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A evolução recente do conceito de ensino básico em Portugal : o papel dos currículos naquela evolução
p. 5-25Algumas propostas, constantes dos projectos de alteração da actual Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE- Lei nº 46/86, de 14 de Outubro), visam diminuir a duração do Ensino Básico de 9 para 6 anos. Tal facto é o pretexto desta reflexão que aborda a relação entre a organização curricular e os diferentes significados e funções que o ensino básico foi tendo entre nós nas últimas quatro décadas
Linha de Investigação: Estudo da Criança com NEE
A intervenção pedagógica diferenciada com alunos que apresentem
Dificuldades Específicas de Aprendizagem – dislexia, disortografia,
disgrafia, discalculia – deve iniciar-se quando a escolaridade
começa; no período anterior, atende-se à prevenção. Todavia,
porque a organização actual da escola e a falta de formação dos
professores, neste domínio, não possibilitam a intervenção diferenciada
em tempo devido, alguns alunos chegam ao 2.º e 3.º
ciclos do ensino básico e ao ensino secundário com dificuldades
psicomotoras, linguísticas, perceptivas e perceptivo-motoras,
que se reflectem em maus desempenhos em leitura e escrita e em
todas as situações académicas que as impliquem
A observação e o registo educacional : um tópico para formação reflexiva no âmbito da supervisão
p.47-61Este trabalho é o resultado de uma experiência de supervisão de estágio de alunos do 4º ano do curso de Educação de Infância. Resume-se a saber aplicar as técnicas de observação e registo
Apresentação da linha de investigação - Desenvolvimento pessoal e social
Apresentação da linha de investigação - Desenvolvimento pessoal e socia
Formação de professores para a(s) diferença(s)
p. 33-46Este texto parte de uma consideração de base de que a formação de docentes para o trabalho com a deficiência tem que ser vista no conjunto dos desafios que se colocam à escola regular pela presença da diferença. Isso implica perceber as diferenças nessa mesma escola e a mais-valia que pode resultar da(s) diversidade(s). Nessa medida, importa considerar as diferentes respostas a essa situação, sobretudo na dimensão curricular. A partir deste quadro poderemos (re)discutir o papel do professor de ensino regular. Finalmente, ir-se-á reflectir sobre o papel, neste contexto, do professor de educação especial/Apoio educativo e a sua formação especializada
Leitura e pensamento: espaços de intervenção para a formação de uma identidade cultural e espírito de cooperação
p. 89-9
Formação inicial do educador de infância no domínio da expressão motora
299 f.O objectivo deste estudo é averiguar a existência ou não de consenso, relativamente a aspectos nucleares dos programas da disciplina de Expressão Motora nos diversos planos de estudo da formação inicial do educador de infância, em todas as Instituições do Ensino Superior públicas e privadas do nosso país.
A amostra é composta pelos planos de estudo e programas da disciplina de Expressão Motora de 29 Instituições das 34 existentes. Embora, fosse nossa intenção investigar todo o universo, os programas de cinco instituições não cumpriram os critérios de selecção adoptados para este estudo.
A partir de diversas leituras dos dados, estes foram sistematizados em categorias e subcategorias, posteriormente introduzidas no programa NUDIST (Richards e Richards, 1993), e utilizados os procedimentos de análise de conteúdo. Nesta fase de análise procurou-se, em todos os programas a presença ou ausência de determinados temas dos programas.
Os resultados obtidos, de uma forma global, indicam que:
-Não existe consenso ao nível dos conteúdos programáticos expressos nos diversos programas; Verifica-se a existência de diferentes linhas orientadores, com uma grande valorização do conhecimento teórico em detrimento do conhecimento para a acção; Comprova-se, a presença de programas mais completos do que outros, tendo em conta os conteúdos indispensáveis para a formação inicial do educador; É notória a grande discrepância na terminologia, quer da designação dada à disciplina (embora as Orientações Curriculares para o Pré-Escolar, indiquem expressamente este domínio como sendo o da Expressão Motora), quer dos próprios conteúdos expressos; A carga horária e os ECTS atribuídos à disciplina de Expressão Motora é muito variável ( entre 48 e 210 horas e, entre 4 e 18, respectivamente)
A Arterapia: Os Efeitos Terapêuticos da Expressão Plástica e a sua Influência no Comportamento e Comunicação da Criança
p. 27-33A Arte, particularmente a Expressão Plástica, possui efeitos
terapêuticos, daí ser um excelente meio para atenuar, se não
resolver, determinados problemas de comportamento e
comunicação que algumas crianças apresentam no Jardim de
Infância.
A Arteterapia defende que a Arte proporciona momentos
de interacção óptimos à criança e que esta, em contacto
com materiais e técnicas adequadas, ou seja, através de
um percurso criativo, desencadeia um processo de recuperação,
indispensável ao seu desenvolvimento e crescimento
pessoal.
Convictos desta realidade, procurámos, partindo do modelo
terapêutico, analisar de que modo a Expressão Plástica
contribui para a expressão do mundo interior da criança e
compreender a forma como é estimulada a sua criatividade,
fantasia e imaginação, assim como reflectir sobre a prática
pedagógica e artística do educador, com vista a fornecer-lhe
pistas orientadoras, enquanto motivador e facilitador do
processo artístico