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A biblioteca escolar e a promoção da literacia : práticas pedagógicas no serviço da formação de utilizadores de bibliotecas
A Biblioteca Escolar é um espaço fundamental dentro da Escola. O uso adequado dos seus serviços deve ser fomentado, despertando interesse pela leitura e pelo conhecimento através da utilização dos diferentes recursos que disponibiliza.
Como prestadores de um serviço, os bibliotecários, intermediários entre a informação e o utilizador, deverão proporcionar meios de formação que ajudem os utilizadores a localizar, identificar e seleccionar a informação de que necessitam. Para isso é necessário que desenvolvam estratégias que promovam competências no âmbito da literacia da informação.
O presente projecto de investigação-acção visa reflectir sobre a importância da formação de utilizadores de Bibliotecas Escolares, promovendo um conjunto de actividades de acordo com a faixa etária dos utilizadores, bem como das capacidades por eles demonstradas. Pretendemos assim que os utilizadores da biblioteca escolar estudada adquiram conhecimentos sobre o funcionamento e organização de uma biblioteca e que sejam capazes de utilizar as competências inerentes à correcta pesquisa e utilização da informação no seu dia-a-dia. Damos ainda especial atenção à biblioteca escolar como espaço promotor de literacia e motivador de leitura, e ainda para a relação que deve existir entre o professor e o professor bibliotecário.The School Library is a fundamental space within the School. The proper use of its services should be promoted awakening the interest in reading and knowledge through the different resources it provides.
As service providers, librarians, intermediaries between information and users, should provide training materials to help users locate, identify and select the information they need. In order to do so it is necessary that they develop strategies that promote skills in training literacy.
This action-research project aims to reflect on the importance of training School Library users, promoting a set of activities in accordance with the users age group as well as their skills. Thus, we intend that School Library users acquire skills on the usage and organization of a library and be able to use these skills, inherent to the correct research and use of information, on their day-to-day activities. We payed special attention to the role of the School Library as a space which promotes literacy and a reading motivator, and also to the relationship that should exist between the teacher and the school librarian
Educação (in) visual
251, [56]f.O presente trabalho intitula-se Educação (in) visual, uma vez que se pretende promover no cego competências comunicativas e expressivas no âmbito da disciplina de Educação Visual e Tecnológica, autonomizando-o na descoberta do meio envolvente, como ainda na fruição e criação plástica, através do uso de materiais motivantes, acessíveis e económicos. Foi assim adaptado o currículo desta disciplina ajudando o aluno cego, no sexto ano de escolaridade, a explorar características materiais e geométricas de objectos, motivando a partilha de actividades com seus pares normovisuais, no contexto da sala de aula. Os conteúdos curriculares escolhidos focalizam aprendizagens úteis, desde a análise formal de objectos, à sua representação através de figuras planas, e seu desenho pelas suas linhas de contorno, a análise dos significados de objectos de artesanato e do contexto artístico, a criação de mensagens visuais variando as posições de associação entre formas conjugadas também a símbolos de códigos visuais comuns. Destaca-se a didáctica específica, utilizada na aprendizagem do desenho, como meio de desenvolvimento cognitivo, de aquisição de estratégias de exploração táctil, da estruturação e memória espacial, que são factores determinantes na construção de representações mentais. Os indicadores e dimensões utilizados nesta investigação contribuem na aplicação do currículo disciplinar, assentando em marcos teóricos fundamentados, nas áreas Sensorio-motora, Perceptiva, Lógico Operatória, e a das Manifestações Simbólicas, permitindo a avaliação compreensiva do aluno realizada pela observação participante. Pretende-se fazer acreditar ao aluno cego, seus pais e professores, da possibilidade de acompanhar melhor a sociedade contemporânea, utilizando a linguagem visual, para descobrir, reflectir, conhecer, registar, expressar e recriar o mundo, à semelhança do que fazem os normovisuais.The present study is called un(visual) Education, because it is intended to forster in the blind communicative as well as informative skills in the field of the discipline of Visual and Technological Education, in order to bring about a certain amount of autonomy in the discovery of the environment, and also in the plastic fruition and creativeness, through the employment of motivating, accessible and economic materials.
The curriculum of the discipline has thus been adapted, aiming to help the blind student, in his sixth year of studies, to explore the material and geometric characteristics of the objects, and, on the other hand, motivating the sharing of the classroom activities with his visually normal pairs.
We chose those curricular items which could lead to useful learning, as, for instance, the formal analysis of objects, their representation by means of plane figures, their drawing trough the contour lines, the analysis of the meaning of several objects of artisan and artistic production, the creation of visual images with different associative positions regarding their conjugated forms and symbols of common visual codes
We want to emphasize the specific didactics used in the learning of drawing, as means of cognitive development, of acquisition of strategies of tactile exploitation, of tactile structure and spatial memory, which are determinant factors in the building of mental representations
The indicators and dimensions used in this investigation contribute to the application of the curriculum, and are are based on well-founded theoretical marks, in the sensorium motor, perceptive, logic-operating, and symbolic manifestation areas, allowing the comprehensive valuation of the student through the participant observation
We intend to make the blind student, as well as his parents and his teachers, believe that he can accompany the contemporary society in a better way if he uses the visual language to discover, reflect, know, register, express and reflect the outside world, in the same way as the people who can see
A biblioteca escolar : dinamizar, motivar para a leitura
Ninguém nasce leitor, no entanto desde cedo podemos contribuir para que uma
criança se forme como leitor. O contacto entre a criança e o livro deve ser
proporcionado desde cedo, para que esta apreenda um conjunto de
características relacionadas com o acto de ler. À medida que a criança
aumenta as suas leituras, mais desenvolve as suas capacidades intertextuais e
mais se forma como leitor.
Formar leitores é uma responsabilidade partilhada entre a família, a escola e
a Biblioteca Escolar. A família é a responsável por promover o contacto entre a
criança e o livro, por lhes permitir o acesso a este e por criar situações
frequentes de partilha de leituras. Por sua vez, a escola deve não só ensinar a
criança a ler, mas essencialmente, criar-lhe o gosto de ler. É necessário que as
escolas proporcionem situações motivadoras que ponham a criança e o livro
em permanente contacto. Embora a Biblioteca Escolar seja um organismo
dentro da própria escola, destaca-se no papel de formar leitores e tem nesta
área uma responsabilidade acrescida. A Biblioteca Escolar deve ser
dinamizada de modo a proporcionar aos alunos situações interessantes e
motivadoras que os levem a ler, pois é nela que encontramos fontes de
conhecimento.
Neste trabalho apresentamos os resultados de um projecto de investigaçãoacção
que pretende promover a leitura junto dos mais novos, com o
envolvimento dos encarregados de educação e da própria Biblioteca Escolar.No one is born a reader. We can, however, contribute from an early
stage to the process of training children to become readers. The contact
between children and books should be promoted early on so that they
apprehend a set of characteristics related to the act of reading. As children read
on, they develop their intertextual skills and they are trained in becoming
readers.
Training readers is a responsibility shared between the family, school
and the School Library. The family is responsible to promote the contact
between children and books, for giving them access to books and to create
frequent situations in which reading is a shared experience. On the other hand
the school is responsible not only for teaching children how to read but also,
and essentially, for promoting the joy of reading. It is necessary that schools
provide situations that motivate children and that promote the permanent
contact between children and books. Although the School Library is an
organism inside the school itself, it stands out in the role of training readers. It
has a vast responsibility on this matter. The School Library must be dynamized
in order to provide students with interesting and motivational situations which
encourage reading for it is there we can find knowledge sources.
In this work we present the results of an action-research project that intends
to promote reading among children with the envolvment of parents and the
School Library
Supervisão e avaliação da formação: metodologias para a avaliação de competências no processo formativo
Tese de Doutoramento apresentada à Universidade de SalamancaA proposta de investigação que aqui apresentamos resulta da conjugação da pertinência e actualidade de uma problemática com um interesse pessoal antigo. A primeira resulta da curiosidade em relação ao modo como as competências avaliativas disponíveis no actual mercado da formação têm vindo a evoluir, designadamente tendo em conta emergência de novas formas de organização da formação - e-learning e formação-acção - e com elas novas preocupações quanto ao modo como se avalia. Quanto ao interesse pessoal antigo, esse decorre das funções que temos vindo a desempenhar no âmbito da formação profissional, em particular no que diz respeito a uma dimensão que reputamos de central - a avaliação. A preocupação com a dimensão avaliativa da formação deriva do próprio amadurecimento da formação profissional em Portugal e da progressiva criação de um sistema de formação contínua (regulamentado pela actual DGERT e iniciado com organismos como os extintos INOFOR e IQF - Instituto para a Qualidade na Formação), no âmbito do qual a avaliação se tem assumido como um domínio de intervenção cuja importância parece ser inversamente proporcional ao modo como tem sido passada à prática. Esta preocupação encontra fundamento na escassa percentagem de entidades formadoras (apenas 5% das entidades que se candidataram à acreditação junto do IQF, antecessor da actual DGERT – Direcção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho) no domínio do acompanhamento e da avaliação. Há, a este respeito, um enorme consenso na sociedade portuguesa. É hoje aceite generalizadamente que importa reformular o próprio modo como a formação é encarada, sendo que essa aceitação resulta da tomada clara de consciência de que tem havido “insuficiente enfoque na qualidade dos efeitos e na eficiência e sustentabilidade das operações co-financiadas” (MAOTD, 2007). O documento elaborado pelo Governo, enquadrador do Quadro Comunitário de Apoio 2007-2013 (QREN), refere claramente como questão-chave a de criar condições para que “os esforços de qualificação dos portugueses e de modernização das organizações não se limitem à transferência de recursos e 12 responsabilidades operacionais, mas que sejam essencialmente focalizados nos resultados a atingir” (idem:53). Reconhece-se que, no essencial, os anos que decorreram desde 1986 têm gerado algumas ineficiências em termos de investimentos públicos e comunitários, pela “exagerada atenção atribuída aos requisitos formais exigidos nos processos de apresentação e apreciação de candidaturas a co-financiamento, que frequentemente se sobrepõem à clarificação dos objectivos e resultados que os proponentes pretendem atingir e, ainda, ao acompanhamento da execução das operações apoiadas” (idem: 52). “ De facto, das questões exclusivamente relacionadas com a eficiência da formação tem-se vindo a passar a uma outra preocupação, mais centrada na eficácia e nos resultados. Complementarmente, importará que sejam criadas condições para a “disseminação de boas práticas”, acompanhadas de sistemas de monitorização, avaliação e benchmarking, uma vez que são instrumentos que contribuem para o reforço da aprendizagem colectiva. A necessidade de orientação estratégica dos projectos a financiar e executar, centrando mais as preocupações nos fins do que nos meios, traz, assim, à tona a questão da avaliação como sendo uma (senão mesma a) peça central dos esforços formativos. Essa ideia é recorrente no documento enquadrador do QREN 2007-2013 “ …as avaliações devem ser levadas a cabo antes, durante e após o período de programação” (MAOTD, 2007:109). “ …as avaliações têm como objectivo melhorar a qualidade, a eficácia e a coerência da intervenção dos fundos e a estratégia e execução dos programas operacionais …” (ibidem) Simultaneamente, a centralidade actual do conceito de competência e a incontornável vontade governativa de a certificar são igualmente reorientações de fundo que vêm alterar o modo como se diagnostica necessidades de formação, se planeia e, por maioria de razão, se concebem e passam à prática estratégias avaliativas. Não será, portanto, por acaso que, de entre as várias formas de organização da formação, a aposta para o quadro de vigência do QREN consista menos em formação de tipo presencial e mais em modos alternativos de gerir os esforços 13 formativos, com especial ênfase atribuída à formação-acção e à formação à distância em regime de e-learning. Ora, é neste contexto de preocupações que se insere a presente proposta de investigação. Ao longo dos últimos anos, temos tido a grata oportunidade de coordenar projectos de avaliação externa de programas de formação, monitorar acções de formação destinadas a formadores e professores, trabalhar no terreno, supervisionando estágios na formação inicial de professores e apoiando o trabalho de formadores, desde os momentos do diagnóstico de necessidades até à avaliação da eficácia da formação e publicar resultados de investigações realizadas no domínio do diagnóstico, do planeamento, das metodologias pedagógicas e, sobretudo, da avaliação da formação. Este tipo de trabalho temnos permitido confirmar suspeitas, despertar curiosidades e reforçar vontades, constituindo, por isso, a força motriz deste doutoramento.(retirado da introdução)
No cruzamento de múltiplas exclusões
194 f.Intervir num campo como este é criar o desejo de mudança e/ou participar numa mudança desejada. Não é possível transformar uma comunidade sem que a transformação vá acontecendo em cada pessoa que a constitui. Este estudo, com afinidades metodológicas com a Investigação-Acção, é uma nota da consciência de que “Mudar é difícil mas [também de que] é possível” .
Temos como pano de fundo uma sociedade governada por um capitalismo globalizado, onde sabemos que coexistem, em contextos de múltiplas complexidades, a riqueza desregulada e os “cidadãos” (?) objecto de diversas exclusões.
Narram-se neste trabalho histórias reais e vivas; consegue-se captar efeitos de discriminações várias; exteriorizam-se sentimentos tão profundos como as feridas da injustiça mas dá-se voz ao pensamento e ousa-se sonhar. Conversa-se, lê-se e escreve-se sem medo de usar o verbo. Tudo isto é vivido por pessoas que já arriscaram tudo, que constam na lista dos mais vulneráveis. São pessoas que, mais do que viverem em contextos de risco, vivenciam situações de múltiplas exclusões.
Neste trabalho apresenta-se o resultado de uma investigação e de uma intervenção que aspiram, por um lado, à aquisição de um conhecimento mais aprofundado sobre a maneira como aquelas pessoas conjugam essas exclusões e, por outro, demonstrar algumas potencialidades de uma acção negociada com a “comunidade” (?) em estudo. A investigação e a intervenção realizadas pretendem, de alguma forma, constituir um contributo para o empowerment de pessoas objecto de múltiplas exclusões.To intervene in a field such as this is to create the desire to change and/or to participate in a desired change. It's not possible to transform a community without this transformation happening within each person who belongs to it. This study, with affinities with the Investigation-Action methodology, is a note of the awareness that “Changing is difficult but [also that] it is possible” .
As background we have a society ruled by a globalized capitalism, where we know deregulated wealth to coexist with “citizens” (?) who are subject to various forms of exclusion, in contexts of multiple complexities.
In this paper people narrate real, live stories; capture effects of several forms of discrimination; externalize feelings as deep as the injuries of injustice, but also give voice to thoughts and dare to dream. People talk, read and write without fear of using words. These are people who have already risked everything, who are among the most vulnerable, and who, more than living in contexts of risk, experience situations of multiple forms of exclusion.
This paper presents the result of an investigation and an intervention that aspire, on the one hand, to the acquisition of a deeper knowledge about how those people interweave these forms of exclusion and, on the other hand, to show some potentialities of an action negotiated with the “community” (?) being studied. The investigation and the intervention performed intend, in a way, to be a contribution to the empowerment of people who are subject to multiple forms of exclusion
Saberes e contextos na aquisição da leitura: o sucesso da utilização do método multissensorial
61, [20] f
A musicoterapia na socialização das crianças com perturbação do espectro do autismo
O presente projecto situa-se na Pós-Graduação em Ensino Especial, e tem como objectivo compreender de que forma a musicoterapia pode contribuir para a socialização de crianças com autismo.
Esta é uma importante técnica de terapia que utiliza a música com o objectivo de desenvolver as potencialidades da criança, através da utilização de métodos e técnicas específicas, que a ajudam a desinibir-se e a envolver-se socialmente, dando-lhe espaço para novas aprendizagens.
Com o conhecimento que temos desta problemática, e do facto de elas deverem estar na escola, juntamente com os seus pares, onde devem ser estimuladas para que as suas capacidades e potencialidades sejam desenvolvidas, a musicoterapia pode ser um importante veículo para a sua estimulação e integração plenas, uma vez que desenvolve as suas competências sociais
Tecnologias dos mais pequenos
"É um manual útil e fundamental para iniciar (ou aperfeiçoar) um conjunto de estratégias e soluções dinâmicas que tenham como objectivo implementar actividades que pretendam facilitar aprendizagens ou modificar e influenciar a forma de estar, de pensar, de trabalhar e, inevitavelmente, a forma de aprender, desde a 1ª infância." Henrique Santos
. - As Tic na creche: os desafios do futuro imediato / Henrique Santos. - Do educador para educador: a partilha de materiais e actividades que fazem da tecnologia mais um brinquedo em creche. - Para onde vai a Bee-bot?. - A Bee-bot vai para casa. - A crescer e a registar tenho uma história para contar (Álbum falante pequeno). - O que temos na cozinha? (Álbum falante pequeno). - Contando e recontando a história...(Álbum falante pequeno). - O livro falante (Álbum falante pequeno). - Queres vir à nossa festa? (Microfones). - Queres ouvir a minha história? (Cartões falantes). - Como é o meu corpo (Cartões falantes). - Jogo do segredo (Rodelas falantes). - Eu e os meus amiguinhos (Rodelas falantes). - Que materiais podem existir na casinha? (Recursos do dia-a-dia). - "É um manual útil e fundamental para iniciar (ou aperfeiçoar) um conjunto de estratégias e soluções dinâmicas que tenham como objectivo implementar actividades que pretendam facilitar aprendizagens ou modificar e influenciar a forma de estar, de pensar, de trabalhar e, inevitavelmente, a forma de aprender, desde a 1ª infância." Henrique Santos. - As actividades contidas nesta publicação espelham algum do trabalho desenvolvido na unidade curricular de "Tecnologias em Educação" da Pós-Graduação de Educação da Criança em Creche, na Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti
Surdez, análise das narrativas surdas em contexto escolar
187 f.Tendo em atenção que as dificuldades na leitura e na escrita são uma das causas do insucesso escolar da maioria das crianças surdas a nossa investigação centra-se no estudo dos motivos que podem influenciar o seu desenvolvimento linguístico na Língua Portuguesa. Conscientes da necessidade de limitarmos o campo de investigação, focalizamos a nossa atenção na influência que as modalidades linguísticas e as metodologias de ensino têm nas narrativas dos alunos surdos em contexto escolar. Como tal no enquadramento teórico abordamos conceitos, ideias, princípios que de uma forma ou de outra estão relacionados com a educação de surdos nomeadamente as que derivam do novo paradigma sócio antropológico com relevo para a situação portuguesa. Numa tentativa de arranjar uma amostra significativa e diversificada desenvolvemos o nosso trabalho em cinco escolas com o total de 51 alunos, 23 de modalidade linguística oral e 28 de Língua Gestual Portuguesa e ainda recolhemos entrevistas com 15 professores. Fizemos a aplicação de uma prova de linguagem escrita que foi um dos instrumentos usados para dar resposta à nossa pergunta de partida. Avaliámos individualmente o desempenho linguístico e tentamos esboçar uma comparação desse desempenho entre dois grupos. A análise dos resultados obtidos permite-nos apontar a permanência de grandes lacunas nas produções narrativas das crianças surdas levando-nos a questionar as metodologias e opções usadas na sua educação. a confrontação da informação recolhida e a sua análise confrontada com as leituras efectuadas e com a nossa experiência profissional, teve como intenção perceber os contextos actuais no sentido de ajudar a encontrar novas respostas para as dificuldades dos surdos