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    Limites e possibilidades dos Comitês de Érica em Pesquisa (CEP): Por uma reflexão sobre as pesquisas médicas que envolvem a utilização de seres humanos/Limits and Possibilities of Research Ethics Committees (CEP): For a reflection on medical research

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    As demandas por pesquisas envolvendo seres humanos são cada vez mais frequentes no âmbito da pesquisa médica. Tal fato deve ser acompanhado por diretrizes bem determinadas para garantir a integridade física e moral daqueles que são objetos de experimentação científica. O objetivo fundamental desse artigo consiste em examinar os mecanismos de controle que envolve os projetos de pesquisa que utilizam humanos como objeto de experimentação na tentativa de evidenciar os procedimentos da proteção dos direitos e da dignidade desses. Para tanto, aborda-se os critérios de atuação dos sistemas de revisão ética numa tentativa de demonstrar os limites e possibilidades dos Comitês de Ética em Pesquisa (CEP), mediante a sua atuação em relação e a sua responsabilidade social e científica.Abstract: Demands for research involving humans are increasingly common in medical research. This fact must be accompanied by very specific guidelines to ensure the physical and moral integrity of those who are objects of scientific experimentation. The fundamental objective of this paper is to examine the mechanisms of control that involves research projects that use human as an object of experimentation in an attempt to show the procedures of protecting the rights and dignity of those. Therefore, it approaches the performance criteria of the systems of ethical review in an attempt to demonstrate the limits and possibilities of the Ethics Committee (CEP), through their performance in relation to its social responsibility and scientific. Keywords: Medical research, Vulnerability, Human rights, Scientific practice, Experimentatio

    A incongruência do argumento da antítese moral em Hobbes

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    The aim of this article is to provide a critique of Strauss' claims to determine a moral foundation for Hobbes' civil philosophy. It is therefore a question of discussing the determinations of man's behavior derived from a natural tendency imposed upon him. In this way, the viability of the link between natural philosophy and civil philosophy is exposed in order to determine Hobbes' commitment to the terms of the mechanism of his time. Strauss' argument that the principle of self-preservation is based on a moral antithesis between vanity and the fundamentally just fear of violent death is thus made impossible.O objetivo desse artigo consiste em fornecer uma crítica às pretensões de Strauss em determinar um fundamento moral à filosofia civil de Hobbes. Trata-se, portanto, de discutir as determinações do comportamento dos homens derivado de uma tendência natural a eles imposta. Desse modo, expõe-se a viabilidade do vínculo entre a filosofia natural e a filosofia civil para determinar o comprometimento de Hobbes aos termos do mecanicismo da sua época. Desse modo, inviabiliza-se o argumento de Strauss segundo o qual o princípio da autopreservação baseia-se em uma antítese moral ocasionada entre a vaidade e o fundamentalmente justo medo da morte violenta

    As paixões naturais e as ações humanas voluntárias em Thomas Hobbes

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    In this paper, I try to examine the reasons for rise and carry the human actions in Hobbes. First, evidence that human actions come from voluntary movements, and that such movements are in the process of human deliberation. Then discussed is the role of desire for voluntary actions, highlighting, in particular, as these actions are actions was free of "free agents". On this basis, it is possible to think as free shares in a state of natural freedom, become a hindrance to the philosopher in question, the conservation of life and to maintain security among men. It is therefore a brief exposition of the peculiarities of the "natural man" in the context of natural or free state of nature, as proposed by Hobbes.Neste artigo, procuroam-se examinar as razões pelas quais se originam e procedem as ações humanas em Hobbes. Primeiramente, evidencia-se que as ações humanas procedem dos movimentos voluntários, e que tais movimentos são responsáveis pelo processo de deliberação humana. Em seguida, discute-se o papel da vontade em relação às ações voluntárias, ressaltando, sobretudo, como esstas ações constituem-se em ações livres, de “agentes livres”. Com base nisso, é possível pensar como as ações livres, em um estado de liberdade natural, tornam-se um empecilho, para o filósofo em questão, à conservação da vida e à manutenção da segurança entre os homens. Trata-se, portanto, de uma breve exposição das especificidades do “homem natural” no contexto de liberdade natural ou estado de natureza, tal como é proposto por Hobbes

    Hobbes e a segurança

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    O objetivo deste artigo é problematizar a questão da segurança em Hobbes. Para tanto, discute-se a função do medo como um elemento fundamental para a obtenção da vida agradável, demonstrando o vínculo entre o medo e a razão instrumental como requisito fundamental na obtenção dos meios adequados para a instauração da segurança, a garantia das coisas que são necessárias para o estabelecimento da vida agradável. A hipótese que se pretende evidenciar é aquela segundo a qual a obtenção da segurança de uma vida agradável depende necessariamente do cálculo instrumental das causas e consequências motivado pelo medo. Utilizando-se, portanto, do argumento do medo da morte violenta, relaciona-se a necessidade dos requisitos necessários para uma vida agradável à liberdade, compatível com a segurança e as condições de bem-estar do povo. Sendo assim, a segurança com a qual Hobbes preocupa-se é a segurança em vista de uma vida agradável

    Strauss e o argumento da antítese moral contra o cientificismo na filosofia de hobbes

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    The aim of this article is to provide a critique of Strauss' claims to determine a moral foundation for Hobbes' civil philosophy. It is therefore a question of discussing the determinations of man's behavior derived from a natural tendency imposed upon him. In this way, the viability of the link between natural philosophy and civil philosophy is exposed in order to determine Hobbes' commitment to the terms of the mechanism of his time. Strauss' argument that the principle of self-preservation is based on a moral antithesis between vanity and the fundamentally just fear of violent death is thus made impossible.O objetivo desse artigo consiste em fornecer uma crítica às pretensões de Strauss em determinar um fundamento moral à filosofia civil de Hobbes. Trata-se, portanto, de discutir as determinações do comportamento dos homens derivado de uma tendência natural a eles imposta. Desse modo, expõe-se a viabilidade do vínculo entre a filosofia natural e a filosofia civil para determinar o comprometimento de Hobbes aos termos do mecanicismo da sua época. Desse modo, inviabiliza-se o argumento de Strauss segundo o qual o princípio da autopreservação baseia-se em uma antítese moral ocasionada entre a vaidade e o fundamentalmente justo medo da morte violenta

    Democracia e corpo político em Hobbes: uma leitura do Elements of Law

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    In the Elements of Law, Hobbes evidences the passage from the multitude to the people by which the reduction of the multiple to the one is evidenced. The evidence of the unity of wills indicates that democracy is the first foundation in the order of constitution of political institutions by which it makes possible the consensual apparatus and, therefore, the Hobbesian conception of a political body. The objective of this article is to understand the terms of democracy in Hobbes, specifically in the context of his work Elements of Law and its relation to the establishment of the political body. It is, therefore, to highlight the way in which the idea of the people operates the conversion of particular wills originally in disagreement into a single will. Insofar as the union of individual wills toward the submission of the single will becomes the condition for the establishment of democracy. In these terms, it is demonstrated that the condition of unity present in the political body becomes compatible with the conciliation of wills towards a single end that identifies itself with the terms of the public will.Em Elements of Law, Hobbes evidencia a passagem da multidão ao povo pela qual se evidencia a redução do múltiplo ao uno. A evidência da unidade das vontades assinala ser a democracia o fundamento primeiro, na ordem de constituição das instituições políticas, pelo qual possibilita o aparato consensual e, portanto, a concepção hobbesiana de corpo político. O objetivo desse artigo consiste em compreender os termos da democracia em Hobbes, especificamente no contexto da sua obra Elements of Law e a sua relação com a instauração do corpo político. Trata-se, portanto, de evidenciar o modo pelo qual a ideia de povo opera a conversão das vontades particulares, originalmente em desacordo, em uma vontade única. Na medida em que a união das vontades individuais em direção à submissão da vontade única torna-se a condição para a instauração da democracia. Nesses termos, demonstra-se que a condição de unidade presente no corpo político torna-se compatível com a conciliação das vontades em vistas a um único fim que se identifica com os termos da vontade pública

    Pacto de convivência e consenso sobreposto em rawls: Uma tentativa de discutir a tolerância no âmbito da justiça política

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    In actuality, the democratic societies have to cope with different religions, philosophies and ideologies, because it becomes inconceivable prescribe legally values that are higher than the others. In this perspective, the main challenge of political liberalism is explaining a political conception of justice that can serve as an object to a consensus juxtaposed between the various and contradictory conceptions of private well in society. The purpose of this article is to discuss the assumptions of the peaceful coexistence of a plurality of comprehensive doctrines in the face of a fair balance outside the consensus in society’s plurals. To do so, it analyzes the terms of contractualism of Rawls in the context of the plurality of choices. So, be discussed the determinations of the principle of social cooperation and, consequently, of the social and political order to highlight the terms of reasonable pluralism. Then, there are the terms of multiculturalism and pluralism in order to emphasize the "consensus overlaid", and be able to highlight the principles of what Rawls determines how a type of pact of coexistence over the differences individuals, whose goal is to make such conflicts complementary and harmonious among themselves.Na contemporaneidade, as sociedades democráticas têm que conviver com diferentes religiões, filosofias e ideologias, porquanto se torna inconcebível prescrever legalmente valores que sejam superiores em relação aos outros. Nesta perspectiva, o principal desafio do liberalismo político é explicitar uma concepção política pública de justiça que possa servir de objeto para um consenso justaposto entre as diversas e contraditórias concepções privadas de bem existentes na sociedade. A proposta desse artigo consiste em discutir os pressupostos da coexistência pacífica de uma pluralidade de doutrinas compreensivas diante de um justo equilíbrio frente ao consenso nas sociedades plurais. Para tanto, analisam-se os termos do contratualismo de Rawls no âmbito da pluralidade de escolhas. Assim, serão discutidas as determinações do princípio da cooperação social e, consequentemente, da ordem social e política para se destacar os termos do pluralismo razoável. Em seguida, destacam-se os termos do multiculturalismo e a do pluralismo para evidenciar o “consenso sobreposto” e, poder destacar os princípios daquilo que Rawls determina como um tipo de pacto de convivência acima das diferenças particulares, cujo objetivo é de tornar tais conflitos complementares e harmônicos entre si

    RISO, VAIDADE E HONRA EM HOBBES

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    RESUMO: O objetivo do presente artigo consiste em discutir a relação entre o riso e a natureza humana, tal como expõe Hobbes. Essa relação problematiza o papel das paixões humanas como um elemento representativo entre a concepção de Hobbes acerca do riso e a teoria clássica do riso para a construção dos argumentos necessários à instauração de um poder comum. Para tanto, torna-se necessário demonstrar que a afecção do riso, ao conduzir a honra, a glória e a vaidade, insere-se em um instrumento de poder típico de uma sociedade de mercado no qual exige superioridade e honrarias. Sendo assim, o riso torna-se uma paixão que evidencia características típicas dos homens civilizados da época de Hobbes. PALAVRAS-CHAVE: Vaidade, riso, honra, poder, glória.   ABSTRACT: The aim of this article is to discuss the relationship between laughter and human nature, as Hobbes explains. This relationship problematizes the role of human passions as an argumentative element between Hobbes' conception of laughter and the classical theory of laughter for the construction of the necessary arguments to establish a common power. For this, it is necessary to demonstrate that the affection of laughter in conducting honour, glory and vanity is part of an instrument of power typical of a market society in which it demands superiority and honour. Thus, laughter becomes a passion that highlights characteristics typical of civilized men of Hobbes' time. KEYWORDS: Vanity, laughter, honour, power, glory

    Hobbes e o problema da personificação na teoria da representação

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    The purpose of this article is to discuss the terms of representation and the theory of authorization in Hobbes, highlighting, in turn, the adversities and inconsistencies in the way the fictitious attribution interferes with the constitution of authority in Hobbes. In this sense, it becomes necessary to discuss the way in which Hobbes determines the function of the representative in the absence of his identification as author, that is, without any condition to attribute authority to his actors. This is, therefore, a contradiction in terms of the rationality imposed by the model of representation proposed by Hobbes, in which the imputation of responsibility, in the case of the fictitious person, is absent of responsibility for his acts and, thus, making it impossible to assume responsibility for the acts of another. To this end, the aspects of the fictitious person and his relationship with the precepts of unauthorized authorization are highlighted in order to define the terms of the fictitious attribution and its implications in the legal theory of authorization in Hobbes.O propósito desse artigo consiste em discutir os termos da representação e da teoria da autorização em Hobbes evidenciando, por sua vez, as adversidades e as incoerências no modo como a atribuição fictícia interfere na constituição da autoridade em Hobbes. Nesse sentido, torna-se necessário discutir o modo pelo qual Hobbes determina a função do representante na ausência de sua identificação como autor, ou seja, sem qualquer condição de atribuir autoridade aos seus atores. Trata-se, portanto de uma contradição aos termos da racionalidade imposta pelo modelo de representação proposto por Hobbes, no qual a imputação da responsabilidade, no caso da pessoa fictícia, encontra-se ausente de responsabilidade por seus atos e, assim inviabilizando assumir responsabilidade pelos atos de um outro. Para tanto, evidenciam-se os aspectos da pessoa fictícia e a sua relação com os preceitos da autorização não autorizada para definir os termos da atribuição fictícia e suas implicações na teoria jurídica da autorização em Hobbes

    Hobbes, Pitkin e a representação política

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    The present article intends to examine the argumentative tension present in Chapter XVI of Leviathan, especially as regards the theatrical scene political composed of certain theoretical elements, such as the staff natural and artificial assignments of actions and words, on the one hand, and political authority, on the other hand. It is evident that the proper contextualization of these theoretical elements is essential to determine if the assumptions of the construction of an identity between the will and the actions of the actor and the author in the context of the constitution of the person civil public. This identity shows, in turn, that the theory of political representation developed in Leviathan, argues from a correlational identification between the one who authorizes an action and, respectively, the one who is authorized to act on behalf of another.O presente artigo pretende examinar a tensão argumentativa presente no capítulo XVI do Leviathan, especialmente no que diz respeito ao cenário teatral político composto por determinados elementos teóricos, tais como a pessoal natural e artificial, atribuições de ações e palavras, de um lado, autorização e autoridade política, de outro lado. Evidencia-se que a correta contextualização desses elementos teóricos torna-se imprescindível para se determinar os pressupostos da construção de uma identidade entre a vontade e as ações do ator e do autor no âmbito da constituição da pessoa civil pública. Essa identidade demonstra, por sua vez, que a teoria da representação política desenvolvida no Leviathan, sustenta-se a partir de uma identificação correlacional entre aquele que autoriza uma ação e, respectivamente, aquele que é autorizado a agir em nome de outro
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