120,742 research outputs found

    Bibliografia da obra de Rosa Maria Weber Candiota da Rosa

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    Apresenta lista de referências bibliográficas elaborada pela Coordenadoria de Documentação do Tribunal Superior do Trabalho, retratando a produção intelectual de autoria da Exma. Sra. Ministra ROSA MARIA WEBER CANDIOTA DA ROSA.Informação sobre a autora: Ministra, Tribunal Superior do TrabalhoRevisada em 5 fev. 201

    Entrevista a les mestres Rosa Gispert i Maria Febrelles i a les seves exalumnes Pilar Fontàs, Rosa Maria Xiberta, Teresa Llorens i Maria Esteva

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    Entrevista a les mestres Rosa Gispert i Maria Febrelles i a les seves exalumnes Pilar Fontàs, Rosa Maria Xiberta, Teresa Llorens i Maria Esteva sobre l'escola a l'època franquista. Els entrevistats parlen dels seus records sobre l'escola d'aquells temps. Els mestres es refereixen sobretot a la seva formació professional, la relació entre els mestres, els salaris, la manera de fer classes, l'horari escolar, la metodologia i els recursos pedagògics que feien servir, la disciplina, etc. I els exalumnes dels seus records relacionats amb l'escola i els mestres, les infraestructures i la neteja dels edificis escolars, les assignatures que tenien, les extraescolars, la llengua que es feia servir a l'aula i al pati, la formació patriòtica i religiosa que varen rebre, etc35.4 B Maria Febrelles.mp

    El nuevo descubrimiento de América: la Argentina de María Rosa Lojo, una ‘exiliada hija’

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    Figlia di esiliati spagnoli, l'argentina Maria Rosa Lojo in numerosi romanzi storici riscrive la storia dell'Argentina: tutti i protagonisti sono 'sospesi' tra Argentina ed Europa e si impongono personaggi femminili dimenticati o svalutati dalla Storia ufficiale: chiaro progetto di riscrittura della Storia nazionale all'interno dellla prospettiva postcolonialista che permea tutta la recente narrativa storica latinoamerican

    Homenagem a Rosa Maria Farah

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    Homenagem a Rosa Maria Farah</jats:p

    Palavras de Rosa: análise estilométrica da obra de João Guimarães Rosa

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2013.Nesta tese analisamos a obra literária de João Guimarães Rosa a partir da estilometria, com o objetivo de buscar as características do estilo rosiano que sejam possíveis de detectar por meio de ferramentas informatizadas de análise estatística. Nossa tese é verificar se esse tipo de estudo permite confirmar ou complementar intuições derivadas de leituras convencionais e, além disso, oferecer novos elementos textuais e estilísticos que nem sempre estão explícitos no texto. Para isso, privilegiaremos três estudos rosianos: Signo e sentimento (SPERBER, 1982) sobre a organização da linguagem de Rosa; O insólito em Guimarães Rosa e Borges (COVIZZI,1978), a qual propõe uma linha cronológica de expressão e explicação da obra rosiana; João Guimarães Rosa: travessia literária, (DANIEL, 1968), que afirma haver uma separação do léxico rosiano em duas fases: uma rural e outra urbana. A ferramenta estatística adotada foi o programa Hyperbase, de Étienne Brunet. Para os procedimentos de análises, trabalhamos com duas bases, uma com a cronologia de produção de escrita das obras e outra seguindo a cronologia de primeira publicação das obras, que foram respeitadas a fim de viabilizar a verificação da evolução e do crescimento do vocabulário do escritor. Levantamos muitas características do léxico rosiano, dentre elas verificamos que mais da metade de seu vocabulário não se repete; e que as obras de caráter sertanejo apresentam vocabulário menos diversificado. Por fim, veremos como Guimarães Rosa, ao final de sua carreira literária, tratou mais do seu material linguístico.Résumé : Cette thèse s'occupera de l'oeuvre littéraire de João Guimarães Rosa à partir de la stylométrie, ayant pour objectif la recherche de caractéristiques du style de l'auteur qui puissent être identifiées par moyen d'outils informatisés d'analyse statistique. Notre thèse consiste à verifier si ce type d'étude permet de confirmer ou d'enrichir des intuitions résultantes de lectures conventionnelles et aussi à offrir de nouveaux éléments textuels et stylistiques qui ne sont pas toujours explicites dans le texte. Pour cela, on privilégiera trois études sur l'écrivain : Signo e sentimento (SPERBER, 1982), texte sur l'organisation du langage de Rosa ; O insólito em Guimarães Rosa e Borges (COVIZZI, 1978), qui propose une frise chronologique de l'expression et explication de l'oeuvre de Rosa ; João Guimarães Rosa, travessia literária, (DANIEL, 1968), selon laquelle il y a deux phases concernant le lexique de l'écrivain : l'une rurale et l'autre urbaine. L'outil statistique adopté a été le logiciel Hyperbase, d'Étienne Brunet. Pour le procédés d'analyse, on a travaillé avec deux bases, à savoir, l'une qui contenait la chronologie de production d'écriture des oeuvres ; l'autre, la chronologie de la première publication des oeuvres, considérée dans ce travail afin de rendre possible une investigation effective de l'évolution et de l'expansion du lexique de l'auteur. Parmi la grande quantité de donnéés recuillies, on a pu constater que plus de la moitié de son lexique ne se répète pas. En outre, les oeuvres "sertanejas" présentent moins de variations lexicales. Pour conclure, on démontrera comment Guimarães Rosa, à la fin de sa vie, s'est occupé davantage de son matériel linguistique.Mots clés: Guimarães Rosa. Stylométrie. Statistique textuel

    Maria Rosa Rodrigues Martins de Camargo: 1120

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    Entrevista com Maria Rosa Rodrigues Martins de Camargo, organizadora do livro Leitura e escrita como espaços autobiográficos de formação, publicado pela Editora Unesp.Universidade Estadual Paulista (UNESP), Pós-Graduação em Educação, Instituto de Biociências (IBRC), Rio ClaroUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Departamento de Educação, Instituto de Biociências (IBRC), Rio Clar

    L'India variegata, tra nobili, dignitari, artigiani e servi. La collezione di statuette di Luigi Primoli

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    Multiform India among nobles, dignitaries, craftsmen and servants. The Luigi Primoli figurine collection Rosa Maria Cimino The original, eccentric Luigi Primoli travelled in India from 1905 to 1906 and throughout his many wanderings there was attracted most by figurines of various kinds – in papier-mâché, terracotta or plaster. The collection numbers some eighty, measuring between five and twenty-five centimetres and representing characters from everyday Indian life, from nobles to decidedly humble looking craftsmen. Now in Rome’s Museo Napoleonico, the figurines retain an antique charm, speaking of a far-gone and often forgotten age. This study aims to shed greater light on this artistic genre, considered of minor importance, but in any case interesting and charming, and determine the provenance and period of the figurines in the Primoli Collection

    Entrevista com Prof. José maria da Silva Rosa de Celso João Carminati

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    Revista Linhas: Professor José Maria Silva Rosa, é um prazer recebê-lo e podermos realizar esta entrevista. Inicialmente, o senhor poderia apresentar-se dizendo-nos sobre sua formação e áreas de atuação como professor e investigador? [...]info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    O Páramo é do tamanho do mundo: Guimarães Rosa, Bogotá, Iauratê

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2014.A obra de João Guimarães Rosa tem sido tradicionalmente lida entre aquelas que melhor sintetizaram, representaram e universalizaram no século XX determinadas realidades latino-americanas. Dessa maneira, tanto para a crítica como para a história literária, Guimarães Rosa figura entre aqueles autores que -antes da explosão mercadológica que conhecemos como boom- reativaram os assuntos, linguagens, personagens e espaços regionais ou interiores da América Latina, levando-os às formas literárias ditas universais. Para uma boa parte da crítica contemporânea, entretanto, a literatura que promoveu uma celebração do identitário nas décadas de 1960 e1970 na América Latina, teria servido como assassinato edípico substitutivo do pai europeu, como compensação simbólica perante aquilo que não se conseguiu além do literário. Nesse sentido, a literatura seria certamente um operador de barbárie, teria um papel fundamental na transição do Estado ao Mercado ao criar a impressão de uma autonomia que estava muito longe de se alcançar em tempos de atraso, dependência e opressão capitalistas. Entretanto, como esta tese tentará demonstrar, essa compensação simbólica não é atribuível exclusivamente à escritura literária, mas depende em grande medida dos protocolos que a interpretam. O arquivo do autor mineiro permite e exige uma leitura diferente desse corpus -portador de um mal-estar cultural que, longe de elaborar uma representação triunfalista de identidades nacionais, porta indícios de um saber trágico em que a razão e a loucura não são antitéticas mas complementares, assim como nele cultura e barbárie, vida e morte, trauma e sintoma, não estão claramente diferenciados. Há lugares da obra de Rosa que, longe de permitirem uma leitura autônoma, afirmam o seu valor pela contaminação ?não pela representação? de outros textos, eventos e culturas "periféricos" que exigem leituras em filigrana. O que há nesses textos, lido o conjunto a partir desses lugares? Afirmar-se-á à maneira de hipótese: diferimentos ativos sem um fundamento prévio, uma leitura da história como catástrofe que retorna tragicamente, uma compreensão do identitário como trânsito incessante entre o familiar e o estranho, como uma profunda e permanente comoção de tudo que corriqueiramente se associa ao próprio. Se pensada a escritura rosiana nesses termos, haverá também que pensá-la como o semblante de algo que porta marcas provindas das ordens da sensibilidade e da percepção, ou seja, como imagem receptora/emissora de experiência. A partir de um deslocamento do interesse crítico, do representacional ao vestigial, esta tese pretende evidenciar a maneira em que, muito além da criação de fábulas ou símbolos, ou da expressão da pura subjetividade -em tensão com uma realidade (histórica, política, social) de que o texto seria a ficção- Rosa faz a junção de elementos díspares em campos operatórios que reclamam os seus materiais a partir de presentes de urgência. Caracterizar-se-á, assim, a escritura de Rosa como um espaço intersticial, crivado de silêncios, de sintomas, de murmúrios subterrâneos que se dá como tarefa -à maneira benjaminiana- dar voz aos sem nome, multiplicar as singularidades que toca ou pelas que foi tocado. Em explosão, cruzado pelo desastre, ou seja, tão astral quanto monstruoso, o texto rosiano partilha com literaturas contemporâneas, ou com valores a elas atribuídos, numerosas características, dentre as quais se destacam: as marcas vestigiais de gentes liminares e singulares; a alegorese ou metonímia que circunscreve esses seres de maneira tal que tende a espectralizá-los como referentes; a colocação em crise das fronteiras entre noções como realidade e ficção (vida e morte, alto e baixo, próprio e estranho); e, finalmente, uma montagem de materiais heterogêneos que tende a manifestar sintomaticamente o mal-estar acima mencionado. Dessa maneira, mostrar-se-á que o corpus estudado é semblante de um real traumático e não simbolizável, e assim opera de uma maneira extática -levando o identitário ao umbral do alter, a literatura ao limite do sensível ou da imagem, a história a se revelar como retorno de uma catástrofe sem sentido
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