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Pinóquio: breves apontamentos sobre um clássico contemporâneo
No primeiro capítulo, intitulado Pinóquio: breves apontamentos sobre um clássico contemporâneo, Fernando Azevedo procede a uma reflexão sobre este clássico contemporâneo, enfatizando a sua importância enquanto texto que ajuda a pensar o que é ser humano e os dilemas que um sujeito em crescimento e em formação enfrenta.CIEC - Centro de Investigação em Estudos da Criança, IE, UM (UI 317 da FCT
Fernando de Azevedo
O Professor Antonio Cândido nos fez um relato psicológico, histórico e, ao mesmo tempo, sociológico de Fernando de Azevedo. Não posso, nem nunca competi com Antonio Cândido. Ao contrário, sempre o admirei muito. Acho que ele foi um scholar exemplar da Universidade Brasileira. Por sua dedicação, pela capacidade que tem de ser tão humano quanto demonstrou aqui, pelas posições que sempre manteve ao longo da vida. Sinto orgulho por sermos colegas fraternos. Eu, que nunca tive irmãos, elegi em Antonio cândido a figura do irmão. Nós dois vivemos durante alguns anos ao lado de Fernando de Azevedo - e isso justifica esta nota introdutória. Não podemos dizer que o conhecemos, porque não somos psicanalistas e, se o fôssemos, provavelmente o conheceríamos ainda menos, por causa da complexidade de seu caráter e de seu comportamento. De qualquer forma, o Antonio Cândido fechou a conta
Venâncio Filho, Fernando de Azevedo e Euclides da Cunha
As partir do exame das profundas relações de amizades desenvolvidas entre ambos, o artigo analisa a importante influência de Francisco Venâncio Filho sobre o pensamento e a ação de Fernando de Azevedo. Descreve, ainda, a exaustiva dedicação de Francisco Venâncio Filho à causa da divulgação e da exaltação da vida e da produção literária de Euclides da Cunha
Fernando de Azevedo: pioneer of New Education
O artigo propõe o redimensionamento do perfil de Fernando de Azevedo como pioneiro da Educação Nova, deslocando algumas das representações sedimentadas como memória do chamado movimento de renovação educacional no Brasil. Para tanto, propõe situar a militância pedagógica de Azevedo, nos anos trinta, no campo demarcado pelo confronto entre seus aliados, -- os educadores sediados na Associação Brasileira de Educação -- e seus antagonistas --os católicos -- congregados na Confederação Católica Brasileira de Educação.This article\u27s aim is to resetle Fernando de Azevedo\u27s profile as Pioneer of New Education. It criticizes some usual representations that are established as a memory of the "movement of eucation renovation" in Brazil, proposing to place azevedo\u27s pedagogical militancy of the 1930\u27s in the field of confrontation of his allies -- the educators whose place was Associação Brasileira de Educação -- and their antagonists -- the catholics, that were congregated in Confederação Católica Brasileira de Educação
Fernando de Azevedo classicista
Fernando de Azevedo (1894-1974) foi sociólogo, importante formulador e gestor de políticas educacionais, fundador e professor da Universidade de São Paulo. Embora sua contribuição para o campo da educação e do estudo da cultura nacional tenha sido bem avaliada, pouca atenção receberam os seus escritos sobre língua e literatura latina. Azevedo começou sua trajetória como professor de latim em Belo Horizonte e São Paulo e publicou ao menos quatro livros que refletem essa condição. Esse artigo busca apresentar e avaliar esse legado, focando, em especial, o ensaio “No tempo de Petrônio”, em No tempo de Petrônio. Ensaios sobre a Antiguidade Latina (1923), obra de maior repercussão nessa área de estudo
Fernando de Azevedo
Afrânio Peixoto cognominava os três - Fernando de Azevedo, Anísio Teixeira e Lourenço Filho - os três cardeais da educação brasileira. Com grande justeza aliás. Trabalhei diretamente com os três, durante um longo período, nas atividades que desenvolvem na reforma da educação e do ensino no Brasil
Entre Nós: exposição de homenagem a Fernando de Azevedo
Emissões - Entre NósPrograma “Entre Nós” - uma produção vídeo da Universidade Aberta para a RTPVisita guiada pelo designer Américo Silva à exposição de homenagem a Fernando de Azevedo, patente em 2004 na Sociedade Nacional das Belas Artes, em Lisboa.
Inclui depoimento de Cristina Azevedo Tavares, filha do pintor Fernando de Azevedo.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
Fernando de Azevedo
O artigo examina a ambigüidade e o caráter pioneiro do pensamento e da atuação de Fernando de Azevedo, no contexto de uma realidade em mudança - industrialização incipiente, Revolução de 30, Estado Novo, redemocratização. Discute a possibilidade da educação como fator de transformação na visão do sociólogo educador, que procurou romper velhas tradições em busca da modernização, convencido de que a revolução de mentalidades pela educação é o passo mais importante para a mudança de estruturas
Fernando de Azevedo: : um sujeito do afeto
O presente artigo analisa a crônica A graça do amor e da fé (sobre um manuscrito de minha mãe), publicada pelo intelectual Fernando de Azevedo no jornal O Estado de S. Paulo, no ano de 1955. A crônica diz respeito à vida e à morte de Sara Lemos Almeida de Azevedo. A partir da análise crítica desse escrito, e à luz da Retórica, de Aristóteles, discutimos o ethos de um filho amoroso e grato (cujo discurso é articulado pela visada de um “observador sensível”), bem como o ethos do intelectual da educação, que problematiza práticas relacionadas ao campo educacional (cujo discurso é articulado pela visada de um “observador social” imprimida no relato feito sobre as ações pedagógicas da própria mãe). Assim se fundam nessa crônica os papéis sociais e os individuais desse sujeito: papéis concomitantes e entrecruzados na constituição do corpo discursivo da crônica.
Palavras-chave: Fernando de Azevedo. Ethos. Intelectual da educação. Afeto e efeito de sentido
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