17,234 research outputs found

    O amor como suplência à relação sexual

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologia.Esta pesquisa desenvolveu-se com o objetivo de examinar a proposição lacaniana de que o amor é o que vem em suplência à relação sexual. Inicialmente, realizou-se uma explanação sobre a sexualidade humana à luz da teoria psicanalítica: de acordo com as investigações psicanalíticas, a sexualidade do ser falante não é regida pelo instinto, mas pela pulsão, fator decisivo para que não exista a relação sexual entre dois seres humanos. Não há o Um da relação sexual, a relação sexual não cessa de não se escrever, ela pertence, portanto, ao registro do real. Em seguida, introduziu-se a temática do amor e argumentou-se a favor de uma separação entre o campo sexual - pulsional - e o campo amoroso - narcísico. O amor, por estar localizado na intersecção entre o simbólico e o imaginário, é produtor de sentido. No amor, o objeto é elevado à condição de necessário, ou seja, ele não cessa de se escrever. Dessa forma, o amor, ardilosamente, faz o sujeito crer na ilusão, mesmo que efêmera, da consecução da relação sexual. Entretanto, o amor, que por definição é engano, já que, ao amar, o sujeito quer, na verdade, ser amado, não consegue sustentar a ilusão do Um. Ele acaba revelando o que tem por função velar: não há relação sexual. Finalmente, foram pesquisadas duas modalidades de amor, o amor do obsessivo e o amor cortês, como ilustração da tentativa de suplência da relação sexual pelo amor

    Para um amor democrático: a não perspectiva do casamento na narrativa de Rosa Montero

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2010Esta dissertação tem por objetivo mostrar como a autora espanhola Rosa Montero refuta em seus romances o amor romântico e o casamento burguês tradicional, por ver nestes a manutenção da ordem patriarcal de gênero. Para justificar tal ideia, faço uso da teoria do contrato sexual desenvolvida principalmente por Carole Pateman, juntamente com os conceitos em torno do amor romântico e do casamento burguês. Feito esse embasamento teórico, parto para uma leitura cronológica da obra de Montero, com o intuito de mostrar como, no decorrer dos quase trinta anos de sua carreira literária, a autora começa a construir um outro modelo de amor, baseado na igualdade das relações cotidianas, a que chamaremos de amor democrático. Procuro, assim, demostrar a negativa feita por Rosa Montero do amor romântico e o surgimento, em sua obra, do amor democrático

    A poética do amor em Dolores Duran e Maysa

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura.A presente pesquisa tem, como principal objetivo, o estudo do tema do amor nas letras das compositoras Dolores Duran e Maysa, produzidas na década de 1950. Em tais letras, o amor é compreendido a partir da óptica do sujeito poético que centraliza sua atenção no outro, o objeto amado. Além desse enfoque, investigamos um tema recorrente, o espaço de manifestação do amor, lugar ao qual se vincula o citado sujeito poético, em cuja representação percebemos a influência do ambiente na exposição de suas emoções, em geral, identificadas com elementos da natureza, ou mesmo com elementos artificiais, que contribuem como símbolos que ele manipula para dar feição ao seu estado amoroso. Por fim, com base em dados biográficos das autoras acima referidas, avaliamos aspectos de suas vidas sentimentais, ressaltando coincidências refletidas na produção artística de ambas

    Amor, M.

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    Centro Asturiano membership record of M. Amor; Socio Number: 71242.https://digitalcommons.usf.edu/asturiano_membership/1105/thumbnail.jp

    Octopus djinda Amor & Hart 2021, sp. nov.

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    <i>Octopus djinda</i> Amor, sp. nov. <p>(Figs. 2–3)</p> <p> <i>Octopus tetricus</i>, Joll <i>et al.</i> 1976, 1977, 1978; Roper <i>et al.</i> 1984: 209; Kirkman <i>et al.</i> 1991: 557; Stranks 1998: 541 (in part); Guerra <i>et al.</i> 2010: 1405 (in part); Acosta-Jofre <i>et al.</i> 2012 (in part); Reid & Wilson 2015 (in part); Greenwell <i>et al.</i> 2019.</p> <p> <i>Octopus</i> cf. <i>tetricus</i>, Roper 1997; Norman & Reid 2000; Finn <i>et al.</i> (2005); Guzik <i>et al.</i> 2005; Norman & Hochberg 2005: 146; Amor <i>et al.</i> 2014; Norman <i>et al.</i> 2014: 58; Leporati & Hart 2015; Leporati <i>et al</i>. 2015; Hart <i>et al.</i> 2016; Reid 2016: 396; Amor <i>et al.</i> 2017; Sauer <i>et al.</i> 2020; Somaweera & Somaweera 2021.</p> <p> <i>Octopus</i> aff. <i>tetricus</i>, Hart <i>et al.</i> 2019.</p> <p> <b>Type material.</b> Seven type specimens were designated, including at least one male and one female from each sampled locality which encompasses most of the species’ distribution. Other material examined (a further 7 males and 11 females) are listed in Table 1 (<i>n</i> = 25). Raw morphological data are available in Tables S1–S 4. <b>Holotype: AUSTRALIA: Western Australia: Esperance:</b> Male, 138.6 mm ML (Fig. 3). Collected by M. Amor 10-Dec-2019 via non-baited trap, 7–9 m depth. Esperance Bay (-33.84, 121.91) (WAM S.89010). <b>Paratypes: AUSTRALIA: Esperance:</b> (i) Female, 163.4 mm ML. Collected by M. Amor 10-Dec-2019 via non-baited trap, 7–9 m depth. Esperance Bay (-33.84, 121.91) (WAM S.89009); <b>Mandurah:</b> (ii) Male, 163.4 mm ML. Collected by M. Amor 12-Dec-2019 via baited trap, 22–25 m depth (-32.77, 115.53) (WAM S.89021); (iii) Male, 177.0 ML. Collected by M. Amor 12-Dec-2019 via baited trap, 22–25 m depth (-32.75, 115.51) (WAM S.89022); (iv) Female, 124.3 mm ML. Collected by M. Amor 12-Dec-2019 via baited trap, 22–25 m depth (-32.78, 115.52) (WAM S.89018); <b>Geraldton:</b> (v) Male, 176.1 mm ML. Collected by M. Amor 2-Dec-2019 via baited trap, 16–30 m depth (-28.83, 114.55) (WAM S.89001); (vi) Female, 149.7 mm ML. Collected by M. Amor 2-Dec-2019 via baited trap, 16–30 m depth (-28.92, 114.57) (WAM S.89006).</p> <p> <b>Diagnosis.</b> Medium to large (109–177 mm ML), muscular species. Ocelli absent. Long arms taper to narrow tips between 347–745 mm; 3.7–6 times longer than ML. All arms equal width (12.5-32.1 mm). Males right arm III hectocoltylised; shorter than opposite arm (ALR3 84–97% ALL3). Well-defined spermatophore groove ends at base of small calamus. Calamus approximates 31–49% of ligula. Small ligula (LL 1–1.6% ALR3). Biserial sucker arrangement; 182–283 suckers on non-hectocotylised arms, 169–196 hectocotlised arm suckers. Between 1–13 enlarged suckers present in both sexes; between 10 th to 23 rd proximal suckers on II and III arm pairs.</p> <p> <b>Description.</b> Based on 11 mature males and 14 sub-mature females. Mantle broad, oval shaped and saccular. Web depth 18–31% of longest arm, formula highly variable. Funnel tube shaped; free length 45–85% of total funnel length (39–66 mm). Funnel organ ‘W’ shaped. 9–10 lamellae per gill demibranch. Ink sac, anal flaps present. One large papilla above each eye, 2–3 additional smaller papillae adjacent. Typical <i>Octopus</i> digestive tract (Fig. 4) comprising a large buccal mass connected to a pair of rounded anterior salivary glands. Posterior salivary glands curved and triangular. Narrow oesophagus leads to crop diverticulum then wide, triangular, stomach. Spiral caecum connected to large digestive glad; ink sac embedded within. Long intestine ending with muscular rectum, pair of anal flaps. Strong beak embedded within buccal mass (Fig. 5A & 5B). Radula comprises rows of seven teeth, two marginal plates. Rhachidian tooth, 2–3 cusps migrating laterally, and asymmetrically over four rows. Pattern offset by two rows (WAM S89017; Fig. 5C).</p> <p>Spawned eggs 2.5 mm long, 1 mm wide. Larvae planktonic. Mature male testis, large (Fig. 6A), narrow vas deferens opens into a round mucilage gland, then long, curved spermatophore gland (Fig 6B & 6C). Spermatophore sac connected, 32–111 spermatophores within. Spermatophores long (to 50 mm), and narrow (0.6–0.7 mm). Terminal organ 13–24% of ML. Diverticulum elongate, oval-shaped (5–14 mm). Ovaries to 28 g (sub-mature). Short proximal oviducts, lead to spherical oviductal glands and distal oviducts (Fig. 6D).</p> <p>Rough skin texture, distinct patches. Live specimens display mottled colour pattern, vary in colour from oceanic (reddish-brown/orange) to estuarine habitats (green/brown tint). Characteristic orange colouration along arm edge; often displayed while denned. Colour muted by preservation.</p> <p> <b>Distribution.</b> Shark Bay (northernmost distribution; approx. -25.51, 112.87) to Cape Le Grand (southeast; approx. -33.94, 122.55), Western Australia (Fig. 1). Depth to 80 m. Mean sea surface temperatures from ~25–17 (Fig. S1; Huang <i>et al.</i> 2017).</p> <p> <b>Etymology.</b> <i>Octopus djinda</i>, sp. nov, the star octopus, is distributed along the southwest coast of Australia. This distribution closely reflects the territory of the traditional custodians of this land, the Nyoongar people (‘a person of the southwest of Western Australia’). To recognise their connection to this land, a Nyoongar translation of ‘star’ (djinda), as described by Whitehurst (1997), was selected as a species name. This use of ‘star’ (luminous) reflects the shared recent ancestry with, and now-understood distinction from, <i>O. tetricus</i> (Latin: gloomy octopus). Consultation with the Aboriginal community regarding the use of ‘djinda’ as a species name was undertaken via the Western Australian Museum’s Aboriginal Advisory Committee (WAMAAC). Initial documentation, including the above etymology statement, was presented to the committee on Friday July 2, 2021. Support was provided on July 14, 2021.</p> <p> <b>Remarks.</b> Greater, and non-overlapping, sucker numbers on hectocotylised arm delimit <i>O. djinda</i>, sp. nov. (169–196) from <i>O. tetricus</i> (122–150; Amor <i>et al.</i> 2017) and <i>O. sinensis</i> d’Orbigny, 1841 from Asia (119–152; Gleadall 2016), but not Kermadec Is. (178–185; Reid & Wilson, 2015). Disjunct distributions reflect species identity among <i>O. djinda</i>, <i>O. tetricus</i> and <i>O. sinensis</i>, which form a monophyletic clade within the <i>O. vulgaris</i> group (Amor <i>et al.</i> 2019). A 399 bp fragment of the COI gene was sequenced to complement visual identification. Sequence data from 16 individuals, that were of sufficient quality, were retained and represented a single haplotype. 349 bases overlapped with existing accessions for <i>O. tetricus</i> and <i>O.</i> cf. <i>tetricus</i>. 13 polymorphisms along 349 bp partial COI sequence (3.7% divergence) reliably distinguish <i>O. djinda</i>, sp. nov. from <i>O. tetricus</i>; interspecific variation nine times greater than intraspecific differences. Four characteristic large papillae form a diamond pattern on the dorsal mantle, typical for the <i>O. vulgaris</i> species-group. Funnel organ was difficult to see in most specimens.</p>Published as part of <i>Amor, Michael D. & Hart, Anthony M., 2021, Octopus djinda (Cephalopoda: Octopodidae): a new member of the Octopus vulgaris group from southwest Australia, pp. 145-156 in Zootaxa 5061 (1)</i> on pages 148-151, DOI: 10.11646/zootaxa.5061.1.7, <a href="http://zenodo.org/record/5642369">http://zenodo.org/record/5642369</a&gt

    La neurociencia del amor romántico

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    En primer lugar, es importante entender que existen diferentes tipos de amor. Bajo este precepto, el presente documento se centra en el amor romántico, comprendido como un sentimiento complejo, esencialmente dirigido a una persona, que envuelve diferentes aspectos de tipo erótico, emocional, cognitivo y conductual. Al ser un sentimiento que tiene varios aspectos en función, algunos de estos pueden actuar de manera independiente. El rol visual pretende dar inicio y mantener el amor romántico. Aunque se tenga un respaldo evolutivo y científico que respalde a la neurobiología del amor romántico, es primordial comprender con antelación que las relaciones románticas emergen como resultado de los procesos cognitivos que sirven como eje inicial para una investigación de la neurobiología del amor (Palacios-Ariza et al., 2023)

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    Relações amorosas na adolescência e risco: um estudo sobre o papel do amor na percepção de risco em relação ao HIV/Aids

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2011A infecção pelo HIV representa uma das maiores pandemias da história. Os dados mostram que hoje as relações sexuais são a via de maior transmissão e aspectos sentimentais envolvidos nas relações amorosas têm se constituído obstáculo para a adoção de condutas de proteção, como o uso do preservativo. O amor, por estar presente em grande parte das relações amorosas, é um sentimento que pode estar envolvido na subestimação do risco, pois é responsável pela idealização do parceiro. O início das relações amorosas e sexuais tem lugar na adolescência o que, somado às características próprias desta fase, insere este grupo no contexto de vulnerabilidade ao HIV. Esta dissertação teve como objetivo investigar a relação entre o amor e a percepção de risco em relação ao HIV entre adolescentes estudantes do ensino médio, em diferentes tipos de relacionamento. Tratou-se de um estudo exploratório, de natureza descritiva e comparativa, com 301 adolescentes de escolas públicas de Florianópolis. Foi aplicado um questionário em situação coletiva, composto de 3 blocos de questões: 1) características sócio-demográficas; 2) relacionamento amoroso e 3) risco em relação ao HIV. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva e relacional, com auxílio do software SPSS, análise de conteúdo e análise lexicográfica, com software ALCESTE e SPAD. Os resultados mostram que, em geral, o risco em relação ao HIV/Aids é negado pelos adolescentes, pois os mesmos subestimam suas chances de infecção quando se comparam a outros indivíduos e consideram como mínimo o risco de se contaminar ao longo de suas vidas. O amor não apareceu diretamente associado à auto-percepção de risco, porém, juntamente com o namoro, se apresenta como complicador do sexo protegido. Ele também apareceu indiretamente associado à percepção de risco, visto que apresentou relação com a subestimação do risco do parceiro amoroso. Observou-se que os significados compartilhados em relação ao amor aparecem associados ao risco em relação ao HIV/Aids a medida que justificam práticas arriscadas, como o não uso do preservativo.HIV infection is one of the greatest pandemics in history. Today, sexual intercourse is the main transmission mode a and emotional aspects involved in romantic relationships render more difficult the adoption of protective behaviors, such as condom. As an emotion present in most relationships, love is a feeling that may be involved in the underestimation of risk, because it is responsible for the idealization of the partner. Adolescents are especially vulnerable to the HIV because, despite the particular characteristics of this stage, sexual and romantic relationships are here iniciated. This thesis aims to investigate the relationship between love and HIV risk perception of high school students engaged in different types of relationship. The study was exploratory, descriptive and comparative, and had as participants 30 adolescents from public schools of Florianopolis. A questionnaire was applied in a collective situation, consisting of three sets of questions: 1) socio-demographic characteristics, 2) romantic relationship and 3) risk in relation to HIV. Data were analyzed though descriptive and relational statistics (SPSS); content analysis and lexical analysis (ALCESTE and SPAD). Results show that in general, HIV contamination risk is denied by adolescents since they underestimate their chances of infection when compared to others. Moreover, they consider that their risk of contamination throughout their life is minimal. The feeling of love was not directly associated to self-perception of risk. However, its association to romantic relationships underlines the complexity of safe sex. Love feeling was also indirectly associated with the risk perception though an underestimation of the risk associated to the loving partner. Finally, it was noticed that the shared notions about love are associated to HIV risk taking practices because they justify risky behaviours, such as not using condoms

    Preactive Lesions in Multiple Sclerosis: The key to resolving lesion formation

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    Amor, S. [Promotor]Valk, P. van der [Promotor]Kipp, M. [Copromotor

    «Omnia vincit Amor. Poética del Amor», de Luigi M. Lombardi Satriani

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    Reseña del libro Omnia vincit amor. Poética del amor (intr. y ed. de María Pilar Panero García, trad. de Maria La Grotteria, Ediciones Universidad de Salamanca, Col. Et caetera, 58, Salamanca, 2021), de Luigi M. Lombardi Satriani
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