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    The limits of language and the mystic in Arthur Schopenhauer's philosophy

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    Orientador: Oswaldo Giacoia JuniorTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências HumanasResumo: Essa tese de doutorado visa explorar o lado místico de Schopenhauer. Mais precisamente, pretendemos investigar o momento em que o autor sai do âmbito filosófico e migra para o âmbito místico, o que ocorre no final do livro IV d¿ O Mundo, quando Schopenhauer discorre sobre a negação da vontade. O nosso intuito é provar a seguinte tese: Schopenhauer insere dogmas cristãos na §70 d¿ O Mundo, com o propósito de mostrar o QUÊ o mundo é. Nesse momento, o autor realiza uma troca de linguagem, substituindo a linguagem filosófica pela alegórica; e o motivo para tal explica-se pelo fato da linguagem filosófica ser incapaz de dizer estritamente o QUÊ o mundo é. Schopenhauer só pode dizê-lo não-estritamente (alegoricamente) feito os artistas e místicos, que mostram o QUÊ do COMO do mundo. A nossa intenção é deixar claro que aqueles dogmas presentes no final do livro IV d¿ O Mundo não são meras "lantejoulas" no sistema de Schopenhauer, isto é, eles não estão ali só para "enfeitar" o discurso filosófico do autor, com a ínfima tarefa de esclarecer o que foi dito. A tais dogmas, pelo contrário, cabe a função ímpar de mostrar o indizívelAbstract: This doctoral thesis aims to explore the mystical side of Schopenhauer. More precisely, we intend to investigate the moment in which the author leaves the philosophical sphere and migrates to the mystical sphere, which occurs at the end of the book IV of the World, when Schopenhauer talks about the negation of the will. Our intention is to prove the following thesis: Schopenhauer inserts Christian dogmas in §70 of the World, with the purpose of showing WHAT the world is. At that moment, the author makes a change of language, replacing the philosophical language with the allegorical one; and the reason for this is explained by the fact that philosophical language is incapable of strictly saying WHAT the world is. Schopenhauer can only say it non-strictly (allegorically) made the artists and mystics, which show the WHAT of the world. It is our intention to make it clear that those dogmas present at the end of Book IV of the World are not mere "sequins" in Schopenhauer's system, that is, they are not there only to "adorn" the author's philosophical discourse with task of clarifying what was said. To such dogmas, on the contrary, it is the odd function of showing the unspeakableDoutoradoFilosofiaDoutora em Filosofia142145/ 2013-0;CNP

    Os limites da linguagem e do místico: assimilação do pensamento schopenhaueriano por Wittgenstein

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    O objetivo primordial deste artigo consiste em analisar a assimilação do pensamento schopenhaueriano por Wittgenstein, no que diz respeito à relação entre a linguagem e o místico. No decorrer do texto, pretendemos evidenciar que a tão conhecida posição wittgensteiniana de que sobre o místico não se fala, na verdade, tem como base a doutrina schopenhaueriana da linguagem, cujos limites linguísticos são alcançados na negação da vontade, momento em que se abre uma passagem ao místico. De nossa interpretação se seguirá como consequência principal que a problemática central do Tractatus entre o dizer e o mostrar, comumente considerada característica distinta da filosofia de Wittgenstein, já pode ser lida no sistema de seu predecessor

    Project schopenhauerian of soteriology

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    Orientador: Oswaldo Giacoia JuniorDissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências HumanasResumo: Esta dissertação tem por objetivo ressaltar a importância do conhecimento da doutrina crista da graça para a compreensão das doutrinas schopenhauerianas da compaixão e da liberdade moral. Afinal, Schopenhauer faz uso de conceitos cristãos para explicar os principais pontos de sua ética, donde se destaca o papel da graça. Para cumprir o meu objetivo, analiso, primeiramente, a filosofia do "doutor da graça", Agostinho, e, em seguida, avalio suas implicações na filosofia de SchopenhauerAbstract: This dissertation aims to highlight the importance of the knowledge of the Christian doctrine of grace to the comprehension of the schopenhauerian doctrines of compassion and moral freedom. After all, Schopenhauer uses Christian concepts to explain the key issues of his ethics, in which the role of grace stands out. For achieving this goal, I first analyze the philosophy of the "Doctor of Grace", St. Augustine, and afterward assess its implications in Schopenhauer's philosophyMestradoFilosofiaMestra em Filosofi

    Poder versus querer: sobre o livre-arbítrio em Agostinho e em Schopenhauer

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    O artigo que se segue pretende analisar a noção schopenhaueriana de liberdade da vontade (entendida como liberum arbitrium indifferentiae), cuja definição, como defendo, pressupõe a distinção agostiniana entre o velle e o posse, assim como a acepção kantiana de caráter inteligível. Considero que a liberdade plena, ou a completa negação da vontade, conforme a perspectiva de Schopenhauer, tem por base a noção agostiniana de libertas, que só é alcançada por meio da graça, e também sua errônea interpretação sobre o conceito agostiniano de liberum arbitrium. O objetivo principal desse artigo consiste em apresentar Agostinho como um precursor fundamental para a teoria de Schopenhauer

    Schopenhauer e o misticismo: sobre suas supostas críticas apimentadas à religião

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    O tema central desse artigo diz respeito ao tratamento dado por Schopenhauer à religião. Ao longo de nossa exposição, esclareceremos para quem são, de fato, direcionadas as apimentadas críticas do nosso autor, comumente atribuídas à religião, com o intuito de desfazer o mal-entendido de que Schopenhauer seria um inimigo impiedoso da religião. Nosso objetivo, portanto, é mostrar que a estima de Schopenhauer pela religião em geral e pelo misticismo é algo indubitável. Para comprovar a nossa interpretação, faremos uso sobretudo do diálogo “Sobre a religião” e do Suplemento 17

    Sobre as traduções para o português de "bonum" e "malum" – o "summum bonum" nas filosofias de Agostinho e Schopenhauer

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    Com este artigo, pretendo fazer uma análise não só da origem etimológica dos termos latinos bonum e malum, como também de suas acepções nas doutrinas de Agostinho e Schopenhauer. O meu intuito é mostrar que o summum bonum de Agostinho, constituindo, com efeito, uma herança do ágathos platônico, possui uma significação moral. E, por conseguinte, a doutrina da negação da vontade de Schopenhauer, por ser uma retomada da ideia cristã da graça como summum bonum, deve também apresentar tal significação. Das minhas análises resultará que a tradução mais adequada para bonum e malum é, respectivamente, “bom” e “mau”, pois assim conserva-se o sentido original moral dos termos latinos, ao mesmo tempo em que se ressalta o papel moral que eles ocupam nas doutrinas dos filósofos mencionados

    Barboza, J. O náufrago da existência: Machado de Assis e Arthur Schopenhauer – Caricatura, paródia, tragédia e ética animal. São Paulo: Editora Unesp, 2022, 177 p. = Barboza, J. The castaway of existence: Machado de assis and Arthur Schopenhauer – Caricature, parody, tragedy, and animal ethics. São Paulo: unesp publishing, 2022, 177 p. = Barboza, J. El Náufrago de la Existencia: Machado de Assis y Arthur Schopenhauer – Caricatura, Parodia, Tragedia y Ética Animal. São Paulo: Editorial Unesp, 2022, 177 p.

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    O livro O náufrago da existência: Machado de Assis e Arthur Schopenhauer – Caricatura, paródia, tragédia e ética animal, de Jair Barboza, explora a influência de Schopenhauer na obra de Machado de Assis, propondo que a personagem Quincas Borba seja uma caricatura do filósofo alemão e sua filosofia do humanitismo, uma paródia do pessimismo metafísico schopenhaueriano. Barboza baseia-se em descobertas bibliográficas e analisa obras como Memórias póstumas de Brás Cubas e Quincas Borba para fundamentar sua tese. Ele também destaca a ética animal em Machado, influenciada por Schopenhauer, e como essa abordagem foi seguida por outros autores brasileiros. O livro é destinado a leitores interessados na intersecção entre literatura e filosofi

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship
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