Portal de Publicações Eletrônicas da Ufac (Univ. Federal do Acre)
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    AS COTAS RACIAIS E OS SERVIDORES NEGROS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

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    Não há dúvidas de que a temática racial é um dos grandes desafios da sociedade brasileira. Os dados socioeconômicos nacionais apontam para uma imensa desigualdade social em nosso país. Apesar dos pretos e pardos representarem 54% da população do país, lamentavelmente, eles constituem a parcela social que enfrenta maior vulnerabilidade e respondem pelos piores indicadores socioeconômicos do Brasil, sobretudo em relação à renda média e ao desemprego (IBGE, 2023). Dada esta reflexão, a implementação das ações afirmativas é um mecanismo que pode contribuir na redução das desigualdades existentes entre brancos e negros, ou seja, são políticas públicas de promoção da igualdade racial e social. Assim, o artigo objetiva apresentar a implementação da ação afirmativa, a lei 12.990/2014, que reserva 20% das vagas ofertadas em concursos públicos federais às pessoas pretas e pardas, na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e relatar o estudo de caso realizado na UFPR com os servidores efetivos Técnico-Administrativos em Educação (TAE’s) que entraram por cotas raciais nos concursos. Por fim, analisar quais foram os efeitos e impactos sociais dessa política de ação afirmativa na entrada desses profissionais negros na UFPR. Para isto, foram analisados dados dos editais para o cargo de Técnico-Administrativo em Educação (TAE), entre os anos de 2014 até 2023. A fundamentação teórica é baseada nos levantamentos das principais bases de dados como o portal de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Scopus que reúnem e disponibilizam os principais periódicos. Realizou-se consultas e triagem de artigos científicos e em livros. Portanto, a pesquisa é descritiva, com estratégia do estudo de caso único (Ventura, 2007) e os procedimentos técnicos utilizados foram a pesquisa documental e entrevistas semiestruturadas. Com os dados documentais coletados, foi possível verificar a nomeação de 153 servidores TAE’s cotistas na UFPR, ocupando diversos cargos e funções na instituição. Foram realizadas entrevistas com alguns dos servidores, utilizando-se das entrevistas semiestruturadas, analisadas sob o enfoque da análise de conteúdo de Bardin (1977). Adicionalmente, recorreu-se ao procedimento denominado amostragem por saturação “uma ferramenta conceitual de inequívoca aplicabilidade prática, podendo, a partir de sucessivas análises paralelas à coleta de dados, nortear sua finalização” (Fontanella; Ricas; Turato, 2008, p.25)

    A UNIVERSALIZAÇÃO DO RACISMO: COMO OS LIVROS DIDÁTICOS REPRODUZEM DISCURSOS E IMAGENS PRECONCEITUOSAS

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    O livro didático é uma ferramenta pedagógica fundamental para analisar como as relações raciais são recebidas no ambiente escolar. Assim sendo, este artigo tem como objetivo explorar a questão do racismo e suas representações em livros didáticos de História, adotados no município de Ilha Solteira, localizado no estado de São Paulo. Para isso, utilizamos os princípios metodológicos da análise do discurso de orientação francesa, oportunidade em que temos como referência os autores Michael Pechêux e Eni Orlandi, bem como as reflexões do filósofo Michel Foucault com o fito de compreender como os discursos presentes no livro didático em estudo perpetuam ou desafiam estereótipos raciais, procurando destacar a importância de uma Educação que promova a equidade racial e a inclusão, já que defendemos o princípio de que a escola é uma ferramenta importante para essa construção de visibilidade e combate contra inúmeros discursos e atitudes de preconceito, refletindo sobre as implicações das representações discursivas sobre a construção social do racismo, baseado na Lei nº 10.639/2003, que garante a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira nas escolas. Mediante a análise realizada nos livros em questão, concluímos que não há conteúdos verbais e não verbais suficientes para se desenvolver e melhor explorar a questão do racismo. Para isso, entendemos que é preciso professores melhores preparados para mediarem o conteúdo desses materiais e contribuírem às discussões críticas sobre raça e racismo em sala de aula, visando a formação de um estudante consciente sobre como ocorrem as relações raciais em nossa sociedade

    SUMÁRIO

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    Sumári

    Floristic Nativism of Arecaceae in Urban Greening of Cities in Northern Brazil

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    The Arecaceae family, which includes about 181 genera and 2600 species of palms, has a pantropical distribution, with approximately 40 genera and 300 species in Brazil. This study aims to characterize the use of native and exotic palm species in urban greening in northern Brazil, highlighting the predominance of exotic species over native ones. The methodology employed included a literature review using databases such as Google Scholar, Scielo, and Scopus, utilizing terms like “urban greening” and “palms.” After filtering the data, the cited species were organized into a table according to their origin (native or exotic). The analysis covered 21 works, mostly focusing on street greening. The results show that the species Roystonea oleracea was the most cited, evidencing the use of exotic species. Despite recommendations for the use of native species, it is observed that these are still not adequately valued, highlighting the need for more effective planning in urban greening that considers local biodiversity and its ecological and economic benefits. The study concludes that there is an underutilization of native palms, suggesting the need for greater inclusion of these species in greening projects, promoting biodiversity conservation and local development.A família Arecaceae, que inclui cerca de 181 gêneros e 2600 espécies de palmeiras, apresenta uma distribuição pantropical, com aproximadamente 40 gêneros e 300 espécies no Brasil. Este estudo visa caracterizar o uso de espécies de palmeiras nativas e exóticas na arborização urbana do norte do Brasil, ressaltando a predominância de espécies exóticas em detrimento das nativas. A metodologia empregada incluiu um levantamento bibliográfico em bases de dados como Google Acadêmico, Scielo e Scopus, utilizando termos como “arborização urbana” e “palmeiras”. Após a filtragem dos dados, as espécies citadas foram organizadas em uma tabela conforme sua origem (nativa ou exótica). A análise abrangeu 21 trabalhos, a maioria focando em arborização viária. Os resultados mostram que a espécie Roystonea oleracea foi a mais citada, evidenciando o uso de espécies exóticas. Apesar das recomendações para o uso de espécies nativas, observa-se que estas ainda não são devidamente valorizadas, o que evidencia a necessidade de um planejamento mais eficaz na arborização urbana, que considere a biodiversidade local e seus benefícios ecológicos e econômicos. O estudo conclui que há um subaproveitamento das palmeiras nativas, sugerindo a necessidade de uma maior inclusão dessas espécies em projetos de arborização, promovendo a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento local

    A escolarização de estudantes com deficiência durante a ditadura militar no Brasil e o início da educação especial no Estado do Acre

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    Este trabalho teve como objetivo analisar como se institucionalizou no Brasil a política educacional para escolarização de estudantes com deficiência durante o período compreendido pela história nacional como Ditadura Militar, ocorrido entre os anos de 1964 e 1985. Como metodologia de pesquisa utilizamos uma abordagem qualitativa com o uso da pesquisa bibliográfica e da análise documental. Os resultados obtidos nesta pesquisa evidenciaram que foi no período da Ditadura Militar que ocorreram os primeiros passos para a institucionalização da Educação Especial no país, em especial no estado do Acre. Foi neste período que o governo federal determinou que os estados deveriam também atender a este alunado. Mas, incentivando principalmente a iniciativa privada e filantrópica. Concluímos que a concepção de ensino da época foi a clínica-terapêutica focada em reabilitar ou “normalizar” sua deficiência, enquanto a tendência pedagógica que imperava no país era a tecnicista preparando-os para servir às demandas do mercado de trabalho daquele período

    PROPOSIÇÃO DE PROBLEMAS COMO PRÁTICA DE ENSINO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

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    Apesar do reconhecimento da Proposição de Problemas como uma prática relevante para o ensino de Matemática, sua presença no currículo praticado ainda é limitada. Muitos professores enfrentam dificuldades para planejar e conduzir atividades que envolvam a criação de problemas pelos estudantes, dada a escassez de orientações didáticas nos livros e materiais curriculares. Este artigo analisa uma prática educativa desenvolvida com estudantes do 1º ano do Ensino Fundamental, na qual a Proposição de Problemas foi incorporada intencionalmente ao planejamento pedagógico. A atividade foi elaborada e conduzida por uma professora participante de uma formação continuada, utilizando o conto “João e Maria” como elemento disparador e um prompt que orientava a criação de problemas envolvendo adição ou subtração. A pesquisa, de abordagem qualitativa, considerou registros da prática, produções dos estudantes e uma entrevista com a professora. Os resultados indicam que a clareza do prompt e a familiaridade com o contexto narrativo favoreceram a autoria e a construção de enunciados com sentido matemático. A análise evidencia que a Proposição de Problemas, quando articulada a mediações intencionais e ao planejamento docente, pode ampliar o engajamento das crianças, favorecer a construção de significados e transformar suas produções em oportunidades formativas

    A ESCOLA NO CONTEXTO DE PRIVAÇÃO DE LIBERDADE:: a realidade da educação escolar no instituto socioeducativo a partir do olhar dos docentes e jovens internos

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    El artículo La escuela en el contexto de privación de libertad: la realidad de la educación escolar en el Instituto Socioeducativo desde la mirada de los docentes y jóvenes internos invita a reflexionar sobre el papel de la escuela dentro del Instituto Socioeducativo del Juruá (ISE), con el objetivo de comprender cómo perciben la institución escolar tanto los jóvenes privados de libertad como los profesores. Se trata de un extracto de la monografía presentada en 2015 en el curso de Pedagogía de la Universidad Federal de Acre, titulada La educación escolar en el Instituto Socioeducativo de Cruzeiro do Sul: perspectivas de los profesionales y atendidos por la institución.La investigación se fundamentó en los aportes teóricos de Charlot (2013), Duarte (2013), Pimenta (2006), Foucault (1987), Freire (1987), Onofre (2011), Dayrell (2007), y Leão, Dayrell & Reis (2011). Con enfoque cualitativo y características etnográficas, el estudio se realizó a partir de observaciones de la rutina de los jóvenes internos y de los docentes en el aula. Se utilizaron como métodos de recolección de datos la observación, conversaciones informales, diario de campo y entrevistas. Los resultados revelaron que muchos profesores ingresan a la institución sin formación continua ni conocimiento previo del “espacio hostil” en el que ejercerán su labor, lo que lleva a algunos a abandonar el trabajo o a cristalizar prácticas docentes influenciadas por valores institucionales centrados en la disciplina, la coerción y la jerarquía. La resocialización representa un gran desafío en las instituciones socioeducativas, ya que, además de preocuparse por el conocimiento académico, es necesario promover una educación escolar que contribuya a la restauración de la autoestima y a la reintegración del individuo en la sociedad. Por lo tanto, una educación que aspire a ser humanizadora y liberadora en el contexto de privación de libertad debe reconocer a los sujetos como constructores de su propio conocimiento, manteniendo siempre una relación dialógica que fortalezca el vínculo entre docente y alumno. La educación escolar en este contexto debe planificarse a partir de saberes que consideren la realidad de los internos.O artigo A escola no contexto de privação de liberdade: a realidade da educação escolar no Instituto Socioeducativo a partir do olhar dos docentes e jovens internos, nos leva a refletir sobre a escola no interior da Instituição Socioeducativa do Juruá (ISE), buscando compreender qual a visão dos jovens internos e professores a respeito da instituição escolar no contexto de privação de liberdade. Trata-se de um recorte da monografia apresentada em 2015, no curso de Pedagogia da Universidade Federal do Acre, intitulada A Educação Escolar no Instituto Socioeducativo de Cruzeiro do Sul: Perspectivas dos profissionais e atendidos pela Instituição. Os teóricos que fundamentaram a pesquisa foram Charlot (2013), Duarte (2013), Pimenta (2006), Foucault (1987), Freire (1987), Onofre (2011), Dayrell (2007), Leão, Dayrell & Reis (2011). A pesquisa de abordagem qualitativa, com características etnográficas, foi realizada a partir de observações da rotina dos jovens internos e de professores em sala de aula. Foram utilizados como procedimentos metodológicos para coleta de dados a observação, conversas informais, diário de campo e entrevistas. Os resultados apontaram que os professores chegam na instituição sem ao menos terem uma formação continuada ou conhecimento prévio do “espaço hostil” onde vão exercer sua profissão, levando muitos a desistirem do trabalho, quando não, cristalizam suas práticas docentes influenciadas por valores institucionais, voltados para a disciplina, coerção e hierarquia. A ressocialização é um grande desafio nas Instituições Socioeducativas, pois, além de preocupar-se com o saber propriamente, é preciso promover uma educação escolar que contribua para a restauração da autoestima e para reintegração do indivíduo à sociedade. Diante disso, a educação que pretende ser humanizadora e libertadora no contexto de privação de liberdade deve valorizar os sujeitos como construtores de seu conhecimento, sempre mantendo uma relação dialógica para o estreitamento entre professor e aluno. Portanto, a educação escolar dentro do contexto de privação de liberdade, deve ser planejada a partir de saberes que considerem a realidade dos internos.The article School in the Context of Deprivation of Liberty: The Reality of School Education at the Socio-Educational Institute from the Perspective of Teachers and Incarcerated Youth invites reflection on the role of education within the Juruá Socio-Educational Institution (ISE), aiming to understand how both incarcerated youth and educators perceive the school in a context of deprivation of liberty. This is an excerpt from a monograph presented in 2015 in the Pedagogy program at the Federal University of Acre, entitled School Education at the Socio-Educational Institute of Cruzeiro do Sul: Perspectives of Professionals and Youth Served by the Institution. The theoretical framework of the study includes Charlot (2013), Duarte (2013), Pimenta (2006), Foucault (1987), Freire (1987), Onofre (2011), Dayrell (2007), and Leão, Dayrell & Reis (2011). The research employed a qualitative approach with ethnographic characteristics, based on observations of the daily routines of incarcerated youth and teachers in the classroom. Data collection methods included observation, informal conversations, field notes, and interviews. Findings revealed that teachers often enter the institution without any continuing education or prior knowledge of the “hostile environment” in which they will work, leading many to abandon the job or, alternatively, to solidify teaching practices shaped by institutional values focused on discipline, coercion, and hierarchy. Resocialization remains a major challenge in Socio-Educational Institutions, as it requires not only concern with academic knowledge but also the promotion of an educational experience that restores self-esteem and supports the reintegration of individuals into society. Therefore, education that aims to be humanizing and liberating within the context of deprivation of liberty must recognize individuals as active constructors of knowledge, maintaining a dialogical relationship that strengthens the bond between teacher and student. School education in such contexts must be planned based on knowledge that reflects the lived realities of the incarcerated youth

    DISCURSOS SOBRE O SUJEITO IDOSO EM LIVROS DIDÁTICOS DA EJA

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    El estudio investiga la construcción de discursos sobre el sujeto mayor en los libros de texto de Educación de Jóvenes y Adultos (EJA). Más concretamente, pretende analizar qué relaciones de saber y poder impregnan estos discursos y qué procesos de subjetivación se convocan en estos materiales didácticos. Las reflexiones de Michel Foucault sobre el discurso, la enunciación, el saber, el poder y los procesos de subjetivación son los principales exponentes de este marco teórico. El corpus de análisis está constituido por enunciados recogidos de cuatro libros de texto de Prácticas de Lectura y Escritura, aprobados por el Programa Nacional de Libros y Material Didáctico (PNLD) de la EJA, para el cuatrienio 2026-2029. A partir del análisis, observamos la constitución de discursos sobre el anciano en relación al mundo del trabajo, marcadores sociales de diferencia, afectos y prácticas prejuiciosas, como el edadismo.This study investigates the construction of discourses on the elderly subject in textbooks for Youth and Adult Education (EJA). More specifically, it seeks to analyze which relations of knowledge-power permeate these discourses and which processes of subjectivation are summoned in these teaching materials. Michel Foucault's reflections on discourse, enunciation, knowledge, power and the processes of subjectivation are the main exponents of this theoretical framework. The corpus of analysis consists of statements collected from four textbooks on Reading and Writing Practices, approved by the National Book and Teaching Material Program (PNLD) for EJA, for the 2026-2029 quadrennium. Based on the analysis, we observed the constitution of discourses about the elderly in relation to the world of work, social markers of difference, affections and prejudiced practices, such as ageism.O estudo investiga a construção de discursos sobre o sujeito idoso em livros didáticos da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Busca-se, de maneira mais específica, analisar que relações de saber-poder perpassam esses discursos e que processos de subjetivação são convocados nesses materiais didáticos. A ancoragem teórica toma como principal expoente as reflexões de Michel Foucault a respeito do discurso, do enunciado, do saber, do poder e dos processos de subjetivação. O corpus de análise constitui-se de enunciados recolhidos de quatro livros didáticos de Práticas de Leitura e Escrita, aprovados pelo Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) da EJA, relativo ao quadriênio 2026-2029. A partir da análise, observou-se a constituição de discursos acerca do idoso na relação com o mundo do trabalho, com os marcadores sociais da diferença, com os afetos e com práticas preconceituosas, a exemplo do etarismo

    EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO EM DIÁLOGO COM A CIÊNCIA ABERTA PARA A AGENDA 2030

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    Trata da produção científica sobre Ciência Aberta e sua relação com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, fundamentada na compreensão de que as Instituições de Ensino Superior e as Práticas Educacionais Abertas contribuem para o acesso universal ao conhecimento, a inovação e a cultura de compartilhamento. Objetiva avaliar como a literatura científica em Ciência da Informação e Educação tem se articulado aos ODS entre 2015 e 2024. Classifica-se como pesquisa básica, descritiva, de abordagem quali-quantitativa, utilizando a bibliometria com apoio do Microsoft Excel e do VOSviewer. Foram analisadas 2.674 publicações indexadas na Web of Science, cujos resultados evidenciaram o ODS 4 Educação de Qualidade como o mais recorrente, seguido pelo ODS 3 Saúde e Bem-Estar e pelo ODS 9 Indústria, Inovação e Infraestrutura. Conclui que a Ciência Aberta, articulada à Ciência da Informação e à Educação, reforça a democratização do conhecimento, estimula redes de colaboração científica e orienta políticas informacionais alinhadas à Agenda 2030.Aborda la producción científica sobre ciencia abierta y su relación con los 17 Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS) de la Agenda 2030, partiendo de la base de que las instituciones de educación superior y las prácticas educativas abiertas contribuyen al acceso universal al conocimiento, la innovación y una cultura de intercambio. Su objetivo es evaluar cómo la literatura científica en ciencias de la información y educación se ha vinculado a los ODS entre 2015 y 2024. Se clasifica como investigación básica y descriptiva con un enfoque cualitativo-cuantitativo, utilizando bibliometría con el apoyo de Microsoft Excel y VOSviewer. Se analizaron un total de 2674 publicaciones indexadas en Web of Science, y los resultados mostraron que el ODS 4, Educación de calidad, era el más recurrente, seguido del ODS 3, Salud y bienestar, y el ODS 9, Industria, innovación e infraestructura. Se concluye que la ciencia abierta, vinculada a la ciencia de la información y la educación, refuerza la democratización del conocimiento, estimula las redes de colaboración científica y orienta las políticas de información alineadas con la Agenda 2030.It deals with scientific production on Open Science and its relationship with the 17 Sustainable Development Goals (SDGs) of the 2030 Agenda, based on the understanding that Higher Education Institutions and Open Educational Practices contribute to universal access to knowledge, innovation, and a culture of sharing. It aims to assess how scientific literature in Information Science and Education has been linked to the SDGs between 2015 and 2024. It is classified as basic, descriptive research with a qualitative-quantitative approach, using bibliometrics supported by Microsoft Excel and VOSviewer. A total of 2,674 publications indexed in the Web of Science were analyzed, with the results showing SDG 4 Quality Education as the most recurrent, followed by SDG 3 Good Health and Well-being and SDG 9 Industry, Innovation, and Infrastructure. It concludes that Open Science, linked to Information Science and Education, reinforces the democratization of knowledge, stimulates scientific collaboration networks, and guides information policies aligned with the 2030 Agenda

    17 Anos de Disputas Paradigmáticas na Educação Especial Brasileira: Avanços, Rupturas e Retrocessos

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    Este ensaio teórico analisa criticamente a trajetória das políticas nacionais de Educação Especial no Brasil entre 2008 e 2025, examinando os Decretos nºs 6.571/2008, 10.502/2020 e 12.686/2025. Identifica um movimento dialético marcado pela consolidação do paradigma inclusivo em 2008, uma ruptura conservadora em 2020 com o retorno a perspectivas integracionistas e a reafirmação sofisticada da inclusão em 2025. A análise demonstra que a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (2025) avança ao instituir uma Rede Nacional de apoio, adotar a perspectiva biopsicossocial e detalhar instrumentos como o Plano de Atendimento Educacional Especializado, representando uma síntese potencial dos avanços conceituais de 2008 com mecanismos robustos de implementação. Conclui-se que a efetividade da política atual depende da superação de desafios históricos como o financiamento adequado, a formação docente e a transformação cultural das escolas

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