Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti

Repositório Institucional da ESEPF
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    A interação Linguística entre alunos Surdos com Perturbação do Espectro do Autismo e alunos ouvintes numa EREBAS

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    Esta investigação pretende compreender, as interações Linguísticas entre alunos Surdos com Perturbação do Espectro do Autismo e alunos ouvintes numa EREBAS. Com base nesta preocupação, formulamos a questão de investigação e realizamos entrevistas a 4 sujeitos provenientes de uma escola de referência do norte. Desta forma, são objetivos deste estudo, conhecer a organização de uma EREBAS, bem como a sua resposta educativa e recursos específicos utilizados, com este grupo de alunos e ainda, se efetivamente a LGP pode ser uma mais-valia para estes alunos. Após a análise dos resultados obtidos, é possível aferir que os alunos Surdos com PEA, não se constituem como um grupo separado dos restantes alunos Surdos. Não existe uma caraterística distintiva, o que faz, com que possamos afirmar que os problemas e dificuldades, na interação linguística, com alunos ouvintes e restante comunidade educativa, sejam os mesmos que sentem os alunos Surdos, mas dificuldades essas, potenciadas pela PEA. Na verdade, a LGP pode ser uma mais-valia, desde que o aluno mediante as suas caraterísticas, consiga fazer a sua aquisição, e quanto mais precocemente melhor. A realização deste estudo contribuiu também, para identificar que é necessária mais pesquisa e investigação, no sentido de valorizar e encontrar a resposta educativa para este grupo de alunos. Na verdade, muitas vezes as respostas educativas estão direcionadas ou para a Surdez ou para a PEA, por isso é necessário oferecer uma resposta, que englobe a Surdez e a PE

    CEFÁLIS-Associação Portuguesa para a Microcefalia

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    O presente trabalho constitui-se como o resultado de uma pequena investigação cuja finalidade foi compreender o modus operandi de instituições de caráter social e pedagógico, destinadas a indivíduos (crianças e jovens) com necessidades, quer do domínio físico e intelectual quer do domínio das vivências familiares. Os dados encontrados referenciam as instituições abordadas e percorrem uma temporalidade que vai desde a sua fundação até ao presente. Através da realização de entrevistas e respetiva análise a três diretores, duas do distrito do Porto e uma do distrito de Coimbra, depreendemos que gerir qualquer uma desta instituição é um desafio constante e uma luta diária no que concerne à garantia do bem-estar dos seus utentes. Apesar do caráter dinâmico e empreendedor de cada entrevistado, a necessidade de (mais) apoios quer por parte do Estado quer por parte de privados, está refletida nas opiniões dos mesmos como um dos maiores obstáculos à plena realização dos objetivos de cada instituição. De igual modo, sobressaiu a unanimidade da necessidade da criação de mais instituições em outros domínios e com bom grado foi recebida a criação da CEFÁLISAssociação Portuguesa para a Microcefalia. Foi referida a mais-valia das suas valências, no panorama nacional de apoio a indivíduos que manifestem esta problemática e outras com ela relacionadas (déficit cognitivo, paralisia cerebral, etc.). Cada uma a seu modo, as opiniões manifestaram a necessidade da criação de dinâmicas com vista ao desenvolvimento integral dos indivíduos com caraterísticas funcionais que lhe permitirão a realização de atividades empreendedoras, de caráter profissional. Tendo em conta naturais limitações dos utentes que venham a integrar a CEFÁLIS, apontamos toda a dinâmica de organização desta instituição embrionária que pretendemos levantar, para um objetivo onde todos ou grande parte dos seus membros possam ser integrados e apoiados no mercado de trabalho protegido, no respeito máximo por suas particulares competências e capacidades. O projeto da criação de uma Quinta pedagógico-profissional - ideário que percorre a CEFÁLIS e sua respetiva organização- tem em vista a adaptação de currículos profissionais, estruturantes, de cariz funcional e flexíveis, adaptados a cada pessoa, privilegiando os seus contextos de vida, interesses, motivações e necessidades. Deste modo permitir-se-á desenvolver e proporcionar vivências funcionais significativas e úteis na vida presente e futura como a autonomia, integração, responsabilidade e socialização promovendo-se a transição para uma vida adulta em plenitude. Esta objetiva aqui apresentada, obteve grande recetividade por parte de todos os entrevistados. A meta que se pretende atingir, estamos seguros venha a constituir um importante patamar para a construção de um mundo onde Todos são partícipes e seus direitos e deveres são respeitados. Esta visão holística da pessoa como cidadão deverá constituir, pois, o símbolo de uma instituição que se pretende venha a ser diferenciada em sua forma de Agir perante a Pessoa com particulares funcionalidade

    A Arte e o ambiente : Convergências educativas

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    Olhar o mundo presente para nele intervir implica uma abertura da educação artística ao meio envolvente, sensibilizando para questões relacionais entre o homem e o ambiente..

    Mapeamento da diversidade cultural e linguística do concelho da Póvoa de Varzim

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    Realização de um estudo concelhio da Póvoa de Varzim para levantamento da realidade dos NTPs, conhecimento das dificuldades de integração e adaptação e diagnóstico das potencialidades. Este mapeamento contou com a colaboração dos encarregados de educação dos alunos imigrantes a frequentar as escolas do concelho, constituindo um dos pilares do projeto “Aver-o-Mundo”, medida enquadrada numa candidatura FAMI – Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração

    Potencialidades dos portefólios de crianças: o estímulo à reflexão sobre a aprendizagem

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    Este artigo apresenta um estudo exploratório sobre a natureza dos comentários aos registos dos portefólios de crianças em contexto de educação de infância. Investigou-se o tipo de feedback dado à criança pelo adulto; o tipo de comentários que a criança realiza; a influência que as questões colocadas pelo adulto no processo podem ter no modo como a criança efetua um comentário; o modo como o adulto ajuda a criança a refletir pelas questões que coloca. Da análise emergiram quatro categorias que se associam à natureza do conteúdo narrado: descritiva; valorativa; afetiva; reflexiva. O processo de comentar os registos constitui uma etapa importante dos portefólios e, este estudo, tem o intuito de o tornar mais fundamentado e consciente

    Igualdade de género: Intervenção dos educadores na educação pré-escolar

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    A presente investigação procura mostrar e entender as conceções de educadores de infância em Portugal, relativamente à temática igualdade de género e entender como é que os profissionais influenciam as conceções relativas ao género das crianças. Mostrará, também, de que forma se pode entender a intervenção educativa dos profissionais de educação pré-escolar, ao nível de recursos, métodos e estratégias, no sentido de construir e fomentar a igualdade de género em idade de préescolar. Os resultados obtidos através do estudo de caso sobre a igualdade de género foram adquiridos através de entrevistas a educadores de uma instituição privada do Porto. A partir deste estudo, surgiu a necessidade de criar propostas de atividades exemplificativas, uma vez que os resultados apontam que, apesar dos profissionais terem conhecimentos acerca do tema em questão e colocarem os mesmos em prática pontualmente, não planificam atividades direcionadas à promoção de igualdade de género

    Aprender, no 1º ciclo do ensino básico, através dos sentidos, faz sentido? Atividades sensoriais para o 1º Ano de Escolaridade

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    O presente relatório de investigação pretende refletir sobre o impacto de atividades com teor sensorial para reforçar a aquisição de conteúdos lecionados no 1º ciclo do ensino básico. O seu principal objetivo é responder à seguinte questão: Aprender, no 1º Ciclo do Ensino Básico, através dos sentidos, faz sentido? Assim, nesta dissertação, no sentido de contextualizar o tema, serão descritos os sete sistemas sensoriais do ser humano, sendo eles: o tato, a audição, o olfato, o paladar, a visão, a propriocepção e o sistema vestibular. Posteriormente, serão apresentados estudos que analisam o impacto da tecnologia no desenvolvimento sensorial das crianças e também, a importância da brincadeira para o desenvolvimento dos sentidos. De seguida, caracterizar-se-á a transição entre a educação pré-escolar e o ensino do 1º ciclo do ensino básico, procurando identificar os desafios e os aspetos positivos que esta mudança poderá trazer para os discentes. Este tópico inclui uma reflexão sobre a forma como as atividades sensoriais poderão facilitar esta transição. No enquadramento metodológico procurou-se descrever a natureza da investigação e a metodologia de recolha e tratamento de dados. Assim, sendo esta uma investigação qualitativa, envolvendo um estudo de caso, será realizada a caracterização da instituição onde foi implementada a prática educativa, bem como a descrição do grupo escolhido. Posteriormente, descrevem-se as atividades realizadas com este mesmo grupo bem como, as atividades estruturadas que não foram implementadas devido ao confinamento geral decretado pelo governo português e respetivo fecho das escolas de março a junho de 2020

    Transição entre a Educação Pré-Escolar e o primeiro ano: desafios do contexto educativo português

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    Com esta pesquisa, buscamos perceber desafios que se colocam no processo de transição entre a Educação Pré-Escolar e o 1º Ciclo do Ensino Básico e como eles são espelhados na prática pedagógica dos diferentes atores no processo: educadores de infância, professores do 1º Ciclo do Ensino Básico e famílias. Analisamos: planificações, registos, relatórios de avaliações e, ainda, a relação destes instrumentos com as novas demandas das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar de 2016 (OCEPE) e o Decreto Lei n. 55/2018. Foi realizado um estudo qualitativo, no paradigma fenomenológico interpretativo. A pesquisa nos permitiu constatar sobre a articulação: i) O olhar das entrevistas e observações das práticas pedagógicas; ii) O tempo das crianças; iii) A importância da afetividade; iv) Do ofício de criança ao ofício do aluno; v) Transição da casa para 1º ano; vi) O olhar das educadoras/professoras sobre os planeamentos; Regras e a imaturidade para adaptação

    Perspectivas acerca de la participación infantil en el entorno educativo

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    A participação das crianças tem vindo a assumir maior destaque nos discursos educativos. No entanto, a ligação entre discursos e práticas nem sempre é consistente. Este artigo incide, assim, sobre perspetivas e práticas de profissionais de educação relativas à participação da criança no processo de ensino-aprendizagem. Com uma metodologia qualitativa, suportada por entrevistas a quatro educadoras de infância e a cinco professoras do 1.º Ciclo do Ensino Básico, o estudo tem a finalidade de perceber as suas perspetivas sobre a participação da criança, de que modo a consideram na organização do ambiente educativo e que obstáculos encontram a essa participação. Os dados recolhidos evidenciam a importância reconhecida à participação das crianças no contexto educativo, no entanto, verificam-se diferenças nas perspetivas e nas práticas entre os profissionais. As educadoras de infância valorizam a participação através da escuta das suas motivações e necessidades, considerando a criança como sujeito ativo, apesar de pouco explícita a sua concretização. As professoras do 1.º CEB consideram que a participação do aluno consiste sobretudo na colocação de dúvidas e na resposta ao que é solicitado

    As artes visuais no processo de aprendizagem infantil

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    O relatório de investigação intitulado “As Artes Visuais no Processo de Aprendizagem Infantil” tem como principal finalidade perceber o modo como as Artes Visuais são trabalhadas, pelos educadores, com crianças em Educação Pré-Escolar. Sendo a criança um ser curioso, criativo e capaz de se relacionar de diferentes formas com o mundo que a rodeia, procuramos tentar perceber ao longo do relatório, tanto com fundamentação teórica mas também através da parte metodológica, as inúmeras potencialidades adquiridas pelas crianças, com o contacto com a arte desde cedo, analisando a forma como os educadores as incluem nas suas atividades. Como meio de explorar esta temática foram delineadas duas perguntas de partida, sendo estas “De que modo é que as artes visuais podem contribuir para o processo de aprendizagem infantil? “e “De que forma é que as artes visuais podem estimular a criatividade nas crianças?”, para as quais se definiram objetivos passando estes por: perceber de que modo é que as Artes Visuais podem contribuir para o processo de aprendizagem infantil; entender quais as estratégias e métodos que se poderão utilizar ao nível das artes visuais de modo a cativar o interesse das crianças; compreender a importância do papel do educador nas artes visuais e analisar de que forma é que as Artes Visuais são trabalhadas na Educação Pré-Escolar. Assim sendo, a investigação do estudo decorre através do carácter qualitativo, tendo por base as entrevistas como técnica de recolha de dados, tendo sido estas realizadas junto de educadores de infância de diversas instituições em diferentes pontos do país (Portugal). A aplicação e análise das entrevistas teve como principal objetivo compreender, principalmente, a visão dos educadores perante as Artes Visuais através da partilha das suas práticas no dia a dia no jardim de infância. Em suma, e perante a análise da investigação, os dados revelaram que de facto as Artes Visuais são valorizadas pelos educadores de infância, tendo estes o cuidado de as incluir junto das crianças no seu quotidiano, organizando o ambiente educativo para que possam explorar os diversos materiais presentes e indo também desta forma, de um modo mais lúdico, adquirindo certas competências que contribuem para o seu desenvolvimento. Palavras-chave: Artes Visuais; Educação Pré-Escolar; Competências; Aprendizage

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