Portal de Revistas do Centro Universitário do Rio Grande do Norte
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    O ASSÉDIO SEXUAL NO MEIO AMBIENTE DE TRABALHO E SUA RELAÇÃO COM A DESIGUALDADE SALARIAL DE GÊNERO

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    A presente pesquisa visou compreender como o assédio sexual sofrido no meio ambiente de trabalho pode interferir na igualdade salarial entre homens e mulheres. Além disso, de maneira específica, objetivou entender de que modo o assédio sexual relaciona-se com práticas discriminatórias no trabalho e analisar as possíveis consequências desses atos nas carreiras das mulheres. Para tanto, fez-se uma análise de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos que estabelece um encadeamento entre o assédio sexual e o estresse financeiro sofrido pela vítima nos anos seguintes, bem como estabeleceu-se uma caracterização do assédio sexual como ato discriminatório – à luz de diversos ordenamentos jurídicos internacionais. A metodologia empregada para a realização deste trabalho se deu a partir de pesquisas bibliográficas acerca do Direito do Trabalho, Direito Internacional e Sociologia do Trabalho, além de apreciações legislativas, por meio do método de abordagem indutivo, utilizando-se principalmente dos métodos de procedimento comparativo e estatístico. Como resultados, verificou-se que, de diversas formas – seja pelo abandono da carreira, diminuição de jornada de trabalho, discriminação para com a vítima, etc. – o assédio pode acarretar na desigualdade salarial de gênero, sendo responsabilidade do empregador preveni-lo e puni-lo

    O DR. ALBERTO MARANHÃO E A LIGA DE ENSINO

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    Publicado no Jornal “a Republica”, 02 de outubro de 1911. SOUZA, Henrique Castriciano de. Seleta: textos e poesias. In: ALBUQUERQUE, José Geraldo de (Org.). Seleta, textos e poesias. Henrique Castriciano. Natal: Sebo Vermelho, 2011. p.271-273

    Editorial

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    Editoria

    A FAMÍLIA NO BRASIL

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    A FAMÍLIA NO BRASI

    MUSEU E ANATOMIA: DESVENDANDO O CORPO HUMANO

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    CIÊNCIAS CONTÁBEIS: UMA NOVA JORNADA DE TRABALHO

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    COMPORTAMENTO DA COORDENAÇÃO MOTORA DE ESCOLARES EM DIFERENTES ESTÁGIOS MATURACIONAIS

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    Tem-se como objetivo estudar e verificar a correlação dos estágios puberais com a coordenação motora em meninos escolares de oito a 12 anos. Participaram do estudo 30 escolares (9,89 ± 1,19 anos; 1,36 ± 0,089 m; 35,5 ± 10,23 kg). Na metodologia foram realizadas aferições de massa corporal, estatura e altura tronco-cefálica; perímetros de pescoço, braço contraído, antebraço e cintura; diâmetro ósseo do bi-epicôndilo do fêmur; distâncias ósseas acrômio-radial e tibial maleolar. A avaliação da maturação sexual foi realizada através da equação de predição da maturação puberal proposta por Medeiros (2013). A avaliação do teste KTK para avaliar o desempenho motor foi desenvolvido por Kiphard e Schilling (1974). Utilizose estatística descritiva mínima, máxima, média e desvio padrão em todas as variáveis e correlação de Pearson entre as médias das variáveis. O tratamento estatístico e os gráficos foram realizados nos programas SPSS versão 20.0. A margem de significância foi de p<0,05. Em relação aos percentuais dos estágios puberais, a maioria encontra-se no estágio puberal 5 (56,7%), e a minoria no estágio 2 (3,3%), nos estágios 3 (13,3%) e estagio 4 (26,7%), o que indica que as crianças estudadas encontram-se nos estágios de maturação sexual avançado. Os resultados do desempenho motor obtido pelos escolares mostram que as classificações de perturbações motoras e insuficiência na coordenação tiveram os mesmos valores de 40% o que indica um baixo nível de desempenho motor. No total, 80% dos participantes encontram-se abaixo da classificação considerada normal e apenas 20% foram classificados com a coordenação motora normal. Foi observada correlação moderada entre maturação sexual e coordenação motora em meninos. Conclui-se que os meninos estudados encontram-se nos estágios de maturação sexual avançado. Na coordenação motora mostram que os participantes encontram-se abaixo da classificação considerada normal e apenas 1/3 da amostra foi classificada com a coordenação motora normal. Quando verificado a maturação, a mesma mostrou uma moderada correlação, estatisticamente significante que influencia na coordenação motora dos escolares

    AS PRÁTICAS LÚDICAS NAS AULAS DE INICIAÇÃO AO VOLEIBOL

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    A ludicidade na iniciação esportiva deve ser bem orientada pelos professores, respeitando sempre as fases do desenvolvimento das crianças, de forma apropriada e coerente adaptando as atividades, permitindo assim que todos participem e tenha uma grande diversidade de jogos. As relações vivenciadas em fase escolar e a formação do “ser-cidadão” contribuem para o indivíduo de modo que ele possa pensar, agir e reagir diante de diversas situações na sociedade. Estuda-se a ludicidade na iniciação do voleibol, destacando a participação dos professores e das crianças nas brincadeiras e jogos lúdicos. Tem-se como objetivo, Identificar de que forma a iniciação ao voleibol utiliza as práticas lúdicas durante os treinos de equipes esportivas. Trata-se de uma pesquisa do tipo exploratória de corte transversal com análise qualitativa. Para alcançar tal objetivo, foi realizada uma pesquisa através de questionário elaborado pela autora, aplicados na população de professores de iniciação ao voleibol, com dez professores de voleibol, de Natal/RN. Constatou-se que todos os professores desenvolvem atividades lúdicas em suas aulas, e não possuem receio algum em desenvolver essa prática. Geralmente os professores costumam executar as atividades lúdicas no início das aulas, como forma de aquecimento, e todos os alunos gostam bastante, existindo uma participação de cem por cento da turma. De acordo com os professores, os pais que acompanham as aulas não opinam sobre essa metodologia, assim como a escola, que não cobra essa prática lúdica, mas disponibiliza os materiais. Para os entrevistados, a prática de atividades lúdicas facilita a aplicação dos fundamentos do vôlei, pois assim os alunos aprendem brincando. Dessa forma, podemos concluir que a ludicidade nas atividades é uma importante ferramenta pedagógica para a educação física. Conclui-se que estão sendo vivenciadas as práticas lúdicas nas aulas de iniciação ao voleibol e ressalta-se a importância do brincar e do lazer como fatores indispensáveis para o desenvolvimento e aprendizagem das crianças

    VITAMINA D: ASPECTOS ATUAIS

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    A importância da vitamina D para a saúde óssea já está bem estabelecida na literatura científicae sedimentada no senso comum. Nos últimos anos, muito tem se comentado sobre o papeldesta vitamina para a saúde geral e cada vez mais o exame para detecção dos níveis de vitaminaD tem sido solicitado pelos profissionais de saúde. O estilo de vida atual não permite que osindivíduos se exponham adequadamente ao sol – seja por trabalharem em locais fechados, sejapelo temor ao câncer de pele – o que gerou um aumento da prevalência mundial hipovitaminoseD nas últimas décadas. Na entrevista que segue, a Profa. Ketsia Medeiros – responsável pelasdisciplinas de Patologia, Microbiologia e Imunologia do UNIRN – que coordenou pesquisas deiniciação científica sobre o tema, comenta pontos importantes e atualiza o leitor

    ADMINISTRAÇÃO: O PODER FEMININO NO EMPREENDEDORISMO

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