8,677 research outputs found
HELENA MARQUES: "O ÚLTIMO CAIS"
Helena Marques. O Último Cais. Publicações D. Quixote. O romance chegou-me a Brasília pelas mãos do Embaixador Leonardo Mathias e o comentário: é livro para se saborear lentamente com o prazer com que se bebem certos vinhos da Madeira
Ecofeminismo em Helena Marques
This paper analyzes four novels written by the contemporary Portugueseauthor Helena Marques. The main focus is on the feminine narrative and theintertwinement of nature in the spaces in which the novels take place, andthe influence and effect of the earth, flora and fauna on the characters – theEcofeminism.Este trabalho analisa os quatro romances da autora contemporânea portuguesaHelena Marques, tendo como foco a narrativa feminina e o inter-relacionamentoda natureza nos espaços em que o romance se desenvolve além da influência eos efeitos da terra, flora e fauna sobre as personagens – o ecofeminismo
Ecofeminismo em Helena Marques
This paper analyzes four novels written by the contemporary Portugueseauthor Helena Marques. The main focus is on the feminine narrative and theintertwinement of nature in the spaces in which the novels take place, andthe influence and effect of the earth, flora and fauna on the characters – theEcofeminism.Este trabalho analisa os quatro romances da autora contemporânea portuguesaHelena Marques, tendo como foco a narrativa feminina e o inter-relacionamentoda natureza nos espaços em que o romance se desenvolve além da influência eos efeitos da terra, flora e fauna sobre as personagens – o ecofeminismo
Helena Kolody, carbono & diamante: uma biografia ilustrada
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em LiteraturaHelena Kolody, carbono & diamante - uma biografia ilustrada conta a vida da escritora Helena Kolody, a partir de sua inscrição na literatura, questionando sua identidade, o mundo que a cercava e o sentido de sua existência. Equivale a dizer: em sua lírica, reflexões e sentimentos se entretecem a partir de uma matéria pessoal e localizada. Da estação ferroviária à estação tubo; da Ucrânia ao centro de Curitiba; de Paisagem interior a Reika; do século XIX ao século XXI, a literatura de Helena Kolody gerencia sua presença na consolidação do binômio arte-vida. O retrato da autora acaba se constituindo também por meio de farto aparato iconográfico; pelos mais de quinhentos textos críticos elencados e por sua obra completa. Fragmentação deliberadamente assumida, a pessoa se revela em sua inteireza.Helena Kolody, carbon & diamond - an illustrated biography tells the life of Helena Kolody, from her very insertion in literature, as it questions her identity, the world surrounding her, and the meaning of her existence. That is equivalent to saying that in her poetry there is the intermingling of reflections and feelings that derive from personal and localized material. From the railroad station to the tube-shaped bus stops; from Ukraine to downtown Curitiba; from Paisagem interior to Reika; from the nineteenth century to the twenty-first century, Helena Kolody's literature guarantees her presence in the consolidation of the art/life binomial. The portrait of the author ends up by also being made up of an abundant iconographic apparatus, of the over five hundred critical texts listed, and of her complete work. The person, although deliberately accepting her own fragmentation, reveals herself in her entireness
O último cais de Helena Marques: narrativas femininas de rutura
Na década de 1970 verificaram-se grandes mudanças na sociedade portuguesa no que respeita à situação das mulheres e à visibilidade de obras de autoria feminina. A obra que iniciou Helena Marques na ficção, O último cais, busca a identidade da mulher portuguesa tornando visível a terceira mulher na designação de Lipovetsky. Esta fase da luta feminista, cuja repercussão na obra de Helena Marques é notória, nega uma identidade feminina definida pelos homens e problematiza uma conceção universalista das mulheres. No entanto, o universo ficcional de Helena Marques reporta-se à primeira fase, ficcionando aspetos práticos dessa luta como o direito ao voto ou colocando em causa estereótipos de representação do feminino. Neste contexto, este romance evidencia as diferentes estratégias de mulheres fortes perante situações adversas.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
Entre Nós: entrevista a Helena Marques
Emissões - Entre NósPrograma “Entre Nós” - uma produção vídeo da Universidade Aberta para a RTPEntrevista realizada em 2002 a Helena Marques, jornalista e escritora, autora dos romances “O Último Cais”, “A Deusa Sentada”, “Terceiras Pessoas” e “Os Íbis Vermelhos da Guiana”.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
O ciclo de vida e morte em Helena Marques
Aromancista portuguesa Helena Marques publicou quatro romances: O último cais, A deusa sentada, Terceiras pessoas e Os íbis vermelhos da Guiana. Estes romances buscam a identidade da mulher portuguesa através do tempo e do espaço. Começam no século XIX e vão até o presente momento no século XXI. Marques utiliza um artifício inovador quanto ao espaço geográfico. Em lugar de iniciar pelo centro, por Portugal continental, opta pela periferia que se torna, de fato, central. São as ilhas e o território além-mar ou fora da Península Ibérica que definem a mulher portuguesa e lhe dão uma identidade peculiar. Nesse trajeto, entre a tempestade e a bonança, lutas e ambições, o ciclo de nascimento e morte é a única realidade que permanece, permeada pelo amor.
O ciclo de vida e morte em Helena Marques
Aromancista portuguesa Helena Marques publicou quatro romances: O último cais, A deusa sentada, Terceiras pessoas e Os íbis vermelhos da Guiana. Estes romances buscam a identidade da mulher portuguesa através do tempo e do espaço. Começam no século XIX e vão até o presente momento no século XXI. Marques utiliza um artifício inovador quanto ao espaço geográfico. Em lugar de iniciar pelo centro, por Portugal continental, opta pela periferia que se torna, de fato, central. São as ilhas e o território além-mar ou fora da Península Ibérica que definem a mulher portuguesa e lhe dão uma identidade peculiar. Nesse trajeto, entre a tempestade e a bonança, lutas e ambições, o ciclo de nascimento e morte é a única realidade que permanece, permeada pelo amor. </p
Uma história com estórias no feminimo: o último cais e a deusa sentada de Helena Marques
A presente dissertação dedica-se à análise da produção ficcional de Helena
Marques, com particular incidência em O Último Cais e A Deusa Sentada, de modo a
problematizar algumas das temáticas mais recorrentes do imaginário da autora, numa
perspetiva comparatista.
Incidindo sobre o universo feminino, este estudo analisa a condição da
mulher na Ilha da Madeira, no período que compreende o século XIX e XX, evocando
realidades sociais, históricas, culturais e ideológicas que deixam entrever algumas das
raízes socioculturais da escritora e o seu contributo literário na exposição da condição da
mulher na busca da sua afirmação numa sociedade patriarcal e, assim, de uma nova
identidade.
Na galeria dos retratos femininos apresentada por Helena Marques,
depreende-se, em particular, entidades ficcionais que representam a mulher subjugada
pelo poder patriarcal, e circunscrita a uma cláusula insular e cultural, mas também a
mulher lutadora, emancipada e profissionalmente bem-sucedida, que anuncia a mudança
da sua condição, a mulher do século XX
As velhas criadas n´ O último cais, de Helena Marques
O artigo pretende analisar as relações que as principais figuras femininas do romance O último cais, de Helena Marques, mantêm com os seus subalternos, nomeadamente com as velhas criadas que, durante várias décadas, prestam serviço nas casas das famílias da alta burguesia funchalense. O objetivo do artigo é a abordagem da posição das criadas no meio familiar, as razões da proximidade com as patroas e as consequências advindas dessa relação. Ao mesmo tempo, analisa o contraste entre a vida citadina e o ambiente de origem das criadas, bem como a influência que estas acabam por exercer na sociedade
- …
