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Avaliação da remoção de amoxicilina e cefalexina da urina humana por oxidação avançada (H2O2/UV) com vistas ao saneamento ecológico
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pós-graduação em Engenharia Ambiental, Florianópolis, 2013A urina humana contém nutrientes (N:P:K) e devido a isto tem sido apontada pelo saneamento ecológico como uma alternativa aos fertilizante convencionais. Entretanto outras substâncias, principalmente os fármacos, podem estar presentes. A maioria dos fármacos é excretada via urina, metabolizados ou na sua forma inalterada. Os antibióticos quando adentram ao meio ambiente podem causar problemas como a resistência microbiana. A AMX e CFX são antibióticos amplamente dispensados no sul do Brasil, além disso, apresentam baixa disponibilidade plasmática, ou seja, são excretados pela urina na forma inalterada. O objetivo deste trabalho é avaliar a remoção de AMX e CFX da urina humana pelo processo de oxidação avançada (H2O2/UV) e a presença dos nutrientes na urina antes e após o POA. Dois tipos de urina foram avaliadas neste trabalho, armazenada (pH 9,33) e fresca (pH 5,83) bem como cinco diferentes concentrações de H2O2 (14,5 29,0; 58,0; 464,0; 928,0 mg.L-1).O tempo de detenção no fotoreator foi igual a 60 min. As concentrações de AMX e CFX foram determinadas a partir de CLAE acoplada a UV. As maiores eficiências de remoção da AMX foram obtidas para as concentrações de 928,0 (77,97%) e 464,0 mg.L-1 (52,25%) de H2O2 em urina armazenada (pH 9,33). Para a CFX não houve diferenças significativas entre as remoções alcançadas em urina armazenada (pH 9,33) e fresca (5,83). Não foram observadas perdas expressivas dos nutrientes nem da matéria orgânica durante o POA por H2O2/UV. Foram realizados ensaios para avaliar a degradação da AMX e CFX em água destilada utilizando às duas maiores concentrações de H2O2. Foram obtidas eficiências próximas a 100% para a concentração de 928,0 mg.L-1 sendo os valores de k 0,0009 s -1 para AMX e 0,0016 s-1 para CFX Abstract: New researches in environmental sanitation suggests that human urine is an alternative to substitute conventionals fertilizers, due to the fact that it contains nutrients (N:P:K). However, most of drugs are excreted in urine, as metabolites or on its unchanged form. Antibiotics, when present in the Environment, can cause problems, such as microbial resistance. Amoxicillin (AMX) and Cephalexin (CFX) are examples of these drugs, widely used across the globe. In addition, over 80% of the administered dose may be excreted in the urine on its unchanged form. This study evaluated the removal of AMX and CFX from human urine by advanced oxidation process POA (H2O2/UV), and the presence of nutrients in urine before and after POA. Two types of urine were evaluated in this study, stored (pH 9.33) and fresh (pH 5.83), as well as five different concentrations of H2O2 (14.5 29.0, 58.0, 464.0, 928.0 mg.L-1). Detention time was equal to 60 min. Concentrations of AMX and CFX were determined by HPLC coupled with UV. The higher removal efficiencies of AMX were obtained in concentrations of 928.0 (77.97%) and 464.0 mg L-1 (52.25%) of H2O2 in stored urine (pH 9.33). For CFX, it was detected no significant differences between the removals achieved in stored (pH 9.33) and fresh urine (5.83). There were no significant nutrient losses and organic matter during POA by H2O2/UV. Assays were performed to evaluate the degradation of AMX and CFX in distilled water for testing the two highest concentrations of H2O2 used in the first experiment. Efficiencies were obtained near 100% for the concentration of 928.0 mg l-1 with k values of 0.0009 s -1 for AMX and 0.0016 s-1 for CFX
Avaliação da interferência analítica de fármacos na determinação de proteínas e cetonas no exame químico de urina: estudos in vitro e in vivo
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Farmácia.Interferências de fármacos em análises laboratoriais podem levar a resultados incorretos, diagnósticos equivocados e procedimentos desnecessários. O exame de urina permite a detecção de processos patológicos intrínsecos e extrínsecos ao sistema urinário, e é importante, sobretudo para diabéticos e pacientes com problemas renais. A partir de interferências em proteínas e cetonas urinárias detectadas em estudo anterior, o objetivo deste trabalho foi aprofundar os estudos de interferência analítica nestes parâmetros utilizando as tiras reagentes Multistix® 10 SG e Combur® 10 Test M, por meio de ensaios in vitro e in vivo. No estudo in vitro tornou-se evidente o potencial interferente de fármacos quinolínicos (derivados de quinina, cloroquina e hidroxicloroquina) e quinolônicos (cloridrato de ciprofloxacino, ofloxacino e levofloxacino) para proteína na tira Multistix ® 10SG e no teste confirmatório com vermelho de pirogalol-molibdato. Fármacos quinolínicos apresentaram interferência em concentrações subterapêuticas. No estudo in vivo, pacientes usuários de captopril apresentaram interferências estatisticamente significativas na detecção de cetonúria, em doses ? 50 mg/dia, mas as interferências não foram necessariamente proporcionais à dose. Para um mesmo paciente, amostras com interferência falso-positiva na tira Multistix® 10SG apresentaram maiores concentrações de captopril na urina (determinadas por método de cromatografia líquida de alta eficiência, adaptado e validado) que amostras sem interferência. Pacientes em uso de ciprofloxacino apresentaram interferências clinicamente significantes na quantificação de proteína urinária com vermelho de pirogagol-molibdato. No estudo transversal, a comparação da frequência de uso de fármacos entre amostras verdadeiro-positivas e falso-positivas para cetona e proteína urinárias não permitiu identificar inequivocamente outros fármacos com potencial de interferência, porém observaram-se associações estatisticamente significativas entre resultados falso-positivos para proteína e uso de cloridrato de metoclopramida, diazepam, dipirona + butilbrometo de escopolamina, heparina ou sulbactam sódico pelo teste de qui-quadrado.Urinalysis allows detection of pathological processes of urinary system (intrinsic and extrinsic), being especially important for diabetics and patients with renal diseases. Drugs interferences in clinical analysis can lead to incorrect results, false diagnostics and unnecessary procedures. The objective of this study was to extend a previous in vitro interference study on urinary protein and ketone interferences, to include analytical reagent strips Test 10 M,Combur R besides Multistix R 10 SG and to perform also in vivo studies. Potential interferences for urinary protein were observed in vitro with quinolinic drugs (quinine sulfate, chloroquine diphosphate, hydroxychloroquine sulfate) and quinolone antibiotics (ciprofloxacin hydrochloride, ofloxacin and levofloxacin) in tests with Multistix R 10SG reagent strip and the pyrogallol red-molybdate assay; quinolinic drugs interfered in subtherapeutical concentrations. By the in vivo study, statistically significant interferences were observed in patients using captopril (. 50 mg/day). Interference magnitudes were not always proportional to the dosage, but considering intrapersonal variations, urinary concentrations of captopril were higher in samples that showed false-positive interference by MultistixR 10SG reagent strip in comparison to samples that did not show these interferences. Samples from patients taking ciprofloxacin presented clinically significant interference for proteinuria in the quantitative analysis performed with pyrogallol red-molybdate. In the transversal study, comparison of reports for used drugs among patients with true-positive and false-positive tests for urinary protein and ketones, did not allow the identification of other potentially interfering drugs, but statistically significant associations were observed between therapy with metoclopramide hydrochloride, diazepam, dipyrone + scopolamine butylbromide, heparin or sodium sulbactam and false-positive results for proteinuria with chi-square test
Avaliação da acurácia diagnóstica do exame de urina na detecção laboratorial de infecções do trato urinário
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Farmácia, Florianópolis, 201
CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS DA SUINOCULTURA, DA INDÚSTRIA TÊXTIL E DE URINA HUMANA PARA APLICAÇÃO COMO FERTILIZANTE
O uso dos resíduos orgânicos na agricultura é uma opção viável do ponto de vista agrícola e econômico em razão da ciclagem de nutrientes. No entanto, questionamentos são efetuados em relação aos impactos ambientais que podem ser gerados. O presente trabalho teve como objetivo quantificar as espécies químicas dos resíduos da suinocultura, da indústria têxtil e da urina humana, na perspectiva de seu reuso como fertilizante na atividade agrícola. Para a determinação das concentrações das espécies químicas, utilizou-se o cromatógrafo de troca iônica aniônica e catiônica e o analisador de carbono orgânico total para as concentrações de carbono das amostras. Os resultados indicaram que os dejetos líquidos suínos (DLS) e a urina humana podem suprir a necessidade de potássio em solos cujo teor de potássio é considerado de valor médio, enquanto o lodo têxtil apresentou valor 9 vezes menor. Para solos com teor muito baixo a aplicação de DLS e urina humana podem ser de 100 m³ ha-1 ano-1, enquanto em solos com teor médio de potássio, o DLS e urina humana tem que ser reduzidos pela metade. No caso do fósforo, a urina humana supre a necessidade quando o teor deste elemento no solo for médio, enquanto no DLS, o valor observado é 20 vezes menor e no lodo têxtil 37 vezes menor. Para atender a necessidade de solos com teor muito baixo, a urina humana pode ser aplicada a 100 m³. ha-1 ano-1, porém o DLS e lodo têxtil não atenderiam esta necessidade
CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS DA SUINOCULTURA, DA INDÚSTRIA TÊXTIL E DE URINA HUMANA PARA APLICAÇÃO COMO FERTILIZANTE
O uso dos resíduos orgânicos na agricultura é uma opção viável do ponto de vista agrícola e econômico em razão da ciclagem de nutrientes. No entanto, questionamentos são efetuados em relação aos impactos ambientais que podem ser gerados. O presente trabalho teve como objetivo quantificar as espécies químicas dos resíduos da suinocultura, da indústria têxtil e da urina humana, na perspectiva de seu reuso como fertilizante na atividade agrícola. Para a determinação das concentrações das espécies químicas, utilizou-se o cromatógrafo de troca iônica aniônica e catiônica e o analisador de carbono orgânico total para as concentrações de carbono das amostras. Os resultados indicaram que os dejetos líquidos suínos (DLS) e a urina humana podem suprir a necessidade de potássio em solos cujo teor de potássio é considerado de valor médio, enquanto o lodo têxtil apresentou valor 9 vezes menor. Para solos com teor muito baixo a aplicação de DLS e urina humana podem ser de 100 m³ ha-1 ano-1, enquanto em solos com teor médio de potássio, o DLS e urina humana tem que ser reduzidos pela metade. No caso do fósforo, a urina humana supre a necessidade quando o teor deste elemento no solo for médio, enquanto no DLS, o valor observado é 20 vezes menor e no lodo têxtil 37 vezes menor. Para atender a necessidade de solos com teor muito baixo, a urina humana pode ser aplicada a 100 m³. ha-1 ano-1, porém o DLS e lodo têxtil não atenderiam esta necessidade.</jats:p
CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS DA SUINOCULTURA, DA INDÚSTRIA TÊXTIL E DE URINA HUMANA PARA APLICAÇÃO COMO FERTILIZANTE
O uso dos resíduos orgânicos na agricultura é uma opção viável do ponto de vista agrícola e econômico em razão da ciclagem de nutrientes. No entanto, questionamentos são efetuados em relação aos impactos ambientais que podem ser gerados. O presente trabalho teve como objetivo quantificar as espécies químicas dos resíduos da suinocultura, da indústria têxtil e da urina humana, na perspectiva de seu reuso como fertilizante na atividade agrícola. Para a determinação das concentrações das espécies químicas, utilizou-se o cromatógrafo de troca iônica aniônica e catiônica e o analisador de carbono orgânico total para as concentrações de carbono das amostras. Os resultados indicaram que os dejetos líquidos suínos (DLS) e a urina humana podem suprir a necessidade de potássio em solos cujo teor de potássio é considerado de valor médio, enquanto o lodo têxtil apresentou valor 9 vezes menor. Para solos com teor muito baixo a aplicação de DLS e urina humana podem ser de 100 m³ ha-1 ano-1, enquanto em solos com teor médio de potássio, o DLS e urina humana tem que ser reduzidos pela metade. No caso do fósforo, a urina humana supre a necessidade quando o teor deste elemento no solo for médio, enquanto no DLS, o valor observado é 20 vezes menor e no lodo têxtil 37 vezes menor. Para atender a necessidade de solos com teor muito baixo, a urina humana pode ser aplicada a 100 m³. ha-1 ano-1, porém o DLS e lodo têxtil não atenderiam esta necessidade
Avaliação do potencial de interferência analítica de fármacos na análise química do exame de urina
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Farmácia.O exame de urina proporciona informações sobre patologias renais e do trato urinário, bem como sobre algumas moléstias extra-renais. Pela sua simplicidade, baixo custo e facilidade na obtenção da amostra para análise, é considerado exame de rotina. Fármacos podem alterar exames laboratoriais por meio de mecanismos farmacológicos, físicos, químicos e metabólicos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial de interferência analítica de 24 fármacos no exame químico da urina. A análise de todos os parâmetros da fita reativa (Multistix® 10 SG Bayer) foi realizada comparando-se os resultados de urinas controles (sem o fármaco) e urinas às quais foram adicionados os fármacos. A metodologia baseou-se em um protocolo adotado internacionalmente para estudos da interferência analítica. Foi realizada a avaliação do potencial de interferência em concentrações consideradas supraterapêuticas, terapêuticas e subterapêuticas, estimadas com base na dose e em dados farmacocinéticos. Não foram detectadas interferências nas concentrações testadas para aciclovir, amoxicilina, atenolol, diclofenaco potássico, lisinopril, tartarato de metoprolol, metronidazol, ofloxacino, piracetam e zidovudina. No parâmetro cetona, foi verificada interferência falso-positiva para o captopril, em concentrações supraterapêutica e terapêutica. O carbonato de lítio apresentou interferência falso-negativa para o parâmetro densidade, no qual captopril, cefalexina, cimetidina, difosfato de cloroquina, bem como os cloridratos de amantadina, ciprofloxacino, efedrina, metformina, metoclopramida, ranitidina e tetraciclina, além dos sulfatos de atropina e quinina, provocaram interferência falso-positiva nas concentrações testadas. No parâmetro glicose houve interferências falso-negativas dos fármacos captopril, cloridrato de ciprofloxacino e difosfato de cloroquina na concentração supraterapêutica. Os fármacos captopril, cimetidina e cloridrato de tetraciclina promoveram interferência falso-negativa no parâmetro hemoglobina, em concentração supraterapêutica; o difosfato de cloroquina interferiu também em concentração terapêutica e o sulfato de quinina nas três concentrações testadas. O pH sofreu interferências positivas na concentração terapêutica do carbonato de lítio e na supraterapêutica da cimetidina, enquanto os cloridratos de ciprofloxacino e tetraciclina, bem como o sulfato de quinina, acidificaram a urina. No parâmetro proteína, o cloridrato de ciprofloxacino e o sulfato de quinina apresentaram interferência falso-positiva só na concentração supraterapêutica, enquanto o difosfato de cloroquina interferiu também na concentração terapêutica. Não foram observadas interferências positivas nos parâmetros bilirrubina, urobilinogênio e esterase de leucócitos. No parâmetro nitrito, nenhuma interferência foi observada. Algumas das interferências analíticas encontradas estão sendo relatadas pela primeira vez, demonstrando a necessidade de mais estudos nesta área. A qualidade das informações do fabricante do produto utilizado foi considerada inadequada, recomendando-se maior cuidado na sua elaboração. The urinalysis provides information about renal and urinary diseases, as well as about some extra-renal diseases. Due to its simplicity and low cost, it is considered a routine examination. Drugs can modify laboratorial results through pharmacological, physical and chemical mechanisms. The objective of this study was to evaluate the potential of analytical interference of 24 drugs in the chemical examination of urine. The analysis of reagent strips# parameters with Multistix® 10 SG Bayer was done comparing the results of control urines (drug free) and drugs supplemented urines. The methodology was based on an internationally adopted protocol for studies of analytical interferences. The evaluation of interference potencial was done in supratherapeutical, therapeutical and subtherapeutical concentrations, which were estimated based on dose and pharmacokinetical data. Interferences were not detected in the tested concentrations to acyclovir, amoxicillin, atenolol, potassic diclofenac, lisinopril, metoprolol tartarate, metronidazole, ofloxacin, piracetam and zidovudine. The parameter ketone showed false-positive interference for captopril in supratherapeutical and therapeutical concentrations. Urine supplemented with lithium carbonate presented false-negative interference in the parameter density. In this parameter captopril, cefalexin, cimetidine, chloroquine difosfate, as well as the hydrochloride salts of amantadine, ciprofloxacin, ephedrin, metformin, metoclopramide, ranitidin and tetracycline, beyond atropine sulfate and quinine sulfate provoked false-positive interference in the tested concentrations. There were false-negative interferences for glucose in urines containing captopril, ciprofloxacin hydrochloride and chloroquine diphosphate in supratherapeutical concentrations. Captopril, cimetidine and tetracycline hydrochlorides promoted false-negative interference in hemoglobin, in supratherapeutical concentrations; chloroquine diphosphate also interfered in therapeutical concentration and quinine sulphate in all the three tested concentrations. Urines spiked with lithium carbonate (therapeutical) and cimetidine (supratherapeutical) presented positive interferences in pH; ciprofloxacin and tetracycline hydrochlorides, as well quinine sulfate diminished urinary pH. In the parameter protein, ciprofloxacin hydrochloride and quinine sulfate presented false-positive interference only in the supratherapeutical concentration, while chloroquine difosfate also interfered in therapeutical concentration. Positive interferences were not observed in bilirubin, urobilinogen and leukocytes esterase. No interference was observed to nitrite. Some of these analytical interferences are being described for the first time, what showed up the necessity of more studies in this field
Dr. Duane M. Jackson, Morehouse College, July 2011
This video is a conversation with Dr. Duane M. Jackson. Dr. Jackson talks about his paper, "Recall and the Serial Position Effect: The Role of Primacy and Recency on Accounting Students' Performance." Jackie Daniel, AUC Woodruff Library, is the interviewer
"Reflections on the subject of Emigration from Europe with a view to Settlement in the United States" By M. Carey.
"Reflections on the subject of Emigration from Europe with a view to Settlement in the United States: containing bried sketches of the moral and political character of those states.
By M. Carey, member of the American philosophical, and of the American Antiquarian Society, and author of The Olive Branch, Cindiciae Hibernicae, essays on banking, on political economy, and on internal improvement.
To which are now added the English editor's comments on the subject; together with Important Advice to Emigrants, and Cautions Against Impositions Practiced in the Outports
Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts
We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued
use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation
counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more
sophisticated methods
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