Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti

Repositório Institucional da ESEPF
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    1968 research outputs found

    Formação de professores para a educação bilingue de surdos

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    p. 159-169Ao longo do texto ir-se-á discutir os recentes avanços e recuos da educação de Surdos em Portugal, com enfoque numa perspectiva de bilinguismo e intermulticulturalismo crítico que advém de um paradigma sócio - -antropológico da surdez. Irá defender-se, em particular, a formação pedagógica de professores Surdos como um passo imprescindível e inadiável na concretização de uma adequada educação bilingue de Surdos.The purpose of this paper is to discuss the recent advances and setbacks of Deaf Education in Portugal. It enhances the perspective of bilinguism and critical multiculturalism that comes from the social-anthropological paradigm of Deafness. It will defend the pedagogical education of the Deaf Teachers as a vital step to the implementation of an accurate bilingual Deaf Education

    The other of myself: representations of portuguese teachers about intercultural education related concepts

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    Having into consideration that we live in a multicultural society, it is important to analyse how far people view and accept each other. Therefore, one should reflect upon concepts such as: representations and stereotypes, because they are interpersonal constructs which are (re)built during the interaction of different sociocultural groups. In this study, we focus our attention on the representations a sociocultural group – Portuguese teachers - has of intercultural education and the role of teachers and educators in the promotion of an intercultural approach at school. We believe that teachers have the responsibility to: find out the representations students have of the Other; reconfigure stereotyped representations; and create representations which favor dialogue and relationship with the Other flourish. Following a sociolinguistic approach (Müller, 1998; Vasseur, 2001; Vasseur & Hudelot, 1998), which is related to the construction and diffusion of representations in discourse, we analyse the discourse of teachers during a workshop called ‘The Other and Myself’, in which they build and discuss about a didactic mask that portrays their own vision of both themselves and their ideas of intercultural education

    Educação e expressão musical em crianças com lesão cerebral: paralisia cerebral

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    O trabalho que se segue pretende focar quais os benefícios que uma criança com Paralisia Cerebral pode alcançar ao frequentar as aulas de Educação e Expressão Musical. Neste sentido, a temática-alvo em análise é a paralisia cerebral, debruçando-se no contributo da área de Educação e Expressão Musical no desenvolvimento cognitivo de uma criança esta patologia

    Surdez e DDAH: O Contributo da Expressão Dramática no Desenvolvimento das Competências Comunicacionais

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    O título do presente trabalho, “Surdez e DDAH: o contributo da Expressão Dramática no desenvolvimento comunicacional”, indicia o seu objectivo primordial: compreender de que forma a expressão dramática contribui para o desenvolvimento das apetências comunicacionais de uma criança surda com Défice de Atenção e Hiperactividade. Apetências estas que poderão facilitar por sua vez a inclusão destas crianças na escola, nomeadamente com os seus pares. Assim, após a introdução, apresentamos alguns conceitos teóricos indispensáveis para a compreensão da temática, interligando, no momento seguinte, os temas abordados (Surdez, DDAH, Expressão Dramática). Este projecto desenvolve-se no sentido de possibilitar a um grupo de crianças o relacionamento com a Expressão Dramática, procurando assim contribuir, como referido anteriormente, para aumentar e melhorar a comunicação que estas estabelecem com os outros. O conhecimento de si e do outro, a compreensão do mundo que as rodeia, a concentração e a improvisação são assim aspectos que procuramos desenvolver nas sessões propostas, de forma a contribuir para o desenvolvimento das crianças surdas com DDAH. A parte empírica do trabalho apresenta, neste sentido, a definição do objecto de estudo, as hipóteses e as variáveis correspondentes, a caracterização da amostra e os procedimentos metodológicos. Desenvolvemos neste último ponto as propostas de actividades para cinco sessões de Expressão Dramática, de forma a testar a veracidade das nossas hipóteses, respondendo à pergunta de partida apresentada

    Mediador/Motivador pedagógico: um elo para uma escola reflexiva

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    Em tempos de mudança, a Escola e os seus actores movem-se no sentido de encontrar um novo rumo. A ideia de uma Escola passiva, parada no tempo, estagnada, legitima a emergência de uma nova postura dos profissionais que desenvolvem a sua acção educativa. Exige-se, hoje, que os professores efectuem o seu percurso profissional mediante a adopção de uma atitude marcadamente reflexiva, que proporcione uma emancipação dos sujeitos, com vista ao desenvolvimento do constructo Escola. É neste seguimento que sugerimos o aparecimento uma nova figura: o Mediador/Motivador Pedagógico. Este pode constituir-se como um elemento preponderante no desenvolvimento e aprendizagem dos professores, implementando uma actividade de regulação reflexiva e colaborativa do processo de desenvolvimento pessoal e profissional dos primeiros. Esta nova figura no panorama educativo aproximar-se-á da figura do supervisor e orientará a sua acção para a promoção da autonomia do professor, que se reconceptualiza, abarcando competências didácticas e supervisivas, mas também investigativas

    Supervisão pedagógica de português língua não materna em contexto de formação inicial de professores do 1º e 2º ciclos do ensino básico

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    17 f.O aumento significativo nas nossas escolas básicas e secundárias de crianças e jovens provenientes do estrangeiro tem vindo a solicitar, nos últimos anos, medidas urgentes relativas ao ensino do português língua não materna (PLNM) para fazer face a necessidades crescentes de uma comunidade escolar linguisticamente heterogénea que desconhece a língua portuguesa e que, por isso, não acede a saberes escolares, não se integra e não acompanha o currículo. Atento a esta situação, o sistema educativo, de um modo geral, e o Ministério da Educação, em particular, tem procurado dar respostas no sentido de proporcionar condições equitativas de acesso ao currículo e ao sucesso educativo. Sob o ponto de vista documental, veja-se, por exemplo, o “Documento Orientador – Português Língua Não Materna no Currículo Nacional”, de Julho de 2005, que estabelece princípios e linhas orientadoras para a integração dos alunos dos ensinos básico e secundário; bem como o “ Despacho Normativo n.º 7/2006, de 6 de Fevereiro”, que regulamenta o ensino do português língua não materna no ensino básico; ou ainda o “Despacho Normativo n.º 30/2007, de 10 de Agosto”, que define princípios de orientação e normas orientadoras para o ensino secundário, estabelecendo que os alunos que forem inseridos no nível de iniciação (A1, A2) ou no nível intermédio (B1) frequentam aulas de Português língua não materna, equivalente à disciplina de Português, com três unidades lectivas semanais, dispondo de orientações programáticas específicas. Ensinar PLNM a alunos estrangeiros dos ensinos básico ou secundário é significativamente diferente de ensinar língua materna (LM) a alunos que a têm como instrumento de comunicação dentro e fora da escola ou da comunidade em que se insere. Assim, a preparação dos docentes, sobretudo em formação inicial, pelo menos a que resulta dos novos cursos de Ensino (Básico e Secundário) pós Bolonha, deve já contemplar, na nossa opinião, uma supervisão pedagógica desta abordagem diferenciada (sobretudo a nível de metodologias e de avaliação). Considerando estas duas vertentes, (a especificidade do ensino do PLNM e a necessidade de supervisionar o trabalho pedagógico nesta área), procuraremos reflectir sobre um tema da actualidade que preocupa os agentes implicados no contexto do ensino básico e secundário

    Brinca brincando, vai-se lendo a sério...

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    p. 197-201A leitura é um acto complexo, muito dependente da iniciativa pessoal, que – após o esforço inerente à aprendizagem inicial – necessita de uma prática continuada para que se converta gradualmente em hábito. O problema é saber como ajudar a criança a ganhar essa tendência preciosa para dedicar alguns momentos do seu dia a dia à leitura quando tudo à sua volta rema num outro sentido e com um ritmo diferente. Como poderá a escola básica ajudar a essa aproximação? No contexto actual de grande disseminação da imagem e das novas tecnologias, proclamar as vantagens e os prazeres da leitura não chega. Se é verdade que ler um bom livro proporciona momentos inesquecíveis, não é igualmente menos certo que enaltecer as maravilhas da obra impressa por oposição aos outros divertimentos (televisão, telemóvel, computador, dvd, playstation ou i-pod) procurando deste modo contrariar a tendência dominante nos jovens – a esmagadora maioria dos quais vivendo em ambientes onde o livro já não prevalece – se tem de facto mostrado muito pouco eficaz

    O papel dos profissionais da educação/reabilitação na promoção da resiliência na família de uma criança com síndrome de Cornélia de Lange

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    65 f.O estudo que apresentamos pretende perceber e analisar em que medida e como é valorizada e promovida a Resiliência na família, pelos diversos técnicos que trabalham com uma criança com Síndrome de Cornélia de Lange. Neste sentido, o presente trabalho procura responder à pergunta de partida: “Qual o papel dos profissionais da educação/reabilitação na promoção da resiliência na família de uma criança com Síndrome de Cornélia de Lange?”

    Implementação de um Sistema Organizativo: As Actividades de Enriquecimento Curricular numa Escola Actual

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    58 f.O presente trabalho insere-se na Pós-graduação de Supervisão Pedagógica e Formação de Formadores, na disciplina de Projecto de Investigação. Neste trabalho propusemo-nos a desenvolver um estudo de investigação sobre o funcionamento das Actividades de Enriquecimento Curricular, a sua articulação com a escola, o desempenho académico e motivação dos alunos. Participaram no estudo 230 alunos de ambos os sexos e com idades compreendidas entre os seis e os doze anos, a frequentar o 1º Ciclo do Ensino Básico e, os seus Encarregados de Educação. Foi realizado em duas Escolas do 1.º Ciclo do grande Porto, com algumas características diferentes, no que diz respeito, ao nível sociocultural e económico. No entanto, sentimos a necessidade de melhorar o processo de desenvolvimento e aplicação das Actividades de Enriquecimento Curricular trazendo à realidade um modelo possível de implementação das Actividades, com a apresentação de diversos instrumentos e ferramentas, fornecendo dados relevantes sobre a sua implementação

    Função docente: natureza e construção do conhecimento profissional

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    p. 171-184A questão prévia que norteia a análise que neste texto se procurará desenvolver é a seguinte: O que é um Professor? O que o distingue de outros actores sociais e de outros agentes profissionais? Qual é a especificidade da sua acção, o que constitui a sua «distinção»?( Reis Monteiro, 2000). Será a partir da discussão da natureza da função específica do professor que se procurará contribuir para a análise das questões do conhecimento profissional docente, na medida em que estas duas dimensões se configuram como interdependentes.What is a Teacher? What makes him/her different from other social actors or professionals? What makes his/her action specific and «distinct» (Reis Monteiro, 2000)? These are the main questions that trigger this text. By discussing the specific function of the teacher we will try to contribute to the analysis of issues concerned with teaching professional knowledge, as these two dimensions are shown as dependent

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