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O significado do voto em eleções municipais: análise dos processos de decisão de voto em eleições para prefeito em Itajaí/SC
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Sociologia Políticapresente trabalho constitui-se de uma análise acerca do significado do voto entre os eleitores do município de Itajaí / SC, construída a partir da combinação entre três pesquisas quantitativas e uma pesquisa qualitativa, realizada com tais eleitores, entre julho e setembro de 2004, tendo como foco as eleições de outubro do mesmo ano. Tenta combinar elementos de análise oriundos das principais teorias explicativas do voto - Teoria Sociológica, Teoria Psicossociológica e Teoria da Escolha Racional - e algumas de suas variações encontradas na literatura brasileira sobre o tema, com especial ênfase na avaliação de desempenho dos governos e candidatos, principalmente sob seu aspecto personalista, como importante categoria definidora das escolhas eleitorais
Voto plurimo, voto maggiorato e disciplina dell’OPA (prime “spigolature” esegetiche)
Premessa; voto plurimo e OPA; voto maggiorato e OPA
O exercício da soberania popular pelo voto não-obrigatório: ato de cidadania política consciente
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas. Programa de Pós-Graduação em Direito.Proposta de alteração do dispositivo constitucional que dispõe sobre o voto obrigatório, para que o exercício da soberania popular, por meio do voto, deixe de ser uma obrigação jurídica por imposição do Estado para tornar-se ato de manifestação política decorrente da vontade soberana do eleitor, de forma livre e espontânea. A idéia de afastar a obrigatoriedade do voto ampara-se na assertiva de que: o povo é o titular da soberania; o voto é um direito para os cidadãos exercerem o poder diretamente ou por meio de seus mandatários, e não deve ser obrigatório; o que caracteriza o regime democrático não é o comparecimento do maior número de eleitores nas urnas sob pena de receber punições, mas a existência de liberdade para os cidadãos manifestarem sua vontade política de forma consciente e espontânea; a legitimidade do pleito se ampara no resultado da verdadeira manifestação popular de forma espontânea e não decorrente do voto obrigatório
O tempo da política: a construção do voto no assentamento 18 de Maio
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política.Esta dissertação discute a noção de política e a construção do voto em um assentamento rural composto de integrantes do Movimento Sem Terra, situado na cidade de Herval, Rio Grande do Sul. A partir da pesquisa de campo observa-se quais são os elementos e os símbolos que motivam a escolha eleitoral dos assentados. Assim, dentro de uma perspectiva de trabalho da antropologia da política, debate-se a concepção e a vivência da política desse grupo a partir dos arranjos que estabelece para decidir seu voto. Busca-se compreender que a coexistência de orientações modernas e tradicionais que habitam o campo da política no assentamento, forja um cenário de continuidades e descontinuidades com o passado dos assentados, revelando a presença de sua cultura política que, pautada no favor e na promessa, orienta os apoios e escolhas eleitorais dos assentados, mesmo quando votam em candidatos vinculados ao MST
A ineficácia do voto múltiplo como ferramenta de proteção ao acionista minoritário
TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Jurídicas. Direito.Consiste a presente monografia em análise sobre a aplicação prática do instituto denominado voto múltiplo, com a finalidade de observar sua eficiência como ferramenta de proteção aos acionistas minoritários. Para tanto, desenvolveram-se três estudos preliminares. Inicialmente, verificam-se questões relativas à sociedade anônima objetivando apresentar a imprescindibilidade de a legislação societária tutelar os interesses dos acionistas minoritários. Num segundo momento, estuda-se o funcionamento do Conselho de Administração, as formas de sua composição e a importância de o acionista ter um representante neste órgão. No terceiro estudo preliminar, analisa-se, de forma mais aprofundada, o instituto do voto múltiplo, sua aplicação e todas as consequências dela decorrentes. Após, desenvolvem-se simulações a partir das quais se investigam os resultados da aplicação do instituto em comparação com o voto proporcional simples, com a finalidade de demonstrar a sua eficácia real. Por fim, o trabalho se propõe a oferecer um posicionamento sobre o questionamento que se propõe – é o voto múltiplo ferramenta eficiente para a proteção do acionista minoritário? –, apoiando-se nas constatações colhidas das projeções realizadas
La DC e il voto alle donne
presentazione del volume "La DC e il voto alle donne. Rappresentanza politica e movimento femminile in Campania", a cura di Roberto P. Violi. Napoli, Pisanti, 2010.
Interventi di Giuseppe Acocella, Gabriella Botti, Elvira Chiosi. Conclusioni di Francesco Paolo Casavola
Voto plurimo, voto maggiorato e cooperative
Il contributo esamina la riforma in tema di azioni a voto maggiorato e di maggiorazione del voto nel contesto delle società cooperative, in rapporto al regime del voto capitario e delle eccezioni fino alla riforma consentite
Desiderio e diritto di cittadinanza. Le italiane e il voto
Il volume raccoglie gli atti del Convegno di studi "A cinquant'anni dal voto alle cittadine italiane: valore e significati del suffragismo nella tradizione politica femminile" (Napoli, 6-7 dicembre 1995, Istituto Italiano per gli Studi Filosofici). Attraverso i contributi di varie esperte viene affrontato il tema dell'ambigua cittadinanza delle italiane, nel suo configurarsi lungo il processo di costruzione della democrazia nel nostro Paese. Entro tale percorso appaiono estremamente significative la riscoperta e la rilettura del suffragismo italiano, un movimento rimasto troppo a lungo in ombra nel grande quadro della "storia ufficiale" e della "storia insegnata"
La disuguaglianza digitale in Campania. Un'analisi geografica dei potenziali impatti della misura 1.7.2 del PNRR
Il contributo si propone di esaminare le possibili ricadute che il Piano Nazionale di Ripresa e Resilienza, in particolar modo attraverso l’implementazione della Misura 1.7.2, Missione 1, potrebbe avere sulla disuguaglianza digitale in Campania. La Missione 1, centrata sugli obiettivi di digitalizzazione e innovazione, è stata finanziata con 9,72 miliardi di euro e prevede tre ambiti di intervento: digitalizzazione della Pubblica Amministrazione; innovazione della Pubblica Amministrazione; innovazione organizzativa del sistema giudiziario. La misura più consistente in termini di allocazione delle risorse è rappresentata dalla digitalizzazione della PA, a sua volta composta da sette programmi di investimento e tre programmi di riforma. In questo quadro si colloca l’investimento 1.7.2, dedicato allo sviluppo della Rete dei servizi di facilitazione digitale. Si tratta di punti di accesso fisici, situati presso luoghi di pubblico accesso quali scuole, università, uffici postali, ASL, locali comunali, che forniscono formazione ai cittadini al fine di supportare l’inclusione digitale. Avvalendosi di dati ISTAT, INPS e banche dati di pertinenza dell’ente regionale, l’articolo, dopo aver analizzato caratteristiche e geografia della disuguaglianza digitale in Campania, presenta una valutazione sull’accessibilità e l’utilizzo delle tecnologie digitali da parte della popolazione nelle diverse province. Inoltre, in ordine all’efficacia dell’investimento finanziato dal PNRR per superare gli squilibri territoriali identificati, illustra la peculiare scelta della Regione Campania di adottare un modello di governance centralizzata coinvolgendo nella sub-attuazione, in qualità di società in house, la Fondazione IFEL Campania. Questa rappresenta una scelta singolare nel panorama regionale, considerando che altre Regioni hanno adottato una gestione decentralizzata affidando ai Comuni e, in alcuni casi, agli Enti del Terzo Settore il compito di attuare la misura
Novità e conferme nel voto di preferenza
Il libro si propone di ricostruire il processo elettorale nelle 7 Regioni a statuto ordinario al voto nel 2015. Il capitolo introduttivo ha l’obiettivo di fornire uno sguardo d’insieme delle elezioni confrontandole con quelle del 2010. I temi toccati nel corso del capitolo 1 sono ulteriormente approfonditi nel volume: la partecipazione elettorale (cap. 2); i sistemi politici regionali (cap. 3); il voto di preferenza (cap. 4); l’analisi dei flussi nelle principali città delle regioni al voto (cap. 5) e l’utilizzo delle elezioni primarie per la selezione dei candidati alla presidenza regionale (cap. 6). I singoli casi regionali (capp. 7-13) sono stati analizzati tendendo conto delle principali novità istituzionali e normative; dell’evoluzione del sistema politico regionale nel suo complesso; dell’offerta politica e della struttura della competizione di queste elezioni; delle principali novità, in termini di modalità e contenuti, della campagna elettorale e infine dell’analisi dei risultati elettorali
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