Revista Ciência em Extensão
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    Oficinas pedagógicas: reflexões emergentes da formação docente e vivência extensiohista

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     OFICINAS PEDAGÓGICAS: REFLEXÕES EMERGENTES DA FORMAÇÃO DOCENTE E VIVÊNCIA EXTENSIONISTANa vivência extensionista aqui relatada, desenvolvemos oficinas pedagógicas nas aulas de Geografia em uma classe de 7º ano da Educação Básica. Esse trabalho dedicou-se a evidenciar elementos reflexivos relacionados à formação docente. Como pressupostos teóricos apresentamos uma reflexão sobre a formação de professores e da extensão universitária, além das noções de aprendizagem e planejamento didático, optando pelas oficinas pedagógicas. Metodologicamente, a pesquisa é de cunho qualitativo do tipo exploratória, a qual revelou três categorias predominantes nas narrativas analisadas: organização e planejamento didático da oficina; aula ativa e aprendizagem significativa; contribuição do projeto na formação docente. Os resultados indicaram que ao adotarmos  a estratégia  didática: oficinas  pedagógicas possibilitam  a organização  diferenciada  da aula, em diferentes  momentos, com  fundamento  no enfoque ativo do processo  ensino-aprendizagem, favorecendo  a aprendizagem significativa e contextualizada, não apenas para os alunos da escola básica, como também para os professores envolvidos. À guisa de conclusão, destacamos que o uso de metodologias diversas em suas aulas para trabalhar os conteúdos, pode contribuir para que os estudantes se interessem mais pelas aulas. As oficinas pedagógicas oportunizam o desenvolvimento de diferentes habilidades que os alunos possuem, além de que estes participem ativamente do processo de ensino-aprendizagem

    Fisioterapia na educação em saúde: aspectos biopsicossociais na atenção à criança

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    A atuação do fisioterapeuta na promoção de saúde da criança está geralmente direcionada à educação em saúde e práticas corporais. Objetivo: Relatar uma experiência prática a respeito de Educação em Saúde, com grupo de alunos da rede municipal de educação infantil abordando de forma lúdica temas relacionados à atuação da Fisioterapia nos “Aspectos Biopsicossociais na Atenção à Saúde da Criança”. Método: A estratégia de educação em saúde na escola teve por objetivo colaborar com a formação de uma consciência mais crítica da criança, que tenha como resultado a aquisição de práticas visando a promoção, manutenção e recuperação da sua saúde e da comunidade que faz parte. Resultados: o tema abordado é de extrema importância, indica-se assim a realização de tais atividades em mais centros de educação infantil, visto que quanto antes iniciada essa abordagem há maior chance de aprendizado e propagação dessas ideias. Conclusão: o tema de educação em saúde e seus aspectos biopsicossociais são de extrema importância na formação acadêmica e pessoal dos alunos do ensino fundamental, por abordarem situações de seu cotidiano e permitir que seja construída uma boa base para gerações futuras

    Extensão universitária e trabalho: autogestão em uma associação de catadores

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    Os catadores de materiais recicláveis vêm constituindo organizações coletivas de trabalho, sob a forma de cooperativas e associações, onde os trabalhadores são os donos dos meios de produção que utilizam e buscam uma organização baseada na autogestão. Apesar de alguns avanços, estão expostos a fatores de risco e a longas jornadas de trabalho e ainda que participem de uma cadeia produtiva lucrativa, possuem baixos rendimentos e enfrentam dificuldades para aquisição de equipamentos. Levando em consideração estes fatores, foi desenvolvido projeto de extensão junto aos catadores de materiais recicláveis da ATLIMARJOM, da cidade de João Monlevade. O objetivo foi estimular a autogestão a partir da capacitação e assistência técnica a estes trabalhadores. Os métodos utilizados foram as observações do trabalho, capacitações baseadas nos princípios da pedagogia da alternância e softwares para elaboração de layout de produção. Assim, foram realizadas capacitações para todos os catadores e foi construído, em conjunto com os trabalhadores, novo layout. Estes resultados permitiram fortalecer a organização dos catadores, por meio de nova gestão logística dos espaços e pelo reconhecimento dos EPI’s enquanto ferramentas de proteção, bem como a possibilidade de novos conhecimentos para a equipe de extensão a partir do contato direto com a comunidade

    Administração para proteção de animais

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    A posse de cães ou gatos como animais de companhia é tradicional no Brasil, no entanto as dificuldades da vida na sociedade moderna têm produzido um grande número de animais errantes. Por outro lado, é notória a mobilização de pessoas que, de maneira individual ou em organizações, buscam meios de agir em benefício dos animais. Essas organizações têm reconhecida utilidade, mas lutam contra a crônica falta de recursos, o que torna valioso qualquer tipo de auxílio, particularmente aqueles mais especializados.Este relato de experiência visa apresentar o desenvolvimento e os resultados de uma ação extensionista universitária em parceria com uma entidade sem fins econômicos de proteção de animais, formada principalmente por voluntários, que em sua maioria não possuem formação para realizar atividades básicas de gestão, diretamente afeitas ao perfil do graduando em Administração e em Ciências Contábeis, o que constitui uma boa oportunidade de aquisição de experiências práticas para os discentes e melhorias efetivas na gestão da entidade parceira

    Horta de Plantas Medicinais: Implantação e avaliação em uma unidade de saúde do município de Blumenau – SC

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     Resumo     Objetivo: Implantação e avaliação de uma horta de plantas medicinais “Farmácia Viva” como proposta de uma ação de promoção a saúde em um Ambulatório Geral em Blumenau, SC. Métodos: Construção coletiva de uma horta de plantas medicinais com participação de usuários, profissionais e extensionistas universitários, e avaliação do projeto com usuários e profissionais através de um questionário semiestruturado com questões abertas e fechadas, tendo como variáveis: ocupação, utilização das plantas, confiança na utilização, medicamentos utilizados e benefícios do projeto. Resultados: Foram adquiridos materiais junto à comunidade como garrafas pet e carrinho de roda, ferramentas e parte da terra utilizada. Sendo construídos três canteiros. Os participantes da pesquisa contribuíram com 26 espécies de plantas. Foram entrevistados profissionais e a comunidade com idades entre 27 e 66 anos, 70% do sexo feminino com escolaridade entre primeiro grau completo e ensino superior. Quanto a ocupação, 60% são aposentados/pensionistas e 40% de profissionais diversos de nível superior. Todos já tiveram alguma experiência com o uso de plantas e resultado esperado. Destacaram a sua eficiência, consideram muito útil sua utilização. Dentre os desafios citados, foram enfatizadas as várias dúvidas sobre o uso e a falta de participação da comunidade, como resultado da pesquisa foi proposto uma alteração na organização e nas atividades do grupo. Conclusão: O estudo indica que o resgate das plantas medicinais e a manutenção do conhecimento terapêutico é essencial, possibilitando a melhoria da qualidade de vida da população. Na pesquisa foi possível concluir que além de fortalecer a tradição de uso medicinal de plantas, a “Farmácia Viva” beneficia a interação social, disseminação de mudas e sementes e troca de experiências. De encontro as políticas de práticas integrativas e de humanização do sistema único de saúde.   Palavras chaves: Plantas medicinais. Unidade de Saúde. Farmácia Viva.     Abstract   Objective: Implantation and evaluation of a vegetable garden "Farmácia Viva" as a proposal for a health promotion action in a General Ambulatory in Blumenau, SC. Methods: Collective construction of a medicinal vegetable garden with participation of users, professionals and university extension workers, and evaluation of the project with users and professionals through a semi-structured questionnaire with open and closed questions, having as variables: occupation, plant use, trust in use, medicines used and benefits of the project. Results: Materials were purchased from the community such as pet bottles and wheel cart and part of the land used. Being built three flowerbeds. By the participants of the research were brought 26 species of plants. Participants included professionals and the community aged between 27 and 66 years old, 70% female and 30% male with complete primary education and higher education. As for the occupation, 60% are retired / pensioners and 40% of diverse professionals of higher level. Everyone has had some experience with plant use and expected results. They emphasized its efficiency, consider its use very useful. Among the challenges mentioned, several doubts about community use and lack of participation were emphasized, as a result of the research, a change was proposed in the organization and activities of the group. Conclusion: The study indicates that the rescue of medicinal plants and the maintenance of therapeutic knowledge is essential, enabling the improvement of the quality of life of the population. In the research it was possible to conclude that in addition to strengthening the tradition of medicinal use of plants, the "Living Pharmacy" benefits social interaction, dissemination of seedlings and exchange of experiences. Against the integration and humanization policies of Brazilian Health System (SUS).     Key Words: Medicinal plants Health unit Herbal pharmacy.   Resumen   Objetivo: Implantación y evaluación de una huerta de plantas medicinales "Farmacia Viva" como propuesta de una acción de promoción a la salud en un Ambulatorio General en Blumenau, SC. Métodos: Construcción colectiva de una huerta de plantas medicinales con participación de usuarios, profesionales y extensionistas universitarios, y evaluación del proyecto con usuarios y profesionales a través de un cuestionario semiestructurado con cuestiones abiertas y cerradas, teniendo como variables: ocupación, utilización de las plantas, confianza en la utilización, medicamentos utilizados y beneficios del proyecto. Resultados: Se adquirieron materiales junto a la comunidad como botellas pet y carro de rueda y parte de la tierra utilizada. Se construyeron tres canteros. Por los participantes de la investigación se trajeron 26 especies de plantas. Los participantes de la investigación involucrar a profesionales y comunidad con edades entre 27 y 66 años, 70% del sexo femenino y 30% del sexo masculino con escolaridad entre primer grado completo y enseñanza superior. En cuanto a la ocupación, el 60% son jubilados / pensionistas y el 40% de profesionales diversos de nivel superior. Todos ya han tenido alguna experiencia con el uso de plantas y el resultado esperado. Destacaron su eficiencia, consideran muy útil su utilización. Entre los desafíos citados, se enfatizaron las diversas dudas sobre el uso y la falta de participación de la comunidad, como resultado de la investigación se propuso una alteración en la organización y en las actividades del grupo. Conclusión: El estudio indica que el rescate de las plantas medicinales y el mantenimiento del conocimiento terapéutico es esencial, posibilitando la mejora de la calidad de vida de la población. En la investigación fue posible concluir que además de fortalecer la tradición de uso medicinal de plantas, la "Farmacia Viva" beneficia la interacción social, diseminación de mudas y semillas e intercambio de experiencias. De acuerdo con las políticas de prácticas integrativas y de humanización del sistema de salud de Brasil.     Palabras claves: Plantas medicinales. Unidad de Salud. Farmácia Viva.)

    Assistência e cuidado da pessoa com deficiência na atenção básica

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    Este trabalho teve como objetivo contribuir para o aperfeiçoamento profissional do cuidado às Pessoas com Deficiência (PcD) na Estratégia Saúde da Família no município de Teixeira de Freitas. Trata-se de um estudo transversal, de caráter quanti-qualitativo, que foi realizado junto aos profissionais ligados à Atenção Básica. Foi utilizado o método da pesquisa-ação, em que os profissionais foram convidados a participar de uma intervenção, no formato de capacitação. No início e logo após o termino de cada capacitação, foi aplicado um questionário semiestruturado, para avaliar se houve aumento na frequência de acertos após a intervenção, sendo nomeados questionários de ‘pré-teste’ e ‘pós-teste’, respectivamente. Foi detectado um baixo índice de acertos (15,2%) no pré-teste, quanto à utilização do termo correto (PcD), tendo um aumento expressivo desse percentual no pós-teste (69,6%). A maior parte dos participantes demonstraram conhecimento relacionado ao conceito de acessibilidade definido pela lei nº 13.146/2015. Pode-se perceber que a capacitação profissional contribuiu para o aprimoramento do cuidado às PcD, uma vez que os resultados das respostas dos participantes obtidas no pós-teste foram positivos. Porém, é relevante destacar a importância da constante explanação dos assuntos relacionados aos direitos da PcD, tanto na área da saúde quanto nos outros setores da sociedade

    Plantas medicinais: integrando universidade e comunidade

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    Ao mesmo tempo em que resgata a utilização e valoriza a tradição do uso popular das plantas medicinais, as experiências acumuladas investem na disseminação do conhecimento e de produtos para despertar o interesse científico da comunidade e de acadêmicos. Com o objetivo de resgatar o uso, explicar e orientar sobre o acesso seguro e ao uso racional das plantas medicinais, aromáticas e condimentares, além de buscar a utilização sustentável da biodiversidade, diferentes atividades foram realizadas em eventos de parceria entre universidade e cooperativas. Os eventos foram em comemoração ao Dia do Cooperativismo (Dia C) que acontece em todo o país para difundir a cultura de cooperação. Assim, as atividades extensionistas do XXX foram vinculadas as iniciativas de sete cooperativas locais e trabalharam, em conjunto, na promoção de ações para a melhoria da qualidade de vida da população. Através da cooperação, em 2017 e 2018, aproximadamente 1.000 mudas de plantas medicinais foram distribuídas e cerca de 1.500 pessoas puderam esclarecer dúvidas. Também foram distribuídos sachês, chás e folheto informativo. As atividades envolveram alunos de graduação como agentes de transformação social e de interação com a comunidade. Os acadêmicos receberam, além do conhecimento, horas formativas como complemento à graduação. A proposta garantiu o fortalecimento das ações contínuas de extensão na região Oeste do Paraná, auxiliou na difusão da utilização correta das plantas medicinais e também na melhoria da saúde da comunidade

    Ensinagem em desenvolvimento local participativo na formação em saúde

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    A ensinagem em desenvolvimento local participativo é uma abordagem social que focaliza a criação e exploração de estratégias de ensinar, a partir da relação professor(a)-estudante-ambiente. Associado ao desenvolvimento local participativo insere-se nas questões sociais na tentativa de produzir equidades e justiças em contextos vulneráveis locais. Neste contexto, o objetivo deste estudo é identificar estratégias de ensinagem na extensão universitária, a partir das experiências de estudantes da saúde. Foi conduzida uma pesquisa documental, a partir de um conjunto de 31 documentos produzidos durante um projeto de extensão universitária em uma cidade do interior de São Paulo, entre os anos de 2011 e 2015. Para o tratamento dos dados foram utilizados procedimentos da Análise Documental e de Conteúdo. Foram incluídos na pesquisa 8 documentos, a partir dos critérios de inclusão e exclusão. Nesses foram identificados a participação, ao longo de todo o período estudado, de 114 estudantes de diversos campos do conhecimento, sendo a maioria (59,6%) do campo da saúde. As estratégias de ensinagem, identificadas nos documentos incluídos na pesquisa, evidenciaram o uso de imersões, rodas de conversas, mapeamentos de rede, brainstorming e projetos de vida local. E os sentidos apreendidos pelos(as) estudantes informaram o envolvimento em conteúdos da interprofissionalidade, das trajetórias pessoais, das atividades e do contexto local. Assim, a abordagem de ensinagem em desenvolvimento local participativo, como uma prática social de ensinar, contribui para a formação de estudantes da saúde, a partir do deslocamento do lócus acadêmico-institucional para aqueles do contexto da vida local cotidian

    Debatendo preconceito e exclusão: relato de uma experiência extensionista da Psicologia na escola

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    Este artigo analisa uma experiência de inserção da Psicologia na educação básica a partir da prática docente de bolsistas do projeto de Psicologia do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). O objetivo geral foi discutir, teoricamente, uma experiência de extensão em Psicologia, realizada através do PIBID, na qual foram realizadas, com alunos do Ensino Médio, oficinas sobre temáticas sociais ligadas ao preconceito e exclusão. Já os objetivos específicos foram: (1) analisar a experiência de inserção da Psicologia na escola e os resultados da intervenção realizada; (2) contextualizar as temáticas abordadas nas oficinas e sua pertinência na educação escolar; (3) refletir sobre a oficina enquanto metodologia formativa. A experiência extensionista concretizou-se pela construção da oficina “Atualidades em cena: sociedade e suas lutas” cujo objetivo principal foi promover discussões sobre algumas relações sociais ligadas a práticas excludentes e discriminatórias, a saber, violência de gênero, sexualidade, luta antimanicomial, questão indígena e relações raciais. Para tanto, foram adotadas as oficinas educativas e o uso de recursos midiáticos a fim de promover aprendizagem pela participação ativa. Dentre os resultados observados, ressaltam-se o enriquecimento da formação docente por parte dos bolsistas e o contato com discussões críticas acerca da sociedade atual por parte dos (as) participantes da oficina. A análise da experiência contribuiu na compreensão da importância da inserção de estudantes licenciandos em psicologia no espaço escolar por meio de projetos de extensão, bem como a relevância do PIBID e da extensão universitária no contexto escolar, promovendo uma formação humana mais ampla, reflexiva e crítica. Além disso, concluiu-se a importância de trabalhar essas temáticas no contexto atual brasileiro, onde vários direitos das populações mais vulnerabilizadas são retirados

    Percepção dos discentes de Medicina Veterinária (UFRRJ) sobre a equoterapia

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    O Centro de Formação Interdisciplinar em Equoterapia (CFIE) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) é formado por uma equipe multidisciplinar que desenvolve desde 2014 atividades de ensino, pesquisa e extensão na esfera da Equoterapia. A equipe é composta por Médicos Veterinários, Zootecnistas, Psicólogos, Educadores Físicos e Arquitetos. Essa oportunidade de inserção profissional do Médico Veterinário ainda é pouco difundida e divulgada, sobretudo entre os estudantes e profissionais da área. O presente estudo tem por objetivo avaliar o conhecimento e a percepção de discentes do curso de Medicina Veterinária da UFRRJ sobre Equoterapia. Para tal foi aplicado um questionário em 252 alunos contendo questões que avaliavam o perfil pessoal e o conhecimento sobre Equoterapia. Verificou-se que os discentes de Medicina Veterinária da UFRRJ são maioria mulheres e já receberam informações sobre Equoterapia. Em sua ótica a principal finalidade dessa atividade é terapêutica e a maioria acredita ser indicada a autistas, pessoas com deficiência e portadores de Síndrome de Down. A maioria dos entrevistados reconhece que o emprego da Equoterapia traz benefícios aos praticantes, sabe que existe o CFIE no campus da UFRRJ e enxerga essa prática como uma oportunidade profissional. Contudo, limita a atuação do Médico Veterinário na equipe multidisciplinar à manutenção da sanidade dos cavalos. Conclui-se que os estudantes de Medicina Veterinária da UFRRJ têm algum conhecimento sobre Equoterapia, mas a informação sobre a finalidade e aplicabilidade dessa prática ainda é rasa entre os discentes. As atividades do CFIE são conhecidas na comunidade universitária e os discentes admitem a Equoterapia como oportunidade de atuação profissional, sem, contudo, conhecer de fato as competências desenvolvidas pelo Médico Veterinário no contexto da atividade

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