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Depoimentos de Júlio César Volpi, Marco Antônio Volpi e Valmy Volpi
História de vida de Júlio César Volpi em relação ao vôlei: clubes pelos quais atuou, competições mais importantes, Universíade de 1963; história de vida de Valmy Volpi em relação ao vôlei: clubes, convocações, competições mais importantes, formação profissional; história de vida de Marco Antônio Volpi em relação ao vôlei: início da carreira, clubes, principais competições, convocações para a seleção brasileira, participação em Olimpíadas, outros cargo exercidos no esporte, clubes nos quais foi laureado; remuneração dos atletas; a introdução da manchete no vôlei; relato sobre treinamentos táticos e técnicos; estruturação do esporte universitário; breve comentário sobre a profissionalização do vôlei; a estruturação do vôlei feminino; restrições à mulher atleta; a situação atual do vôlei feminino em relação ao masculino; comentário sobre a estrutura financeira do esporte escolar e de rendimento; Universíade de 1963: a participação da equipe brasileira, importância do evento pra a cidade de Porto Alegre; breves considerações a cerca de competições internacionais; o relacionamento como irmãos e atletas; comentários sobre o esporte master.Educação Física e Esport
Depoimentos de Júlio César Volpi, Marco Antônio Volpi e Valmy Volpi
História de vida de Júlio César Volpi em relação ao vôlei: clubes pelos quais atuou, competições mais importantes, Universíade de 1963; história de vida de Valmy Volpi em relação ao vôlei: clubes, convocações, competições mais importantes, formação profissional; história de vida de Marco Antônio Volpi em relação ao vôlei: início da carreira, clubes, principais competições, convocações para a seleção brasileira, participação em Olimpíadas, outros cargo exercidos no esporte, clubes nos quais foi laureado; remuneração dos atletas; a introdução da manchete no vôlei; relato sobre treinamentos táticos e técnicos; estruturação do esporte universitário; breve comentário sobre a profissionalização do vôlei; a estruturação do vôlei feminino; restrições à mulher atleta; a situação atual do vôlei feminino em relação ao masculino; comentário sobre a estrutura financeira do esporte escolar e de rendimento; Universíade de 1963: a participação da equipe brasileira, importância do evento pra a cidade de Porto Alegre; breves considerações a cerca de competições internacionais; o relacionamento como irmãos e atletas; comentários sobre o esporte master.Educação Física e Esport
The Great Theatre of the World. Salvator Rosa and the Academies
La mostra organizzata con Dulwich Picture Gallery di Londra e Kimbell Art Museum di Fort Worth dall’autrice con Helen Langdon e Xavier Salomon, presenta un ingente numero di capolavori di Salvator Rosa. Nel catalogo la studiosa ha redatto numerose schede e un saggio sul rapporto fondamentale dell’artista con il mondo accademico –letterario, teatrale ed artistico- del suo tempo. Attraverso documenti per lo più inediti (componimenti, lettere, inventari), l’autrice ricostruisce un pezzo di vita culturale e artistica tra Firenze e Roma a cavallo del quinto e settimo decennio del Seicento. Si tratta di uno scenario in cui, insieme al protagonista Rosa, si intrecciano artisti del calibro di Pier Francesco Mola e Carlo Dolci, e committenti quali Flavio Chigi o Giovan Carlo de Medici. The exhibition, organized with the Dulwich Picture Gallery in London and the Kimbell Art Museum in Fort Worth by the author toghether with Helen Langdon and Xavier Salomon, had shown many of the Salvator Rosa’s masterpieces. In the catalogue the scholar did many entries and an essay on the really essential relation among the artist and the Seventeenth Century Academies of Florence and Rome. Academies that were not only artistic but also of music, theatre and poetry. Thanks to unpublished documents (poems, letters and inventories) the author can reconstruct the artistic and cultural life in Florence and Rome between 1640th and 1650th. Together with Salvator Rosa are others leading artists and patrons such as Pier Francesco Mola, Carlo Dolci, Pietro da Cortona, and Flavio Chigi or Giovan Carlo de Medici.
Note
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Responsabile del Dato
GIANANDREA Manuela
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Volpi: a mão e o lúdico
Neste artigo buscaremos analisar alguns aspectos da obra de Alfredo Volpi a partir da ótica dos teóricos Ernst Fischer e Johan Huizinga. Em referência ao primeiro autor enfatizaremos a importância da mão do artista na construção de seu trabalho. Em relação a Huizinga serão apresentadas similitudes entre a questão lúdica de que fala o teórico e a pintura de Volpi. Apesar de contemporâneos, é interessante ressaltar que não há indícios de que esses estudiosos tenham conhecido o trabalho de Volpi, nem Volpi o deles. No entanto, percebe-se uma refinada – e até mesmo coincidente - sintonia entre os escritos desses autores e a obra volpiana. É nesse sentido que procuraremos estabelecer alguns paralelos contextualizando, além disso, o período histórico-cultural que se vivia no Brasil na virada de 1930 para 1940, indo até o início da década de 1950, quando o nome de Alfredo Volpi será definitivamente consagrado no cenário da história da arte moderna brasileira.
Entrevista com Sheila Volpi
A equipe da Revista InCantare convidou, para a entrevista deste volume, a professora e musicoterapeuta Sheila Maria Beggiato Volpi. Sheila se destaca pela sua sempre presença e disponibilidade para apoiar e fortalecer eventos que ocorrem no meio musicoterapêutico. Formou-se muito jovem, e desde então, figura em posições de liderança com garra e projeção. Seu envolvimento com a construção da história da musicoterapia se estende do Paraná a todo o país, pois sua capacidade de articular redes de convívio, discussão e trabalho ressoam por entre os profissionais de diferentes estados brasileiros. Por essas razões, procuramos aproximar vocês leitores, das ideias e reflexões que sintetizaram um pouco da experiência profissional e humana dessa musicoterapeuta dedicada à formação de profissionais. A seguir, ela mesma se apresenta e relata sua história
Júlio César Volpi, Valmy Volpi e Marco Antônio Volpi (2002)
A entrevista integra o projeto Garimpando Memórias e teve como tema central o envolvimento e a carreira dos entrevistados com o vôlei no Rio grande do Sul, RS. Os três irmãos começaram no esporte no final da década de 1950 na Sociedade Ginástica Navegantes - São João em Porto Alegre, RS, e também jogaram pelo Grêmio Náutico Gaúcho. Júlio César Volpi participou da Universíade 1963. Valmy Volpi jogou no Grêmio Football Porto-Alegrense e na seleção brasileira de vôlei. Marco Antônio Volpi integrou a seleção gaúcha de vôlei e a seleção brasileira de vôlei, sendo um dos atletas a participar dos Jogos Olímpicos de Tóquio (1964) e dos Jogos Olímpicos da Cidade do México (1968). O projeto é desenvolvido pelo Grupo de Estudos sobre Esporte, Cultura e História (GRECCO) vinculado ao Centro de Memória do Esporte.Júlio César Volpi, Valmy Volpi e Marco Antônio Volpi durante entrevista à integrantes do Centro de Memória do Esporte, realizada no dia 23 de outubro de 2002 em Porto Alegre, RS, na residência de Júio César Volpi.DoaçãoEducação Física e Esport
Chondroitin sulfate. Structure, role and pharmacological activity. Nicola Volpi (Editor)
Contents
STRUCTURE Isolation, purification and analysis of chondroitin sulfate proteoglycans Fumiko Matsui and Atsuhiko Oohira Isolation and Purification of Chondroitin Sulfate Luiz-Claudio F. Silva Structure of chondroitin sulfate Fotini N. Lamari and Nikos K. Karamanos Progress in the structural biology of chondroitin sulfate Barbara Mulloy The biosynthesis and catabolism of galactosaminoglycans Vikas Prabhakar and Ram Sasisekharan Biosynthesis of chondroitin sulfate: from the early, precursor discoveries to nowadays, genetic approaches Mauro S.G. Pavao, Ana Christina Vilela-Silva and Paulo A.S. Mourao Advances in the analysis of chondroitin/dermatan sulfate M. Stylianou, I.-E. Triantaphyllidou and D.H. Vynios Chondroitin sulfate lyases - their applications in analysis and glycobiotechnology Emmanuel Petit, Cedric Delattre, Dulce Papy-Garcia and Phillipe Michaud Chondroitin sulfate Lyases: Structure, Activity and Applications in Analysis and the Treatment of Diseases Robert J. Linhardt, Fikri Y Avci, Toshohiko Toida, Yeong Shik Kim and Miroslaw Cygler BIOLOGICAL ROLE OF CHONDROITIN SULFATE Structure, metabolism and tissue roles of chondroitin sulfate proteoglycans Christopher J. Handley, Tom Samiric and Mina Z. Ilic Emergence and structural characteristics of chondroitin sulfates in the animal kingdom Lucia O. Sampaio and Helena B. Nader Role of the sulfation pattern of chondroitin sulfate in its biological activities and the binding of growth factors Chilkunda D. Nandini and Kazuyuki Sugahara Chondroitin sulfate as a key molecule in the development of atherosclerosis and cancer progression A.D. Theocharis, G.N. Tzanakakis and N.K. Karamanos Chondroitin sulfate proteoglycans in tumor progression Yanusz Wegrowski and Francois-Xavier Maquart Chondroitin sulfate proteoglycans in the brain Sachiko Aono and Atsuhiko Oohira Chondroitin/dermatan sulfate in the central nervous system: structures and functions in health and disease Uwe Rauch and Joachim Kappler Chondroitin sulfate proteoglycan and its degradation products in CNS repair Asya Rolls and Michal Schwartz Role of Chondroitin 4-Sulfate in Pregnancy-Associated Malaria D. Channe Gowda PHARMACOLOGICAL ACTIVITIES OF CHONDROITIN SULFATE Immunological activity of chondroitin sulfate Toshihiko Toida, Shinobu Sakai, Hiroshi Akiyama and Robert J. Lindhardt Antioxidant activity of chondroitin sulfate G.M. Campo, A. Avenoso, S. Campo, A.M. Ferlazzo and A. Caltroni Effects of chondroitin sulfate on the cellular metabolism N. Brandl, J. Holzmann, R. Schabus and M. Huettinger In vitro effects of chondroitin sulfate A. Fioravanti, R. Marcolongo and G. Collodel Effect of chondroitin sulfate as nutraceutical in dogs with arthropathies Britta Dobenecker Chondroitin sulfate as a structure modifying agent Daniel Uebelhart, Ruud Knols, Elling D. de Bruin and Gust Verbruggen CLINICAL EFFICACY AND TRIALS Chondroitin sulfate in the management of erosive osteoarthritis of the interphalangeal finger joints Gust Verbruggen Chondroitin sulfate in the management of hip and knee osteoarthritis: an overview Geraldine Bana, Benedicte Jamard, Evelyne Verrouil and Bernard Mazieres Treatment of knee osteoarthritis with oral chondroitin sulfate Daniel Uebelhart, Ruud Knols, Elling D. de Bruin and Gust Verbrugge
Volpi e o concretismo: uma controvérsia crítica
The Museum of Modern Art of Rio de Janeiro - MAM Rio - was an institution recently inaugurated in the Brazilian artistic scene of the decade of the 1950s. Aiming to be the stage for the most recent art, the Museum held exhibitions of geometric and informal abstract art, organized courses, and gathered the proponents of concrete and neo-concrete art. Two exhibitions in particular, the Grupo Frente second collective exhibition and the 1st Neoconcrete Exhibition, are mainstays of the scholarship on Brazilian concretism. However, it is important to research the Alfredo Volpi retrospective, organized by Mário Pedrosa in 1957. This exhibition was widely commented by the main critics of the time, with texts by Mário Pedrosa, Antônio Bento, Jayme Maurício, José Roberto Teixeira Leite, Manuel Bandeira and Ferreira Gullar. Studying individual exhibitions such as Volpi's, we aim to reveal previously unstudied connections about how geometric abstraction was experienced in Brazil. Considering that Volpi was already a prestigious painter, his participation in the concrete trend reaffirmed the value of the movement. This study will seek to reconstruct the critical debate that occurred, highlighting its main lines of tension.O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM Rio – era uma instituição recém-inaugurada no cenário artístico nacional da década de 1950. Visando a ser palco da arte mais recente, o Museu realizou mostras de arte abstrato-geométrica e também informal. Foi ainda, no Rio de Janeiro, a instituição que aglutinou os agentes da arte concreta e neoconcreta. Ali realizaram-se exposições, palestras e cursos. Duas exposições em particular, a segunda coletiva do Grupo Frente e a I Exposição neoconcreta, são centrais para os estudos sobre a vertente concreta no Brasil. Nesse contexto, é importante pesquisar sobre a Retrospectiva de Alfredo Volpi, organizada por Mário Pedrosa em 1957. Essa mostra foi amplamente abordada pela crítica da época, com textos de Mário Pedrosa, Antonio Bento, Jayme Maurício, José Roberto Teixeira Leite, Manuel Bandeira e Ferreira Gullar. Ao estudar exposições individuais como a de Volpi, pretendemos revelar conexões até então não estudadas na abstração-geométrica vivenciada no Brasil. Considerando-se que Volpi já era um pintor de prestígio, sua participação na vertente concreta reafirmava o valor do movimento. Este estudo buscará reconstituir o debate crítico ocorrido, destacando suas principais linhas de tensão.O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM Rio – era uma instituição recém-inaugurada no cenário artístico nacional da década de 1950. Visando a ser palco da arte mais recente, o Museu realizou mostras de arte abstrato-geométrica e também informal. Foi ainda, no Rio de Janeiro, a instituição que aglutinou os agentes da arte concreta e neoconcreta. Ali realizaram-se exposições, palestras e cursos. Duas exposições em particular, a segunda coletiva do Grupo Frente e a I Exposição neoconcreta, são centrais para os estudos sobre a vertente concreta no Brasil. Nesse contexto, é importante pesquisar sobre a Retrospectiva de Alfredo Volpi, organizada por Mário Pedrosa em 1957. Essa mostra foi amplamente abordada pela crítica da época, com textos de Mário Pedrosa, Antonio Bento, Jayme Maurício, José Roberto Teixeira Leite, Manuel Bandeira e Ferreira Gullar. Ao estudar exposições individuais como a de Volpi, pretendemos revelar conexões até então não estudadas na abstração-geométrica vivenciada no Brasil. Considerando-se que Volpi já era um pintor de prestígio, sua participação na vertente concreta reafirmava o valor do movimento. Este estudo buscará reconstituir o debate crítico ocorrido, destacando suas principais linhas de tensão
Prof. Paolo Volpi
Botanico: Volpi, Paolo (1794-1861).
Professore di botanica e prefetto dell\u27Orto botanico nell\u27allora Università di Lucca. Ricercatore della flora toscana.
Titolo manoscritto sul recto, dove compare anche la nota: Dono del prof. C. Bicchi Nov. 1899.
Montata su cartone 231 x 145 mm.
1 fotografia : albumina ; 140 x 95 mm.
Vai alla scheda bibliografica: https://galileodiscovery.unipd.it/discovery/fulldisplay?context=L&vid=39UPD_INST:VU1&search_scope=MyInst_and_CI&tab=Everything&docid=alma99001598849020604
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