Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti

Repositório Institucional da ESEPF
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    A leitura e a escrita na Perturbação do Espectro do Autismo

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    O tema escolhido para esta investigação foca-se na Perturbação do Espectro do Autismo (PEA). Ao longo da realização desta dissertação, e com base nas leituras para o enquadramento teórico, vários autores referiram a importância da leitura e da escrita nas crianças com Perturbação do Espectro de Autismo. Com base numa metodologia de carácter qualitativo, e na análise às entrevistas realizadas no âmbito deste estudo, pode-se afirmar que os resultados da investigação revelam que os professores se mostram empenhados nas estratégias e nas metodologias da leitura e da escrita para os alunos com PEA. De acordo com os inquiridos e com os investigadores estudados na revisão da literatura é possível afirmar que os educadores referem que a aprendizagem da leitura e da escrita, nas crianças com PEA aconteça de forma lenta, mas com o tempo elas conseguem aprender. A realização desta dissertação permitiu-nos também conhecer algumas das estratégias possíveis de utilizar no 1º ciclo de escolaridade, nomeadamente com crianças com Perturbação do Espectro do Autismo.The subject chosen for this research focuses on Autism Spectrum Disorder (PEA). Throughout this dissertation, and based on the readings for the theoretical framework, several authors have mentioned the importance of reading and writing in children with Autism Spectrum Disorder. Based on a methodology of a qualitative nature and on the analysis of the interviews carried out in this study, it can be stated that the results of the research show that teachers are committed to the strategies and methodologies of reading and writing for students with PEA . According to the interviewees and researchers studied in the literature review, it is possible to state that educators report that reading and writing learning in children with PEA happens slowly, but over time they can learn. The realization of this dissertation also allowed us to know some of the possible strategies to use in the first cycle of schooling, especially with children with Autism Spectrum Disorder. Ke

    Qualidade na educação de infância através do envolvimento parental – Projeto EQuaP

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    O Scratch promotor do pensamento computacional na geometria do ensino básico

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    A sociedade atual caracteriza-se pela utilização massiva das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e a Matemática assume-se como um instrumento que potencia o desenvolvimento e a inovação. O Programa de Matemática do Ensino Básico proporciona o pensamento computacional através do processo de resolução de problemas, criatividade e imaginação privilegiando a habilidade fundamental e não mecânica. Assim, o processo de ensino-aprendizagem da geometria vincula-se com esta forma de pensar, na medida em que as ideias geométricas são úteis na representação e resolução de problemas, em diferentes áreas da Matemática e em diversas situações do quotidiano. Desta forma, a partir do referencial teórico denominado TPACK (Technological Pedagogical Content Knowledge), que interliga o conhecimento de conteúdo, o conhecimento pedagógico e o conhecimento da tecnologia, os estudantes reflexivamente comprometeram o seu conhecimento numa aprendizagem significativa utilizando o software scratch. A investigação realizou-se numa turma do 2.º ano da educação básica, num colégio privado do Porto. O objetivo principal da investigação resultou no reconhecimento das propriedades dos polígonos regulares, no que concerne ao número de lados e à amplitude dos ângulos internos. Na metodologia optamos por uma abordagem mista, privilegiando o paradigma qualitativo. Na recolha de dados, utilizaram-se três instrumentos: i) uso de notas de campo que possibilitou aferir os conhecimentos adquiridos pelos estudantes; ii) o inquérito por questionário que permitiu uma análise estatística descritiva do grau de satisfação dos estudantes sobre o uso do scratch; e iii) as atividades realizadas que possibilitaram uma melhor compreensão dos conteúdos intensificando o pensamento computacional. Por conseguinte, os estudantes através da experimentação formularam hipóteses que possibilitaram um incremento na motivação e na aprendizagem da geometria. Consequentemente, a reflexão, a capacidade crítica e o raciocino-lógico foram aspetos desenvolvidos e aprimorados no decorrer do estudo. O scratch possibilitou, aos estudantes, analisar e integrar as propriedades das formas geométricas desenvolvendo novas competências geométrica

    A diferenciação pedagógica no processo de ensino-aprendizagem na educação pré-escolar e no 1º ciclo do ensino básico

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    A Diferenciação Pedagógica é um tema que tem vindo cada vez mais a ser utilizado e implementado nos dias de hoje tanto na Educação Pré-Escolar como no 1ºCiclo do Ensino Básico. Sendo este um Relatório de Estágio da nossa Prática Profissionalizante, foi muito importante responder à seguinte pergunta: como é realizada a Diferenciação Pedagógica no processo de ensino/aprendizagem? Neste relatório, pretendemos clarificar esta pergunta através das opiniões dos Educadores de Infância e dos Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico, e, ainda com base na observação e participação direta nos dois contextos. Para tal, no sentido de perceber se os docentes efetivamente realizam uma prática pedagógica diferenciada nas suas turmas, procedemos à recolha da sua opinião através da realização de inquéritos. Além disso, procedemos à investigação teórica de diversos temas intimamente ligados à diferenciação pedagógica, tais como a Escola Inclusiva, a importância da Avaliação na Diferenciação Pedagógica e o Papel dos Educadores de Infância e Professores do 1º CEB na Diferenciação Pedagógica Para terminar, com base na nossa observação e participação direta nas atividades escolares do pré-escolar e 1º Ciclo, foi possível fazer-se uma reflexão onde se conclui se os Educadores e Professores realizavam efetivamente uma prática pedagógica diferenciada na sala de aula. Palavras-Chave: Crianças; Diferenciação pedagógica; Docente; Educação; Escola inclusiv

    (Re)pensar a Educação Artística na Formação Inicial dos futuros Professores

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    A educação artística na formação inicial dos professores em Portugal não tem acompanhado, na grande maioria das vezes, os avanços artísticos. Este estudo pretendeu investigar a pertinência da arte contemporânea na formação inicial de professores, enquanto conteúdo e ferramenta do pensamento pedagógico indo ao encontro dos seguintes objetivos: 1) recolher representações sobre a importância da arte contemporânea na formação de professores; 2) identificar as competências que a arte contemporânea promove na formação dos futuros professores; 3) identificar a postura do professor na operacionalização desta área. As conclusões mostram que os professores defendem que a arte contemporânea concorre para o perfil profissional do futuro professor, indo ao encontro de um conjunto de competências para o exercício da sua profissão e reconhecem a urgência em redefinir a prática artística na formação inicial de professores com vista a um ensino-aprendizagem consentâneo com a realidade atual

    Educação inclusiva no Ensino Superior: perceção dos docentes e dos estudantes com NEE

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    A universidade é local privilegiado de formação superior com o dever de garantir o direito à educação e à igualdade de direitos a nível da permanência e sucesso académico. Estudar o processo de inclusão no ensino superior deverá também passar por compreender interação professor-aluno e aluno-aluno. Recorremos a um estudo qualitativo, orientado pelo paradigma fenomenológico-interpretativo, com recurso a entrevistas semiestruturadas de cariz exploratório e investigativo. Participaram docentes de uma Faculdade de Educação e Psicologia, de Licenciatura e Mestrado, bem como estudantes com necessidades educativas especiais. Através das perceções dos alunos com necessidades educativas especiais e dos docentes universitários face à inclusão, pudemos verificar que, quer a Faculdade, quer os docentes, não aparentam estar totalmente preparados para receber e trabalhar com este grupo de estudantes, sendo fundamental a criação de redes de comunicação, reflexão e discussão de estratégias e métodos de ensino, e a melhoria das políticas internas da Faculdade em prol da inclusão de todos os alunos. Denotamos que os estudantes realçam que os docentes estão sensibilizados para estas questões e que a inclusão deverá também partir do seu próprio empenho e esforço

    Interação das crianças com necessidades diferenciadas em Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico

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    Atualmente, o papel da interação é amplamente reconhecido, não só na aprendizagem formal, mas também no desenvolvimento integral da criança/aluno. Neste sentido, a presente investigação visou compreender o modo como as crianças em estudo interagem e os constrangimentos que pautam as interações estabelecidas, bem como as possíveis estratégias de superação das mesmas, na educação pré-escolar e no 1º CEB. Neste âmbito, analisam-se as diferentes estratégias utilizadas pelos profissionais (educador e professor), emergentes e programadas, no que se refere a experiências de interação, nomeadamente quanto à cooperação, comunicação, conflitos, partilha, compreensão, dependência, iniciativa, envolvimento, bem-estar, entre outros. De igual forma, se procura compreender o modo como o grupo de crianças/alunos responde perante a diferença, contribuindo para o desenvolvimento e a inclusão das crianças em estudo. Palavras-chave: Interação, criança, diferença, dificuldades, estratégias, aprendizagemCurrently, the role of interaction is widely recognized, not only in formal learning, but also in the overall development of the child / student. In this sense, the present research aimed to understand how the children under study interact, the different forms of interaction and the constraints of the established interactions, as well as the strategies to overcome them, in Early Childhood Education and Elementary Education. In this context, we analyze the different strategies used by professionals (childhood educator, elementary school teacher), emergent and programmed, regarding interaction experiences, namely, cooperation, communication, conflicts, sharing, understanding, dependence, initiative, involvement, well-being, among others. Similarly, it seeks to understand how the group of children / students responds to the difference, contributing to the development and inclusion of the children under study. Keywords: Interaction, child, difference, difficulties, strategies, learnin

    Memória e Compreensão Verbal em Crianças com Dificuldades Fonológicas

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    Objetivo: analisar as características de quinze crianças com dificuldades de linguagem (Grupo Experimental), comparando-as com outras com desenvolvimento linguístico típico (Grupo de Controlo), quanto à produção das consoantes líquidas, relacionando esta produção, com as competências de compreensão e memória auditivas.Resultados: o estudo mostra que as crianças com dificuldade de linguagem incorrem num maior número de processos fonológicos apresentando menores competências nos testes de memória auditiva. As diferenças entre os dois grupos na compreensão verbal não foram significativas. Conclusão: estes dados corroboram a literatura, que relaciona o atraso fonológico com dificuldades na memória auditiva

    Cultura (s) de trabalho colaborativa (s) na promoção do desenvolvimento profissional de professores

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    Numa época em que os progressos económicos, científicos e tecnológicos que geram riqueza, desenvolvimento e mudança coexistem com o acentuar das desigualdades, da pobreza, da exclusão e das injustiças sociais, emerge a necessidade urgente de uma nova cultura assente na justiça, na solidariedade e na cidadania democrática. As noções de educação e de aprendizagem, neste quadro, revestem-se de um novo sentido e de uma nova amplitude porque, tal como em outras épocas marcantes, a educação de qualidade assume agora uma importância estratégica para o desenvolvimento harmonioso e integral do ser humano viabilizando, assim, um crescimento equilibrado e sustentado das sociedades futuras. Deste modo, a escola tem de se reafirmar como um espaço de referência social e os professores terão de estar dotados de competências que lhes permitam compreender as linhas fundamentais dos processos de mudança que afetam o mundo, em geral, e as famílias e a escola, em particular. No nosso entender, os professores deverão ser agentes ativos da mudança dado ocuparem uma posição privilegiada que lhes permite responderem, com criatividade, aos desafios que lhes são colocados diariamente. Em simultâneo, além de deverem ser os principais impulsionadores da transformação do sentido das instituições educativas e, no âmbito desta, o das conceções de educação e de ensino, poderão ser ainda atores fundamentais na tarefa do desenvolvimento harmonioso e integral de cada ser humano. Tendo em conta esta conjetura, e no âmbito da formação contínua de professores, consideramos fundamental desafiar os docentes a conceber experiências de observação de aulas, naturalmente suportadas por referenciais supervisivos, contribuindo, desta forma, para o seu desenvolvimento profissional numa cultura de trabalho colaborativa. Com este artigo, propomo-nos partilhar uma destas experiências, realizada no âmbito do acompanhamento a um grupo de docentes do 1.º Ciclo do Ensino Básico que exerce funções numa instituição privada. Aplicando instrumentos de observação de aula previamente validados, procedeu-se a uma análise de conteúdo das narrativas de aulas observadas entre pares e construídas colegialmente. Emerge dos resultados desta investigação de natureza qualitativa a necessidade de investir cada vez mais neste tipo de dinâmica, porque promotora de aprendizagens colaborativas e (re)significações partilhadas

    Bee-Bot na exploração do domínio da matemática no jardim de infância

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    No jardim de infância as crianças são desafiadas a explorarem a matemática através de múltiplos recursos e em diferentes contextos. Introduzimos um recurso tecnológico, o robô Bee-Bot, de forma a permitir que crianças de contextos desfavoráveis tivessem a oportunidade de desenvolver competências digitais, potenciar a sua criatividade, raciocinarem sistematicamente e proporcionar-lhes trabalho colaborativo. Os recursos tecnológicos fazem hoje parte da vida de todas as crianças tanto em momentos de lazer como no seu quotidiano. É tendo por base os seus interesses que trabalhamos o presente projeto, inovando com a introdução do robô Bee-Bot nas atividades a explorar no domínio da matemática na componente números e operações. Articulando a matemática com outras áreas de conteúdo, a criança vai poder criar, planear, resolver problemas e programar. A tecnologia integra o projeto para que se criem ambientes de aprendizagem baseados em metodologias ativas onde se articulam as diferentes áreas de conteúdo numa dimensão transversal. Os objetivos traçados neste trabalho foram a apropriação progressiva do sentido de número, resolver problemas do quotidiano que envolvam pequenas quantidades, com recurso à adição e subtração, pensar em números sem a necessidade de os associar a objetos concretos e contar de forma crescente e decrescente. A análise dos resultados foi realizada através de registos de observação e inquérito de satisfação às crianças, de forma a aferir o cumprimento dos objetivos. A abordagem de aliar a matemática às tecnologias foi a forma de despertar um maior interesse e o desejo de saber mais e compreender noções matemáticas de uma forma diferenciada. Criaram-se condições para a exploração de recursos tecnológicos com o propósito de inovar as práticas, proporcionando uma maior igualdade de oportunidades a todas as crianças de explorarem instrumentos tecnológicos de aprendizagem que de outra forma não teriam acesso. Os resultados foram positivos, pois as crianças desenvolveram o seu sentido de número trabalhando o cardinal do número, programando o robô Bee-Bot de forma a que progredisse num sentido crescente ou decrescente. Palavras-Chave: jardim de infância; matemática; números; robô Bee-Bot

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