40,821 research outputs found

    [Supplementary Offense Report by Rose, Stovall, Moore, and Adamcik #1]

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    Supplementary offense report by G. R. Rose, R. S. Stovall, H. M. Moore, and J. P. Adamcik. The officers obtained a search warrant and searched 2515 W. 5th Street again. They found many photographs and papers

    Benj. F. Moore

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    Photo of Benj. F. Moore, letter carrier, Lansing Post Office in Lansing, Michigan

    [Memo to J. E. Curry from T. F. Moore]

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    Memorandum to Chief J. E. Curry from T. M. Moore. Moore states that he received a call from Mrs. G. Little. Little told him that a call from J. P. Kavanaugh had originated from a pay telephone in Windsor, Ontario

    Alan Moore Comics as Performance, Fiction as Scalpel

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    Eclectic British author Alan Moore (b. 1953) is one of the most acclaimed and controversial comics writers to emerge since the late 1970s. He has produced a large number of well-regarded comic books and graphic novels while also making occasional forays into music, poetry, performance, and prose. In Alan Moore: Comics as Performance, Fiction as Scalpel , Annalisa Di Liddo argues that Moore employs the comics form to dissect the literary canon, the tradition of comics, contemporary society, and our understanding of history. The book considers Moore's narrative strategies and pinpoints the main thematic threads in his works: the subversion of genre and pulp fiction, the interrogation of superhero tropes, the manipulation of space and time, the uses of magic and mythology, the instability of gender and ethnic identity, and the accumulation of imagery to create satire that comments on politics and art history. Examining Moore's use of comics to scrutinize contemporary culture, Di Liddo analyzes his best-known works-- Swamp Thing, V for Vendetta, Watchmen, From Hell, Promethea , and Lost Girls . The study also highlights Moore?s lesser-known output, such as Halo Jones, Skizz , and Big Numbers , and his prose novel Voice of the Fire. Alan Moore: Comics as Performance, Fiction as Scalpel reveals Moore to be one of the most significant and distinctly postmodern comics creators of the last quarter-century.Intro -- Contents -- Preface and Acknowledgments -- Introduction -- CHAPTER 1. Formal Considerations on Alan Moore's Writing -- CHAPTER 2. Chronotopes: Outer Space, the Cityscape, and the Space of Comics -- CHAPTER 3. Moore and the Crisis of English Identity -- CHAPTER 4. Finding a Way into Lost Girls -- Conclusion -- Notes -- Bibliography -- Index -- A -- B -- C -- D -- E -- F -- G -- H -- I -- J -- K -- L -- M -- N -- O -- P -- Q -- R -- S -- T -- U -- V -- W -- Y -- ZEclectic British author Alan Moore (b. 1953) is one of the most acclaimed and controversial comics writers to emerge since the late 1970s. He has produced a large number of well-regarded comic books and graphic novels while also making occasional forays into music, poetry, performance, and prose. In Alan Moore: Comics as Performance, Fiction as Scalpel , Annalisa Di Liddo argues that Moore employs the comics form to dissect the literary canon, the tradition of comics, contemporary society, and our understanding of history. The book considers Moore's narrative strategies and pinpoints the main thematic threads in his works: the subversion of genre and pulp fiction, the interrogation of superhero tropes, the manipulation of space and time, the uses of magic and mythology, the instability of gender and ethnic identity, and the accumulation of imagery to create satire that comments on politics and art history. Examining Moore's use of comics to scrutinize contemporary culture, Di Liddo analyzes his best-known works-- Swamp Thing, V for Vendetta, Watchmen, From Hell, Promethea , and Lost Girls . The study also highlights Moore?s lesser-known output, such as Halo Jones, Skizz , and Big Numbers , and his prose novel Voice of the Fire. Alan Moore: Comics as Performance, Fiction as Scalpel reveals Moore to be one of the most significant and distinctly postmodern comics creators of the last quarter-century.Description based on publisher supplied metadata and other sources.Electronic reproduction. Ann Arbor, Michigan : ProQuest Ebook Central, YYYY. Available via World Wide Web. Access may be limited to ProQuest Ebook Central affiliated libraries

    Crise, documentário e representação: uma análise do filme “Capitalismo: uma história de amor”, de Michael Moore

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    TCC (Graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Socioeconômico. Curso de Administração.Crises econômicas não se limitam aos aspectos financeiros, afetam a vida de muitos cidadãos despertando nestes o questionamento acerca do próprio sistema econômico. Neste sentido Michael Moore procura fazer uma análise do sistema capitalista em seu filme: “Capitalismo: Uma História de Amor” (2009), tendo como âncora a crise americana de 2008. Filmes documentários possuem certa intenção de verossimilhança com o real, informando e despertando seus espectadores para a reflexão acerca do tema. Desta forma, constituem-se como uma forma de representação da realidade social do sujeito que o produz. Este trabalho, de caráter descritivo, busca identificar uma “visão de mundo” do diretor Michael Moore a partir de seu filme, fazendo aporte a teoria das representações sociais de Moscovici. Desta forma, foram levantadas 4 categorias de análise, a saber: capitalismo, crise de 2008, comportamento das organizações (casos de fraudes, escândalos) e Wall Street. Ao final, há indícios uma “visão de mundo” de Moore, que seria perpassada por elementos que fogem as categorizações da pesquisa, estando presentes em todas elas. Como sua a ideia de igualdade e justiça; a face inescrupulosa das organizações e de certos conglomerados como Wall Street

    O paradoxo de Moore e a declaração: consequências do choque de acessos de primeira e terceira pessoas

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Humanas. Programa de Pós-graduação em FilosofiaNeste trabalho, defendemos uma proposta de solução alternativa ao Paradoxo de Moore (PM). Para isso, no primeiro capítulo, após apresentarmos o PM em sua caracterização mais geral, estabelecemos um conjunto de condições que julgamos necessário para uma análise do problema. Com essas condições, pretendemos analisar diferentes soluções encontradas na literatura sobre o problema, criticando-as. No segundo capítulo, procuramos rejeitar aquelas que denominamos 'soluções assercionistas' ao PM, mostrando que discutir o problema em cenários que recorrem a teorias de atos de fala é improdutivo. No terceiro capítulo, a crítica recai sobre soluções que identificamos como 'mentalistas'; procuramos identificar que não são soluções produtivas ao PM, principalmente por necessitarem defender princípios doxásticos e epistêmicos demasiado 'fortes' em suas tentativas de garantir a racionalidade epistêmica. No quarto capítulo, mudamos a rota de investigação. Nossa crítica recai sobre um tipo de solução witgensteiniana ao PM, cuja característica geral é identificar as sentenças Moore-paradoxais como 'contradições disfarçadas'. Procuramos apontar uma lacuna presente neste tipo de análise, o que torna as referidas soluções vulneráveis à crítica. No quinto e último capítulo, defendemos uma proposta de solução a partir de R. Moran, para quem, ao reler certas passagens das Investigações Filosóficas de Wittgenstein, as sentenças Moore-paradoxais revelam um choque de acessos de primeira e terceira pessoas. Defendemos que esse choque de perspectivas faz com que as pessoas, em estado akrático (akrasia epistêmica) comprometam as suas participações racionais em determinados jogos de linguagem. Por fim, com essa leitura em vista, procuramos responder as condições de análise que propusemos no início do trabalho

    Das Paradies und die Peri : Dichtung aus "Lalla Rookh" / von Th. Moore. In Musik gesetzt von Robert Schumann. Erläutert und Frau Clara Schumann ehrfurchtsvoll gewidmet von Dr. F. P. Graf Laurencin.

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    DAS PARADIES UND DIE PERI : DICHTUNG AUS "LALLA ROOKH" / VON TH. MOORE. IN MUSIK GESETZT VON ROBERT SCHUMANN. ERLÄUTERT UND FRAU CLARA SCHUMANN EHRFURCHTSVOLL GEWIDMET VON DR. F. P. GRAF LAURENCIN. Das Paradies und die Peri : Dichtung aus "Lalla Rookh" / von Th. Moore. In Musik gesetzt von Robert Schumann. Erläutert und Frau Clara Schumann ehrfurchtsvoll gewidmet von Dr. F. P. Graf Laurencin. (1) Cover (1) Titelblatt (6) Vorrede. (8) Text (10) Druckvermerk (44

    Moore, Jessie F. (Death, 1898-01-31)

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    Address: 412 W. Court St.Age at death: 41 yrs.33/Pg 12/1898/F W M/Ky./Dr. C. P. Brent/Estep & Meyer/Spring GroveOriginal record filed in drawer labeled 'MOORE, J-MORLEY'
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