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    O conceito de natureza em Santo Agostinho

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas, Florianópolis, 2015O propósito dessa tese é mostrar que o conceito de natura em Santo Agostinho contribui para uma filosofia da natureza. Para tanto, três perspectivas são consideradas: 1 - A controvérsia entre Agostinho e o Maniqueísmo, que atribuía o mal à matéria; 2 - O debate contra o monge bretão Pelágio em torno da natureza humana; 3 - A visão ambiental de Agostinho nas relações entre natureza humana e natura creata. Nessa trajetória, o conceito de natura permanece ligado à noção de graça divina e adquire quatro significados: teológico, existencial, histórico e ambiental. Em um contexto de inquietações morais e políticas, o Bispo de Hipona desenvolve uma noção ontológica de natura, cuja síntese se expressa no trinômio ontológico Deus - natureza humana - natura creata e contribui para uma filosofia da natureza, enquanto discurso racional do ser submetido à mudança.Abstract: The purpose of this thesis is to show that the concept of natura to Saint Augustine contributes to a philosophy of nature. For this, three perspectives are considered: 1 - The controversy against the Manichaeism, which assigned evil to the material substance; 2 - The dispute between Augustine and Pelagio about the human nature; 3 - The environmental point of view of Augustine on the relations between human nature and natura creata. Following this course, the concept of natura remains attached to the notion of divine grace and acquire four meanings: theological, existential, historical and environmental. Among moral and political problems, the Bishop of Hipona expands their ontic notion of natura according to the trinomial God - human nature - natura creata, and contributes to a philosophy of nature while arational discourse about the being in change

    Camoes Lírico : redondilhas

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    Necrologia: Agostinho dias lima

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    No dia 17 de corrente faleceu nesta cidade o decano dos farmaceuticos, e um dos mais antigos comerciantes desta provincia, o Comendador Agostinho Dias Lima, com 86 anos de idade

    A relação entre verdade e conhecimento nas confissões de Santo Agostinho

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    Dissertação [mestrado] - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-graduação em Filosofi

    Women in Agostinho Neto's poetry

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    Em composições que lhe conferem um lugar de destaque ou em poemas que representam um amplo painel social, a mulher surge frequentemente em Sagrada esperança, Renúncia impossível e Amanhecer, de Agostinho Neto. A figuração do feminino na obra do primeiro presidente de Angola é indissociável do seu projeto literário, estando ao serviço da denúncia dos dramas vividos pelo colonizado, condição que se sobrepõe a qualquer outra. Apesar de na poesia de Neto predominar o retrato da mulher como mãe e esposa sofrida, não deixa de se sugerir a sua participação na luta armada, tornando patente o seu contributo direto para a conquista da independência e para construção da nação.Either in compositions that give her a prominent place or in poems that represent a broad social panel, the woman frequently appears in Sagrada Esperança, Renúncia Impossível and Amanhecer, by Agostinho Neto. The representation of the feminine in the work of the first president of Angola is inseparable from his literary project, being at the service of denouncing the dramas experienced by the colonized, a condition that overrides any other. Although in Neto’s poetry the portrayal of women as long-suffering mothers and wives predominates, their participation in the armed struggle is suggested, making clear their direct contribution to the conquest of independence and the construction of the nation

    O princípio esperança: poesia e sobrevivência em Agostinho Neto

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    The essay tackles, through an analytical reading of Sagrada esperança, two elements of Agostinho Neto's poetic view. The first, inspired by Ernst Bloch, based on a “principle of hope” that allows to read the utopian substrate and future desires from a materialistic basis of thought. This option provokes a strong impact from the stylistic point of view and affects the forms of the language of the poetic work. This focus allows as well to rethink the ontology of political poetry, showing in particular how the author’s options are capable of combining, by composition, heterogeneous elements of the poetry. The second element of survivals, besides the literal and singular meaning of the word, has a conceptual dimension that combines real and abstract layers and showing the resistance of a cultural, linguistic and political memory at risk. These elements offer another perspective of reading Agostinho Neto’s fundamental poetic work

    A Concepção agostiniana do conhecimento em De Trinitate (livros XII, XIII e XIV)

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em FilosofiaO presente trabalho propõe-se a analisar a concepção agostiniana de conhecimento nos livros XII, XIII e XIV do tratado "A Trindade". As reflexões sobre este tema são apresentadas de forma hierárquica, até a definição da imagem da Trindade no ser. O tema situa-se no interior da obra. Mesmo inserido na grande questão teológica sobre a Trindade, cumpre um papel sobretudo filosófico, isto é, um estudo do conhecimento que se desenvolve por meio do exercício filosófico, na "elevação" da mente visando as coisas não transitórias, eternas e imutáveis. O que vai culminar na "aquisição" daquilo que Santo Agostinho considera como sabedoria. No primeiro capítulo seguiu-se o livro XII do tratado e se pode agrupar os assuntos abordados em três temas principais: a imagem de Deus no homem, a deturpação da imagem pelo pecado, e a distinção entre ciência e sabedoria. Estes temas são abordados após a definição do que seja o homo exterior e o homo interior, por meio dos quais é possível, também, perceber a diferenciação entre a razão inferior, que se ocupa da ação, e a razão superior, voltada à contemplação. A conclusão deste capítulo dá-se ao afirmar que a sabedoria ocupa-se das razões eternas, a contemplação; já a ciência volta-se ao conhecimento racional das coisas temporais. No segundo capítulo aborda-se o livro XIII, tendo-se, logo de início, a confirmação do discernimento entre ciência e sabedoria, conforme comentário do livro anterior e, a partir do prólogo do Evangelho de João, encontra-se o atrelamento da figura de Jesus à sabedoria e de João Batista à ciência. O primeiro constitui a contemplação da verdade eterna, o segundo concebe a verdade histórica, que constitui o ponto de partida da fé. Neste ponto Agostinho abre espaço para discutir a questão da felicidade, pois todos desejam a vida beata. Para ser feliz ad aeternum, no entanto, é necessário superar a morte, o que não se realiza por meio da Filosofia, e este desejo permanece um mistério para o homem que pode recorrer à fé para iluminar suas atitudes, segundo a qual o indivíduo foi criado para a imortalidade. Isto pode ser melhor compreendido se se aceitar o exemplo de Cristo, que assumiu a condição humana sem deixar de ser o Filho de Deus e, ao ser morto, ressuscitou e ascendeu aos céus levando consigo o corpo mortal, para simbolizar que o autor da vida é vencedor da morte. Esta temática pode ser considerada pura digressão teológica, mas bem observada possui uma contribuição fundamental, visto que o homem tem a opção de volver-se à fé, por meio da qual mostra como Cristo tem indicado a via para conseguir a imortalidade, condição para continuar a gozar da beatitude. No terceiro capítulo, trabalha-se o livro XIV, e a verdadeira sabedoria. Devido ao fato de o homem ter sido criado à [...] imagem e semelhança [...] divina, possui ele gravado em si, de forma indelével, a unicidade e a trindade, e estas não são adventícias. A contemplação da trindade na alma acontece quando a mens volta seu pensamento sobre si própria, isto é, quando as três faculdades que a compõem: memória, inteligência e vontade, voltam suas atenções para si, fazendo com que ela pense em si, coloque-se diante de si e mantenha-se presente a si. Isto constitui a trindade interior da alma denominada de consciência de si, que se dá através da memoria sui, intelligentia sui e amor sui. Depois disso, Agostinho apresenta a trindade da sabedoria, que não se dá por uma relação entre a alma e ela mesma, mas entre a alma e Deus, da qual esta é a imagem, o que a habilita à memoria Dei, à intelligentia Dei, e ao amor Dei. Esta segunda trindade é a da alma revivificada pela participação em Deus. Isto acontece porque ela é capax Dei. Considera-se aí o ápice do conhecimento, a verdadeira sabedoria, isto é, poder participar e refletir sobre a natureza criadora, eterna e imutáve

    Tá-Tá : polka sud-americana / Agostinho de Gouvêa ; [ill. par] A. Morel

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    Titre uniforme : Gouvêa, Agostinho de (18..-19.. ; compositeur). Compositeur. [Ta-Ta. Piano]Collection : Polkas argentines et brésiliennes. [polkas argentines] ; 4Collection : Polkas argentines et brésiliennes ; 4Piano, Musique de -- +* 1900......- 1999......+:20e siècle:Polkas (piano) -- +* 1900......- 1999......+:20e siècle

    Entrevista com o Exmo. Sr. Des. Sidnei Agostinho Beneti, diretor-presidente da Escola Nacional da Magistratura (ENM) da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)

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    Texto de Ministro do Superior Tribunal de Justiça.Apresenta a entrevista realizada com Exmo Sr. Des. Sidnei Agostinho Beneti, sobre o papel da Escola Nacional de Magistratura

    O tempo em Santo Agostinho

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    “Não houve, portanto, um tempo em que nada fizeste porque o próprio tempo foi feito por ti. É não há um tempo eterno contigo, porque tu és estável, e se o tempo fosse estável não seria tempo”. (AGOSTINHO, 2016, p. 338) Com estas palavras Agostinho em seu livro das Confissões capítulo XI nos fala do tempo e a estreita relação com Deus. O tempo em Santo Agostinho e sua teoria de criação divina é o ponto principal deste trabalho. Santo Agostinho (354-430) foi filósofo, escritor, bispo e importante teólogo cristão do norte da África durante a dominação romana. Santo Agostinho teve importante influência do maniqueísmo, sistema religioso que une elementos cristãos e pagãos. Santo Agostinho desenvolve a sua filosofia em tempos muito difíceis com a presença de muitas correntes heréticas. O filósofo escreve no tempo em que a doutrina cristã estava em sua origem e em expansão por todo mundo até aquele momento conhecido. A ideia de criação do mundo defendida por Santo Agostinho demonstra a influência da filosofia neoplatônica e, por conseguinte a cristã, tudo baseado em uma de suas mais importantes obras, Confissões, mais especificamente o capítulo XI: “Meditação sobre o Primeiro Versículo do Gênesis: No Princípio, Deus Criou...”. Neste trabalho dedicaremos um capítulo ao contexto da questão do tempo na obra do Bispo de Hipona, mais adiante, no segundo capítulo falaremos sobre o conceito da criação em Santo Agostinho, a criação ex nihilo. Para finalizar, no terceiro capítulo analisaremos os conceitos de tempo e Eternidade e as divisões do tempo
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