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    Dos lugares da filosofia da educação: reforma educacional, praticismo, formação

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Florianópolis, 2013O estudo busca refletir sobre os possíveis lugares da Filosofia da Educação em recente reforma educacional brasileira, tendo como referência pesquisa sobre os currículos dos cursos de Pedagogia da Fundação Carlos Chagas (2009). A partir da constatação diagnóstica de que os cursos são insuficientes na formação prática, discorda da delimitação desta ao âmbito procedimental e da proposta da aplicabilidade como parâmetro de validação da teoria. Reconhece que tal critério é pertinente à melhoria do ?quê? e do ?como ensinar?, porém tem limites ao reduzir a teoria pedagógica ao ensino. Isso significa instrumentalizar ou secundarizar os fundamentos teóricos, entre eles, a Filosofia da Educação. É preciso justificar um conceito mais amplo de prática, que garanta a legitimidade de um núcleo de autonomia da teoria. Para isso, busca na tradição da filosofia crítica, com referência a Marx, Adorno e Horkheimer, recuperar a origem, os contornos e os limites do conceito de práxis. Em Aristóteles esta já apresentava caráter normativo: ação com fim em si mesma. Em Marx, é possível verificar centralidade a partir do debate da teoria da emancipação: como trabalho autoformativo, seu núcleo é atividade sensível; contudo, fragmentada na condição social do trabalho estranhado. A expectativa de unidade é projetada na práxis política como realização da teoria da emancipação; apenas assim a práxis positiva pode ser critério de verdade da teoria. No século seguinte, Adorno e Horkheimer evidenciam, por várias razões, a impossibilidade desta unidade, sobretudo, na predominância da razão subjetiva, a ciência a serviço do controle social, a indústria cultural e a semiformação (Halbbildung). A perda da experiência formativa, segundo Adorno, torna-se o problema social da práxis: em praticismo reproduz o existente. A atividade sensível, o conceito e a experiência buscam abrigo na condição negativa, assim ?teoria é uma forma de práxis?. Com isso, Adorno assegura o duplo caráter da teoria: pertence à sociedade e é autônoma. A teoria pedagógica, também reproduz a sociedade e frente a ela resiste como formadora. Portanto, a relação com a prática apresenta dois sentidos: visa à unidade de identidade no ensino e a uma de tensão aberta à formação (Bildung). A melhoria da formação prática nos cursos de Pedagogia precisa garantir a qualidade em ambos os sentidos, pois são diferenciados e interdependentes. O lugar da Filosofia da Educação pode ser encontrado na justificação de um conceito amplo de formação prática, que, ao mesmo tempo, é por ele justificado; sua prática é reflexiva sobre e na Educação. É importante provocar a tensão entre a promessa contida no conceito da história do pensamento e a experiência da realidade presente, oportunizando a experiência do pensar e a tomada de consciência da própria condição. <br

    Dos lugares da filosofia da educação

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Florianópolis, 2013O estudo busca refletir sobre os possíveis lugares da Filosofia da Educação em recente reforma educacional brasileira, tendo como referência pesquisa sobre os currículos dos cursos de Pedagogia da Fundação Carlos Chagas (2009). A partir da constatação diagnóstica de que os cursos são insuficientes na formação prática, discorda da delimitação desta ao âmbito procedimental e da proposta da aplicabilidade como parâmetro de validação da teoria. Reconhece que tal critério é pertinente à melhoria do ?quê? e do ?como ensinar?, porém tem limites ao reduzir a teoria pedagógica ao ensino. Isso significa instrumentalizar ou secundarizar os fundamentos teóricos, entre eles, a Filosofia da Educação. É preciso justificar um conceito mais amplo de prática, que garanta a legitimidade de um núcleo de autonomia da teoria. Para isso, busca na tradição da filosofia crítica, com referência a Marx, Adorno e Horkheimer, recuperar a origem, os contornos e os limites do conceito de práxis. Em Aristóteles esta já apresentava caráter normativo: ação com fim em si mesma. Em Marx, é possível verificar centralidade a partir do debate da teoria da emancipação: como trabalho autoformativo, seu núcleo é atividade sensível; contudo, fragmentada na condição social do trabalho estranhado. A expectativa de unidade é projetada na práxis política como realização da teoria da emancipação; apenas assim a práxis positiva pode ser critério de verdade da teoria. No século seguinte, Adorno e Horkheimer evidenciam, por várias razões, a impossibilidade desta unidade, sobretudo, na predominância da razão subjetiva, a ciência a serviço do controle social, a indústria cultural e a semiformação (Halbbildung). A perda da experiência formativa, segundo Adorno, torna-se o problema social da práxis: em praticismo reproduz o existente. A atividade sensível, o conceito e a experiência buscam abrigo na condição negativa, assim ?teoria é uma forma de práxis?. Com isso, Adorno assegura o duplo caráter da teoria: pertence à sociedade e é autônoma. A teoria pedagógica, também reproduz a sociedade e frente a ela resiste como formadora. Portanto, a relação com a prática apresenta dois sentidos: visa à unidade de identidade no ensino e a uma de tensão aberta à formação (Bildung). A melhoria da formação prática nos cursos de Pedagogia precisa garantir a qualidade em ambos os sentidos, pois são diferenciados e interdependentes. O lugar da Filosofia da Educação pode ser encontrado na justificação de um conceito amplo de formação prática, que, ao mesmo tempo, é por ele justificado; sua prática é reflexiva sobre e na Educação. É importante provocar a tensão entre a promessa contida no conceito da história do pensamento e a experiência da realidade presente, oportunizando a experiência do pensar e a tomada de consciência da própria condição. <br

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

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    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis

    Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts

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    We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more sophisticated methods

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    koamabayili/VECTRON-author-checklist: VECTRON author checklist

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    We have done our best to complete the author checklist relating to the use of animals in the hut study. Note that the objective for the hut study was to evaluate the IRS treatment applications for residual efficacy against Anopheles mosquitoes, including the local An. coluzzii mosquito population. Cows were only used to attract mosquitoes into the huts and no tests were carried out directly on the cows. The author checklist is intended for use with studies where experiments are carried out on animals, which is why we have had such difficulty in completing this for the hut study, as many of the questions do not relate to how the cows were used
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