1,407 research outputs found

    Intransparency as a strategy : the case of Signa

    No full text
    author: Luana NiedermoserMasterarbeit University Innsbruck 202

    Intransparency as a strategy : the case of Signa

    No full text
    author: Luana NiedermoserMasterarbeit University Innsbruck 202

    Luana, loura de olhos claros

    No full text
    Destacando a importância da análise qualitativa no estudo da arte e da comunicação, a autora analisa como a opção estética por uma atriz loura na construção da personagem Luana, na novela O Rei do Gado, veiculada pela Rede Globo, no segundo semestre de 1996, reafirma a aspiração ao branqueamento e identidade com o europeu, que permanecem no imaginário nacional.While pointing out the importance of qualitative analysis in the study of art and communication, the author analyses in what way the aestheticdecision for a blond actress in the elaboration of the character Luana of the soap-opera O Rei do Gado, broadcasted on the TV network Rede Globo, in the second half of l996, reinforces the aspiration for whitening and for an identification with the European, which is still present in the national imaginary

    História do Tempo Presente, História Pública e a divulgação científica da história [Entrevista]

    No full text
    Entrevista com Bruno Leal Pastor de Carvalho - UnBEntrevista concedida à Luana Borges Lemes - UDES

    Entre a tradição e a ressignificação: a cultura material Kaingáng na contemporaneidade - terra indígena Xapecó/SC

    No full text
    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História, Florianópolis, 2014.O povo Kaingáng atualmente é um dos três maiores grupos indígenas do Brasil, com cerca de 60 mil pessoas vivendo nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. A Terra Indígena Xapecó, localizada no oeste de Santa Catarina, entre os municípios de Ipuaçu e Entre Rios, insere em sua vivência comunitária e escolar a Cultura Material, através do artesanato. Esse elemento faz parte dos valores culturais e tradições, contemplados na Constituição Federal de 1988, assim como em outros aparatos jurídicos, como: a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional e o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas, que em seus textos tentam contemplar as necessidades e particularidades dos povos indígenas. No que concerne aos artesanatos, o processo de socialização das práticas e técnicas particulares, ocorre principalmente através da observação e, são passadas de geração em geração através da memória. Nesse contexto, as vozes indígenas são importantes e por isso, a História Oral, juntamente com as etnografias escritas sobre os Kaingáng, no século XIX e XX, nos possibilita compreender as transformações de sua Cultura Material, em relação aos afazeres domésticos, ao caçar, ao pescar e ao guerrear, por exemplo. Na atualidade, os antigos artefatos, são denominados de artesanato, devido às modificações que são inseridas no cotidiano do povo através de processos de ressignificação dos objetos, que nem por isso deixaram de ser Kaingáng. Esses aspectos possibilitam ainda reavivar a memória dos idosos quanto ao fabrico, inclui as crianças e os jovens no ambiente domiciliar e também escolar, com uma parte das tradições indígenas.<br

    Matteo Tafuri e la tradizione magico-astrologica nel Rinascimento meridionale

    No full text
    Il saggio traccia un profilo dell'Umanista salentino, Matteo Tafuri, filosofo, medico, mago e astrologo, versatissimo nel sapere esoterico e nell'arte divinatoria. Esso mira a ricostruire il contesto storico-filosofico entro il quale matura il suo pensiero e a collocarlo nell'alveo di una tradizione sapienziale teologico-religiosa e filosofica, nonchè magico-astrologica, che ha i più illustri esponenti in Ficino, Pico della Mirandola, Bruno, Della Porta, Agrippa e Campanella

    Le dimensioni della fragilità territoriale.Il caso dei comuni di Petrella Salto e Zagarolo

    No full text
    Fin dal secondo dopoguerra, a seguito dell’impulso virtuoso della nascita e sviluppo delle scuole di ambientalismo scientifico, si sono evoluti e consolidati nel tempo approcci, metodi, tecniche e strumenti finalizzati alla valutazione degli effetti degli interventi antropici sull’ambiente. Il loro sviluppo si è articolato sulle diverse fasi del così detto “ciclo del progetto”, dall’analisi e interpretazione (ex ante, in itinere ed ex post) dei valori ambientali e paesaggistici naturali e antropici del territorio, alla misurazione quantitativa e qualitativa dei principali effetti delle trasformazioni d’uso del suolo alle differenti scale, fino all’applicazione dei dispositivi valutativi nell’ambito degli strumenti, che oggi definiamo più organicamente di “governo del territorio”, nell’ambito delle strategie e delle scelte della pianificazione. Un processo evolutivo lungo, articolato e ricco di varianti che ha condotto a riflettere sulla realtà ambientale in modo sempre più sottile e sofisticato, distinguendo e ordinando gerarchicamente categorie, fattori, componenti elementari e le loro modalità di valutazione quantitativa e qualitativa attraverso l’individuazione e l’utilizzo equilibrato di specifici indicatori semplici e via via più complessi. Il contributo intende aprire un primo campo di riflessione sulle questioni della “fragilità territoriale” attraverso la definizione di indicatori capaci di valutarne, sinteticamente e analiticamente in parallelo, entità e natura

    Venegas e gli altri. Il teatro nella prassi pedagogica gesuita del Cinquecento

    No full text
    Theatre has been a distinctive feature of Jesuit education from the very first years. Miguel Venegas, teacher of Rhetoric at Coimbra College and co-author (with his pupils) of some kolossal biblical dramas, staged between 1559-1562, gave a crucial contribution tothe prestige of Jesuit colleges. His tragedies provide a forceful pedagogical example. Furthermore, the outstanding quality of Venegas’ plays gives an outlook on the influence of Jesuit college theatre on the future Baroque masterworks

    Revaluating Philosophy: Campanella’s Commentaria and the “Collegio Barberino Project”

    No full text
    The Roman years of Tommaso Campanella, from 1626 to 1634, were made possible by the protection and patronage of the pope Urbano VIII Barberini. It is not surprising that one of his largest works of these years were in strict connection with the cultural production of the pope himself: Urbano VIII, Maffeo Barberini, had cultivated poetry from his youth and was a well-versed poet in Latin and a very talented one in Italian. Campanella composed from 1627 to 1631 three series of lengthy Commentaria on the Poemata, the book of Maffeo’s Latin poems, of which in the same 1631 the Vatican typography published an official edition – but the Poemata were by more than ten years a real bestseller in Italy and in France. What (actually) are the Commentaria? This complex, full-length bunch of manuscripts is often dismissed as pure flattery or as another strange, slightly delirious fruit of the exalted mind of the prophet-monk, basically cut out from the cultural edifice erected with his main philosophical system. Indeed, we think that Commentaria are not only part of the edifice, but that they were seen by their author – at least in the happy Roman years – as its new grounds, posited to reinforce it and shedding on the complex of the philosophical work a new light: the light of a system, and the reassuring clarity of a pedagogy. With his Commentaria Campanella tries to found a new educational system fitted for the city and the cultural needs of the élite. And when the city is Rome and the élite is the well paid cultural court gathering around pope Urbano VIII Barberini at the culmination of his fortune, every foundation has the character of a total revaluation where languages are rewritten from scratch and reorganized in a design coordinating all knowledges and arts
    corecore