Portal de Periódicos da UENP (Universidade Estadual do Norte do Paraná)
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FORMAÇÃO DE MEDIADORES DE LEITURA DE LITERATURA INFANTIL: ALGUNS CONHECIMENTOS DE BASE
O presente texto tematiza a importância da experiência leitora e mediadora, bem como as especificidades da textualidade e da ação leitora implicadas na realização de uma experiência de mediar a aproximação do leitor ao texto literário. Para balizar essa discussão parte-se da pergunta: quais conhecimentos servem de base para o desenvolvimento de mediadores de leitura literária? Elabora-se a resposta a partir da análise das ações e conhecimentos entendidos como necessários para o fazer da mediação da leitura literária e que foram base para a organização de um curso de extensão. Dentre os conhecimentos elencados nas análises deste texto, sobressaem-se os seguintes elementos: 1) a especificidade do texto literário; 2) o ensino da compreensão de leitura literária; 3) a problematização sobre os temas que permeiam os livros literários, mas que não podem ser critério principal de escolha; e 4) a complexidade da ação do mediador para aproximar livro e leitor promovendo a produção de sentidos a partir desse encontro
ENSINO DE ASTRONOMIA E A TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL: UMA PROPOSTA DIDÁTICA
A Astronomia está presente na cultura do ser humano desde os seus primórdios e sempre chamou a atenção das pessoas em qualquer faixa etária, além de ser um dos grandes motores do avanço da Ciência. Apesar da notória importância da Astronomia e de sua presença no currículo de Ciências, o ensino muitas vezes não tem possibilitado a aprendizagem dos conceitos que tangem a Astronomia, como por exemplo, a definição de dias e noites, estações do ano e gravidade, principalmente pela abstração destes e por serem ainda tratados de forma superficial, acompanhados de significativos erros conceituais. Como transformar um ambiente hostil para o processo de ensino-aprendizagem em um ambiente que permita o desenvolvimento cognitivo dos alunos e traga a satisfação profissional para o docente, no sentido de possibilitar aos alunos uma aprendizagem efetiva dos conteúdos astronômicos? Diante disso, o objetivo deste trabalho é apresentar uma sequência didática (SD), como produto educacional, que abrange conceitos astronômicos que fazem parte do currículo da fase final do Ensino Fundamental. Caracterizada como uma pesquisa qualitativa, a SD foi fundamentada na Teoria Histórico-Cultural, que destaca a importância da mediação social na aprendizagem e no desenvolvimento das funções psicológicas superiores, e na relevância da “atividade, ação e operação” (Teoria da Atividade) para a motivação dos alunos e para o processo de desenvolvimento conceitual. Após o desenvolvimento da SD, verificou-se que nem todos os estudantes atingiram os objetivos esperados, mas algo a não desconsiderar foi a ascensão que todos alcançaram, em relação aos conceitos ligados à Astronomia
SEQUÊNCIA DE ENSINO INVESTIGATIVA SOBRE DILATAÇÃO TÉRMICA: UMA PROPOSTA DE ENSINO SOBRE FÍSICA TÉRMICA
A importância da criação e manutenção de ambientes que proporcionem uma sociedade cientificamente alfabetizada tem ganhado cada vez mais espaço no campo da pesquisa em Educação em Ciências. O Ensino de Ciências por Investigação (EnCI) tem se destacado como um potencial promotor da Alfabetização Científica. Trata-se de uma abordagem didática que permite aos alunos a apropriação de formas de construção de conhecimentos por meio do engajamento em práticas características de comunidades científicas disciplinares. Dentre as possibilidades para o desenvolvimento do EnCI, a utilização de Sequências de Ensino Investigativas (SEI) demonstra ser um caminho viável. Nessa perspectiva, este artigo tem por objetivo apresentar uma discussão sobre a estruturação e o desenvolvimento de uma SEI sobre dilatação térmica, analisando as suas relações com as práticas epistêmicas performadas pelos alunos. A pesquisa foi desenvolvida com alunos do 2º ano do nível médio de uma escola pública do Nordeste, durante três encontros virtuais em momentos destinados à disciplina Física, no período da pandemia da Covid-19. A análise considerou categorias de práticas epistêmicas presentes na literatura e outras elaboradas durante a pesquisa. Verificou-se que a estrutura da SEI favoreceu o desenvolvimento de uma variedade de práticas epistêmicas, prevalecendo aquelas inseridas na instância social de comunicação do conhecimento. O artigo também contribui para a reflexão sobre materiais didáticos que se voltam para o favorecimento da Alfabetização Científica a partir de práticas epistêmicas em ambientes virtuais de aprendizagem, fato que ainda se constitui em uma lacuna na produção acadêmica voltada a este conceito
EDITORIAL
Caríssimos(as) leitores(as).É com muita alegria que publicamos o v. 7, n. 1, 2023, da REPPE: Revista do Programa de Pós-Graduação em Ensino da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Campus de Cornélio Procópio. Esta edição conta com 13 artigos, sendo onze artigos vinculados à seção de Produtos Educacionais e dois artigos relacionados à seção de Revisão Teórica.No primeiro artigo, Dias et al. propõem um guia do educador, um roteiro-base de aula para professores do 7º ano do Ensino Fundamental que queiram se utilizar da série animada Ozzy e Drix para auxiliar em suas aulas de Ciências/Biologia. Os autores sugerem que mídias audiovisuais, como a série proposta, atuam na transmissão de informações tanto de forma visual quanto auditiva, atraindo mais a atenção do estudante e permitindo uma efetiva consolidação do processo de ensino-aprendizagem.Blanco et al., no segundo artigo, propõem uma reflexão acerca da metodologia de aprendizagem ativa do tipo oficina de estudos, especificamente a partir da estratégia definida como “Aula Leve”, avaliando que esta contribui para o desenvolvimento da autonomia e autoria de estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, tornando-os sujeitos ativos de sua aprendizagem.Na sequência, no artigo três, Parente, Freitas e Rodrigues relatam o processo de construção de um produto educacional, um caso denominado “O julgamento do boto”, baseado em narrativas reais no contexto amazônico, a respeito do boto-rosa.O quarto artigo, de Sena et al., apresenta um produto educacional composto por um Calendário Tátil associado a representantes da fauna aquática amazônica como um recurso didático alternativo para o ensino multidisciplinar de pessoas com deficiência visual.Pereira et al., no quinto artigo, apresentam uma proposta e o processo de validação de um material didático sobre o tema plantas medicinais, elaborado com base na metodologia dos Três Momentos Pedagógicos, o qual está organizado em seis etapas, que envolvem o encadeamento a uma pesquisa histórico-cultural dos chás e sugestões de leituras complementares de apoio ao professor, atividades para levantar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre o tema, o estudo teórico e laboratorial da composição química dos chás, a elaboração de exsicatas, com plantas dessecadas identificadas, e uma proposta para síntese coletiva com questões norteadoras.No artigo seis, Alves, Magagnin e Maciel apresentam a produção de um jogo digital com crianças com e sem deficiência por meio do Design Participativo no contexto escolar. O jogo digital Thilly, em uma missão perigosa, foi produzido por meio da coletividade e da colaboração entre estudantes, pesquisadores e acadêmicos das áreas de Computação, Design e Pedagogia.O artigo sete, de Scolaro e Silva, descreve um produto educacional na forma de uma sequência de atividades para ensinagem dos sistemas de equações polinomiais do 1º grau com duas incógnitas, conforme os três momentos da sala de aula invertida: antes da aula, durante a aula e depois da aula.Alves e Miola, no oitavo artigo desta edição, objetivaram identificar como as disciplinas que abordam as tecnologias digitais (TD) são organizadas nos currículos de licenciatura em matemática no Mato Grosso do Sul, por meio da análise dos ementários dos Projetos Pedagógicos de Cursos.Na sequência, no artigo nove, Santos e Campos, avaliaram a contribuição de uma sequência didática construída com base na metodologia de ensino por resolução de problemas para o desenvolvimento de conceitos relacionados à galvanoplastia, considerados na literatura como de difícil compreensão pelos estudantes. No décimo artigo, Brizi, Broietti e Souza analisaram a utilização da prova escrita com cola, como recurso à aprendizagem em aulas de Química.Silva e Sudati, no décimo primeiro artigo da edição, desenvolveram uma proposta didática para o ensino médio, utilizando conceitos químicos relacionando-os ao tema “protetor solar”. As atividades são relacionadas ao uso de tecnologias digitais como recursos de aprendizagem, através do site chamado “Linkando a Química”, criado pelas autoras.Depois, Rosse et al., no décimo segundo artigo, realizaram um levantamento bibliográfico sobre a utilização da webconferência no ensino a distância no Brasil.Por fim, no último artigo, Ortiz, Bemme e Vestena identificaram os produtos educacionais construídos por pedagogos nos Mestrados Profissionais em Ensino de Ciências e Matemática da Região Sul do Brasil, discutindo a respeito de sua relevância. Assim, com esta edição da Revista REPPE, esperamos continuar contribuindo com boas reflexões acerca do ensino e que estas sirvam de inspiração para a construção de uma educação cada vez mais crítica, ética e desafiadora.Boa leitura!Cornélio Procópio (PR), 29 de junho de 2023.
EXPERIÊNCIA LEITORA E FORMAÇÃO DOCENTE NO CURSO DE LETRAS: ARTICULAÇÕES ENTRE SABERES E PRÁTICAS PARA O ENSINO DE LITERATURA NA EDUCAÇÃO BÁSICA
Este artigo traz uma reflexão a respeito da importância da formação docente para o processo de implementação e desenvolvimento das práticas de leitura literária na escola básica. Para tanto, propõe que as licenciaturas em Letras procurem articular, em seus currículos e disciplinas, conhecimentos teóricos de literatura, saberes didáticos e experiências leitoras de seus alunos. Discute-se, por meio da problematização de uma prática realizada com estudantes de uma turma de segundo ano de licenciatura em Letras, a necessidade de buscar metodologias e configurações curriculares que efetivem o equilíbrio entre experiência e conhecimento na constituição da ação docente. O estudo aponta uma tendência do estudante de Letras em subvalorizar sua experiência pessoal com a leitura, em favor de uma busca por discursos de autoridade, em geral pouco eficazes para a formação do leitor. Nesse sentido, reitera-se a necessidade de sedebater novas propostas para o ensino de literatura, alinhadas à formação do docente que as conduzirá
O ENSINO DE FÍSICA NO PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS (UPT) DA UFRB: TECENDO ALGUMAS REFLEXÕES
Este artigo tem como objetivo refletir sobre as ações desenvolvidas no ensino de Física do UPT/UFRB, no ano de 2022, de modo a tecer algumas reflexões sobre estas ações e as principais dificuldades enfrentadas em seu desenvolvimento. Para a realização deste trabalho, desenvolvemos uma pesquisa documental e colaborativa, de natureza qualitativa. Para a coleta de dados, foram consideradas as gravações das reuniões mensais de planejamento da área de Física, desenvolvidas pelo coordenador da área juntamente com três professores/monitores, referentes aos meses de junho a novembro de 2022. Estas reuniões foram conduzidas de modo que constituíssem um grupo focal. Os resultados nos mostram que as ações desenvolvidas no ensino de Física contribuíram para trazer diversos benefícios para estes estudantes e para os professores/monitores, dentre estes, destacamos a melhoria no desempenho no ENEM e em vestibulares de universidades públicas baianas; estímulo à continuidade dos estudos e, não menos importante, destacamos a formação dos professores/monitores, uma vez que estes foram envolvidos em um curso de formação, desenvolvido ao longo de todas as etapas do Programa
FANTÁSTICO EM ESTEBAN ERLÉS E CÍRCULOS DE LEITURA DE COSSON: PROPOSTA DE LETRAMENTO PARA O ANO FINAL DO ENSINO FUNDAMENTAL
Favorecer a formação de leitores fruidores, críticos e atuantes na sociedade em que vivem é um desafio constante dos professores de Língua Portuguesa, porque são muitos os fatores que contribuem negativamente para que os alunos não alcancem a proficiência leitora. Especialmente em ano pós-pandêmico, ocorreu aumento da evasão escolar, expressão oral e escrita deficientes e perda de conteúdos devido à desigualdade nas condições de acesso remoto. Este trabalho visou à formação de leitores por meio da concepção metodológica Círculos de Leitura proposta por Cosson (2021), com narrativas de Casa de muñecas (2012), da escritora espanhola Esteban Erlés (2012). A partir da mediação da professora, houve estratégias leitoras de socialização de impressões, percepções, conexões com outros textos e com a vida. Os conceitos teóricos empreendidos foram: Narrativa Fantástica por Todorov (1992), Roas (2014, 2016), Círculos de Leitura por Cosson (2021), etc. Trata-se de uma pesquisa de caráter interventivo e pautada em alguns princípios da pesquisa-ação (TRIPP, 2005), de natureza qualitativa, descritiva e intervencionista realizada no Programa de Mestrado Profissional em Letras (PROFLETRAS) da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), implementada no Colégio Estadual Polivalente, em Feira de Santana na Bahia, com adolescentes do 9ºano do Ensino Fundamental II. Ao término da implementação, verificou-se que os estudantes foram capazes de pensar os sentidos dos textos a partir de suas próprias experiências de vida, desenvolvendo atitudes de politização e sensibilização. Por fim, obteve-se o letramento almejado e houve, no espaço da sala de aula, ações de transformação coletiva e leituras significativas
A POESIA PARA A INFÂNCIA NO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO EM PORTUGAL: REFLEXÃO SOBRE MUDANÇAS NAS ORIENTAÇÕES CURRICULARES NA ÚLTIMA DÉCADA
O papel da poesia para a infância na educação formal tem sido objeto de diversos estudos como os de Balça e Azevedo (2017), Melo (2012) ou Osório (2015) que têm demonstrado a sua secundarização no plano na ação docente no 1.º Ciclo do Ensino Básico. A sua abordagem parece alicerçar-se em práticas tecnicistas, como têm acentuado alguns investigadores, designadamente Butlen (2018) ou Jagher e Mello (2021). Com base no reconhecimento da necessidade de emancipação da abordagem da poesia que vise as suas potencialidades estético-literárias, esta reflexão, enquadrada no âmbito de investigação em doutoramento, com o apoio financeiro da FCT, procura discutir e analisar criticamente as mudanças ocorridas na última década sobre o lugar da poesia nos documentos curriculares, por ocuparem um papel de destaque na orientação do ensino em Portugal. Embora seja reconhecida a importância da Educação Literária na formação de leitores e estejam clarificadas estratégias de exploração de textos narrativos, o texto poético padece de menor incidência de forma focada, revelando certas confusões concetuais sobre as suas finalidades, meios a partir dos quais poderia ser explorado e com ele articulado competências leitoras e literárias. A metodologia utilizada foi a análise documental de seis documentos orientadores/curriculares, incidindo em pontos de comparação sobre os valores intrínsecos e educacionais da poesia. Como aporte teórico, recorreu-se aos contributos de Cervera (1992), Mendoza Fillola (2004), Reis (2001) ou Siméon (2015) como auxílio para compreender a especificidade da linguagem poética e as potencialidades deste modo literário no início da formação de primeiros leitores
(Re)construção de vínculos com a literatura no 6º ano
Ocorrem marcantes mudanças na organização da rotina escolar do 5º para o 6º ano do Ensino Fundamental. As aulas passam a ser ministradas por um professor diferente para cada disciplina, mudam os tempos, as rotinas, as relações professor-aluno, e os conteúdos curriculares aumentam em volume e complexidade. Esta época se associa ao início da puberdade dos estudantes e, consequentemente, a mudanças físicas, psicológicas e comportamentais. À medida em que as crianças crescem e avançam na sua escolarização, os vínculos com a literatura podem ir esmorecendo por diversos motivos, fato que se agravou com o fechamento das escolas pela pandemia de Covid-19 nos anos de 2020 e 2021. Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa-ação de abordagem qualitativa desenvolvida numa turma de 6º ano, no 1º semestre de 2022, após a retomada das atividades presenciais numa escola municipal de Curitiba, com o objetivo de minimizar os impactos da pandemia na formação literária dos estudantes. Uma professora-pesquisadora implementou uma sequência didática de literatura pautada nas contribuições dos estudos do letramento literário e da recepção. Concluiu-se que houve a recomposição daquela comunidade de leitores e a intervenção contribuiu para a formação ou a retomada de laços com a literatura
O HÁBITO DE LEITURA NO SÉCULO XXI: DESAFIOS E PROPOSTAS PARA DOCENTES E MEDIADORES DE LEITURA
Estamos inseridos em um contexto em que a tecnologia é muito mais convidativa para os leitores em formação do que as páginas de um livro. A escola, que é um centro de formação acadêmica e cultural, tem um papel fundamental na criação e no desenvolvimento de um hábito de leitura dos estudantes. Contudo, surge o questionamento: os professores de língua portuguesa realizam esse trabalho de uma maneira realmente efetiva ou tratam a literatura como um aspecto secundário, priorizando as normas gramaticais e utilizando-a como um pretexto para ensinar gramática? Ao longo desse artigo, será possível compreender quais são os impactos que a literatura causa na vida de quem possui um hábito de leitura; quem são os mediadores de leitura ao longo da trajetória de um indivíduo; algumas metodologias passíveis de serem aplicadas em sala de aula, que possuem o objetivo de fomentar a leitura; e, por fim, quais são as políticas públicas que incentivam o a leitura e a escrita dos estudantes brasileiros. Tais tópicos foram desenvolvidos por meio de uma extensa leitura bibliográfica somada ao relato de experiência do autor.Estamos inseridos em um contexto em que a tecnologia é muito mais convidativa para os leitores em formação do que as páginas de um livro. A escola, que é um centro de formação acadêmica e cultural, tem um papel fundamental na criação e no desenvolvimento de um hábito de leitura dos estudantes. Contudo, surge o questionamento: os professores de língua portuguesa realizam esse trabalho de uma maneira realmente efetiva ou tratam a literatura como um aspecto secundário, priorizando as normas gramaticais e utilizando-a como um pretexto para ensinar gramática? Ao longo desse artigo, será possível compreender quais são os impactos que a literatura causa na vida de quem possui um hábito de leitura; quem são os mediadores de leitura ao longo da trajetória de um indivíduo; algumas metodologias passíveis de serem aplicadas em sala de aula, que possuem o objetivo de fomentar a leitura; e, por fim, quais são as políticas públicas que incentivam o a leitura e a escrita dos estudantes brasileiros. Tais tópicos foram desenvolvidos por meio de uma extensa leitura bibliográfica somada ao relato de experiência do autor