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    Conversa com o silêncio, de Suely Bispo

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    Resenha autoral de Suely Bispo sobre sua poética

    L’effet Lula, politiques de résistance

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    Rolnik Suely. L’effet Lula, politiques de résistance. In: Chimères. Revue des schizoanalyses, N°49, printemps 2003. Désir des marges. pp. 29-38

    La dame en noir

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    Rolnik Suely. La dame en noir. In: Chimères. Revue des schizoanalyses, N°21, hiver 1994. Félix Guattari — vol 1. pp. 7-12

    As Filhas do vento e o Céu de Suely: sujeitos femininos no cinema da retomada

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    Tese - (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2010O objeto de estudo desta pesquisa são os filmes As filhas do vento (2005) de Joel Zito Araújo e O Céu de Suely (2006) de Karim Aïnouz. O ponto forte desta investigação está em ver/ler nas entrelinhas do texto visual, como se dá a representação do sujeito feminino em condição de exclusão social e como ocorrem as estratégias de (micro)poder relacionadas a esses sujeitos. Tendo o gênero como categoria de análise, teorias feministas estão no embasamento teórico da pesquisa. A partir das concepções sobre o sujeito feminino, isto é, o sujeito do feminismo e a conceituação de Tecnologia de Gênero de Teresa de Lauretis, analisam-se a representação de mulheres, assim como de lugares, de estratégias e formas de poder nas suas relações, na ideologia do gênero, nesses filmes brasileiros. Concentra-se a análise nas ações e nos discursos das protagonistas, mas também, no discurso sobre elas e as suas relações intersubjetivas. Para se delimitar o tema, a fim de estudálo de maneira mais profunda, optou-se por identificar a exclusão social, através do conceito de interseccionalidade de Kimberlé Crenshaw # também conhecida como #discriminação composta# e verificar como acontecem as discriminações cruzadas de gênero, de raça, profissional e cultural na diegese fílmica e no discurso de algumas personagens. A análise sobre exclusão social que, neste texto, está diretamente ligada às questões de discriminação e de poder, parte de conceitos de subalternidade, de Gayatari Spivak, e diáspora, de Stuart Hall, para terminar as considerações sobre as formas que as protagonistas enfrentam a subalternidade. Finalmente, o estudo apresenta entrevistas, feitas aos diretores dos filmes e às atrizes, cujos papéis eram centrais nas narrativas. As entrevistas ilustram ao mesmo tempo em que complementam as análises fílmicas.The objects of this research are the films Daughters of the Wind (2005) by Joel Zito Araújo and Suely in The Sky (2006) by Karim Aïnouz. The aim of this research is to analyze, through the visual texts, how socially excluded females are represented and how the strategies of (micro) power unfold between them and society. The analysis is based on feminist theories. Among them, the concept of the subject of feminism and the technology of gender by Teresa de Lauretis guides the analysis proposed on the female subject. This research analyzes the representation of women, as well as their position. It also analyzes the strategies and the forms of power within their relationships in the ideology of gender, proposed by these Brazilian films. In order to limit the theme and to study it intensively, this work intends to identify forms of social exclusion, considering the concept of intersectionality by Kimberlé Crenshaw. The research verifies how intersectionalities of gender, race, work and culture are crossed into the narrative film and among the discourses of some characters. The analysis about social exclusion, which is directly linked to questions about intersectionalities and power in this text, starts from the conception of subalternity by Gayatari Spivak and the conceptions about exile by Stuart Hall to think subalternities in the narrative films and ways that protagonists face it. Finally, this study presents interviews with directors and key actresses. The interviews illustrate and add to the analysis of the films

    ENTREVISTA COM SUELY DE BRITO SOARES: NOVAS TECNOLOGIAS (BLOCO 1)

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    Entrevista com Suely de Brito Soares sobre Novas Tecnologias (Bloco 1). Entrevista dividida em dois blocos

    A afro-brasilidade em Suely Bispo: algumas considerações

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    Em busca de uma especificidade para a produção literária de brasileiros descendentes de africanos, Duarte (2008) formulou o conceito literatura afro-brasileira. Trata-se, pois, de um sistema literário que, para ele, subiste invisibilizado, à margem do cânone, erigido a partir das “constantes discursivas”: temática, autoria, ponto de vista, linguagem e público leitor. O objetivo deste trabalho é, portanto, tecer considerações sobre alguns poemas de Suely Bispo, à luz do conceito supracitado, a fim de mostrar negritude na produção dessa autora capixaba, não como um mero acessório ou adorno étnico, mas parte epidérmica da sua obra, como o é em sua vida.Palavras-chave: Literatura afro-brasileira; Cânone; Suely Bispo.

    O CÉU DE SUELY NO TEMPO-ESPAÇO PÓS-MODERNO

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    Marcado pela afetividade e por uma narrativa rasteira, o sertão de O Céu de Suely (2006) está muito distante daquele representado pelo Cinema Novo. A partir de uma interpretação crítica do filme, buscamos entender esse distanciamento, mapeando como as formas de tempo e espaço do atual momento histórico, denominado de pós-modernidade, foram assimiladas artisticamente no longa de Karim Aïnouz. Para isso, baseamo-nos no conceito de cronotopo, cunhado por Mikhail Bakhtin. Acreditamos que ao trazer à tona escombros da sociedade atual, aclimatados no tempo/espaço nacional, do sertão, O Céu de Suely traça caminhos e travessias no sentido de compreender o lugar que ocupamos na lógica do capitalismo global

    Suely Rolnik: decolonizing the unconscious

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    Suely Rolnik es una de las filósofas iberoamericanas más relevantes de la actualidad. Su escritura, inspirada por la obra de Deleuze y Guattari y por la práctica artística de Lygia Clark, ha perseguido durante años el propósito de pensar cómo podemos convertirnos en algo distinto de lo que somos. Es decir, cómo transformarnos para abandonar nuestra identidad narcisista y crear una forma de vida que reconozca y cuide de la presencia de los otros. Las sociedades occidentales se instalan hoy en un régimen del inconsciente colonial, racial, cisheteropatriarcal y capitalista, que impone un pensamiento único y hace de la alteridad un objeto de interés, explotación o violencia. Suely Rolnik, en cambio, nos incita a descolonizar el inconsciente: no solo a pensar de otro modo, sino a desear de otro modo. Porque solo con una nueva política del deseo podremos liberar nuestra potencia creativa de su secuestro neoliberal y así hacer germinar un futuro diferente.Ministerio de Ciencia e Innovación (España)Depto. de Lógica y Filosofía TeóricaFac. de FilosofíaFALSEpu

    Alimentaçao infantil e o marketing da indústria de alimentos Brasil, 1960-1988 /

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    Genero: EntrevistaRealizaçăo: UFPR TVEntrevistada: Prof. Suely Teresinha Schmidt Passos de AmorimEntrevistadora: Patricia Moskwy
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