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    CONNELL, Raewyn. Gênero em termos reais. 1. ed. São Paulo: Nversos, 2016.

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    CONNELL, Raewyn. Gênero em termos reais. 1. ed. São Paulo: Nversos, 2016.CONNELL, Raewyn. Gênero em termos reais. 1. ed. São Paulo: Nversos, 2016

    A política de gênero, do pessoal ao global

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    CONNELL, Raewyn; PEARSE, Rebecca. Gênero: uma perspectiva global. Tradução da 3.ed. e revisão técnica de Marília Moschkovich. São Paulo: nVersos, 2015

    A política de gênero, do pessoal ao global

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    CONNELL, Raewyn; PEARSE, Rebecca. Gênero: uma perspectiva global. Tradução da 3.ed. e revisão técnica de Marília Moschkovich. São Paulo: nVersos, 2015

    Southern feminisms

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    Bons professores em um terreno perigoso: rumo a uma nova visão da qualidade e do profissionalismo Good teachers on dangerous ground: towards a new view of teacher quality and professionalism

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    Ideias sobre o que caracteriza um "bom professor" são importantes para se possa refletir a respeito da reforma educacional, e elas têm ganhado destaque recentemente. Essas ideias são controversas e estão abertas a mudanças. A primeira parte deste artigo examina modelos do que é considerado um "bom professor" na Austrália, desde os bons servidores da era colonial, passando pelo ideal do professor erudito autônomo, até as atuais listas de competências dos docentes. A segunda parte examina mais detalhadamente o modo pelo qual as autoridades responsáveis pelo registro e credenciamento de professores, em governos neoliberais, definem um "bom professor". A terceira parte oferece propostas para uma nova compreensão do conceito de "bom professor", baseadas no entendimento do processo de trabalho e da dinâmica ocupacional do ensino, na estrutura intelectual dos estudos sobre a Educação e na própria lógica da educação como um todo.Ideas about what makes a good teacher are important in thinking about educational reform, and have come into focus recently. These ideas are contested and open to change. The first part of this paper traces models of the good teacher in Australia from the colonial-era good servant, through an ideal of the autonomous scholar-teacher, to contemporary lists of teacher competencies. The second part looks more closely at the incoherent but insistent way the good teacher is now defined under neoliberal governance by teacher registration authorities. The third part of the paper makes proposals for a new understanding of good teachers: based on understanding the labour process and occupational dynamics of teaching, the intellectual structure of Education studies, and the overall logic of education itself

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Masculinidade corporativa e o contexto global: um estudo de caso de dinâmica conservadora de gênero

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    A pesquisa sobre masculinidade atualmente é mundial, oferecendo-nos ricas bases para o entendimento desse tema em arenas globais. O tema da globalização tem, cada vez mais, entrado em foco nos estudos de gênero, e especificamente na pesquisa sobre masculinidade. Este trabalho mostra a utilidade de uma aproximação de história de vida para se entender gênero, baseada essencialmente na psicanálise, embora modificada para utilização em trabalho de campo sócio-científico. Apresenta-se um estudo de caso que representa a contribuição australiana para um estudo realizado em vários países, compreendendo a masculinidade corporativa. Diz respeito a um administrador de meia idade na indústria de construção, que revela uma forma conservadora de masculinidade hegemônica. Isso foi gerado em sua família de origem, em sua educação e na indústria de construção que é pesadamente masculinizada. Seu processo de trabalho administrativo é uma espécie de bricolagem de negociações e relacionamentos que são mais locais e concretos do que abstratos e globalizados. Esse padrão de masculinidade se articula com a economia global, mas não reproduz exatamente a masculinidade hegemônica das corporações transnacionais, que são, por contraste, caracterizadas por altos níveis de escolaridade e envolvimento tecnológico. Dois locais de contradição estão presentes na vida desse administrador: sua corporalidade e suas relações familiares, o que pode causar problemas para uma condução sem percalços de sua vida. Na entrevista há também um curioso momento de utopia, que coloca em questão seu projeto de gênero.Abstract Research on masculinity is now worldwide, offering us rich bases for understanding masculinities in global arenas. The issue of globalization has increasingly come into focus in gender studies, and research on masculinity specifically. This paper shows the usefulness of a life-history approach to understanding gender, based ultimately on psychoanalysis though modified for use in social-scientific field work. A case study from the Australian part of a multi-country study of corporate masculinities is presented. It concerns a middle-aged manager in the construction industry, who reveals a conservative form of hegemonic masculinity. This was fostered in his family of origin, in his education and in the heavilymasculinized construction industry. His managerial labour process is a kind of bricolage of negotiations and relationships that are more local and concrete than abstract and globalized. This pattern of masculinity is articulated with the global economy but does not exactly reproduce the hegemonic masculinity of transnational corporations, which are by contrast marked by high levels of education and technological involvement. Two sites of contradiction in this manager's life, i.e. his embodiment and his family relations, are identified, which may cause problems for the smooth management of his life. There is also in the interview a curious moment of utopia that calls into question his gender project.Key Words: Hegemonic Masculinity, Transnational Corporations, Managers, Embodiment, Family, Gender Relation

    COVID-19/Sociology

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    Though the COVID-19 epidemic is a social disaster as much as a medical one, and though some sociological ideas circulate in public discussions, disciplinary sociology has had little influence. Internal discussions have mostly been conventional, and familiar sociological theory and methodology seem inadequate to this situation. Taking the viewpoint of the virus helps to shift perspective on a historical moment where a deadly threat is enabled by megacities, mass air travel, callous and corrupt regimes, and the undermining of public services. In this conjuncture sociology, with other social sciences, is under threat. But we can contribute to responses that mobilize community resources to deal with a social/biological crisis, and prepare for the others that will certainly come

    Usando a teoria do sul: descolonizando o pensamento social na teoria, na pesquisa e na prática

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    Trabalhos recentes em ciências sociais desafiam pressupostos gerenciais sobre domínios de conhecimento homogêneos e traçam os efeitos de uma economia mundial de conhecimento estruturada pela história do colonialismo e as atuais desigualdades globais norte-sul. A diferenciação do conhecimento repousa sobre as histórias e situações muito diferentes de intelectuais metropolitanos, crioulos, colonizados e pós-coloniais. Diferentes projetos de conhecimento têm sido construídos no espaço global, o que alimenta nossa compreensão do próprio conhecimento. Menos reconhecidos, mas cada vez mais importantes, são os usos das perspectivas do sul e do pós-colonial na ciência social aplicada, em áreas que vão desde a educação ao planejamento urbano. Algumas implicações dessas aplicações são discutidas: a teoria do sul não é um conjunto fixo de proposições, mas um desafio para desenvolver novos projetos de conhecimento e novas formas de aprendizagem com recursos globalmente expandidos
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