Universidade Estadual da Paraíba (UEPB): Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas
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    O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE NAS ESCOLAS DE TEMPO INTEGRAL DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO ESPÍRITO SANTO

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    Este estudo objetiva refletir sobre a organização do Atendimento Educacional Especializado - AEE em escolas de tempo integral, a partir da experiência da Secretaria de Estado da Educação do Espírito Santo -SEDU. O AEE foi legalmente orientado em 2009 para ser ofertado no contraturno, num contexto em que escolas de tempo integral eram exceções. Porém, com o Plano Nacional de Educação (PNE) – 2014-2024 a educação em tempo integral foi estabelecida como meta para toda a Educação Básica, tendo os estados e municípios também a necessidade de a preverem em seus planos, ocorrendo assim a sua expansão. Pesquisamos leis, decretos, portarias e diretrizes que tratam do assunto, disponíveis nos sites oficiais do Ministério da Educação e Cultura - MEC, da SEDU, Conselho Estadual de Educação - CEE e outros, caracterizando assim nossa pesquisa como pesquisa documental/bibliográfica. Verificamos que a SEDU, por meio da Assessoria de Educação Especial – ASEE, definiu em suas Diretrizes Operacionais para a Educação Especial – 3ª versão 2023, que o AEE nas escolas de tempo integral fosse ofertado no horário das aulas de Estudo Orientado – EO, componente integrador da Parte Diversificada do Currículo do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Mediante esse novo contexto, o tempo integral e o AEE, além de compartilhar a experiência da Rede Estadual do Espírito Santo, trazemos provocações sobre o estabelecido na legislação e a necessidade de estudo e acompanhamento dos modelos de oferta a serem implementados pelas redes

    “NINGUÉM CAMINHA SOZINHO” DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO E PERMANÊNCIA DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: CAMINHOS FORMATIVOS POR ENTRE FIOS E TEIAS DE SIGNIFICADOS

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    Este artigo apresenta reflexões construídas em um estudo pós-doutoral realizado na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), no Programa de Pós-Graduação/Mestrado em Educação - POSEDUC. Discute a Democratização do acesso e permanência de estudantes com deficiência no ensino superior. O estudo intencionou compreender os caminhos formativos, por entre fios e teias de significados, do acesso e permanência de estudantes com deficiência no ensino superior. A abordagem de pesquisa adotada foi a qualitativa, a partir do aporte teórico do método (Auto)Biográfico, centrado na construção, compreensão e interpretação das narrativas na dimensão reflexiva/autoformativa de uma discente egressa do curso de Serviço Social-UERN. Mestre em Educação, de camada popular e com deficiência, acompanhada pela Diretoria de Políticas e Ações Inclusivas (DAIN), órgão suplementar da UERN. Sobressaem-se em suas falas a importância das políticas de democratização ao acesso e permanência de estudantes com deficiência fomentadas pela UERN, através das ações da DAIN. A análise das narrativas revelou, ainda, que ao implicar-se em ações para a diversidade, inclusão e respeito à diferença, com sua prática para além dos muros da universidade, a referida instituição tem efetivado de modo profícuo a democratização do acesso e a permanência destes estudantes no ensino superior. O estudo aponta a consolidação perene da UERN como instituição socialmente referenciada, inclusiva e includente, ao propiciar a construção de competências técnicas, profissionais e pessoais edificantes, propulsores de êxito.  Acresce-se a isso a possibilidade quanto à participação dos discentes com deficiência nos seus diversos espaços de sociabilidade e sua efetiva inserção no mercado de trabalho, contribuindo para a confiança, autoestima, autonomia e empoderamento desses sujeitos

    PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS NO CONTEXTO DA PANDEMIA: ANÁLISE DO ESTADO DE MINAS GERAIS

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    A disseminação do COVID-19 acarretou transformações sociais, educacionais e pessoais em decorrência do isolamento e distanciamento social. Durante mais de um ano as escolas precisaram se reinventar e buscar novas alternativas para que o processo de ensino não ficasse estagnado. Os governos estaduais buscaram alternativas em meio ao caos da pandemia para não interromper os estudos dos alunos das redes públicas de ensino, ações que muitas vezes receberam inúmeras críticas. Essa nova modalidade de educação trouxe à margem a questão da desigualdade social e enfatizou a inclusão como uma realidade presente e que precisa de um olhar atencioso diante das práticas pedagógicas inclusivas adotadas com os respectivos alunos. O objetivo desse artigo é contextualizar o processo de inclusão enfatizando as práticas pedagógicas inclusivas no período da pandemia,com enfoque para o Estado de Minas Gerais. A revisão bibliográfica apresentou diversos pontos de destaque como o processo de inclusão escolar, a práticas pedagógicas inclusivas e as práticas pedagógicas na pandemia no Estado de Minas Gerais. Conclui-se que o período pandêmico e o isolamento social proporcionou a criação de novas práticas pedagógicas inclusivas e a necessidade de adequação dos PETs ao currículo e as necessidades dos estudantes com deficiência

    REFLEXÕES SOBRE O PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO (PEI) NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA

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    Este ensaio teórico tem como finalidade discutir sobre o Plano Educacional Individualizado (PEI) no processo de inclusão escolar de alunos com deficiência, abordando suas principais estratégias e benefícios. O PEI tem o papel de garantir que cada estudante receba atendimento educacional adequado às suas necessidades específicas. Sua implementação traz inúmeras vantagens tanto para o desenvolvimento do estudante quanto para a prática docente e o convívio escolar. Como aspecto metodológico foram utilizados a pesquisa bibliográfica. A discussão é embasada em autores como Bueno (1999) e Glat (2018),  Pletsch e Glat (2013), Marfin e  Bzuneck (2018) e Salles e Alves (2016) que abordam sobre as concepções teóricas e metodológicas do Plano Educacional Individualizado -PEI e a importância da sua utilização na prática pedagógica do professor na perspectiva de conduzir o processo de desenvolvimento do estudante com deficiência de forma significativa. A legislação que trata sobre o tema também é utilizada, tais como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica e dados do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais -INEP. Com base na discussão, destaca-se que a implementação adequada do PEI proporciona benefícios significativos para o desenvolvimento do aluno com deficiência, bem como para a prática pedagógica do professor. O PEI permite a adaptação do currículo e das atividades de acordo com as necessidades específicas de cada aluno, promovendo uma aprendizagem mais efetiva

    FERRAMENTAS TANGÍVEIS DIGITAIS E NÃO DIGITAIS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM MAPEAMENTO SISTEMÁTICO

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    Este trabalho descreve um mapeamento das pesquisas publicadas nos últimos 10 anos sobre interfaces tangíveis digitais e não digitais voltadas para pessoas com deficiência visual. O objetivo principal é investigar a produção atual na área de interfaces tangíveis destinadas a esse público. O mapeamento foi conduzido por meio de 9 repositórios de busca, utilizando strings de busca em inglês e português. Os resultados indicam que, embora existam trabalhos recentes nesse domínio, a quantidade de publicações ainda é reduzida, especialmente no campo da Computação, sugerindo oportunidades de pesquisa a serem exploradas

    EXPLORANDO AS CONTRIBUIÇÕES DA INTEGRAÇÃO ARTE-CIÊNCIA NA PROMOÇÃO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

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    Este artigo analisa e destaca o potencial da integração entre arte e ciência como uma ferramenta para promover a educação inclusiva. A integração entre esses dois campos oferece oportunidades para abordagens pedagógicas que atendem às necessidades variadas dos alunos, especialmente aqueles com diferentes habilidades e estilos de aprendizagem. A natureza deste estudo fundamentou-se em uma abordagem qualitativa, especificamente de caráter exploratório-descritivo, utilizando a metodologia qualitativa da revisão bibliográfica. As informações coletadas foram sintetizadas e estruturadas de forma a organizar os resultados, segundo a análise de conteúdo de Laurence Bardin. Ao explorar as interseções entre arte e ciência, o artigo destaca como essa união pode estimular a criatividade, a resolução de problemas, senso crítico e a compreensão integral do mundo, fomentando um ambiente educacional inclusivo e diversificado. São destacadas estratégias que podem contribuir para promoção de abordagens mais contemporâneas e inclusivas no processo de ensino e aprendizagem atual

    COMUNICAR É POSSÍVEL: O USO DO DISPOSITIVO GERADOR DE FALA PARA PESSOAS COM AUTISMO

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    Pessoas com diagnóstico de autismo podem apresentar dificuldades significativas na sua comunicação e interação social, podendo inclusive nunca desenvolver fala. Diante disso, o objetivo desse estudo foi refletir como o uso do dispositivo gerador de fala (DGF), enquanto recurso de comunicação aumentativa e alternativa (CAA) agregado de um sistema robusto de comunicação, pode apoiar a comunicação de pessoas com autismo que apresentem necessidades complexas de comunicação (NCC). A discussão é proveniente de uma revisão narrativa acerca do uso do DGF enquanto ferramenta de CAA que pode ser utilizada em diversos ambientes sociais, inclusive na escola. Pesquisas apontam para o uso promissor do DGF enquanto recurso da tecnologia assistiva uma vez que alguns podem ser personalizados de acordo com o perfil do seu usuário, auxiliando a pessoa com NCC a expressar seus desejos, necessidades, sentimentos, pensamentos e ideias. Com o avanço da tecnologia, facilidade de transporte e boa aceitação social, nos parece que o DGF é mais um recurso com potencial para apoiar a comunicação de pessoas com esse diagnóstico

    PROCESSOS DE UMA PESQUISAFORMAÇÃO: NARRATIVAS DE PROFESSORAS SOBRE O CONCEITO DE INCLUSÃO E COMO SE VEEM NESTA PERSPECTIVA REGISTRADAS NUM DIÁRIO DE ITINERÂNCIA

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    Esta composição se vincula a escrita que apresento e aprofundo parte dos registros de três encontros realizados durante a pesquisa de mestrado defendida no PPFGedu – FFP/UERJ – pelo programa Processos Formativos e Desigualdades Sociais da UERJ/FFP, delimitando pistas e questões para o desdobramento da pesquisa de doutorado que implica em cartografar a relação entre política pública sobre/da Educação Especial no município de Niterói/RJ, e as experiências de mediação escolar de professores de apoio educativo especializado e egressos da Faculdade de Formação de Professores da UERJ”. O artigo apresentando busca nas memórias do vivido, escrito, e documentando, pistas para delimitar o problema/questão de pesquisa da doutoranda. Busquei nas narrativas da pesquisa formação realizada, inspiração para dialogar com leituras e questões produzidas na disciplina Questões Contemporâneas da Educação, ministrada no 1 semestre do Doutorado em Educação do PPGedu-FFP/UERJ. Do ponto de vista da estrutura metodológica, lancei mão do diálogo com textos de dois autores lidos no percurso das aulas, procurando construir ilações e atravessamentos entre os artigos lidos e o seu problema investigativo no Doutorado. A problematização dos artigos de Paulo Freire e Fernando de Azevedo serviram como dispositivos de problematização argumentação sobre a as relações entre Educação e Sociedade, especialmente sobre processos de formação docente e sua historicidade no Brasil. Além de possibilitar um vínculo explicito com a relação Educação Especial e sociedade no Brasil, através da argumentação sobre o papel do Estado e dos /das docentes no longo e complexo processo de inclusão educacional no país

    OS SURDOS SUPERDOTADOS NO BRASIL: LEVANTAMENTO E ANÁLISE BIBLIOGRÁFICOS

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    Surdo é o sujeito com perda auditiva que não quer ser caracterizado pela deficiência auditiva, mas sim pela sua condição de fazer parte de um grupo minoritário, com uma cultura e língua próprias – a Libras, e este sujeito também pode apresentar três características específicas: habilidade acima da média dos seus pares, em uma ou mais áreas; comprometimento com a tarefa; e criatividade em diferentes tipos de inteligências: linguística, lógico-matemática, espacial, musical, corporal cinestésica, interpessoal, intrapessoal, naturalista e a inteligência existencial. Assim, a surdez associada à superdotação é chamada de dupla excepcionalidade. Esta pesquisa apresenta os resultados de um levantamento bibliográfico realizado através de buscadores da internet, utilizando-se de palavras relacionadas à área da surdez e da superdotação, bem como uma análise dos documentos encontrados. Como resultado foi obtido um total de apenas nove publicações em língua portuguesa entre os anos de 2006 e 2017. Após a leitura dos documentos, observou-se que, mesmo após cursos de capacitação, os professores ainda apresentaram resistência em assimilar que surdez não significa deficiência intelectual e que o superdotado não é só aquele que apresenta um bom rendimento acadêmico. Que a quantidade de surdos superdotados pode ser maior do que dizem os especialistas. Que meninas igualmente podem ser superdotadas. A intenção principal deste trabalho é chamar a atenção para a área da surdez e superdotação que apresenta poucos trabalhos publicados e pouca divulgação, mas que tem um público que faz parte de uma minoria linguística e que pode estar em sofriment

    USO DE PLANTAS MEDICINAIS NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DA PARAÍBA, BRASIL : UMA REVISÃO NARRATIVA

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    Este artigo revisa o conhecimento tradicional sobre plantas medicinais em comunidades quilombolas do agreste e sertão paraibano, incluindo Senhor do Bonfim, Caiana dos Criolos, Sítio Matias, Grilo, Serra Feia e Mituaçu. A pesquisa se baseia em estudos anteriores que destacam o uso de plantas como Croton argyrophylloides (caçatinga), Mentha piperita (hortelã miúdo), Aloe vera (babosa) e Chenopodium ambrosioides (mastruz). A metodologia qualitativa integrou 9 artigos selecionados a partir de bases como PubMed, Scielo e BVS, utilizando palavras-chave relacionadas à etnobotânica e comunidades quilombolas. Os resultados mostram uma grande diversidade de plantas usadas, com algumas sendo comuns em todas as regiões estudadas, como a caçatinga e o hortelã miúdo. A tradição de intercâmbio de conhecimentos entre comunidades e ancestrais facilita a preservação e transmissão desses saberes, essenciais para o bem-estar comunitário e cultural

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