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"NÃO, NÃO ME SENTIA REPRESENTADA, NEM UM POUCO": ENTRE IDENTIDADES, DIFERENÇAS, ESCOLA E ENSINO DE BIOLOGIA
In this text, I present a discussion in the thematic field of the process of (re)(de)construction of Identities, Curriculum and Education, in which I highlight and analyze the feeling of students feeling represented in school dynamics as a fundamental part of thinking about these constructions and its expansion possibilities. I start with an interview with five high school students who identify with gender non-binaryism and their perceptions about school to explore which paths Education and Science have taken and selected when it comes to gender and sexuality. I also seek to look at the constructions carried out in classes regarding knowledge about bodies, identities and socialization. With this, I propose an action that questions the positions that schools have taken, in order to rethink the contours in which representative plurality can be worked on.En este texto, presento una discusión en el campo temático del proceso de (re)(de)construcción de Identidades, Currículo y Educación, en el que resalto y analizo el sentimiento de los estudiantes al sentirse representados en la dinámica escolar como parte fundamental de pensando en estas construcciones y sus posibilidades de expansión. Empiezo con una entrevista a cinco estudiantes de secundaria que se identifican con el no binarismo de género y sus percepciones sobre la escuela para explorar qué caminos han tomado y seleccionado Educación y Ciencia en materia de género y sexualidad. También busco mirar las construcciones realizadas en clases sobre conocimientos sobre cuerpos, identidades y socialización. Con esto, propongo una acción que cuestione las posiciones que han tomado las escuelas, para repensar los contornos en los que se puede trabajar la pluralidad representativa.Neste texto, apresento uma discussão no campo temático do processo de (re)(des)construção de Identidades, Currículo e Educação, no qual destaco e analiso o sentimento de pessoas estudantes se sentirem representadas na dinâmica escolar como parte fundamental para pensar essas construções e suas possibilidades de ampliação. Parto de entrevista com cinco estudantes de Ensino Médio que se identificam com a não binaridade de gênero e suas percepções sobre a escola para explorar quais os caminhos a Educação e a Ciência têm percorrido e selecionado quando se trata de gênero e sexualidade. Busco ainda lançar olhar às construções realizadas nas aulas acerca dos saberes sobre corpos, identidades e socializações. Com isso, proponho uma ação questionadora dos posicionamentos que as escolas têm assumido, de forma a repensar os contornos nos quais a pluralidade representativa pode ser trabalhada
e se a universidade fosse nossa? pertencimento, piscina, puteiro, perfis de instagram... e outras coisas com “p”
This article is an exercise in autobiographical experimentation about Education and its relationship with Belonging and the body. I bring as a theoretical foundation of autobiographical production while researching the studies of Glória Anzaldúa, Pedra Homem and Jota Mombaça. To think about the issue of belonging, I establish a dialogue with bell hooks. And, as a trigger, I use records made by Basic Education students as part of an extension project at a public University in the state of Bahia. The records aimed to respond to the provocation: “what is missing from this University for it to be ours?”. From all of this, I compose an autobiographical narrative that, I believe, helps to feel and think about how Education at the University, motivated by Modern Science, has separated body and mind, reserving a place of oblivion, or disappearance, for the former. I do not seek a detailed analysis of each record, but following the bell hooks method of composing stories with concepts, I compose a framework of discussions with dissident epistemologies that can be instruments for questioning. I therefore propose an ethical perspective for scientific production: writing with/about/from the body so that we can educate and belong.Este artículo es un ejercicio de experimentación autobiográfica sobre la Educación y su relación con la Pertenencia y el cuerpo. Traigo como fundamento teórico de la producción autobiográfica mientras investigo los estudios de Glória Anzaldúa, Pedra Homem y Jota Mombaça. Para pensar el tema de pertenencia, establezco un diálogo con los ganchos de campana. Y, como detonante, utilizo registros realizados por estudiantes de Educación Básica como parte de un proyecto de extensión en una Universidad pública del estado de Bahía. Las actas pretendían responder a la provocación: “¿qué le falta a esta Universidad para que sea nuestra?”. A partir de todo ello compongo una narrativa autobiográfica que, creo, ayuda a sentir y pensar cómo la Educación en la Universidad, motivada por la Ciencia Moderna, ha separado cuerpo y mente, reservando para el primero un lugar de olvido o desaparición. . No busco un análisis detallado de cada registro, pero siguiendo el método bell hooks de componer relatos con conceptos, compongo un marco de discusiones con epistemologías disidentes que pueden ser instrumentos de cuestionamiento. Propongo entonces una perspectiva ética para la producción científica: escribir con/sobre/desde el cuerpo para que podamos educar y pertenecer.Este artigo é um exercício de experimentação autobiográfica acerca da Educação e sua relação com Pertencimento e corpo. Trago como fundamento teórico da produção autobiográfica enquanto pesquisa os estudos de Glória Anzaldúa, Pedra Homem e Jota Mombaça. Para pensar a questão do pertencimento, estabeleço um diálogo com bell hooks. E, como disparador, utilizo registros feitos por estudantes da Educação Básica no âmbito de um projeto de extensão em uma Universidade pública no estado da Bahia. Os registros tinham como objetivo responder à provocação: “o que falta nessa Universidade para ela ser nossa?”. A partir de tudo isso, componho uma narrativa autobiográfica que, acredito, no ajuda a sentir e pensar como a Educação na Universidade, motivada pela Ciência Moderna, tem separado corpo e mente, reservando um lugar de esquecimento, ou sumiço, ao primeiro. Não busco uma análise detalhada de cada registro, mas seguindo o método de bell hooks de compor histórias com conceitos, componho com epistemologias dissidentes um arcabouço de discussões que podem ser instrumentos ao questionamento. Proponho, assim, uma perspectiva ética para a produção científica: a escrita com/sobre/a partir do corpo para para que possamos educar e pertencer
Movimento estudantil: identidades sexuais e de gênero em trânsito
Neste texto, apresento um ensaio teórico acerca da movimentação de jovens estudantes, no qual destaco o processo educativo desses como privilegiado para socialização das pessoas envolvidas e, logo, para a manutenção ou (des)(re)construção de signos e significados que permeiam suas identidades. Parto de narrativas relatadas por jovens estudantes e egressos do Ensino Médio do Rio de Janeiro que possuem identidades não-binárias para o gênero em entrevistas e, ainda, de narrativas construídas em uma roda de conversa sobre gênero, sexualidade e movimentação estudantil realizada em uma das escolas públicas ocupadas por estudantes no mesmo estado, em 2016. Busco debater a construção realizada no espaço escolar e nos movimentos estudantis acerca dos saberes sobre corpos, identidades e socializações, propondo uma ação questionadora dos posicionamentos assumidos, de forma a repensar os contornos nos quais a pluralidade identitária pode ser vista
Narrativas escolares sobre Teoria Queer: aproximações e distanciamentos
Esse trabalho é resultante de uma pesquisa que lançou olhar sobre o ensino de Biologia, os gêneros não-binários e as possibilidades de trabalho da teoria queer nas salas de aula do ensino médio. Nesse texto, trago uma sucinta argumentação teórica acerca das definições do queer, para então pensar narrativas de estudantes de identidades não-binárias e docentes de Biologia acerca das suas aproximações e percepções sobre tal teoria. Por acreditar nas potencialidades do queer no Ensino de Biologia quando propõe as desnaturalizações, objetivo discutir as motivações e as (im)possibilidades das aproximações e dos distanciamentos escolares que permeiam esses campos de estudo
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
Variations on the Author
“Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship
Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis
We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis
Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts
We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued
use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation
counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more
sophisticated methods
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