Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti

Repositório Institucional da ESEPF
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    1968 research outputs found

    Por uma definição do professor de ensino precoce de línguas em Portugal: um estudo de caso

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    p. 81-95O ensino precoce de línguas estrangeiras no resto da Europa encontrase numa fase mais avançada do que em Portugal. Pretendemos, neste estudo, fazer o ponto de situação em Portugal quanto ao ensino precoce de línguas, definir o perfil do professor de línguas estrangeiras no Ensino Básico e perceber qual a idade ideal para a aquisição de línguas estrangeiras. De forma a enriquecer este estudo, centrámos a nossa atenção nas razões para a aquisição de línguas neste nível de ensino e realizámos um estudo de caso que compreende a realização de conversações por chat entre alunos portugueses e suíços do Ensino Básico.In the rest of Europe the foreign languages early teaching is more advanced than in Portugal. With this study we aim to define both the situation Portugal is living regarding this issue, understand which the profile of the teacher of foreign languages is at an early stage and perceive which the ideal age to start studying foreign languages is. In order to enrich this study, we focused our attention in the reasons for the acquisition of languages at a primary school level and made a study case which is related to the analysis of chat conversations between Portuguese and Swiss pupils

    Escrita criativa

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    p. 37-43As dificuldades sentidas a nível da escrita e da leitura no actual contexto escolar do 1.º Ciclo do Ensino Básico constituem a principal motivação do projecto AIA – Escrita Criativa e da presente reflexão. Tendo em conta o que tem sido o ensino/aprendizagem da escrita na disciplina de Português, em vários níveis escolares, tanto em termos dos curricula como das respectivas práticas na sala de aula, sentimos necessidade de reflectir sobre o processo da escrita, não como produto acabado e apenas de valor literário, mas como competência em construção e de interesse pedagógico e didáctico. Assim, depois de uma breve introdução, apresentamos o desen - volvimento deste tema em três partes. Na primeira parte, situando o projecto AIA de Escrita Criativa no contexto do presente tema, apontamos, sumariamente, os seus objectivos: o seu público-alvo, as suas potencialidades e estratégias associadas e, por fim, o seu significado científico -pedagógico, enquanto ferramenta de apoio à leitura e à escrita na sala de aula. Na segunda parte, procuramos reflectir sobre “Escrita e Cria - tividade”, anotando alguns vectores relacionados com a escrita e com a criatividade linguística. Deste modo, nesta parte, são referidas algumas questões como: a coexistência da escrita com outras competências da língua, as relações da escrita com capacidades que derivam da organização e funcionamento da mente humana, a relação entre o código oral e o código escrito, os critérios da sua aquisição e do seu desenvolvimento, as ligações da escrita com a sua época, por fim, a ligação entre escrita e criatividade. Na terceira parte, pretendemos apresentar, de forma breve, algumas ideias sobre a Pedagogia da Escrita, recuperando alguns fundamentos enunciados anteriormente. Deste modo, depois de identificada a metamorfose do ensino da escrita nos programas de Português, interessa-nos problematizar/clarificar a acepção do termo ”escrita” em pedagogia, valorizar o uso criativo da língua, destacar uma pedagogia da criatividade, enunciar brevemente o percurso para desenvolver tal capacidade, identificar algumas técnicas de intervenção para trabalhar a criatividade na escrita, enumerar alguns dos pressupostos teóricos inerentes ao acto de escrever, destacar algumas tipologias de tarefas e actividades de produção verbal, bem como apontar alguns princípios pedagógicos e didácticos que devem ser tidos em conta por quem ensina a escrever. Na conclusão, destacando a criatividade como ferramenta fundamental no processo ensino/aprendizagem da leitura e da escrita, sublinha-se a importância de estratégias adequadas às necessidades dos alunos de hoje, sem perder de vista, contudo, a pedagogia/necessidade do esforço individual implicado no acto de escrever

    A utilização de fóruns de discussão em contextos de aprendizagem: uma abordagem às relações entre intervenientes

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    p. 21-29A crescente utilização das TIC e a sua influência no modo como se entende o processo educativo, tem estado na origem de diferentes propostas e redefinições sucessivas em torno de conceitos que se enquadram na temática da educação à distância. Sentimos, pois, a necessidade de discutir e explorar alguns desses conceitos articulando-os com a nossa experiência de utilização de fóruns de discussão. Este trabalho constitui uma reflexão, aliada a um levantamento de questões, sobre a utilização de uma plataforma de educação à distância (concretamente, o Teleduc) e, mais especificamente, sobre os fóruns de discussão utilizados pedagogicamente como complemento à aula presencial. De uma primeira abordagem a este estudo resultaram algumas questões: Que conteúdos são partilhados? Que tipo de interacções existem? Que variáveis afectam a utilização de fóruns de discussão como ferramenta para o desenvolvimento de determinadas actividades? Com base nos dados obtidos, no âmbito de três fóruns partilhados num Complemento de Formação da Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti por alunos e professores, foi feita uma caracterização de cada um dos fóruns, tendo em conta os seguintes itens: intervenientes, duração, objectivos e forma como foram integrados nas actividades de sala, estratégias de utilização e temas. A análise das intervenções dos participantes teve como objectivo tentar perceber diferenças existentes entre os fóruns em termos de participação e interacção. Com este texto, pretendemos partilhar os resultados deste estudo

    Para que serve a linguística na formação de um educador de infância?

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    Das dificuldades (dos) menores aos problemas (dos) maiores: elementos de análise das representações sociais sobre as crianças em risco

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    p.69-78Aintervenção de protecção das crianças e jovens em risco conjuga uma variedade de dimensões eficientes, susceptíveis de diferentes níveis de análise. Neste texto propõe-se a observação das ideias sociais partilhadas pelos adultos sobre as crianças, em geral, e sobre as crianças com problemas, em particular. O papel de grupos profissionais relevantes é especialmente enfatizado. Defende-se a necessidade do envolvimento estratégico e concertado desta dimensão num plano de protecção de crianças em risco.Child protection intervention is a complex and multifaceted domain which can be analysed from different points of view. This paper reflects upon social understanding on children, their problems and the appropriate action in this field. The role of identified groups of professionals is stressed as well as their strategic involvement in a global plan to protect children at risk

    As Novas Tecnologias da Informação e Comunicação ao serviço da Intercompreensão na União Europeia

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    p. 31-34A União Europeia tem vindo a promover a intercompreensão entre países, povos e culturas que fazem parte da sua esfera comunicativa. Esta promoção passa por projectos educativos como o ERASMUS, COMENIUS e SOCRATES, permitindo a livre mobilidade de cidadãos em prol da troca de saberes e experiência de realidades educativas. Contudo, os elevados custos que tais programas acarretam, levaram a União Europeia a procurar alternativas e, como tal, nada melhor que utilizar os recursos das novas tecnologias da informação e comunicação, que constituem um inovador instrumento do ambiente de ensino-aprendizagem, já que contribuem para um profundo e vasto desenvolvimento cognitivo. Esta “mobilidade on-line” (Cruz & Melo, 2004) beneficia de uma grande independência temporal, uma vez que os chatantes actuam em momentos distintos e também de uma independência local, visto que, os intervenientes podem estar em locais diversos. Contudo, é necessário ao cidadão comum saber como se deve mover nos meandros da Internet, ou seja, é necessário que domine não só a tecnologia adjacente à navegação na Internet e salas de chat, bem como também alguns dos códigos linguísticos que fazem partem da esfera comunicativa da União Europeia. Refiro-me aqui a uma literacia ou multiliteracia electrónica que engloba os códigos e usos próprios do mundo virtual e a mobilização de uma competência plurilingue e intercultural aquando da comunicação síncrona mediatizada por computador

    Crianças e Risco Ambiental – Abordagem de um Grupo de Crianças

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    p. 39-46Considerando como principal objecto de estudo a noção de “risco ambiental”, inicia-se este trabalho explorando o enquadramento teórico que esta noção obriga. Assim, é apresentada uma breve revisão da noção de risco de desenvolvimento e abordam-se alguns dos modelos conceptuais a que actualmente se atribuí maior importância no âmbito desta temática. Seguidamente é descrito o estudo exploratório efectuado com o objectivo de melhor conhecer/compreender como se estrutura, do ponto de vista do risco ambiental, uma situação concreta de um grupo de crianças (2-5 anos) residentes num bairro social do Grande Porto

    A representação da criança nas políticas sociais: alguns contributos

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    p. 47-61Sumário: 1. Representações sociais e o carácter eminentemente social da infância, p. 64-72; 2. A infância e a função protectora do Estado, p. 73-78

    Cancro, stress, reciclagem

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    p. 115-11

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