911 research outputs found

    The question of empire today

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    Y.C. Zarka, tomando como referencia la política exterior de Estados Unidos, presenta una reflexión en perspectiva histórica, política y filosófica sobre la idea contemporánea de imperio. Los modelos del imperio romano y del imperio colonial han sido abandonados. El imperialismo contemporáneo impone su hegemonía por las vías económica y cultural. Partiendo de la dialéctica imperio-imperialismo, desde los conceptos de soberanía y democracia, el autor muestra las contradicciones internas y externas de lo que denomina repúblicas imperiales. Desde la primera perspectiva, la hegemonía imperial puede ser interpretada al mismo tiempo como la expresión y la crisis de la soberanía. Desde la segunda, la contradicción se encuentra en la justificación de una política internacional intervencionista en nombre de las ideas de libertad, república y democracia.Y.C. Zarka, has taking the foreign policy of the United States as a reference, presenting a reflection on the contemporary idea of empire in historical, political and philosophical perspective. The models of the Roman Empire and the colonial empire have been left behind. The contemporary imperialism enforces its hegemony by economy and culture. Due the empire-imperialism dialectic, the author shows the internal and external contradictions of what he names "imperial republics". For instance: the imperial hegemony can be interpreted as expression and crisis of the idea sovereignty; the interventionist international policy is justified on behalf of freedom, republic and democracy ideas.Publicad

    Yves Charles Zarka, Refundar el cosmopolitisme

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    Yves Charles Zarka, Refundar el cosmopolitisme (Barcelona: Publicacionsi Edicions de la Universitat de Barcelona, 2015), 88 p. (Traduccióde Josep Monserrat Molas i Leire Sales Salvatierra

    Variation of Saturn's UV aurora with SKR phase

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    peer reviewedIt is well known that a wide range of kronian magnetospheric phenomena, including the Saturn kilometric radiation (SKR), exhibit oscillations near the planetary rotation period. However, although the SKR is believed to be generated by unstable auroral electrons, no connection has been established to date between diurnal SKR modulations and UV auroral power. We use an empirical SKR phase determined from Cassini observations to order the 'quiet time' total emitted UV auroral power as observed by the Hubble Space Telescope in programs during the interval 2005-2009. Our results indicate that both the northern and southern UV powers are dependent on SKR phase, varying diurnally by factors of similar to 3. We also show that the UV variation originates principally from the morning half of the oval, consistent with previous observations of the SKR sources. Citation: Nichols, J. D., B. Cecconi, J. T. Clarke, S. W. H. Cowley, J.-C. Gerard, A. Grocott, D. Grodent, L. Lamy, and P. Zarka (2010), Variation of Saturn's UV aurora with SKR phase, Geophys. Res. Lett., 37, L15102, doi: 10.1029/2010GL044057

    Altman (George T.) - Invisible barrier. The optimum growth curve. Tax specialist's analysis of the business cycle.

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    Zarka Claude. Altman (George T.) - Invisible barrier. The optimum growth curve. Tax specialist's analysis of the business cycle.. In: Revue économique, volume 15, n°2, 1964. p. 306

    Crystals : growth, properties and applications. Vol. 2 : Growth and Properties, H. C. Freylardt, 1980

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    Zarka Albert. Crystals : growth, properties and applications. Vol. 2 : Growth and Properties, H. C. Freylardt, 1980. In: Bulletin de Minéralogie, volume 104, 5, 1981. p. 707

    Author inscription in The Chinese slave-girl: a story of woman's life in China

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    This edition includes a gift inscription by author Rev. J.A. Davis, "To Rev. A. G. Russell with the warmest regards of the author J.A. Davis."Davis, John Agnell, 1839-1897

    O contrato social de Thomas Hobbes: alcances e limites

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em FilosofiaO problema em questão diz respeito ao contrato que funda e legitima o Estado em Thomas Hobbes. Tendo como escopo questionar a possibilidade e/ou impossibilidade de nulidade do contrato social e assim verificar as implicações disto para o conceito de soberania hobbesiana. A leitura que impera na tradição de estudiosos da obra política de Hobbes, em especial do Leviathan, é a de um Estado no qual a soberania é absoluta e irrevogável. A interpretação do contrato firmado entre e, somente, entre os homens, deixando, portanto, o soberano de fora, ofereceria legitimidade a este para agir de forma absoluta e obrigaria ao súdito a obedecer de forma irrestrita. A hipótese que se busca sustentar remete à possibilidade de rompimento, desobediência e mais centralmente da nulidade contratual a partir do vício e/ou desrespeito de determinadas cláusulas fundamentais do contrato, visto se oporem às condições de validade do contrato social. Se isso puder ser sustentado desse modo, isto é, se Hobbes compartilhar mesmo de uma teoria forte da nulidade contratual e pela razão, como declinado acima, que achamos ser a correta, então, tal formulação implicaria em sua teoria uma reconsideração do conceito de soberania e obediência, haja vista o estabelecimento de certos vínculos fortes que condicionam as possibilidades de exigência, autoridade e poder da soberania. Portanto, concentra-se em encontrar uma explicação e/ou teorização da nulidade do contrato social e da sua consequência para a teoria da soberania e obediência hobbesiana

    Dossier : Qualification professionnelle

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    International audienceLa revue Droit social, dans son numéro 06/2022, a publié un dossier intitulé « Qualification professionnelle », constitué des articles suivants :- La qualification : débats anciens, nouveaux enjeux, par M. Bisignano, P. Caillaud et S. Zarka, p. 476 ;- Du métier au poste ? Les conventions collectives du Front populaire, par L. Machu, p. 478 ;- Approches sociologiques de la qualification : entre héritage et renouvellement, par M. Bisignano et S. Zarka, p. 485 ;- Les qualifications professionnelles : clarification ou redéfinition du rôle de l'État et des partenaires sociaux ?, par P. Caillaud, p. 492 ;- Qualification professionnelle et diplôme professionnel, une relation équivoque, par P. Santelmann, p. 500 ;- Quelle reconnaissance de la qualification pour les emplois dits d'utilité sociale ?, par P. Denimal, p. 507
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