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    Traducción comentada de "O espelho", de Machado de Assis, al espanhol

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2011Este trabalho discute aspectos da tradução do conto "O espelho" de Machado de Assis para o espanhol, a partir da tradução efetuada por mim com esse fim e da já realizada e publicada por Santiago Kovadloff. O componente fantástico do conto é explicitado e defendido no sentido de sua relevância para a tradução. Os comentários partem de exemplos concretos do texto retirados da tradução e do texto original e a discussão teórica está focada na presença do estrangeiro na tradução, na tradução da letra do conto - com atenção especial para o perfil colocacional do texto e para a imbricação forma-conteúdo - e no caráter literário da tradução - principalmente através do exemplo de uma Nota do Tradutor.This work discusses aspects of the translation into Spanish of the short story "O espelho" ["The mirror"] by Machado de Assis, having my own translation, carried out for this purpose, and a previous one by antiago Kovadloff as the objects of this discussion. The fantastic component within the short story is made explicit and defended as an important element to the translation. The commentaries start from examples of concrete text taken from the translation and the original text. The theoretical discussion is focused on the presence of the "foreignness" in the translation, on the translation of the "letter" of the short story - with special reference to its collocational profile and the intimate connection between form and content - and on the literary character of the translation - specially by means of an example based on a Translator's Note-

    O verdadeiro Machado De Assis? o confronto crítico de Abel Barros Baptista

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    This article presents a balance undertaken by Abel Barros Baptista of the supports that the machadian criticism has regimented to consolidate a reading, mainly in conflict with Roberto Schwarz’s interpretation. We will try to highlight the fictional appeals that the critic mobilizes, with the presence of a Machado de Assis strongly based on the truth that the text proposes. From this, a cleaner anda shuffled Machado de Assis will emerge, perhaps in a dialogue that highligths more universalist aspects of Machado’s work, and in direct confrontation as a tradition, said localist. Keywords: Machado de Assis, Abel Barros Baptista, back foot paradigmO presente artigo traz um balanço empreendido por Abel Barros Baptista dos suportes que a crítica machadiana arregimentou para consolidar uma leitura, principalmente em embate com a interpretação de Roberto Schwarz. Tentaremos destacar os apelos ficcionais que o crítico mobiliza, com a presença de um Machado de Assis fortemente calcado na verdade que o texto propõe. Disso sairá um Machado de Assis mais clean e embaralhado, talvez, num diálogo que destaca aspectos mais universalistas da obra machadiana, e em confronto direto como uma tradição, dita localista. Palavras chave: Machado de Assis, Abel Barros Baptista, paradigma do pé atrás

    O verdadeiro Machado De Assis? o confronto crítico de Abel Barros Baptista

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    This article presents a balance undertaken by Abel Barros Baptista of the supports that the machadian criticism has regimented to consolidate a reading, mainly in conflict with Roberto Schwarz’s interpretation. We will try to highlight the fictional appeals that the critic mobilizes, with the presence of a Machado de Assis strongly based on the truth that the text proposes. From this, a cleaner anda shuffled Machado de Assis will emerge, perhaps in a dialogue that highligths more universalist aspects of Machado’s work, and in direct confrontation as a tradition, said localist. Keywords: Machado de Assis, Abel Barros Baptista, back foot paradigmO presente artigo traz um balanço empreendido por Abel Barros Baptista dos suportes que a crítica machadiana arregimentou para consolidar uma leitura, principalmente em embate com a interpretação de Roberto Schwarz. Tentaremos destacar os apelos ficcionais que o crítico mobiliza, com a presença de um Machado de Assis fortemente calcado na verdade que o texto propõe. Disso sairá um Machado de Assis mais clean e embaralhado, talvez, num diálogo que destaca aspectos mais universalistas da obra machadiana, e em confronto direto como uma tradição, dita localista. Palavras chave: Machado de Assis, Abel Barros Baptista, paradigma do pé atrás

    Machado de Assis em HQ: uma proposta de tradução intersemiótica de 'A Cartomante'

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    Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino-Americano de Arte, Cultura e História da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial à o btenção do título de Bacharel em Letas, Artes E Mediação cultural. Orientador: Marcelo MarinhoMachado de Assis em HQ: uma proposta de tradução intersemiótica de 'A Cartomante

    A formação do ídolo: o escritor em O Momento literário e A Vida literária no Brasil - 1900

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2010Esta tese propõe uma leitura comparativa entre O Momento Literário, livro de entrevistas feitas por João do Rio, e A Vida Literária no Brasil 1900, de Brito Broca; dois livros citados na historiografia literária por seu valor informativo no que diz respeito à vida literária brasileira do 1900, mas raramente incorporados a esta historiografia. Partindo da descrição de João do Rio do autor como ídolo, esta leitura pretende compor um panorama da literatura brasileira na virada do século XIX para o século XX baseada nas modas literárias, nas palavras de Brito Broca, e nas relações interpessoais dentro da esfera intelectual e letrada do 1900 brasileiro. Em outras palavras, diferente do estabelecimento de escolas literárias e cânones, típicos da historiografia tradicional, que se baseia na figura do autor canônico, esta tese analisa a constituição de uma história literária interpessoal, que molda, em suas repetições, em seus esquemas, e em seus princípios de classificação, assim como nas práticas dos agentes deste campo, a figura do autor como ídolo. A hipótese é que a figura do autor como ídolo é constituída dentro deste panorama momentâneo, principalmente através da mídia, separado do campo institucional ao qual os autores e intelectuais reunidos nos livros de João do Rio e Brito Broca tradicionalmente pertencem. Esta passagem do autor para o ídolo, nesta tese, será analisada principalmente na polarização entre dois autores: Machado de Assis e Olavo Bilac

    Saudades

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    Texto editado do poema "Saudades", de Machado de Assis. Editores: Andressa S. Vieira, Felipe A. Tavares, Juliana Galvão Minas, Marcelo Burmann, Rogério Soares, Sani Gomes. Edição preparada sob a supervisão dos professores José Américo Miranda e Alex Sander Luiz Campos, durante as sessões de trabalho no seminário “Machado de Assis e seus textos: edição e recepção”, realizado na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), de 27 de novembro a 1º de dezembro de 2017

    Machado de Assis: The Reverse of the Reverse

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    Some concepts drawn from critical reviews published by Machadode Assis between 1850 and 1870, such as those of the inventory and mitigated realism, reveal parallels with the artistic platform embraced by the conservative Revue des Deux Mondes. Rather than a panegyric to outdated ideals, however, what seems to be at stake here is Machado’s distinctive defence of an alliance between ethics and aesthetics, literature and politics, resulting in a very advanced grasp of the art form in an equivocally enfranchised country.Keywords: Machado de Assis, realism, Revue des Deux Mondes, Henry James

    Machado de Assis, tradutor de Hugo

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    The Machado de Assis who is the object of this dissertation, the translator Machado de Assis, shall be examined here with the purpose of taking further steps towards a profile of his character as a translator. Thus, it was assigned to this stage of the research to examine the only novel translated integrally by the nineteenth century writer, Les travailleurs de la mer, by Victor Hugo. Firstly, we visited authors who theorize translation aiming at finding the arguments which would establish the ground for the form which this study would assume. We adopted as our fundamental theoretical reference the work of Antoine Berman, whose proposal for translation criticism is analyzed in one of the chapters in this work, and from which we outlined the method that should be used in the study of Machado’s translation. The next step was to try to delineate a profile of the translator basing ourselves in studies which preceded ours, as well as in texts by Machado himself. We did so with the objective of studying his translation taking into consideration the data we could gather about Machado’s relation with translation practice. However, before putting original and translation side by side, we dedicated a whole chapter to the analysis of the novel in question, which helped us determine which excerpts of the work would be elected for further analysis, accomplished later on. We henceforth arrive at the critical study of Machado’s translation, also taking into account two other translations of the same novel, aiming at comparing Machado’s decisions with those of other translators. What we looked for when comparing original and translation were not the “wrong” or “right” choices of the translator, but tried to evaluate his decisions bearing in mind that which the original proposed, even when the translator clearly shifted his course from what Hugo had written. When observing the young Machado de Assis in action, we noticed that even facing numberless adversities, the translator not only performed a memorable task, as well as proved to be a professional both competent and conscious, who does not exempt himself from the changes he believed to be necessary, even though that meant leaving the original author aside and that, moreover, there seemed to be a growing tuning in between author and translator during the translation process.Le Machado de Assis de qui cette dissertation s occupe, le Machado de Assis traducteur, sera examiné ici avec le but d aller en direction d un profil de sa personnalité traductrice. De cette façon, à cette étape de notre recherche on a attribué la tache d examiner le seul roman traduit en entier par l écrivain du dix-neuvième siècle, Les travailleurs de la mer, par Victor Hugo. On a visité, premièrement, les auteurs qui théorisent la traduction avec le dessein de trouver des arguments qui soutinssent la forme que cette étude critique devrait prendre. On a adopté comme référentiel théorique basilaire l oeuvre d Antoine Berman, dont la proposition pour une critique des traductions est analysé dans un des chapitres de ce travail, à partir duquel on a tracé la méthode qu on utiliserait dans l étude de la traduction de Machado. Le pas suivant a été celui d esquisser un profil du traducteur avec l aide d études que nous ont précédé et aussi de textes de Machado lui même. On a fait ça avec l objectif d étudier sa traduction en considerant les informations qu on ait réussi à trouver sur la relation entre Machado de Assis e la traduction. Néanmoins, avant de placer côte à côte l original et la traduction, on a consacré un chapitre à l analyse du roman en question, ce que nous a aidé à déterminer quels morceaux du roman seraient choisis pour l analyse de la traduction, réalisé plus tard dans le chapitre suivant. On est ainsi arrivé à l étude critique de la traduction de Machado, en utilisant encore deux autres traductions du roman, avec l idée de comparer les décisions de Machado avec celles des autres traducteurs. Ce qu on a essayé de trouver quand on a comparé original et traduction n a pas été les décisions « fautives » ou « correctes » du traducteur, mais évaluer ses décisions en tenant compte de ce que l original proposait, même quand le traducteur s est clairement écarté de ce que Hugo avait écrit. Quand on a observé le jeune Machado de Assis en action, on a perçu que même face à des difficultés innombrables, le traducteur a non seulement réalisé un travail mémorable, mais aussi il a démontré qu il était un professionel aussi compétent que conscient, un traducteur qui ne s esquivait pas de modifier ce qu il croyait nécessaire, bien que ça ne signifiait pas laisser de coté l auteur original, et que, par surcroît, il y a eu une syntonie croissante entre auteur et traducteur pendant le travail.O Machado de Assis do que esta dissertação se ocupa, o Machado de Assis tradutor, será aqui examinado com o propósito de caminhar na direção de um perfil de sua índole tradutória. Desta forma, coube a esta etapa examinar o único romance traduzido na íntegra pelo escritor oitocentista, Les travailleurs de la mer, de Victor Hugo. Visitamos, primeiramente, autores que teorizam a tradução com o intuito de encontrar argumentos que embasassem a forma que este estudo crítico deveria tomar. Adotamos como referencial teórico basilar a obra de Antoine Berman, cuja proposta para uma crítica tradutória é analisada em um dos capítulos deste trabalho, e a partir da qual traçamos o método a ser utilizado no estudo da tradução de Machado. O passo seguinte foi tentar esboçar um perfil do tradutor com base em estudos que nos antecederam, bem como textos do próprio Machado. Fizemo-lo com o objetivo de estudar sua tradução levando em consideração os dados que conseguíssemos levantar a respeito da relação de Machado de Assis com a prática tradutória. Antes, contudo, de colocar lado a lado original e tradução, dedicamos um capítulo à análise do romance em questão, o que nos ajudou a determinar quais trechos da obra seriam eleitos para análise, levada adiante no capítulo seguinte. Chegamos assim ao estudo crítico da tradução de Machado, utilizando ainda outras duas traduções da mesma obra, com o intuito de comparar as decisões de Machado com a de outros tradutores. O que procuramos quando comparamos original e tradução não foram os erros ou acertos do tradutor, mas avaliar suas decisões tendo em vista aquilo que o original propunha, mesmo quando o tradutor se desviava claramente do que escrevera Hugo. Ao observarmos o jovem Machado de Assis em ação, percebemos que mesmo diante de inúmeras adversidades, o tradutor não só realizou um trabalho memorável, como mostrou ser um profissional tão competente quanto consciente, que não se eximia de fazer as alterações que julgasse necessárias, embora isso não significasse deixar o autor original de lado, e que, além do mais, houve uma crescente sintonia entre autor e tradutor no decorrer do trabalho

    Aquém-além-mar presenças portuguesas em Machado de Assis /

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    Gęnero: EntrevistaRealizaçăo: UFPR TVEntrevistada: Prof. Marcelo Sandmann, professor de Literatura Portuguesa da UFPREntrevistadora: Patricia Moskwy

    Em nome do Pai: o Francisco de Assis de Leonardo Boff

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    RESUMO O presente texto analisa a imagem de Francisco de Assis construída por Leonardo Boff. Discute-se aqui como o ainda frade franciscano Boff respondeu às sanções disciplinares a ele impostas pela Santa Sé, reação expressa no livro Francisco de Assis: a saudade do Paraíso (1985). Nessa obra, um exercício memorial inspirado em fontes franciscanas primitivas, Boff vai além da mera celebração da legenda de Francisco de Assis, apresentando o santo medieval como ícone da Teologia da Libertação, crente paradigmático para nosso tempo e patrono das causas populares. Assim, interpretando Francisco de Assis por intermédio dos ideais cristãos liberacionistas, Boff contestou seus adversários, ratificando sua teologia militante. Por fim, ele proclamou projeto político de oposição à ordem estabelecida no Brasil e na Igreja Católica
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