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Las plataformas de materiales didácticos digitales en Educación Infantil : ¿están adaptadas a las características del alumnado?
En los últimos años ha aumentado la presencia de la tecnología en las aulas de nuestros centros educativos, y la etapa de Educación Infantil no ha quedado al margen de este acontecimiento. Esta realidad despertó interés para desarrollar el proyecto de I+D+i “Los materiales didácticos digitales en la Educación Infantil. Análisis y propuestas para su uso en la escuela y el hogar. Infanci@ Digit@l” en el que se enmarca este artículo. El objetivo del mismo es realizar una comparativa entre cinco plataformas de materiales didácticos digitales de diversa naturaleza (institucionales, editoriales y de acceso libre) de la comunidad autónoma gallega. Para ello, se aplica una guía de evaluación que se centra en las características tecnológicas, pedagógicas y socio-comunicacionales de dichas plataformas. Del mismo modo, se tienen en cuenta si estos recursos atienden a las características, necesidades e intereses del alumnado de la etapa educativa a la que van destinados. A través de este análisis llegamos a la conclusión de que las plataformas se están adaptando a la realidad de nuestra sociedad, pero de manera muy paulatina y superficial.
PALABRAS CLAVE Educación Infantil, Plataformas Digitales, Recursos Educativo
El modelo pedagógico de materiales digitales para educación infantil elaborados por editoriales gallegas
Teniendo en cuenta el carácter innovador que, a priori, implica la incorporación de materiales didácticos digitales al proceso de enseñanza-aprendizaje, y siendo la educación infantil una de las etapas del sistema educativo reglado que debiera destacar también por su carácter innovador, entendemos que es de gran interés conocer el modelo pedagógico que subyace a estos materiales. Por lo tanto, el objetivo de este artículo es analizar el modelo pedagógico de materiales para el segundo ciclo de educación infantil publicados por editoriales gallegas, como parte de la oferta de recursos educativos digitales a disposición del profesorado en esta comunidad. Concretamente, el análisis se centra en el tipo de actividades y recursos complementarios, así como el rol del profesorado y del alumnado de una muestra de ocho materiales de cuatro editoriales diferentes. Para el análisis de los datos se tiene en cuenta el grado de coherencia de lo hallado con lo que establece el currículo oficial para esta comunidad autónoma. Los resultados sugieren que si bien el carácter digital del material no supone cambios significativos en los modelos pedagógicos y no se aprovechan las potencialidades que brindan las tecnologías, el carácter abierto y flexible de esta etapa posibilita la adaptación de los mismos.
Palabras clave:
Material didáctico, medios audiovisuales, modelo didáctico, educación de la primera infancia, industria editoria
Cultura profesional y TIC en la formación del profesorado en tiempos de crisis: la percepción de los docentes
En este artículo analizamos algunas razones básicas que explicarían las dificultades que el profesorado y los centros de Primaria han tenido para adaptarse a los cambios producidos por la pandemia. Para ello, nos basaremos en los resultados de dos investigaciones del grupo Stellae (USC). De la primera, utilizaremos los datos de las entrevistas a docentes de las Facultades de la USC que imparten la titulación de Magisterio, recogiendo sus percepciones sobre la construcción del conocimiento y la cultura profesional. De la segunda, usaremos los resultados de las entrevistas a un grupo de profesores especialistas en TIC, junto con las entrevistas realizadas a docentes de dos centros seleccionados por sus buenas prácticas, analizando sus percepciones sobre el uso escolar de las TIC y los Materiales Didácticos Digitales. Terminaremos con un breve análisis de cómo han de cambiar los procesos de formación docente, para hacer frente a las incertidumbres y nuevos desafíos que afronta la escuela en tiempos de crisis
A educação inclusiva no ensino profissional: definição de um plano de ações
A integração das escolas profissionais no âmbito de aplicação do Decreto-Lei
nº54/2018 trouxe várias incertezas no âmbito da sua operacionalização. Para
além disso, a integração dos conceitos de inclusão e equidade pretendem
romper com o paradigma de promoção da igualdade de oportunidades e de
acessos que se tem vindo a preconizar nos últimos anos.
Este projeto pretende estudar a aplicabilidade do referido decreto-lei, no
ensino e formação profissional. Deste modo, iremos estudar os modos de
organização dos cursos de profissionais, do seu plano curricular e sistema
modular e a forma como este deve integrar os pressupostos da educação
inclusiva.
O estudo empírico será realizado na escola profissional onde a autora exerce
funções e terá como suporte o inquérito por questionários e a realização de dois
focus group distintos, no sentido de auscultar as perspetivas de alunos e
professores relativamente à aplicação de medidas de inclusão. Da análise dos
mesmos, serão retiradas as devidas conclusões que, com uma forte componente
de autorreflexão, servirão de base para a definição de um plano de ações que
visem melhorar as práticas inclusivas no contexto da escola profissional
A atividade experimental na promoção de competências matemáticas de alunos com PAE 1ºciclo
Em Portugal nos últimos anos o insucesso escolar é um tema que tem
vindo a ser abordado, pois os pais preocupam-se com o desenvolvimento
cognitivo dos seus educandos, no entanto ainda hoje existem muitos casos em
que as crianças não têm sucesso na aquisição da aprendizagem.
Desta forma, este estudo centra-se nas atividades experimentais de
maneira a que seja possível promover as competências dos alunos com
Problemas na Aprendizagem Específica. Este trabalho é de índole exploratória
e através de um estudo de caso de um aluno inserido numa turma do 3ºano do
1ºCiclo do Ensino Básico, uma vez que este mesmo aluno tem dislexia e
manifesta dificuldades na aprendizagem da matemática. O estudo tem como
objetivo compreender o impacto da atividade experimental na aprendizagem da
matemática num aluno com dislexia. Em suma, esperamos que este projeto
contribua para a promoção de uma prática educativa mais diferenciada e para
combater as dificuldades dos alunos com perturbações de aprendizagens
específicas. Acreditamos que a utilização de uma prática adequada às
necessidades e interesses dos alunos consistirá num motor criador de
entusiasmo para aprender diariamente
A tecnologia ao serviço do ensino da matemática no 1º CEB
Este trabalho de projeto, pretende retratar uma ambição de interligar a área da matemática com a das tecnologias, de forma a compreender a dinâmica de um ensino nesta área do saber, com recurso a ferramentas tecnológicas e qual a influência que isto pode trazer na aprendizagem dos alunos.
É impossível realizar uma investigação como esta, sem ter em conta os docentes que atuam diariamente na sala de aula e qual a sua postura e ideologia para com estas ferramentas, no momento do seu uso na sala de aula.
Neste caso, foi um projeto de intervenção no terreno, para dotar os agrupamentos desta influência tecnológica na sala de aula, que se traduziu mais tarde, num projeto de investigação, o qual me deu muito gosto a fazer e, para além de ter tido a oportunidade de poder implementar o projeto, foi muito relevante perceber a relação dos docentes titulares com o mesmo e o seu feedback para com aquilo que aconteceu na sala de aula.
Que sejamos sempre supervisores e supervisandos, da nossa intervenção no terreno e da capacitação, para com os outros docentes e, mais ainda, da nossa prática letiva docente, de forma a podermos estar em constante evolução na nossa prática profissional, pois eu aprendi muito com os professores titulares e vice-versa.
Palavras-chave: matemática, docentes, ensino, tecnologias, modelo TPACK
Atas do Congresso Internacional do Observatório para o Futuro da Educação de Infância
As mudanças inerentes aos
desafios contemporâneos que se colocam à Educação de Infância
foram, também, motes para a constituição do Observatório para o
Futuro da Educação de Infância (OFEI) como espaço de reflexão e
investigação. Surgiu da necessidade de construção de abordagens
pluridisciplinares e perspetivas holísticas de compreensão
da intervenção educativa que façam emergir referenciais
diferenciadores para a formação de Educadores, reconfiguração da
participação ativa das comunidades educativas e novos modelos de
instituições de cariz sociopedagógico. (In Nota de Abertura)http://hdl.handle.net/20.500.11796/302
Arte pública: que sentido na educação?
É inegável o crescente interesse, nas últimas décadas, pela arte pública que merece e deve ser motivo da nossa atenção. Os alunos deixaram de serprotagonistas passivos da vida social e, por consequência, da arte que surge na sua cidade. Neste contexto, a arte pública é chamada a exercer o seu papel, abrindo e preenchendo a dimensão ontológica do ser humano, constituindo umfator de integração social e de comunicaçãointercultural. Quer isto dizerque a arte pública não visa unicamente objetivos estéticos, mas também objetivos culturais, políticos e sociais que dão formaaum novo cenárioeducativo que vai acompanhar toda a vida do cidadão e que temde ser revelado, considerado e desenvolvido naescola. Esta investigação discute a importância da arte pública como conteúdopedagógico na Educaçãoe teve comoobjetivo analisar as perceções dos professores relativamenteao conhecimentoe à pertinência pedagógicada arte pública na educação básica. A abordagem qualitativa foi a opção metodológica, tendo a coleta de dado sido efetuadamediante entrevista individual aos professores. Os resultados indicam que os professoresreconhecemna arte pública um interesse educativo que possibilita aos alunos o desenvolvimento de competências que concorrem para o seu desenvolvimento pessoal, social e cultural
O ensino/intervenção@distância – Como adaptar uma intervenção presencial para uma intervenção à distância de qualidade?
Este relatório foi elaborado no contexto da prática pedagógica do Mestrado em Educação
Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico. Esta prática foi levada a cabo com o
objetivo de obter a qualificação profissional para a docência nestes dois níveis de ensino.
A prática docente supervisionada foi realizada ao nível da Educação Pré-Escolar e do
1ºCiclo e ocorreu ao longo de quatro semestres.
O principal objetivo deste trabalho prende-se com a realidade atual que estamos a
vivenciar, a pandemia - COVID-19. Em março de 2020, todas as escolas do país passaram
do ensino presencial para o ensino/intervenção@distância.
A questão deste trabalho será - Como adaptar uma intervenção presencial para uma
intervenção à distância de qualidade?
Palavras-chaves: Ensino@Distância; Pandemia; Aprendizagens; Isolamento Socia
Diversidade e inclusão, sensibilizar para o outro que é diferente de mim
A sociedade atual evidencia-se cada vez mais pela diversidade e idiossincrasias dos seus indivíduos, o que responsabiliza todo o sistema educativo na promoção de uma educação orientada para valores e
práticas inclusivas. Este estudo, de natureza qualitativa, integrado no âmbito da formação de professores, dá conta de como alguns desses valores, e consequentes práticas, podem ser promovidos desde muito cedo,
nomeadamente na Educação Pré-escolar e no 1º Ciclo do Ensino Básico. Com base na metodologia dos testes sociométricos, através de placas com imagens fotográficas de crianças, a investigação foi desenvolvida com um grupo de 24 crianças, entre os três e quatro anos, e uma turma do 4º ano com 20 alunos. Da análise de dados evidenciam-se as médias percentuais das suas preferências sobre aspetos culturais, de género,cor da pele e deficiência. Dos resultados destacam-se aspetos particulares de eleição, de como percecioname o que pensam sobre outras crianças consideradas“diferentes”. De salientar o papel fundamental dos docentes na promoção e sensibilização para a aceitação da diferença e da diversidade