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Asistencia técnica en cultivo de palma de aceite (Elaeis Guineensis Jacq.) utilizando el software cybertracker en María La Baja, Bolívar
El presente trabajo de grado tuvo como objetivo general ofrecer el servicio de asistencia técnica mediante herramientas tecnológicas. El cultivo de palma de aceite ha tenido muchos cambios a través del tiempo, muchos de ellos han sido tecnológicos lo que ha facilitado el manejo de la información y por ende las mejoras en los cultivos. El objetivo de la práctica empresarial fue realizar la labor de asistencia técnica utilizando el software Cybertracker como herramienta para facilitar la labor de asistencia técnica, mejorar la llegada de la información al agricultor y llevar registros de información de cada lote de manera virtual (fotografías, estado del lote, recomendaciones a seguir, producción, secuencia de visitas). De esta manera el agricultor posee la información en tiempo real de su lote desde cualquier dispositivo móvil.The present wok of degree called had as a general objective to provide the technical assistance service through technological tools. Oil palm cultivation has had many changes over time; many of them have been technological, which has facilitated the management of information and therefore improvements in crops. The objective of the business practice was to carry out the work of technical assistance using Cybertracker software as a tool to facilitate the work of technical assistance, improve the arrival of information to the farmer and keep information records of each lot virtually (photographs, status lot, recommendations to follow, production, sequence of visits). In this way, the farmer has real-time information on his lot from any mobile deviceINTRODUCCIÓN ....................................................................................................... 101. RESEÑA HISTÓRICA DE LA EMPRESA ................................................................ 121.1. MISIÓN .............................................................................................................. 131.2. VISIÓN ................................................................................................................ 132. OBJETIVOS ............................................................................................................ 142.1. OBJETIVO GENERAL ......................................................................................... 142.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ................................................................................. 143. MARCO TEÓRICO ................................................................................................. 153.1. ORIGEN DE LA PALMA DE ACEITE (Elaeis guineensis Jacq.) ....................... 153.2. CULTIVO DE PALMA DE ACEITE ...................................................................... 153.3. CLASIFICACIÓN TAXONÓMICA ....................................................................... 173.4. CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DEL CULTIVO DE PALMA DE ACEITE .................................................................................................................................... 183.4.1. Semilla ............................................................................................................ 193.4.2. Hojas ................................................................................................................ 203.4.3. Fases fenológicas de la hoja de palma de aceite (Elaeis Guinensis Jacq.) ..................................................................................................................................... 203.4.4. Estípite ............................................................................................................. 223.4.5. Raíces ............................................................................................................... 233.4.6. Fase juvenil (vivero) ....................................................................................... 233.4.7. Flores e inflorescencias ................................................................................. 243.5. REQUERIMIENTOS EDAFOCLIMÁTICOS ......................................................... 253.5.1. Ubicación geográfica ..................................................................................... 253.5.2. Temperatura .................................................................................................. 253.5.3. Disponibilidad de agua ................................................................................. 263.5.4. Brillo y radiación solar .................................................................................. 263.5.5. Suelo ................................................................................................................ 263.6. LABORES EN EL CULTIVO DE PALMA DE ACEITE .......................................... 273.6.1. Limpieza del lote ........................................................................................... 273.6.2. Vivero .............................................................................................................. 283.6.3. Trasplante ...................................................................................................... 293.6.4. Siembra .......................................................................................................... 293.6.5. Control de malezas ....................................................................................... 313.6.6. Poda ................................................................................................................ 333.6.7. Cosecha .......................................................................................................... 353.6.8. Fertilización .................................................................................................... 373.6.9. Software Cybertracker ................................................................................. 394. ACTIVIDADES DESARROLLADAS ........................................................................ 404.1. LOCALIZACIÓN ................................................................................................. 404.2. ACTIVIDAD 1. IMPLEMENTACIÓN DEL SOFTWARE CYBERTRACKER EN EL SERVICIO DE ASISTENCIA TÉCNICA .............................................................................. 404.2.1. Interfaz Cybertracker utilizado en asistencia técnica ............................... 424.3. ACTIVIDAD 2. APOYO DE LAS LABORES DE PREVIVERO Y VIVERO EN EL CULTIVO DE PALMA DE ACEITE ..................................................................................... 544.3.1. Selección semilla a sembrar (previvero) ..................................................... 554.3.2. Labores vivero ………..........................…………………………………..………………... 574.3.3. Selección de palmas. ...................................................................................... 575. CONCLUSIONES .................................................................................................... 706. RECOMENDACIONES ........................................................................................... 71REFERENCIAS ............................................................................................................ 72PregradoIngeniero(a) Agronómico(a)Práctica Empresaria
Aplicação do óleo de palma como agente rejuvenescedor de asfaltos envelhecidos
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Florianópolis, 2023.O uso de Pavimento Asfáltico Recuperado (RAP) em misturas asfálticas é atraente devido aos benefícios econômicos e ambientais que a prática proporciona, principalmente pela redução do consumo de agregados e ligantes virgens, além de promover uma destinação adequada de um material nobre, o asfalto fresado . A tem crescido no cenário brasileiro em virtude do aumento dos custos dos insumos técnicos asfálticos e devido à promoção da sustentabilidade e preservação de recursos ambientais. Porém, a quantidade de RAP empregada nas misturas asfálticas é limitada devido ao baixo desempenho em temperaturas baixas e proporcionadas pelo asfalto envelhecido presente no RAP, que resulta em misturas e propostas ao trincamento térmico e fadiga. Nesse sentido, torna-se viável o uso de agentes rejuvenescedores, que atuam como restauradores das propriedades do asfalto, afetados pelo envelhecimento. Os óleos vegetais podem cumprir esse papel, sendo uma alternativa aos produtos já comercializados, em virtude do custo inferior e origem de fontes limpas e renováveis. Este estudo tem como objetivo analisar por meio de ensaios reológicos o uso do óleo de palma como agente de rejuvenescimento de asfaltos envelhecidos como uma alternativa de fonte limpa e renovável para recuperação de asfaltos envelhecidos. Para isso, um asfalto CAP 50/70 (referência) foi envelhecido em laboratório em curto e em longo prazo, nos equipamentos Rolling Thin-Film Oven Test (RTFO) e Pressure Aging Vessel (PAV), respectivamente. Nas amostras envelhecidas foram incorporados teores de 2%, 4%, 6%, 8% e 10%, em peso, de óleo de palma (asfaltos rejuvenescidos). Os efeitos do rejuvenescimento foram observados através da avaliação das propriedades físicas encontradas em ensaios casuais (penetração, ponto de amolecimento e peculiaridades), comparativamente ao asfalto referência. As propriedades reológicas, medidas em um reômetro de cisalhamento sonoro, foram a determinação das restrições do Superior Performing Asphalt Pavements (SUPERPAVE) em temperaturas altas e específicas, e o desempenho dos resultados dos ensaios Linear Amplitude Sweep (LAS) e Multiple Stress Creep and Recovery ( MCSR). Verificou-se que a adição do óleo de palma proporcionou a diminuição do módulo complexo e a diminuição do ângulo de fase. Em relação ao desempenho, os asfaltos rejuvenescidos apresentaram maior vida de fadiga, porém mais suscetíveis à deformação permanente. Esses efeitos se tornam mais acentuados à medida que se incrementa óleo de palma no asfalto. A partir dos resultados obtidos, foram determinados modelos matemáticos, em função do teor de óleo de palma, para cada parâmetro, como, Grau PG de alta temperatura, conformidade não-recuperável a 3,2 kPa (obtida no ensaio MSCR), parâmetros de previsão de desempenho à fadiga da previsão Superpave (G*·sen(d) e G*/sen(d)) e o número de ciclos na ruptura para as deformações de 1,25%, 2,5% e 5,0% (obtidos no ensaio LAS). O ótimo teor de óleo de palma obtido foi de 4,3%, definido com base nas propriedades de desempenho do asfalto. Foi produzida uma amostra com teor de 4,3% de óleo de palma e submetida a ensaios reológicos para comparação. Os resultados mostraram que em altas temperaturas, o grau PG, a conformidade não-recuperável a 3,2 kPa (Jnr3,2) e o parâmetro G*/sen(d) foram de 64°C, 0,27 kPa-1 (58 °C) e 4,45 kPa (58°C), respectivamente, enquanto que para o asfalto de referência foram 58°C, 059 kPa-1 (58°C) e 1,98 kPa (58°C), registra uma tendência de melhor desempenho à deformação permanente pela adição de óleo de palma. Em temperaturas intermediárias, o parâmetro G*·sen(d) e o fator de fadiga do ligante (FFL), determinados a 19°C, foram de 3,7 MPa e 1,38, respectivamente para o asfalto rejuvenescido, enquanto os resultados para o asfalto de referência foram 3,4 MPa e 1,3. Assim, o óleo de palma poderia promover uma melhoria da resistência à fadiga. Além disso, para representar a condição de campo e comparar o desempenho do óleo de palma com um rejuvenescedor disponível no mercado, uma amostra de asfalto foi extraída de material fresco (RAP) e incorporada 7,5% de óleo de palma e do agente rejuvenescedor comercial, valor percentual indicado pelo fabricante. Os resultados mostraram que o óleo de palma pode ser utilizado como rejuvenescedor de asfalto, com resultados similares ao agente rejuvenescedor comercial. Ambos os rejuvenescedores, óleo de palma e comercial, resultaram em amostras de asfalto rejuvenescido características como específicas ao tráfego muito pesado.Abstract: The use of Reclaimed Asphalt Pavement (RAP) in asphalt mixtures is attractive due to the economic and environmental benefits that the practice provides, mainly by reducing the consumption of virgin aggregates and binders, as well as promoting the proper disposal of a noble material, the milled material. The technique has grown in Brazil due to the rising costs of asphalt inputs and the promotion of sustainability and preservation of environmental resources. However, the amount of RAP used in asphalt mixtures is limited due to the low performance at low and intermediate temperatures provided by the aged asphalt present in RAP, which results in rigid mixtures subject to thermal cracking and fatigue. In this sense, rejuvenating agents use, which act as restorers of asphalt properties affected by aging, become viable. Vegetable oils can fulfill this role as an alternative to products already on the market due to their lower cost and origin from clean and renewable source. This study aims to analyze through rheological tests the use of palm oil as a rejuvenating agent for aged asphalt as an alternative clean and renewable source for recovering aged asphalt. Thus, a CAP 50/70 asphalt (reference) was aged in the laboratory in the short and long term, in the Rolling Thin-Film Oven Test (RTFO) and Pressure Aging Vessel (PAV) equipment, respectively. The aged samples contained 2%, 4%, 6%, 8% and 10% by weight of palm oil (rejuvenated asphalts). The effects of rejuvenation were observed by evaluating the physical properties obtained in conventional tests (penetration, softening point and viscosity) compared to the reference asphalt. The rheological properties, measured in a dynamic shear rheometer, were the determination of the parameters of the Superior Performing Asphalt Pavements (SUPERPAVE) at high and intermediate temperatures and the performance of the results of the Linear Amplitude Sweep (LAS) and Multiple Stress Creep and Recovery (MCSR) tests. It was found that adding palm oil led to a decrease in the complex modulus and a reduction in the phase angle. Regarding performance, the rejuvenated asphalts had a longer fatigue life but were more susceptible to permanent deformation. These effects became more pronounced as palm oil was added to the asphalt. Based on the obtained results, mathematical models were determined, as a function of palm oil content, for each parameter, such as high-temperature PG grade, non-recoverable compliance at 3.2 kPa (from the MSCR test), fatigue performance prediction parameters from the Superpave specification (G*·sen(d) and G*/sen(d)) and the number of cycles at failure for deformations of 1.25%, 2.5% and 5.0% (from the LAS test). The optimum palm oil content obtained was 4.3%, defined based on the asphalt's performance properties. A sample with 4.3% oil palm content was produced and subjected to rheological tests for comparison. As a result, at high temperatures, the high degree of PG, the non-recoverable compliance at 3.2 kPa (Jnr3.2) and the parameter G*/sen(d) were 64°C, 0.27 kPa-1 (58°C) and 4.45 kPa (58°C), respectively, while for the reference asphalt were 58°C, 059 kPa-1 (58°C) and 1.98 kPa (58°C) indicating a tendency of better performance to permanent deformation due to oil palm addition. At intermediate temperatures, the G*·sen(d) parameter and the binder fatigue factor (FFL), determined at 19°C, were 3.7 MPa and 1.38, respectively for the rejuvenated asphalt, while the results for the reference asphalt were 3.4 MPa and 1.3. Thus, oil palm could able the advance fatigue resistance improvement. In addition, to represent field conditions and compare the performance of palm oil with a commercially available rejuvenator, an asphalt sample was extracted from milled material (RAP), and 7.5% palm oil and the commercial rejuvenating agent were incorporated, the value indicated by the material producer. The results showed that palm oil can be used as an asphalt rejuvenator, producing similar results to the commercial rejuvenating agent. Both oil palm and commercial rejuvenators resulted in samples of rejuvenated asphalt classified as suitable for very heavy traffic
Efecto de manejo a largo plazo de las relaciones Ca-Mg-K en la productividad de la palma aceitera (Elaeis guineensis Jacq) con y sin riego complementario.
Debido a la falta de información sobre los efectos del desequilibrio de los contenidos de Ca, Mg y K en el suelo que influyen sobre el crecimiento y producción de palma aceitera (Elaeis guineensis Jacq.), tanto en condiciones de secano como con riego suplementario, se realizó este estudio para evaluar el efecto a largo plazo de la combinación de diferentes relaciones catiónicas Ca-Mg-K en la productividad de la palma, con y sin riego complementario. La presente investigación se desarrolló en el Centro de Investigaciones de Palma Aceitera (CIPAL), en un suelo Andisol de textura franco-limoso, se utilizó el híbrido intra-específico ASD (DELI X GHANA 648), con plantas de ocho años de edad y sembradas a 9x9 m de separación. Se evaluaron tres factores: riego (a), relaciones catiónicas (b) y años (c). Se utilizó un diseño de parcela dividida con tres repeticiones para el año seis y un análisis de medidas repetidas en parcela dividida para el análisis combinado incluyendo los cinco años anteriores y para la separación de medias se utilizó la prueba de Tukey al 5%. Se evaluaron variables agronómicas, productivas, características químicas del suelo y de la planta. No se presentaron diferencias estadísticas para ninguna fuente de variación en el sexto año de evaluación para las variables agronómicas. El contenido de Ca en el suelo aumentó mientras se incrementó la profundidad de la muestra. Con respecto al K, la mayor cantidad en el suelo, se observó con la relación (Ca:60%, Mg:30% y K:10%) y su efecto fue mayor sobre las variables: altura de planta y área foliar en los seis años de investigación; y en la tasa de extracción en el sexto año. El riego tuvo efecto positivo sobre las variables: producción y área foliar en los seis años; además tuvo efecto en la producción acumulada por lo que se recomienda mantener en el suelo la relación catiónica (Ca:60%, Mg:30% y K:10%) y aplicar riego durante los meses de junio a diciembre, donde sea posible.Introducción. Problemática. Justificación. Alcance. Objetivos de la investigación. Revisión de literatura. Requerimientos ambientales. Nutrición en palma aceitera. El agua en la palma aceitera. Producción potencial de la palma de aceite y si relación con el riego. Sistema de riego y su importancia. Materiales y métodos. Sitio de estudio. Localización. Características climáticas. Características edáficas. Variables agronómicas. Análisis foliar en el sexto año de estudio. Diámetro de la base estipe en los seis años de investigación. Conclusiones. Recomendaciones. Bibliografía
Cadena de suministros para aceite de palma y aceite de cocina usado en la producción de biocombustible aeronáutico en Colombia
Actualmente, nos encontramos en la era de los compromisos latentes, esto contemplando la búsqueda de nuevas fuentes de energía, para lograr la protección y control del medio ambiente. Por esta razón, uno de los ejes de este proyecto se centra en el compromiso de lograr espacios de investigación en búsqueda de recursos energéticos amigables con el medio ambiente, determinando así la materia prima apropiada en la producción de biocombustible aeronáutico en Colombia, la cual tiende a ser fundamental para satisfacer la demanda de energía sostenible y limpia de manera continua (Fuerza Aérea Colombiana, 2021).Dedicatoria
Agradecimientos
Resumen
Abstract
1. Introducción
2. Planteamiento del problema
3. Objetivos
4. Justificación
5. Marco de referencia
5.1. Estado del Arte
5.2. Marco Legal
5.3. Marco teórico
5.4. Marco organizacional
6. Metodología
6.1. Enfoque
6.2. Alcance
6.3. Método
6.4. Técnicas
6.5. Instrumentos
7. Plan de trabajo
7.1. Fase I. Generaciones y materias primas
7.1.1. Primera generación
7.1.2. Segunda generación
7.1.3. Tercera generación
7.1.4. Cuarta generación
7.1.5. Resultados, análisis & discusión
7.2. Fase II. Potencial aceite de palma y aceite de cocina usado
7.2.1. Aceite de palma
7.2.1.1. Ubicación
7.2.1.2. Producción
7.2.1.3. Disponibilidad
7.2.1.4. Tecnologías de transformación
7.2.2. Aceite de cocina usado
7.2.2.1. Ubicación
7.2.2.2. Consumo
7.2.2.3. Disponibilidad
7.2.2.4. Tecnologías de transformación
7.2.3. Resultados, análisis & discusión
7.3. Fase III Cadena de suministros
7.3.1. Cadena de suministros para aceite de palma
7.3.1.1. Proveedores
7.3.1.2. Productores
7.3.1.3. Transformadores
7.3.1.4. Intermediarios
7.3.1.5. Clientes
7.3.2. Cadena de suministros para aceite de cocina usado (ACU)
7.3.2.1. Proveedores
7.3.2.2. Transformadores
7.3.2.3. Clientes
7.3.2.4. Resultados, análisis & discusión
8. Conclusiones
9. Lista de Referencias
10. AnexosPregradoIngeniero en IndustrialIngeniería Industria
As populações de estrelas Wolf-Rayet em galáxias starburst de alta metalicidade
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Programa de Pós-Graduação em FísicaNeste trabalho empregamos diferentes métodos de síntese de populações estelares para investigar as populações estelares de galáxias com formação estelar. Também estudamos como a morfologia e abundância do gás ditam os possíveis cenários de formação estelar -- contínuo ou instantâneo. Estamos particularmente interessados em estudar estrelas de alta massa e técnicas para detectá-las. Este trabalho é dividido em três partes. Na parte I discutimos o código Starburst99 e a nova biblioteca de estrelas de baixa metalicidade que adicionamos ao código. Esta nova biblioteca de baixa metalicidade (Z = ¼ Z#) extendeu o código Starburst99 ao regime de baixa metalicidade e verificamos que os ajustes sintéticos são melhorados pelo uso da nova biblioteca. Na parte II empregamos um código de síntese STARLIGHT, que desenvolvemos para o estudo de uma grande amostra de galáxias Starburst Nuclear e HII. Descobrimos que muitas das propriedades destas galáxias podem ser resumidas e melhor estudadas através do uso do vetor de populações X , cujas componentes representam a contribuição de diferentes elementos da base com idades e metalicidades conhecidas. Combinando componentes com idades semelhantes podemos simplificar ainda mais esta representação, escrevendo: X = (xY, xI, xO); onde xY, xI e xO são as componentes representando respectivamente as populações jovens, intermediárias e velhas. Propriamente combinando os diferentes componentes de idade podemos definir a idade média ponderada pela luz L. Verificamos que esta representação é uma maneira poderosa de descrever as propriedades desta amostra, pois as idades das galáxias descritas por L relacionam-se a várias outras propriedades. Em particular, relacionamos L à largura equivalente de H¸ Wobs(H¸). Encontramos que L atua como um ``relógio natural'' que corretamente descreve o comportamento da diluição da Wobs(H¸) com o tempo. Na parte III deste trabalho investigamos uma amostra de 32 galáxias starburst no ótico e no infra-vermelho para estudar a formação de estrelas massivas no regime de alta-metalicidade. Em particular, tentamos entender se a formação de estrelas Wolf-Rayet é favorecida de alguma forma em sistemas de alta metalicidade. Estudos anteriores encontram galáxias Wolf-Rayet em ambientes de baixa metalicidade e a questão é entender se estamos diante de um efeito de seleção ou diante de uma diferença natural entre os regimes de baixa e alta metalicidade. Estudamos as populações estelares da amostra utilizando tanto o código Starburst99 como o STARLIGHT. Também investigamos as propriedades da saliência Wolf-Rayet (uma clara indicação de estrelas com M > 25 M#) centrada em 4640 angstrons e calculamos o número de estrelas WR de Nitrogênio e de Carbono. Encontramos que grandes concentrações de estrelas WR são preferencialmente encontradas em galáxias muito jovens, indicando que a idade destes sistemas é um fator determinante na detecção destas estrelas
Evaluación del efecto del ácido Naftalenacetico sobre las raíces de palma de aceite en los cultivares Coari x La Mé y Delí x Avros bajo condiciones controladas en etapa de vivero
En este estudio se busca evaluar los posibles efectos que pueden presentar la aplicación de ácido naftalenacetico en altas concentraciones sobre las raíces del hibrido interespecífico OxG y la palma africana en etapa de vivero, con el fin de brindar información al sector palmero sobre el manejo agronómico que se le debe dar a las aplicaciones de ANA. Para llevar a cabo este estudio, se utilizaron plantas de CxLM y DxA con 3 meses de edad. Se sometieron a 3 tratamientos de ANA una vez a la semana durante 5 semanas, utilizando un diseño en bloque completamente al azar con 5 réplicas y una unidad experimental de 5 plantas. Al final del periodo de experimentación, se pesaron por separado hojas y raíces, se les fotografió y se analizaron con el programa Rhizovision para determinar la arquitectura de las raíces. Además, se secaron a 85°C para determinar el peso seco. Se esperaba que el uso de ANA podría aumentar el número de raíces y un mayor crecimiento de estas
Size, age, telomere and ecophysiology data of Gallotia galloti lizard species sampled in Tenerife
The dataset is used in the manuscript "Nina Serén, Rodrigo Megía-Palma, Tatjana Simčič, Miha Krofel, Fabio Maria Guarino, Catarina Pinho, Anamarija Žagar, Miguel A. Carretero. Functional responses in a lizard along a 3.5 km altitudinal gradient. Journal of Biogeography (under review)."
The dataset consists of measurements of individual lizards of the species Gallotia galloti, each tagged with a unique CODE. Data include year of sampling, population name, exact elevation (in meters above sea level) and approximate elevation (rounded to the nearest hundred, in meters), and sex. Measurements were as follows: Snout Vent Length (in millimeters), Mass (in grams), AGE_Consensus (in years), Relative Telomere Length, PMA(29ºC, 33 ºC and 37ºC) (Potential metabolic activity measured at experimental conditions of 29˚C, 33ºC and 37ºC, respectively,in µLO2/mg prot/h), Catalase (in relative units U/mg protein), EWLa (accumulated evaporative water loss (in grams) and Temperature_8AM-5PM (measurements of cloacal temperature at hourly intervals starting at 8AM and ending at 5PM)
Figure 1 in Natural history of the marsupial Thylamys macrurus (Mammalia, Didelphidae) in fragments of savannah in southwestern Brazil
Figure 1. Map showing the actual distribution of the marsupial Thylamys macrurus in Paraguay and Brazil. Point 1 refers to the range expansion of this species north- and eastward in the Brazilian Cerrado. Black (new records) and white (previous records) circles are of T. macrurus; white square is southernmost record of T. velutinus. in the western Cerrado. Localities: Brazil, Mato Grosso do Sul: 1, Inocência; 2, Dois Irmãos do Buriti; 3, 4, Aquidauana. Previous records: 5, 6, Cáceres et al. (forthcoming), Carmignotto and Monfort (2006) (Bonito); 7, Vieira (1955) (Campo Grande); 8, Carmignotto and Monfort (2006) (Bodoquena); 9, Palma and Vieira (2006) (Bonito). Paraguay: 10, Palma et al. (2002) (Concepción); 11, 12, Torres (2002) (Asunción and Sapucay). Biomes: Ce, Cerrado (savannah); Ch, humid chaco; Fe, semideciduous forest; Pa, Pantanal.Published as part of Cáceres, Nilton C., Napoli, Rodrigo P., Lopes, Wellington H., Casella, Janaina & Gazeta, Gilberto S., 2007, Natural history of the marsupial Thylamys macrurus (Mammalia, Didelphidae) in fragments of savannah in southwestern Brazil, pp. 1979-1988 in Journal of Natural History 41 (29-32) on page 1982, DOI: 10.1080/00222930701520835, http://zenodo.org/record/523263
Balanço hídrico e excreção renal de metabólitos em ovinos alimentados com palma forrageira (Nopalea cochenillifera Salm Dyck)
Resumo Objetivou-se avaliar balanço hídrico e excreção renal de metabólitos em borregos sem raça definida, alimentados com diferentes quantidades de palma forrageira (Nopalea cochenillifera Salm Dyck), na forma in natura e em farelo. Foram utilizados 20 borregos, com peso vivo médio inicial de 20 Kg e foram distribuídos no delineamento inteiramente casualizado, sendo cinco tratamentos e quatro repetições. As dietas experimentais consistiram em uma dieta controle à base de feno de tífton, farelo de soja, suplemento mineral e calcário, os demais tratamentos visaram testar níveis diferentes de palma forrageira corrigida com ureia em duas formas: in natura e farelada e em dois níveis de substituição (50 e 100%) da matéria seca do feno de tífton. Amostras de sangue e urina foram coletadas para determinação de diferentes metabólitos e minerais e utilização de equações para obtenção dos índices de excreção urinária destes metabólitos, taxa de depuração endógena de creatinina e reabsorção de água livre de eletrólitos, além do registro de ingestão de água e volume de urina. A ingestão voluntária de água sofreu influência das dietas, sendo que os animais submetidos às dietas contendo farelo de palma e feno e farelo de palma foram superiores aos demais tratamentos. A ingestão de água via alimentos também sofreu influência da dieta, sendo maior nos animais que receberam palma in natura e farelo mais palma in natura. Com relação à ingestão total de água foi maior para os animais alimentados com dietas contendo palma in natura em relação aos demais tratamentos. As dietas experimentais influenciaram na excreção renal de metabólitos derivados purínicos e minerais, sem alterar a função renal. A presença da palma forrageira tanto na condição de farelo como in natura proporciona aumento do volume urinário sem alterar a função renal, além de que deve ser considerado como uma excelente estratégia alimentar no semiárido
A Construção social e jurídica do menor à proteção integral da criança e do adolescente no Brasil: aproximações com a realidade da Guiné-Bissau
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Sócio-Econômico, Programa de Pós-Graduação em Serviço Social, Florianópolis, 2011Esta pesquisa tem por objetivos abordar a construção histórica, social e jurídica da menoridade até a proteção integral no Brasil, e, ao mesmo tempo, estabelecer aproximações com a realidade da Guiné- Bissau. O seu caráter é bibliográfico, tendo se servido de produções das ciências sociais e humanas, além de estudos das legislações especializadas sobre a infância nos dois países. Em relação à realidade brasileira pretende-se identificar os processos históricos, sociais, jurídicos que deram origem à menoridade, destacando os da República Velha e o Código de Menores de 1927, além de estudar a Era Vargas e o SAM como politica correlata, deslocando-se até o processo da ditadura militar com a criação da FUNABEM e o Código de Menores de 1979, este último de curta duração. Num segundo capítulo, busca-se entender a trajetória e a proclamação do Estatuto da Criança e do Adolescente em 1990; a consideração da infância como sujeito de direitos, a proteção integral e as medidas socioeducativas como resposta do Estado ao ato infracional cometido por adolescentes, cuja invisibilidade social não permite que frequentem o #salão nobre# das políticas sociais. O terceiro capítulo propõe-se a uma reflexão sobre as aproximações da legislação e das políticas de proteção entre o Brasil e a Guiné Bissau, ambos colonizados por portugueses, porém com trajetórias sócio-históricas, políticas e econômico-culturais diferenciadas. Conclui-se que ambos os países ratificaram a Convenção sobre Direitos da Criança, em 1989, porém a Guiné-Bissau, ao contrário do Brasil, não elaborou nenhuma legislação em vigor, o que coloca os dois países em patamares diferentes em relação à presença do Estado na vida de suas crianças e adolescentes
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