1,720,968 research outputs found

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

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    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis

    Fascismo sem nome? A disputa pelas palavras na construção da “nova direita”

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    Este artículo analiza el adjetivo del significante "derecha" (como "ultraderecha", "extrema derecha", "derecha radical", entre otros) como gesto de lectura y disputa ideológica en el discurso político. A partir de una perspectiva materialista-discursiva, el estudio problematiza cómo operan estos términos en la construcción de significados, enfatizando estrategias lingüísticas (como la prefijación, la posición sintáctica del adjetivo). El análisis revela que la elección de ciertas denominaciones no es neutra: habla de marcos políticos, luchas de poder y efectos de legitimación o estigmatización. Además, el artículo critica la naturalización de nociones como "fascismo" y "extremismo", mostrando cómo estas categorías se movilizan para producir consensos imaginarios (como la dicotomía entre "centro moderado" y "extremos peligrosos"). Finalmente, se discute la apropiación de términos como "radical" por parte de la derecha, destacando cómo esta estrategia diluye la crítica al capitalismo y refuerza el orden burgués.Este artigo analisa a adjetivação do significante “direita” (como “ultradireita”, “extrema direita”, “direita radical”, entre outras) como um gesto de leitura e disputa ideológica no discurso político. Partindo de uma perspectiva materialista-discursiva, o estudo problematiza como esses termos operam na construção de sentidos, enfatizando estratégias linguísticas (como prefixação, posição sintática do adjetivo). A análise revela que a escolha por determinadas designações não é neutra: ela diz de enquadramentos políticos, disputas de poder e efeitos de legitimação ou estigmatização. Além disso, o artigo critica a naturalização de noções como “fascismo” e “extremismo”, mostrando como essas categorias são mobilizadas para produzir consensos imaginários (como a dicotomia entre “centro moderado” e “extremos perigosos”). Por fim, discute-se a apropriação de termos como “radical” pela direita, destacando como essa estratégia dilui críticas ao capitalismo e reforça a ordem burguesa

    Homossacralidade como regime de sujeição das vidas bichas

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    Desde que comecei minhas pesquisas sobre a significação do corpo bicha durante a ditadura cis-hétero-militar brasileira, como a denomino, o pensamento do filósofo italiano Giorgio Agamben me serviu como suporte analítico. Por um tempo, pareceu-me que a análise agambeniana, sobretudo aquela sobre o homo sacer, constituía uma ferramenta interessante para pensar as existências bichas sob os anos de chumbo. Contudo, quanto mais levava em consideração essas singularidades, mais percebia as incoerências da minha frustrada tentativa de subsunção. Com o tempo, pude constatar que Agamben deixava escapar as particularidades sociais inerentes à declaração, pelo soberano, da nudez de uma vida. Em sua leitura, o homo sacer seria universal: todos poderíamos ser abandonados ou sacralizados pelo soberano. Sua generalização apagava as marcas dos processos que separam os corpos destinados a viver, daquelas corporalidades marcadas como vidas sem importância. Ou melhor, corpos passíveis de serem expostos à possibilidade da morte, inclusive violenta, cujas mortes não despertem luto ou compaixão social. Agamben desprezava a gestão deimo-bio-necropolítica dos indesejados, de modo tal que o lugar do qual falava aparecia, embora à revelia: homem, cis, hétero, branco, ocidental. Habitando uma zona de inteligibilidade, falta ao teórico um olhar mais atento para os sujeitos concretos. Em direção outra, para pensar as singularidades em relação às existências bichas durante o contexto cis-hétero-ditatorial, formulei a noção de “homossacralidade”, como regime de sujeição atrelado ao paradigma de governamento da deimopolítica. Para demarcar essas especificidades, traço, provisória e imaginariamente, um quadro sobre as diferentes formações históricas de significação da dissidência sexo-gendrada no Brasil

    Walled City: feminism or citizenship?

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    Analizo los efectos de sentido de las vallas, barricadas metálicas instaladas alrededor de monumentos, edificios públicos e instituciones financieras antes de las manifestaciones feministas en la Ciudad de México (CDMX), bajo la justificación de protección del patrimonio. Comprendidas como textos de/en la ciudad, las vallas materializan mensajes antifeministas, produciendo sentidos de amenaza y de defensa del cuerpo del Estado. Al delimitar quién puede ver y ocupar el espacio, operan una partición de lo sensible urbano, revelando cómo el exceso de masculinidad se materializa en la ciudad, restaurando simbólicamente lo femenino como aquello que debe ser contenido y poseído.Analiso os efeitos de sentido das vallas, barricadas metálicas instaladas em torno de monumentos, prédios públicos e instituições financeiras antes das manifestações feministas na Ciudad de México (CDMX), sob a justificativa de proteção do patrimônio. Compreendidas como textos da/na cidade, as vallas materializam dizeres antifeministas, produzindo sentidos de ameaça e de defesa do corpo do Estado. Ao delimitar quem pode ver e ocupar o espaço, elas operam uma partilha do sensível urbano, revelando como o excesso de masculinidade se materializa na cidade, restaurando simbolicamente o feminino como aquilo que deve ser contido e possuído.I analyze the meaning effects of the vallas, metal barricades installed around monuments, public buildings, and financial institutions prior to feminist demonstrations in Mexico City (CDMX), justified as heritage protection. Understood as texts of/in the city, the vallas materialize anti-feminist messages, producing senses of threat and defense of the State’s body. By delimiting who can see and occupy space, they operate a partition of the urban sensible, revealing how an excess of masculinity materializes in the city, symbolically restoring the feminine as something to be contained and possessed

    O masculinismo gore-ejaculatório e a ameaça rugosa

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    I analyze the deimopolitical functioning of cisgender-straight-bolsonarist masculinity as a norm of recognition characterized not only by the fear of penetrating the anus, but essentially marked by the fear of having an anus. I seek to analyze the production of fear of the existence of the anus as an intrinsic element in the fabrication of supposed social threats in cisgender-straight-bolsonarism. Through a topographic metaphorization that locates/means the excluded as the anus of the social, the “enemy” appears as a mark of the anal memory, reminding that the anus exists. If it exists, it can be penetrated. In this way, the (non)existence of the anus organizes the differential distribution of humanity in this regime, as the minimum condition of being a human being is that of being a man, that is, not having an anus. This condition is reaffirmed by other markers of absence: not having a vagina, not having black skin, not belonging to ethnic and religious minorities... Cisgender-straight-bolsonarism behaves like an anatomical engineering in which the anus works as a catalyst for a masculinist reaction. The dermal tube is then reformatted in this regime. With this, I try to show that the fear of the existence of the anus is a central element of subjective enunciation and fascist recognition in this communityAnaliso o funcionamento deimopolítico da masculinidade cis-hétero-bolsonarista como norma de reconhecimento caracterizada não apenas pelo medo da penetrabilidade do ânus, mas profundamente marcada pelo medo de ter um ânus. Busco analisar a produção do medo da existência do ânus como elemento intrínseco à fabricação das supostas ameaças sociais no cis-hétero-bolsonarismo. Por meio de uma metaforização topográfica que localiza/significa os excluídos como o cu do social, o “inimigø” comparece como uma marca da memória anal, fazendo lembrança que o ânus existe. Se existe, pode ser penetrado. Dessa forma, a própria (in)existência do ânus organiza a distribuição diferencial da humanidade nesse regime, pois a condição mínima de ser humano é a de ser homem, isto é, não ter ânus. Condição essa reafirmada por outros marcadores de ausência: não ter vagina, não ter a pele negra, não pertencer às minorias étnicas e religiosas... O cis-hétero-bolsonarismo comporta-se como um engenho anatômico da qual o ânus funciona como um catalisador da reação masculinista. O tubo dérmico é, então, reformatado nesse regime. Com isso, busco mostrar que o medo da existência do ânus é um elemento central da enunciação subjetiva e do reconhecimento fascista nessa comunidade

    Efeito-sociedade deimofágica

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    Resumen: Analizo el efecto-sociedad deimófago como fantasía capitalista de producción del pánico. Deimófago es el efecto-sociedad que produce el pánico como fundamento de la autoridad, buscando movilizar, con miedo al/del otro, la esperanza - de los producidos como amenazados - en el Estado burgués y en el capitalismo, ya que el Estado está estructuralmente subordinado a la esfera del valor, a la sociedad mercantil. La producción del pánico, a través del manejo de la tríada miedo-esperanza-terror, garantiza la reproducción de las condiciones de producción del capitalismo. La gestión del otro como enemigo sublima los efectos de la explotación capitalista sobre los cuerpos, convirtiendo el sólido aparato de extracción de plusvalía en un imperceptible engranaje económico gaseoso: el funcionamiento naturalizado del mercado. Es en este sentido que el (cis)sexismo, el racismo y el nacionalismo, por ejemplo, son constitutivos de la cadena exploratoria del modo de producción capitalista, cuya determinación sobre los siempre-sujetos es borrada por su modo de representación. Abstract: I analyze the effect of a deimophagic society as a capitalist panic-producing fantasy. Deimophagic is the effect of society that produces panic as the foundation of authority, aiming to mobilize, out of fear of the other, the hope – of those produced as threatened – in the bourgeois State and in capitalism, since the State is structurally subordinated to the sphere of value, to the mercantile society. The production of panic, through the management of the fear-hope-terror triad, guarantees the reproduction of the production conditions of capitalism. The management of the other as an enemy sublimate the effects of capitalist exploitation on bodies, transforming the solid apparatus for extracting surplus value into an imperceptible gaseous economic engine: the naturalized functioning of the market. It is in this sense that (cis) sexism, racism and nationalism, for example, are constitutive of the exploratory chain of the capitalist mode of production whose determination over the ever-subjects is obliterated by their mode of representation

    E havia uma ditadura cis-hétero-militar?

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    Renan Quinalha was the first to use the expression “heterosexual-military dictatorship” to describe theheterogeneity of sexual (and gender) policies adopted, or at least intensified, during the Brazilian military dictatorship. Sincedefending his PhD dissertation in 2017, Quinalha became the main national reference in studies on “homosexualities” anddictatorship, resulting in the popularized use of the term, both in academia and political activism. In this study, I explore thetheoretical-epistemological (im)pertinences of such concept.Renan Quinalha fue el primero investigador a utilizar la expresión “dictadura hetero-militar” para referirse a laheterogeneidad de las políticas sexuales (y de género) adoptadas o, por lo menos, intensificadas durante el periodo de ladictadura brasileña. Desde que defendió su tesis, em 2017, Quinalha se tornó referencia nacional obligatoria en los estudiosde confluencia entre “homosexualidades” y dictadura. Eso resultó en la popularización de su noción, tanto en el medioacadémico como en la militancia. Es sobre las (im)pertinencias teórico-epistemológicas de esa noción conceptual quequiero argumentar.Este texto não deveria ser um artigo. Também não chega a ser um texto experimental. Longe disso, é, digamos, o relato de uma investigação. Gestei-o após a resposta que recebi do professor Renan Quinalha numa dessas lives de quarentena, agora tão comuns em nosso dia a dia. Acredito que foi aquela realizada pelo projeto História em Quarentena. Como decidi publicá-lo, acrescentei algumas citações, revisitei a argumentação utilizada em minha dissertação. Evitei, imaginariamente, deixá-lo academicista. Penso num diálogo aberto que tento construir. O risco que corro – que sempre corremos – é o do dizer solitário. Monólogo espectral muito bem conhecido por nós, pesquisadores não-sudestinos ou não-sulistas. Vamos ao que importa. Sobre o que é este texto? Quinalha foi o primeiro pesquisador, que eu tenha conhecimento, a utilizar a expressão “ditadura hétero-militar” para se referir à heterogeneidade das políticas sexuais (e de gênero) adotadas, ou pelo menos, intensificadas durante o período da ditadura brasileira. Desde que defendeu sua tese, em 2017, Quinalha parece ter se tornado referência nacional obrigatória nos estudos de confluência entre “homossexualidades” e ditadura. Disso decorreu a popularização, tanto no meio acadêmico quanto na militância, do uso da noção. Ainda que alguns apresentem certa resistência, o conceito aparentemente “pegou”, como diria Althusser. É sobre as (im)pertinências teórico-epistemológicas dessa noção conceitual que quero argumentar
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