conhecer a história do ensino da “nossa” disciplina
Neoplecostomus langeanii Roxo, Oliveira & Zawadzki, 2012, new species
Neoplecostomus langeanii, new species Figure 8, Table 1. Neoplecostomus sp. 2. Reusing et al. (2011): 497 [photo; Figure 1 b compares this species with Neoplecostomus sp. 1] Holotype: MZUSP 110365 (1 male, 85.5 mm SL), Brazil, Minas Gerais state, municipality of Muzambinho, Rio São Domingos, tributary of Rio Muzambinho, Rio Grande basin, 21 ° 23 ’ 22 ”S 46 ° 28 ’ 40 ”W, 7 Jan 2008, F. F. Roxo, J. M. Henriques, G. J. Costa e Silva, L. H. G. Pereira. Paratypes: All paratypes are from Minas Gerais state in Brazil, in the municipality of Muzambinho, Rio Muzambinho, Rio Grande basin. DZSJRP 14882 (6 females, 44.8–63.9 mm SL) 21 ° 19 ’ 36 ”S 46 ° 27 ’ 27 ”W, 10 Jan 2008, F. F. Roxo et al. DZSJRP 14880 (2 males, 69.0– 70.6 mm SL) 21 ° 23 ’ 22 ”S 46 ° 28 ’ 40 ”W, 7 Jan 2008, F. F. Roxo et al. LBP 5870 (17 unsexed, 33.4–63.3 mm SL); 21 ° 20 ’ 47 ”S 46 ° 28 ’08”W, 9 Jan 2008, F. F. Roxo et al. LBP 5873 (1 unsexed, 37.9 mm SL); 21 ° 19 ’ 36 ”S 46 ° 27 ’ 27 ”W, 9 Jan 2008, F. F. Roxo et al. LBP 5878 (2 males, 53.1– 84.5 mm SL; 7 females, 48.6–70.7 mm SL); 21 ° 23 ’ 53 ”S 46 ° 28 ’ 45 ”W, 9 Jan 2008, F. F. Roxo et al. LBP 5886 (3 males, 52.9–58.9 mm SL; 7 females, 39.0– 64.7 mm SL; 11 unsexed, not measured); 21 ° 18 ’08”S 46 ° 28 ’ 33 ”W, 9 Jan 2008, F. F. Roxo et al. LBP 5901 (2 males, 61.3 –65.0 mm SL; 1 male, not measured; 5 females, 54.2–62.9 mm SL; 4 females, not measured); 21 ° 17 ’ 37 ”S 46 ° 29 ’06”W, 11 Jan 2008, F. F. Roxo et al. (GenBank numbers GQ 214799 and GQ 214800). LBP 5915 (1 male, 68.3 mm SL, 1 unsexed, not measured); 21 ° 21 ’ 33 ”S 46 ° 28 ’ 32 ”W, 8 Jan 2008, F. F. Roxo et al. LBP 5926 (1 male, 89.2 mm SL; 3 females, 34.6–64.5 mm SL); 21 ° 19 ’ 59 ”S 46 ° 27 ’ 24 ”W, 10 Jan 2008, F. F. Roxo et al. LBP 5931 (4 males, 51.8–69.6 mm SL; 7 females, 48.4–62.8 mm SL; 8 unsexed, not measured); 21 ° 23 ’ 22 ”S 46 ° 28 ’ 40 ”W, 7 Jan 2008, F. F. Roxo et al. LBP 5942 (1 female, 40.9 mm SL), 21 ° 22 ’ 48 ”S 46 ° 28 ’ 29 ”W, 8 Jan 2008, F. F. Roxo et al. LBP 5947 (2 males, 71.6–73.5 mm SL; 6 females, 56.6–67.6 mm SL; 27 unsexed, not measured); 21 ° 19 ’ 36 ”S 46 ° 27 ’ 27 ”W, 10 Jan 2008, F. F. Roxo et al. LBP 5961 (10 females, 37.5– 46.3 mm SL; 6 unsexed, not measured); 21 ° 22 ’ 48 ”S 46 ° 28 ’ 29 ”W, 8 Jan 2008, F. F. Roxo et al. LBP 6142 (2 males, 42.2–45.7 mm SL; 7 females, 38.1–49.2 mm SL); 21 ° 24 ’ 12 ”S 46 ° 34 ’ 33 ”W, 15 Apr 2008, F. F. Roxo et al. LBP 6150 (2 males, 43.0– 60.5 mm SL; 2 females, 41.0– 43.2 mm SL), 21 ° 22 ’ 43 ”S 46 ° 33 ’ 21 ”W, 15 Apr 2008, F. F. Roxo et al. LBP 6155 (11 unsexed, not measured); 21 ° 23 ’ 49 ”S 46 ° 33 ’ 17 ”W, 15 Apr 2008, F. F. Roxo et al. LBP 6160 (3 unsexed, not measured) 21 ° 23 ’04”S 46 ° 32 ’ 22 ”W, 16 Apr 2008, F. F. Roxo et al. LBP 6173 (5 females, 39.7 –47.0 mm SL); 21 ° 21 ’ 41 ”S 46 ° 34 ’ 36 ”W, 16 Apr 2008, F. F. Roxo et al. (GenBank number GQ 214801). LBP 6179 (4 males, not measured; 1 female, not measured; 5 unsexed, not measured); 21 ° 21 ’ 40 ”S 46 ° 33 ’ 22 ”W, 16 Apr 2008, F. F. Roxo et al. LBP 6183 (1 male, 44.4 mm SL); 21 ° 22 ’ 13 ”S 46 ° 32 ’ 11 ”W, 16 Apr 2008, F. F. Roxo et al. LBP 6195 (1 male, 68.0 mm SL; 5 females, 35.1 –68.0 mm SL; 1 unsexed, not measured), 21 ° 22 ’ 15 ”S 46 ° 32 ’ 35 ”W, 18 Apr 2008, F. F. Roxo et al. (GenBank numbers GQ 214797 and GQ 214798). LBP 6210 (1 unsexed, not measured). 21 º 23 ’ 31 ”S 46 º 30 ’ 11 ”W, 18 Apr 2008, F. F. Roxo et al. LBP 6244 (3 males, 68.7 –79.0 mm SL); 21 ° 19 ’ 44 ”S 46 ° 30 ’04”W, 19 Apr 2008, F. F. Roxo et al. MZUSP 110361 (1 male, 83.4 mm SL); 21 ° 17 ’ 37 ”S 46 ° 29 ’06”W, 11 Jan 2008, F. F. Roxo et al. MZUSP 110360 (1 male, 54.0 mm SL; 5 females, 46.0– 55.5 mm SL); 21 ° 19 ’ 36 ”S 46 ° 27 ’ 27 ”W, 10 Jan 2008, F. F. Roxo et al. NUP 6102 (2 males, not measured; 5 females, not measured) 21 ° 20 ’ 47 ”S 46 ° 28 ’08”W, 9 Mar 2008, F. F. Roxo et al. NUP 11988 (1 male, 85.5 mm SL) 21 º 17 ’ 37 ”S 46 º 29 ’06”W, 11 Jan 2008, F. F. Roxo et al. Diagnosis: Neoplecostomus langeanii differs from N. bandeirante by the absence of keels along each lateral series of plates (vs. presence of moderate keels). Neoplecostomus langeanii differs from N. botucatu and N. paranensis, by having a well-developed adipose fin (vs. adipose fin reduced or absent). Neoplecostomus langeanii differs from N. franciscoensis and N. ribeirensis, by having a dorsal-fin spinelet larger than dorsal-fin spine (vs. dorsal-fin spinelet absent to vestigial and more slender than dorsal-fin spine). Neoplecostomus langeanii differs from N. granosus, N. microps, and N. variipictus by the presence of five conspicuous dark bands on dorsum and lacking evident dark spots (vs. conspicuous dark spots all over body and fins and dorsal bands not evident) characteristics that are more evident in mature adults. Neoplecostomus langeanii is distinguished from N. selenae by lacking enlarged odontodes and a distinct, swollen integument along lateral margins of snout and along ridges anterior to eyes (vs. having enlarged odontodes and distinct swollen integument along lateral margins of snout and along ridges anterior to eyes). Neoplecostomus langeanii is distinguished from N. corumba by having smaller orbital diameter 8.3- 11.4 % in head length, 12.9–18.5 % in snout length, and 27.0– 35.7 % in interorbital length (vs. 12.2–13.05 %, 18.4– 20.1 %, and 36.7–41.5 %, respectively); from N. yapo, by having a smaller interdorsal length, ranging from 14.8– 19.5 % in SL (vs. 20.7 –23.0%), greater caudal peduncle depth 19.8 –29.0% in caudal peduncle length (vs. 17.6– 19.6 %), smaller orbital diameter 8.3–11.4 % in head length (vs. 11.9–21.4 %); from N. espiritosantensis, by having greater cleithral width 25.6 –30.0% in SL (vs. 19.0–21.0%). Description: Counts and measurements are presented in Table 1. Body elongated and depressed; greatest width at cleithrum, narrowing to caudal peduncle. Dorsal body profile gently convex, elevating from snout tip to dorsal-fin origin and descending to first caudal-fin procurrent ray. Greatest body depth at dorsal-fin origin; trunk and caudal peduncle dorsally rounded in cross-section. Body ventrally flattened to anal-fin origin, flattened to slightly rounded to caudal fin. Dorsal body surface completely covered by dermal plates, excepting for a naked area around dorsal-fin base. Snout tip with a small naked area. Ventral head surface naked except for one plate bearing odontodes in front of gill openings; abdomen with conspicuous, small dermal platelets between insertions of pectoral and pelvic fins, forming a thoracic shield surrounded by naked areas; in some specimens some isolated platelets are present near pectoral-fin base. Head wide and depressed; head and snout rounded in dorsal view; interorbital space straight to slightly concave in frontal view; slight median ridge formed by the mesethmoid rising from snout tip to area between nares, not evident in some specimens. Weak ridge from nares to superior margin of orbit; snout gently convex in lateral profile; mature males with moderately enlarged boomerang-like (curved backward) odontodes, from snout tip to post-orbital region. Hypertrophied odontodes not surrounded by distinct swollen skin along dorsal and ventral lateral margin of snout. Eye moderately small (8.3–11.4 % of HL), dorsolaterally placed. Lips well developed and rounded; lower lip not reaching pectoral girdle and covered with papillae, wider anteriorly; two or three irregular and conspicuous rows of large and transversally flattened papillae, just posterior to dentary teeth; posterior row of papillae distributed along entire dentary ramus. Maxillary barbel short and coalesced with lower lip; its tip not free from lower lip. Teeth long, slender and bicuspid; mesial cusp longer than lateral; dentary ramus forming an angle of approximately 125–130 º. Dorsal-fin origin slightly posterior to vertical passing through pelvic-fin origin; nuchal plate not covered by skin; dorsal-fin spinelet short and wider than dorsal-fin spine base; dorsal-fin locking mechanism absent; dorsal-fin with one flexible spine, followed by seven branched rays; its posterior margin straight or slightly furcate, not reaching the end of pelvic-fin rays when adpressed. Well-developed and always present adipose fin, not preceded by azygous plate. Pectoral fin with one spine and six branched rays; spine depressed and curved inward (more curved in larger specimens), shorter than longest branched ray; its posterior margin emarginate, reaching about half pelvicfin unbranched ray length when adpressed. Pelvic fin with one unbranched ray and five branched rays; its posterior margin straight to nearly straight, surpassing anal-fin insertion when adpressed. Pelvic-fin unbranched ray ventrally flattened, with dermal flap on its dorsal surface in males. Anal fin with one flexible unbranched ray and five branched rays; its posterior margin slight emarginated to straight. Caudal fin furcate; lower lobe slightly longer than upper; 14 branched rays. Pectoral spine and pelvic-fin unbranched ray with odontodes on lateral and ventral portions; anal-fin unbranched ray with odontodes only ventrally. Color in alcohol: color of dorsal surface of head and body yellowish. Dorsal color pattern, even in mature larger individuals, retains the generic juvenile color pattern of five transverse dark bands: the first through supraoccipital, the second anterior to dorsal fin, the third posterior to dorsal fin, the fourth at adipose fin, and the last at caudal-peduncle posterior portion. Head usually with two clear, short and parallel inconspicuous lines anterior to nares, bordering the naked area on snout tip. Orbital margin slightly lighter, mainly on its superior portion; small pale spot on interorbital space, inconspicuous in some specimens. Lateral portion of body with upper darker region and lower lighter one, just below lateral line, not easily visualized in large specimens. Dorsal fin with irregular series of dark marks or bands on rays. Caudal fin with two to three faded and irregular dark bands at base, at middle portion, and at distal portion of rays, leaving two interspaced lighter areas among dark bands. Pectoral, pelvic, and anal fins with dark marks forming irregular bands, usually diffuse. Adipose fin generally dark on spine and pale on the membrane portion. Ventral surface of head and body mostly depigmented, except on lateral body margins and from pelvic fin to caudal-fin base. Upper lip dark brown, except for its light narrow margin. Sexual dimorphism: Mature males have a papilla in the cloaca and a slender membrane in the pelvic fin. Both characteristics are absent in females (Figure 4). Distribution: The species is found in the drainages of Rio Muzambinho in the municipality of Muzambinho, Minas Gerais state, Brazil (Figure 5). Etymology: The specific name, langeanii, is in honor of researcher Francisco Langeani Neto from Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, Letras e Ciência Exatas, in recognition of his dedication and contributions to the study of Neotropical fishes.Published as part of Roxo, Fábio F., Oliveira, Claudio & Zawadzki, Cláudio H., 2012, Three new species of Neoplecostomus (Teleostei: Siluriformes: Loricariidae) from the Upper Rio Paraná basin of southeastern Brazil, pp. 1-21 in Zootaxa 3233 on pages 12-15, DOI: 10.5281/zenodo.28038
Estabilidade e adaptabilidade de linhagens de grão roxo e rosinha do programa de melhoramento genético do feijoeiro comum da Embrapa Arroz e Feijão, no ensaio VCU, ciclo 2001/2002.
O objetivo deste trabalho foi avaliar a estabilidade e adaptabilidade de linhagens de grão roxo e rosinha do programa de melhoramento genético do feijoeiro comum da Embrapa Arroz e Feijão, no ensaio VCU, ciclo 2001/2002
Estratificação ambiental para o Estado de Goiás, do programa de melhoramento genético do feijoeiro comum de grãos roxo e rosinha, da Embrapa Arroz e Feijão, biênio 2001/2002.
O objetivo desse trabalho foi realizar um estudo de estratificação ambiental para as linhagens com tipo de grão roxo e rosinha do programa de Melhoramento de Feijoeiro comum da Embrapa Arroz e Feijão no Estado de Goiás na época das "águas", identificando os locais redundantes
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