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Como melhorar a colaboração e interação entre o educador de infância e a ELI no sentido de otimizar a intervenção precoce em crianças com atraso global de desenvolvimento
O presente projeto de investigação tem como objetivo perceber e
potenciar a colaboração entre o Educador de Infância (EI) e os técnicos das
Equipas Locais de Intervenção (ELI) na Intervenção Precoce na Infantil (IPI)
dirigida a crianças com Atraso Global de Desenvolvimento (AGD).
Com base na fundamentação teórica recolhida podemos analisar
detalhadamente o papel da IPI, assim como o papel do EI e do técnico da ELI e
ainda perceber as especificidades de uma criança diagnosticada com AGD.
Nesse sentido, utilizou-se uma investigação de natureza
qualitativa/interpretativa. Como técnica de recolha de dados utilizou-se a
entrevista semiestruturada com questões abertas. As entrevistas forma
realizadas a duas Educadoras Infância que exercem funções pedagógicas numa
instituição privada e a duas técnicas da ELI, também Educadores de Infância de
formação base, que exercem funções na Intervenção Precoce.
Com a informação obtida iniciou-se a análise de conteúdo das respostas
das entrevistadas, e a partir das mesmas conseguiu-se retirar algumas
conclusões, salientando a importância da IPI e da colaboração de ambos os
profissionais para um melhor desenvolvimento das crianças com AGD e ainda o
árduo e fundamental trabalho entre os profissionais (EI e ELI) e as famílias
Metodologias de intervenção educativa e estratégias neurodidáticas: Da(s) teoria(s) à(s) prática(s) no 1º ano de escolaridade
O presente relatório tem como base a intervenção educativa decorrente da prática de ensino supervisionada em 1.º Ciclo do Ensino Básico, com uma turma composta por 24 alunos do 1.ºano de escolaridade, durante o ano letivo de 2020/2021, numa instituição de ensino público na área metropolitana do grande Porto.
Atualmente, são colocados à educação e à escola múltiplos desafios, sendo esses responder às necessidades/potencialidades dos alunos, bem como saber mobilizar valores e evidenciar competências, permitindo uma formação integral com vista a uma intervenção positiva na sociedade.
A neuroeducação permite promover práticas pedagógicas e estratégias que respeitam o modo como os alunos aprendem, contribuindo, positivamente, para o processo de ensino e de aprendizagem, estimulando, os profissionais de educação a (re)equacionar as metodologias de intervenção educativa. Além disso, e tendo em conta a heterogeneidade das turmas, os conhecimentos acerca da neuroeducação fomentam respostas educativas personalizadas, muito alinhadas com uma educação para todos e para cada um/a.
Neste âmbito, apresentar-se-á algumas das estratégias, dinâmicas e os recursos selecionados que permitiram o envolvimento ativo dos alunos e o desenvolvimento de competências transversais. De realçar, a importância da reflexão e observação constante sobre toda a ação pedagógica, para uma boa planificação e intervenção.
Palavras-chave: neuroeducação; intervenção educativa; ritmos de aprendizagem; autonomia; concentração; raciocínio lógico; espírito crítico
Serão as expressões um meio estimulador da criatividade da criança?
O presente relatório de estágio consiste numa investigação sobre as Expressões
serem um meio estimulador da Criatividade da criança na Educação Pré-Escolar.
Começa por se considerar importante compreender o conceito de Criatividade - e
o seu desenvolvimento, o que são ambientes criativos de aprendizagens e a sua
importância e caraterísticas dos adultos que potenciam a Criatividade. Para complementar
este objetivo, iremos realizar uma definição de conceitos, identificar os Modelos e os
ambientes de aprendizagem que existem sobre Criatividade e ajudam no seu
desenvolvimento, a sua importância e os adultos que potenciam a Criatividade e o papel
e a importância que possuem na vida das crianças para que as mesmas consigam
desenvolver o seu lado criativo.
Partindo do enquadramento da problemática em análise, foi desenvolvida uma
investigação que incide na valência de Educação Pré-Escolar (E. P. E.), explicando-se a
Metodologia utilizada, identificando os seus objetivos, o seu contexto, o seu método, o
seu procedimento e a caracterização da amostra da Investigação.
Esta investigação tem como objetivo apresentar e investigar o quanto as
Expressões são trabalhadas e fundamentais nesta fase e ajudam as crianças a desenvolver
a sua Criatividade e a colocar a mesma em prática. Para além deste objetivo, ajuda-nos a
perceber como as mesmas são trabalhadas para que isto possa acontecer, procedendo à
recolha e análise dos dados obtidos no método de investigação qualitativo através de um
Inquérito destinado às Educadoras de Infância (E.I.) e à Professora de Expressão Plástica
(P.E.A) do centro de estágio onde realizei a prática profissional na valência da E.P.E.
O foco desta investigação é responder à pergunta de partida Serão as Expressões
um meio estimulador da criatividade da criança? e os objetivos para este inquérito são:
Perceber qual a opinião que estes profissionais de educação possuem relativamente a esta
questão, como é que cada Educadora de Infância e cada professor da área das Expressões
as trabalha no ambiente de sala de aula de forma a promover a criatividade e a opinião
destas profissionais de Educação sobre a importância da mesma para o desenvolvimento
da criança.
Palavras-chave: Criatividade; Crianças; Educação Pré-Escolar; Expressões; Meio
Estimulador; Modelos de Criatividade; Ambientes criativos de aprendizage
A economia circular no 1º ciclo do ensino básico? Educar para o ambiente e para a sustentabilidade
O conceito de Economia Circular assenta na produção consciente de impactos ambientais, no consumo mais sustentável e mais responsável, na gestão eficiente dos resíduos e numa legislação abrangente e responsabilizadora, desenvolvendo uma consciência ambiental, um consumo consciente, o crescimento económico e a geração de emprego.
O presente relatório de estágio apresenta e analisa a construção e implementação de um projeto sobre Economia Circular com um grupo de 20 alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico (2.º ano de escolaridade). Através da realização de diversas atividades interdisciplinares pretendeu-se contribuir para a responsabilização dos alunos perante o ambiente, dando-lhes a possibilidade de adquirir informação, de refletir e de debater acerca de comportamentos que devemos adotar para um planeta mais sustentável.
Esta investigação teve implicações positivas nas competências comportamentais dos alunos, sensibilizando-os para práticas amigas do ambiente. Constata-se que a maioria dos alunos percebeu a necessidade de mudarmos urgentemente as nossas atitudes face ao ambiente.
Palavras-chave: Educação ambiental; planeta sustentável; práticas amigas do ambiente; mudança
Pensar espacialmente com realidade aumentada
No século XXI, o desafio da Educação Geográfica passa pela formação de cidadãos geograficamente competentes, capazes de pensar espacialmente. Sendo uma das formas mais complexas do pensamento humano, foram desenvolvidas, nos últimos anos, tecnologias de auxílio a análises multidimensionais do espaço que melhoram o Pensamento Espacial (PE) dos sujeitos. Especula-se que a realidade aumentada (RA) integra o conjunto das tecnologias que desenvolvem o PE. Dirigida aos professores do ensino básico, a oficina pretende dar a conhecer e permitir, aos participantes, a exploração de potenciais aplicações de RA que desenvolvem e melhoram o PE dos estudantes do ensino básico
Por um Mundo Melhor: Agentes de Mudança
Projeto desenvolvido no âmbito da Oficina da Gestão do Currículo, no Ano Letivo de 2020-2022, envolvendo as disciplinas de Ciências Naturais e História e Geografia de Portugal como disciplinas pilares e a Matemática como disciplina coadjuvante. Tendo como objetivo sensibilizar os alunos para a mudança de atitudes que os/nos levem a um Mundo melhor, propondo à comunidade comportamentos alternativos
Terra em transformação
O Projeto de Gestão do Currículo “Terra em Transformação” foi idealizado, planificado, executado e avaliado por uma equipa pedagógica do Colégio Nossa Senhora da Paz, no Porto, constituída por docentes das disciplinas de Português e Ciências Naturais, contando ainda com a coadjuvância da disciplina de Inglês e com a colaboração de uma investigadora científica externa. Este foi aplicado em turmas de 7º ano, versando conteúdos como a dinâmica interna da terra – vulcanismo e sismologia; o texto não literário – notícia e reportagem; e a produção escrita. Os produtos finais resultantes deste projeto foram a criação de um poster científico e uma apresentaçã
Que rostos andamos a ler?
O Projeto de Gestão do Currículo “Que rostos andamos a ler?” foi idealizado, planificado, executado e avaliado por uma equipa pedagógica do Colégio Nossa Senhora da Paz, no Porto, constituída por docentes das disciplinas de Português e Educação Visual. Este foi aplicado em turmas de 7º ano, versando conteúdos como o texto biográfico; o texto poético; o desenho expressivo e o desenho do rosto humano. O produto final resultante deste projeto foi a criação de uma exposição, apresentada à comunidade educativa no dia da poesia
Inovar na Educação de infância – Metodologia Mantle of the Expert
A Educação de Infância apresenta-se como um espaço de desenvolvimento da criança como
cidadão livre, autónomo e solidário, competências que se podem desenvolver com o Mantle of the
Expert (MoE). Esta metodologia diferenciadora permite o desenvolvimento da capacidade de
decisão, numa lógica de empreendedorismo, centrada essencialmente na criança, que responde a
uma encomenda colocada por um cliente, dentro de um enredo ficcional, o que estimula o seu
desenvolvimento global. O educador posiciona-se como observador, colocando questões
orientadoras e criando um jogo dramático que permite o desenvolvimento das áreas curriculares.
Este artigo debruça-se sobre o modo como duas mestrandas se apropriaram dos princípios do MoE,
no trabalho desenvolvido com crianças de três e quatro anos. Cada estudante produziu um relatório
de estágio. Dependeu das crianças a decisão de como responder à encomenda: a construção de um
livro e de uma exposição de animais dos diferentes continentes. Para as estudantes, a construção
das atividades segundo esta metodologia e a sua implementação constituíram um desafio que
implicou a apropriação dos princípios metodológicos acima referidos, a reflexão constante e a
adoção de uma postura diferente da do educador mais diretivo. Concluiu-se que é possível
planificar e implementar a metodologia MoE, independentemente do entendimento conceptual que
o educador faz desta metodologia e das suas potencialidades. As estudantes fizeram distintos
percursos investigativos e metodológicos, mas, independentemente das suas opções, ambas
registaram os mesmos resultados – que as crianças estiveram motivadas, adquiriram autonomia e
cooperaram, dividindo tarefas, participando todas elas na tomada de decisões, respeitando as
diferentes opiniões.
Palavras-chave: Mantle of the Expert, educação de infância, inovação, formação de professore
Quando os alunos não sabem como estudar gramática: perceções de futuros professores em formação
O ensino da gramática é problemático para muitos docentes portugueses (Silva & Pereira, 2017),
bem como para os estudantes (Ferreira, 2018; Ucha, 2007). Assumindo o modelo de Shulman
(1987), é nosso objetivo problematizar uma dimensão do conhecimento de estudantes
universitários (futuros educadores e professores do 1.º e do 2.º CEB): o conhecimento do conteúdo
gramatical. Neste estudo de caso coletivo, apresentamos os resultados de uma avaliação diagnóstica
junto de estudantes do 1.º ano (n = 40), cujo objetivo foi avaliar o seu nível de conhecimento
gramatical prévio e ii) um inquérito por questionário recolhido na última aula, junto do mesmo
grupo de estudantes (n=50), visando identificar as perceções sobre as dificuldades detetadas no
processo de ensino-aprendizagem gramatical. Os dados recolhidos mediante o diagnóstico inicial
indicaram que, embora a taxa de acerto se situasse acima dos 50%, uma significativa quantidade
de estudantes não revelava conhecimento gramatical básico. Por seu turno, as suas perceções face
às dificuldades sentidas na aprendizagem gramatical parecem fortemente determinadas pela
consciência do papel do professor (atribuindo a responsabilidade das dificuldades sentidas ao tipo
de ensino e à pouca importância dada pelo professores ao ensino gramatical) mas reconhecendo
igualmente o papel do estudante (identificando causas como a ausência de conhecimentos e
competências prévias, a falta de interesse ou o facto de os alunos não saberem como estudar
gramática). Estes resultados permitem-nos assumir que estas perceções são fortemente
influenciadas pelo conhecimento do conteúdo mas também revelam sensibilidade ao conhecimento
pedagógico do conteúd