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    Editorial de editoras

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    Revistas, editoras e congressos predadores e a investigação científica

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    A pressão para publicar e a dificuldade em discernir a revista legítima da ilegítima e a editora confiável da não confiável fomentam um ambiente favorável à proliferação de publicações questionáveis. Também os congressos predadores têm proliferado nos últimos anos, movimentando elevados montantes e onde todos pagam para circular. Os investigadores devem, numa postura exigente e informada, no interesse da confiabilidade da (e na) ciência, ter boas práticas de investigação, evitando a inclusão de dados falsos, plagiados ou manipulados, que prejudicam a qualidade dos resultados e das conclusões, influenciando a evidência científica, a ciência e a sociedade. Objetivos do workshop: 1. Analisar e caracterizar o fenómeno a partir da literatura indexada na JSTOR, ProQuest, PubMed, Scopus e Web of Science, desde 2012 à atualidade. 2. Analisar o impacto das revistas, editoras e congressos predadores na investigação científica, identificando características e o conhecimento adquirido. 3. Dotar doutorandos, professores e investigadores com um conjunto de recomendações orientadoras e de alerta face ao fenómeno

    Modelo de custos de periódicos científicos

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    TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Educação. Curso de Biblioteconomia.Apresenta um modelo de custos baseado nas exigências das principais bases indexadoras multidisciplinares internacionais e nos serviços apresentados como proposta de internacionalização de periódicos brasileiros pelas editoras comerciais internacionais Elsevier, Emerald, Springer, Taylor and Francis e Wiley. Os objetivos específicos são: a) conhecer as principais bases multidisciplinares e seus critérios de indexação para periódicos científicos, b) identificar nos documentos apresentados pelas editoras comerciais científicas os serviços e produtos que oferecem para promover a internacionalização de periódicos, e c) elaborar uma estrutura de custos reunindo as demandas das bases de dados e os serviços oferecidos pelas editoras comerciais. A pesquisa realizada consiste numa revisão bibliográfica documental qualitativa, utilizando como termos de busca: comunicação científica, editoração científica, periódico científico, modelos de custo em conjunto com editoração científica e periódico científico, e acesso aberto. Além de livros, que tratam sobre editoração científica, e jornais, que veicularam notícias relacionadas com a editoração científica, as fontes consultadas foram as bases Scientific Electronic Library Online (SciELO), Library and Information Science Abstracts (LISA), Web of Science (WoS), Scopus e a plataforma Lattes. Para a elaboração dos resultados foi realizada uma coleta de dados a partir de documentos apresentados pela Qualis, bases indexadoras e editoras. Como resultado da consulta dos documentos Qualis por área, as principais bases multidisciplinares foram WoS, Scopus e SciELO. Foram coletadas, agrupadas e comparadas as exigências de indexação das bases e os serviços apresentados pelas editoras comerciais. Os tópicos utilizados para introduzir e contextualizar o modelo foram: a) a comunicação científica e os periódicos científicos, e b) a conjuntura editorial. O tratamento da comunicação científica enfatizou os princípios e propósitos da ciência. O periódico científico é abordado considerando sua função e propósitos dentro da comunicação científica, conceitos, estrutura, fluxo de atividades e modelos de custo. A conjuntura editorial apresenta uma breve narrativa histórica, apresentando a evolução dos aspectos que a definem - incluindo a evolução das tecnologias de informação e comunicação (TIC), a crise de preços do modelo comercial editorial tradicional, o debate entre as editoras comerciais e os segmentos que participam da produção e disseminação do conhecimento científico. A conjuntura é concluída com uma análise aprofundada da iniciativa do Acesso Aberto (AA). Conclui, com a criação de um modelo de custos, a partir dos critérios das bases indexadoras e práticas das editoras comerciais, e com uma análise deste modelo frente às tendências da conjuntura editorial e o AA.Presents a cost model based on the requirements of the leading international multidisciplinary indexing databases and services offered as a proposal for internationalization of Brazilian journals by international commercial publishers: Elsevier, Emerald, Springer, Taylor and Francis and Wiley. The specific objectives are: a) cognize the main multidisciplinary bases and their indexing criteria for scientific journals, b) identify the documents submitted by commercial publishers scientific services and products they offer to promote the internationalization of periodicals, and c) develop a framework of costs meeting the demands of databases and services offered by commercial publishers. The research is a qualitative documentary literature review, using as search terms: scientific communication, scientific publishing, scientific journal, cost models together with scientific publishing and scientific journal, and, open access. In addition to books that deal with scientific publishing, and newspapers, which broadcasted news related to scientific publishing, the sources consulted were the bases Scientific Electronic Library Online (SciELO), Library and Information Science Abstracts (LISA), Web of Science (WoS ), Scopus and the Lattes Platform. For the processing of the results a data collection was carried out from documents submitted by Qualis, indexing databases and publishers. As a result of consultation with Qualis documents by area, the main multidisciplinary bases were WoS, Scopus and SciELO. They were collected, pooled and compared the requirements of indexation of bases and the services provided by the commercial publishers. The topics used to introduce and contextualize the model were: a) scientific communication and scientific journals, and b) the editorial environment. Treatment of scientific communication emphasized the principles and purposes of science. The journal is approached considering its function and purpose within the scientific communication, concepts, structure, flow of activities and cost models. The editorial environment presents a brief historical narrative, presenting the evolution of the aspects that define it - including the evolution of information and communication technologies (ICT), the serials crisis of the traditional publishing business model, the debate among commercial publishers and the segments participating in the production and dissemination of scientific knowledge. The situation is completed in-depth analysis of the initiative of Open Access (OA). Concludes with the creation of a cost model, based on criteria of indexing databases and practices of commercial publishers, and an analysis of this model forward to trends of the editorial environment and the AA

    Editoras universitárias Colombianas

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    Objective: Characterize the Colombian university presses. Method: Use Microsoft Excel to manipulate the information. Result: 103 IES (27%) were found that have a university press (EU), of which 63 EIS (61%) are accredited of high quality, 20 are public and 43 are private. Only 68 publishers publish scholarly books in print, while 87 EU publishers publish digital books. University publishers publish electronic books located mostly in Bogotá (36 publishers, 41%), Antioquia (18 publishers, 20%), Valle del Cauca (seven publishers, 8%) and Atlántico (four publishers, 5%). Open access is provided by 67 academic publishers (65%), of which 29 academic publishers are concentrated in Bogotá (42%), 12 in Antioquia (17%), seven in Cali (10%), and three in Atlántico (4%). Online purchase is facilitated by 48 publishers, purchasing books in print or electronic format directly from the academic publisher. There are 70 publishers that are part of ASEUC (68%) and they are located in 19 departments specifically in 16 capital cities, while three are located in Mosquera (Cundinamarca) and Envigado (Antioquia). Conclusions: it characterizes the Colombian university publishing houses and identified that the EU are concentrated in the main capital cities such as Bogotá, Cali and Medellín, because these cities are where most of the HEIs in the country are.Objetivo: Caracterizar las editoriales universitarias colombianas. Método: Utiliza el Microsoft Excel para manipular la información. Resultado: Se encontraron 103 IES (27 %) que tienen editorial universitaria (EU), de las cuales 63 IES (61 %) están acreditadas de alta calidad, 20 son de carácter público y 43 de carácter privado. Solamente 68 editoriales publican libros académicos en formato impreso, mientras que 87 EU publican libros digitales. Las editoriales universitarias publican libros electrónicos localizadas mayoritariamente en Bogotá (36 editoriales, 41 %), Antioquia (18 editoriales, 20 %), Valle del Cauca (siete editoriales, 8 %) y Atlántico (cuatro editoriales, 5 %). El acceso abierto lo facilitan 67 editoriales académicas (65 %), de las cuales 29 editoriales académicas se concentran en Bogotá (42 %), 12 en Antioquia (17 %), siete en Cali (10 %) y tres en Atlántico (4 %). La compra en línea la facilitan 48 editoriales adquirir los libros en formato impreso o electrónico directamente con la editorial académica. Hay 70 editoriales que forman parte de ASEUC (68 %) y están localizadas en 19 departamentos específicamente en 16 ciudades capitales, mientras que tres están localizadas en Mosquera (Cundinamarca) y Envigado (Antioquia). Conclusiones: caracteriza las editoriales universitarias colombianas e identificó que las EU se concentran en las principales ciudades capitales como son Bogotá, Cali y Medellín, porque es estas ciudades donde están la mayoría de las IES en el país.Objetivo: Caracterizar as editoras universitárias colombianas. Método: Use o Microsoft Excel para manipular as informações. Resultado: foram encontradas 103 IES (27%) que possuem uma editora universitária (UE), das quais 63 IES (61%) são credenciadas de alta qualidade, 20 são públicas e 43 são privadas. Apenas 68 editoras publicam livros acadêmicos impressos, enquanto 87 editoras da UE publicam livros digitais. As editoras universitárias publicam livros eletrônicos localizadas principalmente em Bogotá (36 editoras, 41%), Antioquia (18 editoras, 20%), Valle del Cauca (sete editoras, 8%) e Atlántico (quatro editoras, 5%). O acesso aberto é fornecido por 67 editoras acadêmicas (65%), das quais 29 editoras acadêmicas estão concentradas em Bogotá (42%), 12 em Antioquia (17%), sete em Cali (10%) e três em Atlántico (4%). A compra on-line é facilitada por 48 editoras, comprando livros impressos ou em formato eletrônico diretamente da editora acadêmica. São 70 editoras que fazem parte da ASEUC (68%) e estão localizadas em 19 departamentos especificamente em 16 capitais, enquanto três estão localizadas em Mosquera (Cundinamarca) e Envigado (Antioquia). Conclusões: caracteriza as editoras universitárias colombianas e identifica que a UE se concentra nas principais capitais como Bogotá, Cali e Medellín, pois nessas cidades se encontra a maioria das IES do país

    CARTA DAS EDITORAS

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    Carta das Editoras de Apresentação para a Edição 2023.1 da Revista Multidisciplinar  

    Livros, editoras e oposição à ditadura

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    O período da abertura política no Brasil (1974-1985) foi marcado, no campo da edição de livros, pelo surgimento ou revitalização de "editoras de oposição", ou seja, editoras com perfil nitidamente político e ideológico de oposição ao governo ditatorial. Compunham um universo que englobava desde editoras já estabelecidas, como Civilização Brasileira, Brasiliense, Vozes e Paz e Terra, até as surgidas naquele período, como Alfa-Ômega, Global, Codecri, Brasil Debates, Ciências Humanas, Kairós, Livramento, Vega, entre outras. Algumas dessas editoras mantinham vínculos estreitos com partidos ou grupos políticos oposicionistas, caracterizando-se como editoras de oposição engajadas; outras não estabeleciam vinculações políticas orgânicas ou explícitas mas, por seu perfil e linha editorial, representaram iniciativas políticas de oposição. Minha hipótese é de que o surgimento ou a revitalização das editoras de oposição no período em foco, em particular as que classifico como engajadas, teve como motor principal os objetivos políticos a que elas visavam

    Editoras universitárias: a importância do seu trabalho

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    Antes do surgimento das primeiras editoras universitárias, três décadas antes, as universidades brasileiras faziam publicações de periódicos. A maioria destes periódicos não era divulgado nem muito menos comercializado muito embora esses textos passassem por uma comissão editorial ou consultoria. As primeiras editoras universitárias surgiram em 1961 e 1962. Foram criadas a para atender à crescente demanda de alunos do ensino superior e para suprir uma carência de publicações que atendessem esse nicho. Seguem desempenhando a função de publicar obras de relevante valor científico voltados para a comunidade acadêmica.Salim Miguel, define as editoras universitárias como projetos culturais e não comerciais, cabendo-lhes preservar a memória do que é produzido nas universidades e na comunidade em geral, além de projetar novos valores. Afirma que, sendo um projeto cultural, é também projeto político.1Embora as editoras universitárias se firme como "necessárias" levantam-se argumentos e dirigem-se ataques à sua atuação. Tais preconceitos são oriundos de editoras privadas ou da própria comunidade universitária, tais como: que deve produzir somente livros baratos; publicar somente livros para professores ou de professores; publicar somente livros para alunos; não deve visar lucro ou ainda que as editoras provadas suprem todas as necessidades da sociedade.Muito se tem discutido sobre o papel das editoras universitárias e a sua diferenciação em relação às editoras privadas. Um dos objetivos principais de uma editora universitária é "não priorizar o que vende, mas o que é bom"2.É possível perceber que, mesmo considerando os diferentes espaços de atuação, os diversos enfoques e finalidades de uma é de outra, há convicção entre os diretores de editoras universitárias de que é possível uma ação conjunta ou integrada entre os dois modelos de editoras.A expressão "editora universitária" refere-se também às editoras ou núcleos editoriais em instituições de ensino superior que, embora não sendo universidades, já se sentiram mobilizadas em divulgar a sua produção científica. É o caso da Escola Federal de Engenharia de Itajubá (EFEI) é o da Escola de Administração Fazendária (Esaf), que já produziram muitos títulos de interesse para os cursos de engenharia e administração. 1 Anais do Seminário Nacional de Editoras Universitárias, Campinas: Editora da Unicamp, 1986, p. 97.2 F. Bom. Campos, Editoras Universitárias: editar ou perecer, Op. Cit. 0. 110

    Nota de las editoras

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    Esta nota de las editoras presenta el nuevo número de BJTLLL, que incluye cinco trabajos: tres artículos basados en estudios de doctorado, una revisión panorámica (scoping review) y una reseña de libro

    Editoras independentes e precarização no mercado editorial

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    O debate sobre a produção independente do livro tem muitas nuances, desde a posição e práticas das pequenas editoras em relação ao modus operandi das grandes corporações à construção de uma identidade própria de editoras independentes. Parece haver um entendimento de que a produção independente decorre da autonomia de pequenas editoras frente à lógica dominante da produção capitalista de livros. Este entendimento expõe dois modos de fazer e vender livros, numa oposição tácita, insuficiente, no contexto das novas tecnologias, para abarcar a diversidade de “situações de independência”, expressas em “graus de independência/dependência” (GIDs) em cada etapa da cadeia editorial. A independência no mercado editorial é, também, uma forma de precarização. Visamos refletir sobre como os limites conceitual e metodológico comprometem a compreensão das experiências das editoras independentes dentro do campo e do mercado editoriais; esboçar um conceito de editora independente; e formular um modelo para analisar os GIDs das editoras

    Editorial

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    Este 2016 será un año celebratorio para nosotras como editoras, porque es el quintoaniversario de la publicación de Lúdicamente. Han pasado cinco años de esta apuesta y esonos llena de alegría y renueva nuestros proyectos
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