Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti

Repositório Institucional da ESEPF
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    A participação das crianças em contexto educativo: olhar o presente para projetar o futuro

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    Após uma investigação sobre a temática abordada no presente relatório acerca da importância da participação das crianças no seu processo de ensino aprendizagem, foi possível perceber que a informação e os estudos em Portugal sobre este tema e metodologias adotadas têm aumentado, mas são ainda escassos, no entanto, existem diversos estudos de outros países que sugerem metodologias diversificadas para colocar em prática a participação ativa das crianças. Este relatório aborda a participação em diferentes contextos, o de educação pré-escolar e o 1.º Ciclo do Ensino Básico. Desta forma, em contexto pré-escolar, numa IPSS, numa sala de 4 anos, foi realizada uma observação aprofundada sobre a participação ativa da criança e em contexto de 1.º CEB foi realizada uma investigação, numa escola básica do ensino público, na cidade do Porto, resultou de um estudo realizado num grupo de 21 crianças com idades compreendidas entre os 7 e os 8 anos que permitiu concluir que, de facto, na opinião das crianças, a sua participação está um pouco aquém das expectativas, tendo o adulto ainda um papel muito decisivo nas tomadas de decisão. Esta investigação tem também como objeto de estudo a elaboração e análise de um questionário direcionado para professores de 1.º CEB e educadores de infância para compreender que conceções possuem sobre a participação das crianças e de que forma esta é ou não incentivada e que tipo de estratégias são utilizadas. Os resultados mostraram que os profissionais de educação nem sempre têm uma conceção adequada acerca da participação da criança, sendo evidente a prevalência de uma abordagem de caráter consultivo, e que existem diferenças entre educadores de infância e professores do 1.º CEB acerca do modo como concebem e efetivam a participação das crianças. Palavras-chave: Criança; Educação Pré-escolar; Ensino Básico; Participação; Processo Ensino-Aprendizage

    Educar para a cidadania – conhecer a Constituição Portuguesa no 1º ciclo do ensino básico

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    O projeto que desenvolvemos no estágio, cujo relatório agora apresentámos, centra-se na Educação para a Cidadania e teve como objetivo perceber a forma como a Política pode ser abordada em contexto de 1º Ciclo do Ensino Básico. Trata-se de uma questão habitualmente não considerada pelos professores nas salas de aula desse nível de ensino. Contudo, a importância da sua abordagem junto dos mais novos é reconhecida por vários autores. Com recurso a diferentes estratégias, foi possibilitado o primeiro contacto de um grupo do 3º ano com o texto constitucional português, devidamente adaptado ao seu grupo etário. Na investigação utilizámos metodologias qualitativas, quantitativas e de investigação-ação. Para isso recorremos a uma análise documental, dinamizámos atividades, observámos (através de notas de campo e da observação direta), criámos dois inquéritos por questionário individuais e fizemos fotografias. Concluímos com este estudo que a democracia começa e deve ser estimulada a partir da escola com crianças mais novas. Aliando a esta temática estratégias diferenciadoras, os alunos demonstram interesse, curiosidade e grande capacidade de atenção e concentração. Todos os estudantes envolvidos, gostaram de participar neste projeto, compreenderam o que é a Constituição da República Portuguesa, a sua importância e explicaram a relevância de cada dever e direito apresentado. A grande maioria considerou importante abordar estes temas em contexto escolar. Foi possível, ainda, verificar que o trabalho cooperativo na sala de aula deve ser promovido, porque permite às crianças interagir e discutir diferentes pontos de vista. Cabe assim, aos professores esta importante responsabilidade de tornar a sala de aula num espaço de partilha, de troca de ideias e de promoção da Cidadania ativa. Palavras-Chave: Política; Cidadania; 1º CEB; Participação em sala de aula

    O Bússola 21: Livro de Atas das I Jornadas de Inovação Pedagógica

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    No dia 21 de julho de 2021, os educadores dos centros educativos das Irmãs Doroteias em Portugal reuniram-se nas I Jornadas de Inovação Pedagógica do projeto Bússola 21. Diversos oradores, protagonistas da inovação pedagógica ao longo do ano letivo 2020-2021, partilharam e refletiram sobre experiências implementadas nos seus contextos educativos. As Jornadas organizaram-se em três temáticas, correspondentes aos domínios de inovação pedagógica que têm sido privilegiados pela rede educativa: i) a Educação da Interioridade; ii) a Gestão do Currículo; e iii) a Participação das Crianças e Jovens

    As emoções na educação pré-escolar – o livro infantil como dispositivo pedagógico

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    O presente relatório de estágio tem como título As emoções na Educação Pré-Escolar – o livro infantil como dispositivo pedagógico, e está organizado a partir de duas grandes temáticas: as emoções e a literatura para a infância. Um dos principais objetivos desta investigação era garantir que as crianças não só fossem capazes de identificar e reconhecer as suas emoções e as dos outros, como também conseguissem fazer uma boa gestão e controlo das mesmas. Por isso, aliando as emoções à literatura para a infância, a partir das obras da coleção As Emoções do Gastão, de Aurélie Chien Chow Chine, foram desenvolvidas cinco propostas de atividades para trabalhar as emoções, funcionando o livro infantil como um dispositivo pedagógico. Como as propostas de atividades não foram colocadas em prática com o grupo de crianças, por estarmos a atravessar uma pandemia provocada pela COVID-19, procurámos compreender, então, através de entrevistas realizadas a profissionais de saúde e a profissionais de educação, se os livros infantis são considerados uma boa ferramenta para trabalhar as emoções. Além disso, realizámos também uma entrevista à editora da coleção em estudo, com o intuito de compreendermos o porquê da recente e crescente aposta em livros infantis que tratem o tema das emoções. A partir da interpretação, análise e discussão dos dados obtidos através da metodologia qualitativa, pudemos comprovar que o livro infantil é visto como uma ótima ferramenta para trabalhar as emoções, pois possui diversas potencialidades e contribui para o desenvolvimento emocional das crianças. A aposta em livros infantis e no tema das emoções também tem sido inegável, uma vez que a educação e inteligência emocionais têm um peso fundamental na formação das crianças, sendo importante trabalharmos estes conceitos desde tenra idade

    Abordagens educativas abertas, flexíveis e enriquecidas em contexto de 1º ciclo do ensino básico: Da(s) teoria(s) à(s) prática(s)

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    O presente relatório de estágio foi desenhado no âmbito da unidade curricular Prática do Ensino Supervisionada, no curso de Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, na Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti. A investigação desenvolvida tem como objetivo dar a conhecer abordagens educativas abertas, flexíveis e enriquecidas em contexto do 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB), que poderão ser operacionalizadas, pelos docentes, de modo a estimular processos de inovação pedagógica, tendo como propósito fazer aprender de forma mais ajustada à atualidade. O presente relatório foi elaborado com base numa metodologia qualitativa. Por conseguinte, as técnicas escolhidas e utilizadas para a recolha de dados, ajudaram a esclarecer objetivos e à questão da investigação. Neste contexto, e como técnicas de recolha de dados de investigação, recorreu-se à análise documental, à observação, ao inquérito por entrevista (aplicado ao professor cooperante) e ao focus group (aplicado a oito alunos a frequentar o 3.º ano de escolaridade). A análise de conteúdo foi a técnica de tratamentos de dados utilizada pela estudante, com o intuito de analisar a informação recolhida através das entrevistas realizadas ao professor cooperante e aos alunos. A análise reflexiva dos instrumentos de recolha de dados coadjuvou os encontros com a(s) resposta(s) à questão que orientou a investigação aqui apresentada, a saber: Que metodologias ativas podem ser mobilizadas em sala de aula, de forma que o aluno seja o agente principal da sua aprendizagem? Para além disso, este percurso investigativo, no âmbito do estágio em 1.º Ciclo do Ensino Básico, estimulou o desenho, a implementação e avaliação de abordagens educativas abertas, flexíveis e enriquecidas. Palavras-Chave: processos de inovação; metodologias ativas; aprendizagen(s); ensino em 1.º Ciclo do Ensino Básico

    Formação parental em Contexto escolar

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    Ao longo do tempo, vários autores afirmaram que é necessária a promoção da Parentalidade Positiva através da Formação Parental, uma vez que é através destas que são delimitadas algumas variáveis, tais como, o desenvolvimento das crianças e o apoio às famílias, de forma a potencializarem o desenvolvimento integral das mesmas. Além disso, outros fatores que promovem a Formação Parental são as mudanças da estrutura familiar, social e escolar. Esta temática é bastante importante, uma vez que potencia a promoção do desenvolvimento, o equilíbrio infantojuvenil e o sucesso escolar, na medida em que a Formação Parental, permite um apoio mais eficaz e eficiente. Deste modo, o Conselho da Europa e da República Portuguesa consideram esta temática tão importante que apresentaram um estudo sobre “O papel dos pais e o apoio dos Governos na EU”, no qual é reconhecido o esforço que é realizado nos programas parentais para a erradicação da pobreza infantil e as necessidades políticas que afetam as crianças e as suas famílias. Tendo em consideração o papel dos educadores/professores como promotores do desenvolvimento parental, o presente estudo terá como objetivo percecionar a opinião dos mesmos sobre a Formação Parental, nomeadamente em situação de divórcio. Neste sentido, queremos compreender o papel da Formação Parental enquanto ponte entre a escola e a família. Como profissional de educação, apresentaremos o nosso próprio Programa de Intervenção Parental, que pretende ser uma proposta motivadora para os próprios professores fomentarem um maior envolvimento parental no processo de ensinoaprendizagem, bem-estar familiar, prevenção de comportamentos de risco, desenvolvimento de uma Parentalidade Positiva e sucesso escolar. Palavras-chave: Parentalidade Positiva; Formação Parental; Divórcio; Programas de intervenção Parental

    O domínio gramatical no 1º e 2º ciclo do ensino básico: perceções de docentes e alunos

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    O presente relatório de estágio foca-se no domínio da gramática e tem como principais objetivos compreender a importância deste no processo de ensino-aprendizagem, analisando a perceção dos docentes e dos alunos e conhecer, a partir da dinamização de atividades em ambas as valências, as principais fragilidades ao nível gramatical evidenciadas. Para tal, procedemos à necessária revisão bibliográfica, analisamos os dados recolhidos através de duas intervenções educativas, uma para cada ciclo, entrevistas às docentes titulares de turma, um focus group aos alunos do 2.º Ciclo do Ensino Básico e apresentamos ainda uma análise dos resultados relativos ao domínio gramatical nas provas de aferição efetuadas nos dois ciclos entre 2016 até 2018. Os resultados obtidos permitem-nos assumir que existe ainda uma necessidade de renovação nas práticas dos docentes, pelo que destacamos a importância da formação contínua, de forma que os docentes valorizem mais esta área. Uma maior consistência ao nível do conhecimento científico e, sobretudo pedagógico, permitirá, parece-nos, que os docentes abandonem práticas assentes numa metodologia tradicional, baseada na memorização de regras gramaticais e optem por uma metodologia mais ativa que auxilie os alunos a compreender e a refletir sobre a língua. Este poderá ser, acreditamos, um contributo relevante para que a gramática seja devidamente reconhecida na construção das aprendizagens dos alunos. Palavras-Chave: Domínio gramatical; Perceções de professores; Perceções de alunos; Ensino-aprendizagem; 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico

    A importância do jogo no contexto educativo

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    O presente relatório é produto de uma investigação acerca da importância do jogo no contexto educativo com a finalidade de compreender de que forma podem ser utilizados os jogos para potenciar a aprendizagem, qual o seu impacto nos alunos e o quão são utilizados em sala de aula. De modo a atingir o objetivo estipulado, foram realizados inquéritos a alunos e professores, foram criadas atividades lúdicas durante o estágio para observar qual o impacto nos alunos a nível da sua aprendizagem e ainda participamos numa investigação, realizada em contexto pandémico, com o propósito de entender a realidade das crianças numa situação de recolhimento social. Através da metodologia adotada e dos resultados obtidos, foi possível concluir que não só os jogos são instrumentos potenciadores da aprendizagem que podem adquirir diversas versões e finalidades, como também permitem que os alunos se sintam mais motivados e haja um maior envolvimento, promovendo uma aprendizagem mais significativa comparando com outro tipo de atividades. PALAVRAS-CHAVE: Jogo; Aprendizagem; Impacto; Envolvimento

    Aprendizagem Cooperativa vista pelas crianças: um estudo de caso

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    O presente estudo foi desenvolvido no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada em Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico, integrada no Mestrado em EPE e Ensino do 1ºCEB da ESEPF, no decurso do ano letivo 2017-18 e 2018-19. A Aprendizagem Cooperativa (AC) tem sido objeto de muitos estudos que evidenciam essencialmente a vantagem que esta traz para as crianças, sem atribuir especial atenção às suas opiniões. Deste modo, a grande finalidade desta investigação foi percecionar a importância que um grupo de crianças do Jardim de Infância e uma turma de alunos do 1º Ciclo atribuem à AC. Assim, procurou-se identificar os momentos de planificação em que os Educadores de Infância e os Professores contemplam atividades de AC, desenvolver atividades para promover o trabalho cooperativo em sala e percecionar junto dos mais novos vantagens do trabalho cooperativo. Trata-se de uma investigação-ação e insere-se numa metodologia de tipo qualitativa. Como tal, procuramos recolher dados no ambiente natural em que as ações ocorrem, descrever as situações vividas pelas crianças e interpretar os significados que estas lhes atribuem. De acordo com as finalidades desta pesquisa as estratégias de recolha de dados foram a observação participante; a avaliação das atividades realizadas durante a intervenção e o focus group em que os participantes foram o grupo de vinte e seis crianças da sala dos quatro anos do Jardim de Infância, bem como o grupo de vinte e três crianças pertencentes ao 2º ano de escolaridade. A análise dos dados tornou evidente que as atividades cooperativas tiveram grande significado e impacto nas crianças. Todas referiram ter gostado de participar nas atividades cooperativas, salientando-se a entreajuda que existiu nos grupos de trabalho cooperativo, entre outras competências sociais. Após analisados os registos de funcionamento e avaliação dos grupos de trabalho, verificou-se que as crianças demonstram gostar de trabalhar de forma cooperativa e revelaram ter feito aprendizagens, salientando-se a importância de serem ouvidas pelos pares e adultos e de terem protagonismo no processo de ensino-aprendizage

    PHDA e Intervenção precoce em contexto de Pré-escolar

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    A Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção (PHDA) é um dos distúrbios comportamentais mais frequentes em crianças em idade escolar, tendo apresentado um aumento significativo da sua taxa de prevalência na última década. No entanto, não são descritas as características específicas desta perturbação em crianças em idade pré-escolar, nem são descritas as diretrizes para elaboração de um diagnóstico nesta fase da vida, no DSM-V. Torna-se relevante a identificação desta perturbação em idade pré-escolar para que se possa orientar as crianças para programas de intervenção precoce, pois estas muitas vezes, apresentam alguns sintomas compatíveis com esta perturbação. O diagnóstico de PHDA em idade pré-escolar é um desafio, pois muitos dos comportamentos que caracterizam esta perturbação são frequentemente observados em crianças desta faixa etária e muitas vezes são transitórios. Torna-se relevante estar atento à presença destes sintomas, pois se pode ser comum a presença de um ou dois sintomas, a existência de múltiplos sintomas não é esperada nesta fase do desenvolvimento. Cabe ao educador de infância, estar atento a possíveis manifestações de sintomas de PHDA e adequar estratégias com o objetivo de reduzir o impacto desta perturbação. Assim orientei o meu projeto de investigação neste sentido, depois de aprofundar as diferentes temáticas abordadas por vários autores sobre PHDA, a partir da qual foi feita uma reflexão teórica, procurei perceber, inserido numa componente mais empírica, quais são os conhecimentos dos educadores de infância sobre vários aspetos deste problemática, nomeadamente na relevância do perfil do educador de infância e na utilização de diferentes estratégias para regulação de comportamentos em contexto de educação pré-escolar

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