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    Sobre a recepción e fortuna crítica do chamado “Conto gallego” de Rosalía de Castro

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    [Resumo]: O denominado “Conto Gallego”, único exemplo de prosa narrativa galega de Rosalía de Castro, foi considerado durante anos un texto de dubidosa autoría, en parte polos problemas ligados á súa problemática difusión, o que provocou un certo silencio bibliográfi co e que fose un texto escasamente estudado. No artigo ofrécese unha completa revisión das valoracións e lecturas que sobre el se teñen feito, como exemplo da reavaliación crítica a que foi submetida a obra rosaliana nos últimos trinta anos.[Abstract]: For years, scholars have argued over the authorship of Rosalía de Castro’s only narrative prose text in Galician, her so-called Conto Gallego (‘A Galician Tale’). The confusion with regard to the identity of its author, due in part to problems in relation to how the text was originally transmitted, has led to its frequent omission from de Castro’s bibliography and a tendency to be overlooked by scholars of her work. This article proposes a complete reassessment and revision of the tale, as part of the critical reappraisal of de Castro’s writing over the past thirty years

    A sinfonia do sagrado em Castro Alves: (Deus, Eros e mãe em Os escravos)

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura.No presente trabalho realiza-se uma leitura intertextual entre a Bíblia e Os escravos, coletânea de poemas de teor abolicionista do poeta romântico Antônio Frederico de Castro Alves (1847-1871), objetivando demonstrar que os textos poéticos arquitetam-se na desconstrução e reconstrução dos textos bíblicos. A leitura dos poemas centra-se nos personagens: Deus, Eros e Mãe, os quais conformam uma trindade poética/sagrada. A pesquisa divide-se em três movimentos: Prelúdios do sagrado no Romantismo, Tríade melódica e À guisa de coda: trindade poética. No primeiro efetuam-se algumas aproximações ao conceito do sagrado e aos Romantismos francês e brasileiro. O seguinte corresponde à leitura das composições, através das linhas melódicas: A dualidade de Deus, A ambivalência de Eros e O duplo calvário da Mãe escrava. E no último movimento amalgamam-se as inter-relações entre a trindade cristã e poética e os dramas bíblico e poético

    Martinho de Melo e Castro

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    Martinho de Melo e Castro foi uma figura histórica importante para o desenvolvimento da Marinha Portuguesa. Nasceu no ano de 1716, descendente da Casa das Galveias. Estudou na Universidade de Évora e na Universidade de Coimbra, sendo um aluno exemplar e com grandes capacidades. Iniciou a sua carreira diplomática em Haia e foi anos mais tarde enviado para Londres, onde teve um impacto importante na defesa do território Português. Foi nomeado em 1770 Secretário de Estado da Marinha e Domínios Ultramarinos, cargo que desempenhou até ao ano da sua morte em 1795. Até ao final do reinado de D. José I, que terminou com o seu falecimento em 1777, Melo e Castro trabalhava em conjunto com o Marquês de Pombal. No entanto, este sai do governo quando D. Maria I é coroada. Deste modo, Melo e Castro assume na totalidade a pasta de Secretário de Estado da Marinha e Ultramar. Tendo em conta a situação precária da Marinha na época, o ministro foi responsável por várias reformas na mesma, constituindo uma Marinha de Guerra moderna. Ao longo da Dissertação de Mestrado pode ser observada a forma como Melo e Castro reorganizou vários aspetos da Marinha, tais como a regulamentação dos postos da Armada, a fixação dos vencimentos da Armada, a reorganização do Dique da Ribeira das Naus, a estruturação da Cordoaria Nacional, entre outras, e a sua relação com os dois governos pelos quais passou, assim como estas medidas eram derivadas da situação de Portugal enquanto potência Europeia.Martinho de Melo e Castro was an important historical figure for the development of the Portuguese Navy. He was born in 1716, descended from Casa das Galveias. He studied at the University of Evora and at the University of Coimbra, where he was an exemplary student with unequal skills. He started his diplomatic career in Haia and was sent to London a couple of years later, where he had an important impact on the defense of the Portuguese territory. In 1770, he was appointed as Secretary of State for the Navy and Overseas Domain, a position he held until the year of his death in 1795. Until the end of the reign of D. José I, which ended with his death in 1777, Melo e Castro worked alongside Marquês de Pombal, however, he leaves the government when D. Maria I is crowned. After that, Melo e Castro fully assumes the role of Secretary of State for the Navy and Overseas Domains. Taking into account the precarious situation of the Navy at the time, the minister was responsible for several reforms in it, constituting a modern Navy. Throughout the master's thesis, it can be noted how Melo e Castro reorganized several aspects of the Navy, such as the regulation of the Navy rank, the new Navy´s wages, the reorganization of the Dique da Ribeira das Naus, the structuring of the Cordoaria Nacional, among others, and his relationship with the two governments through which he passed, just as these measures were derived from the situation of Portugal as a European power

    Ana Lucia de Castro: 1121

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    Entrevista com Ana Lúcia de Castro, organizadora do livro Cultura contemporânea, identidades e sociabilidades: olhares sobre corpo, mídia e novas tecnologias, publicado pela Editora Unesp.Universidade Estadual Paulista (UNESP), Pós-Graduação em Ciências Sociais, Faculdade de Ciências e Letras (FCLAR), Araraquar

    Museo della Cattedrale di Agrigento : storia e recupero delle collezioni dall'istituzione storica al museo diocescano

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    Museo della Cattedrale di Agrigento : storia e recupero delle collezioni dall'istituzione storica al museo diocescano / Regione Siciliana, Assessorato dei Beni Culturali e Ambientali e della Pubblica Istruzione, Dipartimento dei Beni Culturali e Ambientali, della Educazione Permanente e dell'Architettura e dell'Arte Contemporanea. A cura di Gabriella Costantino. Collab. di Evelina De Castro, Giuseppe Cipolla Palermo, 200

    Problemática da “orfandade” na obra de Rosalía de Castro

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    Actas do Congreso Internacional de estudios sobre Rosalía de Castro e o seu tempo: Santiago, 15-20 de xullo de 1985Universidade de Santigo de Compostela-Consello da Cultura Galeg

    A representación de Rosalía de Castro no ámbito anglófono : feminismo en tradución

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    A crítica feminista galega ten desvelado nas últimas décadas como a canonización de Rosalía de Castro no sistema literario galego transmitiu polo xeral unha imaxe da autora acorde ao ideario rexionalista, acalando o seu discurso fondamente transgresor desde o punto de vista do xénero. Ao mesmo tempo, esta crítica vén ofrecendo novas lecturas da produción literaria da autora en clave feminista. Desvela así a existencia dunha Rosalía de Castro poliédrica que conxuga a súa conciencia nacional cunha perspicaz conciencia de xénero para identificar a discriminación que sufrían as mulleres da súa contorna, o que sen dúbida converte á autora galega en toda unha pioneira do feminismo literario occidental. A partir da (re)lectura feminista destes traballos, o obxectivo deste artigo é ofrecer unha achega á proxección exterior do discurso feminista rosaliano a través da tradución ao inglés dalgunhas das súas obras máis combativas no plano do xénero. Para iso, en primeiro lugar ofrecerei unha contextualización de Rosalía de Castro nas rutas do tráfico literario da tradución de autoras galegas a outros idiomas, e mais especificamente á lingua inglesa. Posteriormente, pondo énfase na tradución das tres obras de prosa rosaliana onde a compoñente feminista é máis explícita -Lieders (1858), La hija del mar (1859) e Las literatas. Carta a Eduarda (1866)-, encetarei unha análise comparativa entre as primeiras traducións a inglés de Daughter of the Sea (1995), Lieders (1996) e Bluestockings (1997) realizadas por Kathleen March na década dos 90 do século XX; a tradución posterior Women Writers dispoñíbel na escolma Selected Poems (2007) de Michael Smith; e finalmente as traducións Child from the Sea, Songs e Literary Women recollidas na escolma The Poetry and Prose of Rosalía de Castro (2010), en edición e tradución de John P. Dever e Aileen Dever. A análise centrarase na compoñente metatextual, e mais concretamente nos metatextos producidos polas tradutoras e tradutores, para esculcar así como lle presentan o feminismo rosaliano á audiencia meta

    Podcast Em Memória da Memória | Ep 5. Herdar o Império, com Verónica Leite e Castro

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    <p>Em memória da memória, hoje sentamo-nos com Verónica Leite e Castro.<br><br>Verónica Leite e Castro é natural de Luanda, capital de Angola, onde nasceu em 1959. O seu pai era português e emigrou para Angola, onde dirigiu um estabelecimento comercial. Aí, viria a conhecer a mãe de Verónica, mulher angolana, nascida na província do Uíge, filha de pai português branco e de mãe negra bacongo do norte de Angola. Verónica Leite e Castro cresceu numa família de mulheres, tendo conhecido o pai apenas aos 16 anos, depois de vir viver para Portugal.<br><br>As circunstâncias de ter crescido com uma história familiar profundamente intrincada com o colonialismo e com as relações de poder e de violência racista, sexista e de classe que ele produz impactaram a sua vida posterior.<br><br>Quando se deu a revolução do 25 de abril de 1974, que pôs fim à ditadura em Portugal, ainda residia em Angola. No ano seguinte, veio viver para Portugal. Explica que não é retornada, que a sua história é diferente. Olhando para o caminho percorrido em termos de memória pública do colonialismo em Portugal, Verónica Leite e Castro destaca o modo como as heranças coloniais ainda moldam de forma determinante a sociedade portuguesa.<br><br>A realização é de Inês Nascimento Rodrigues, a edição de som de José Gomes e a imagem gráfica de Márcio de Carvalho. Indicativo: voz de Rui Cruzeiro e música original da autoria de XEXA.</p&gt

    Plácido de Castro [Construtores do Brasil]

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    Apresenta vídeo produzido pela TV Câmara sobre a vida de Plácido de Castro. Sua primeira luta armada foi durante a Revolução Federalista, em 1893, lutando pela autonomia gaúcha e pelas eleições diretas. Em 1899 foi para a amazônia explorar a borracha e acabou liderando os seringueiros na luta para incorporar o Acre ao território brasilero. O sucesso da luta foi consolidade com o Tratado de Petrópolis feito com a Bolívia em 1902, que garantiu a compra do Acre pelo governo brasileiroEnsino Médio::Históri

    Rafael de Castro Catão: entrevista 1714

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    Entrevista com Rafael de Castro Catão, autor do livro Dengue no Brasil: abordagem geográfica na escala nacional, publicado pela Editora Unesp.Universidade Estadual Paulista (UNESP), Pós-Graduação em Geografia, Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), Presidente Prudent
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